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CTB dá apoio total à greve dos professores das universidades federais

Professores de 38 das 59 instituições federais de ensino aderiram à greve iniciada na última quinta-feira (17). Diante do descaso do governo federal, a CTB, por meio de seu secretário de Serviços Públicos e do Trabalhador Público, João Paulo Ribeiro, manifesta seu apoio total à luta dos docentes.

“A CTB apoia de forma ampla e irrestrita a greve dos professores. Respeitamos as instâncias de cada entidade sindical, mas não podemos deixar de dar o apoio necessário”, afirmou o dirigente.

Na Universidade de Brasília (UnB), os professores começaram a paralisar as atividades nesta segunda-feira (21). A decisão foi tomada em assembleia na última sexta-feira e segue o movimento nacional.

Os docentes pedem a reestruturação do plano de carreira e melhoria das condições de trabalho nos novos câmpus que foram criados nos últimos anos por meio do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni).

O comando de greve da Andes informou que o atual plano de carreira não permite crescimento satisfatório do professor ao longo da carreira. O sindicato informou ainda que foram feitas mais de dez reuniões com o Ministério do Planejamento para revisão do documento, mas não houve avanço na negociação.

Das três universidades federais de Pernambuco, a primeira a paralisar as atividades docentes foi a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), que entrou em greve na terça-feira (15). Situada em área de fronteira com os Estados da Bahia e Piauí, a estimativa do sindicato dos docentes (Sindunivasf) é de que mais de 95% dos cerca de 400 professores aderiram à greve nacional por tempo indeterminado em todos os seus cinco campi - distribuídos em cidades dos três estados.

A Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) tem a adesão de 90% dos seus 1,1 mil professores, de acordo com o comando de greve. O total de alunos nos seus 40 cursos de graduação é de 15 mil. A expectativa é de expansão da adesão na próxima semana.

A Universidade Federal de Pernambuco, com 2,5 mil professores e 32 mil alunos em 93 cursos de graduação presenciais, realizou quinta-feira a assembleia que deflagrou a greve, por isso ainda não tem um balanço claro do porcentual de adesão, que só deve ser definido nesta segunda-feira.

Com agências

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