Sidebar

18
Qui, Abr

APLB-Sindicato

  • APLB-Sindicato dos Professores da Bahia completa 66 anos de muita luta pela educação

    A APLB completa 66 anos de fundação, em 24 de abril de 2018, em uma união significativa com os trabalhadores em educação. Da certeza desta unicidade e comunhão de pensamentos e objetivos é possível afirmar que comemoramos Bodas de Ébano, pois o termo bodas é oriundo do latim e significa “promessa”. Uma promessa que foi construída desde 1952, naquela noite de 24 de abril de 1952, quando onze educadores assinaram a ata de sessão da fundação da Associação dos Professores Licenciados do Brasil – seção da Bahia (APLB-BA).

    A APLB-Sindicato na condição de entidade representativa da educação no Brasil é o 3º maior sindicato do Brasil na área da educação, com um universo de 70 mil sócios e estruturada em todo o estado da Bahia. Em todos estes 66 anos tem sido uma referência de luta para o movimento sindical classista.

    O processo de desenvolvimento da estrutura da APLB é razão direta das ações e conquistas efetivas da categoria no percurso de sua História, em que se vinculam intimamente as reivindicações econômicas, as questões pedagógicas e as formas de organização. Os reajustes e a ampliação dos direitos são conquistas dos sindicatos, que organizam e mobilizam os trabalhadores, esclarecem sobre suas lutas, realizam greves, apresentam propostas, negociam e conseguem bons acordos.

    Para o coordenador-geral da APLB-Sindicato, o professor Rui Oliveira é importante que todos estejam organizados em torno da defesa dos interesses da classe. Ele destaca que é importante que sejamos mais participativos nas assembleias e nas negociações, mas que também sejamos firmes e com olhares voltados para a sociedade como um todo: “Conservadorismo, intolerância, machismo e pouca capacidade de diálogo. Temos que cultivar a paixão pela palavra, pela tolerância e por uma sociedade mais justa. A violência contra pobres e pretos da periferia vitima vários brasileiros todos os dias. São Marielles, Marias, Pedros e Paulos que são brutalmente assassinados. Agora, além de tiros, vivemos uma fase difícil, de intolerância, mas acreditamos que o diálogo e a mobilização ainda são o melhor caminho”, afirma Rui.

    APLB-Sindicato presente!

    A APLB-Sindicato sempre esteve na luta tanto por uma educação pública, gratuita e de excelente qualidade, quanto por um país livre, sem golpes e com respeito ao Estado de Direito. São 66 anos de luta e resistência para evitar a repetição de 64 dos anos de chumbo.

    Após 1968, depois do AI-5, a APLB marcou seu nome na história ao lutar corajosamente contra a discriminação entre contratados e efetivos. A luta salarial era indiscutível, pois os contratados recebiam salários bem inferiores aos efetivos. Então, a greve de 1978 foi um marco na história da APLB. Professoras e professores paralisaram suas atividades de ensino no Estado da Bahia, no mês de junho.

    Em 1979, uma nova paralisação, revelava a forte presença dos trabalhadores em educação na defesa por pontos específicos, mas também na luta ao exigir a volta da democracia e das eleições diretas no País, incluindo o enfrentamento em favor de uma assembleia nacional constituinte.

    Em 1989, a associação se transforma em Sindicato, para consolidar os direitos conquistados pela categoria dos trabalhadores em educação. Manteve a antiga sigla da associação, uma marca forte e com uma História que só orgulha toda a classe trabalhadora.

    Nos dias atuais a APLB-Sindicato não foge à luta e ocupa as ruas com bandeiras, cartazes e carro de som, alertando sobre as reformas Trabalhista e da Previdência que tiram os direitos historicamente garantidos e da aposentadoria de milhões de brasileiros e brasileiras, sobretudo os mais pobres e as mulheres.

    A entidade mantém-se na luta pela liberdade e democracia, mantendo acesa a chama das novas ideias, da força, ousadia e principalmente a união. A nossa luta não pode parar! Lembrando as palavras do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no dia em que ocorreu a sua prisão de forma arbitrária: “Eu não pararei porque eu não sou mais um ser humano. Eu sou uma ideia. Uma ideia misturada com a ideia de vocês”.

    Fonte: APLB-Sindicato

  • APLB não aceita sugestão de deputada do PSL para alunos filmarem e denunciarem professores

    A APLB-Sindicato entende que a postagem de Ana Carolina Campagnolo (PSL) eleita para assumir o cargo de deputada estadual em Santa Catarina em 2019, induz os alunos a descumprirem a Lei Nº 14.363, de 25 de janeiro de 2008, que dispõe sobre a proibição do uso de telefone celular nas escolas estaduais do estado de Santa Catarina e por conseguinte em escolas de outros estados brasileiros. Para a APLB tal postagem incita a coação dos professores em sala de aula, e promove o desrespeito aos educadores, comprometendo a didática pedagógica profissional. A APLB entende que gravar pessoas sem a autorização destas, constitui-se em crime quando não há autorização judicial.

    Em reportagem publicada pelo G1, a população foi informada que a deputada estadual eleita por Santa Catarina Ana Caroline Campagnolo, de Itajaí, fez uma publicação em redes sociais na noite de domingo (28 de outubro) oferecendo um contato telefônico para alunos enviarem vídeos de professores em sala de aula que estejam fazendo “manifestações político-partidárias ou ideológicas”. O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) informou que foi aberto um procedimento para apurar possível violação ao direito à educação dos estudantes.

    Em nota, a Secretaria de Estado de Educação afirmou que a Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases asseguram a liberdade de ensino e aprendizagem. Também foi esclarecido que há uma lei estadual que proíbe o uso de telefone celular nas salas de aula das escolas públicas e privadas no estado.

    A investigação no MPSC foi aberta de ofício, ou seja, por iniciativa própria, pelo promotor de Justiça Davi do Espírito Santo, da 25ª Promotoria de Justiça da Capital.

    O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Regional São José (Sinte SJ) emitiu uma nota de repúdio à iniciativa da deputada. A direção ainda protocolou no início da tarde de segunda (29) uma representação, também na 25ª Promotoria de Justiça da Capital, pedindo a adoção de ‘medidas cabíveis’ contra a futura legisladora. O documento está em análise.

    Na publicação feita em redes sociais, Ana Caroline diz que: “Na semana do dia 29 de outubro, muitos professores e doutrinadores estão inconformados e revoltados. Muitos não conseguirão disfarçar sua ira e farão da sala de aula uma audiência cativa para suas queixas político-partidárias em virtude da vitória do presidente Bolsonaro”.

    A Secretaria de Estado de Educação de Santa Catarina reafirmou a liberdade de expressão dos professores: “Ainda atenta ao que prevê a legislação, a Constituição Federal de 1988 assegura a liberdade de ensino e aprendizagem, e em seu artigo 206 destaca que o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber; e o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação, nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, em seu artigo terceiro, reafirma as liberdades já garantidas pela Constituição”.

    Nas redes sociais, a deputada se descreve como professora de história, cristã, antifrágil, antimarxista e antifeminista. Ela também defende a “Escola Sem Partido”. A reportagem tentou contato com a deputada, que não atendeu as ligações. O advogado dela não retornou.

    Após o episódio, um abaixo-assinado online criado por professores foi feito para pedir a impugnação da candidata. Até as 18h, já eram mais de 250 mil assinaturas online. Assine aqui.

    Fonte: APLB-Sindicato

     

  • APLB-Sindicato conquista concurso para professores e coordenadores pedagógicos

    Após várias reuniões, insistentes reivindicações, demonstrações das necessidades da rede estadual pública da Bahia, a APLB-Sindicato sente-se vitoriosa após o anúncio do governador Rui Costa: haverá concurso para professores e coordenadores pedagógicos.

    Costa anunciou o concurso durante o programa #PapoCorreria, transmitido ao vivo, na terça-feira (7), pelas redes sociais.

    O edital foi publicado na edição do Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (10).

    Serão 3.096 vagas para o cargo de professor e 664 vagas para o cargo de coordenador pedagógico.

    Clique aqui e leia o Edital de Abertura de Inscrições

    A seleção para os cargos de professor e coordenador pedagógico será composta por três etapas: provas objetivas (etapa habilitatória e classificatória), prova discursiva (etapa habilitatória e classificatória realizada juntamente com as provas objetivas) e prova de títulos para os candidatos habilitados na prova discursiva.

    Fonte: APLB-Sindicato

  • APLB-Sindicato divulga cartilha sobre as reformas pretendidas por Temer

    A APLB-Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia divulga a Cartilha das Reformas, onde busca explicar as diversas reformas que o governo golpista tenta implementar para liquidar com as conquistas da classe trabalhadora.

    “Fizemos essa cartilha para informar a toda a sociedade sobre o caráter recessivo e elitista dos projetos do governo golpista de Michel Temer”, diz Rose Assis Amorim Aleluia, diretora de Comunicação da APLB.

    Ela conta que primeiramente a cartilha começou a ser distribuída nas escolas. “Não somente para as professoras e professores, mas também para a comunidade. Isso porque as pessoas não se ligaram ainda do tamanho do prejuízo que essas medidas trarão para nós trabalhadores”.

    Acesse a Cartilha das Reformas aqui.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • APLB-Sindicato intensifica a campanha para reaver os precatórios do Fundef

    Depois de realizar um encontro estadual em setembro, a APLB-Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia intensifica a campanha cobrando o repasse dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério para a Educação Básica (Fundef).

    “Estamos viajando por diversos municípios baianos para debater com prefeitos e vereadores a melhor forma de termos esse dinheiro aplicado novamente na educação, de onde nunca deveria ter saído”, afirma Rui Oliveira, coordenador-geral da APLB-Sindicato.

    Uma Comissão Estadual foi eleita para encaminhar essa campanha e Oliveira escolhido o seu presidente. O último encontro aconteceu na cidade de Candeias (foto destaque_. “Há uma estimativa de R$ 57 bilhões para serem repartidos pelos estados do Norte e Nordeste”, conta Oliveira.

    “Estamos mobilizando os profissionais da educação para termos os nossos direitos respeitados”, anuncia. Porque pela regra da proporção do Fundef, 60% desse montante deve ser repassado para os profissionais do ensino fundamental em efetivo exercício, de 2,2 mil municípios da região.

    “Somente a Bahia deve ficar com cerca de R$ 30 bilhões, por isso temos uma audiência pública com o governo do estado na terça-feira (9) para encaminharmos o pagamento desses precatórios o quanto antes”, diz Oliveira.

    Ele garante que as educadoras e educadores entrarão na Justiça se for necessário, fazendo inclusive greve para ter “o que é nosso por direito”.

    Acontece na tarde desta quarta-feira (4) um novo encontro na sede da APLB-Sindicato de Ilhéus (foto abaixo), onde cerca de 250 representantes do magistério debatem os encaminhamentos do movimento. 

    aplb ilheus precatorios

    Entenda o caso

    O recurso fazia parte do Fundef, implantado em 1996, cujo cálculo por aluno não respeitou a média nacional e gerou a complementação cobrada em juízo. Por esse motivo, o Supremo Tribunal Federal deu ganho de causa para os municípios prejudicados desde a implantação da Lei em 1996 até 2007 e o valor será devolvido para os estados e municípios.

    Portal CTB

  • APLB-Sindicato lança seu novo Portal de Notícias

    Nesta segunda-feira (24), a APLB-Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia, através do seu Departamento de Imprensa, realizou o lançamento oficial do novo portal de notícias da entidade (www.aplbsindicato.org.br), mais moderno, interativo e fácil de navegar.

    O novo portal reúne em um único site as informações das redes estadual e municipais, além de notícias diversas de interesse da categoria e da sociedade, e será uma importante ferramenta de divulgação das atividades do sindicato. O evento aconteceu na Fundação João Fernandes (Campo Grande), em Salvador.

    Através do novo portal, associados e demais interessados terão acesso a notícias, fotos, vídeos e eventos promovidos pela APLB, de forma simples e rápida. Além disso, os associados poderão participar virtualmente, divulgar sua opinião, tirar dúvidas e contribuir com sugestões. Durante o lançamento, o jornalista José Bonfim foi homenageado pela direção da APLB pela dedicação e serviços prestados à entidade.

    O evento contou com a participação de diretores e funcionários da APLB, além de convidados de outras entidades sindicais e movimentos sociais, e foi encerrado em clima de festa, com coquetel e música ao vivo, em comemoração aos 65 anos da APLB-Sindicato, completados justamente nesta segunda-feira.

    O Departamento de Imprensa da APLB-Sindicato é formado pelos diretores: Nivaldino Félix, Rose Aleluia e Luciano Cerqueira; os jornalistas José Bonfim Alves de Oliveira, Leda Albernaz e Adriana Roque; e os designers Jachson José e Jessica Menezes.

    Fonte: APLB-Sindicato

  • APLB-Sindicato lidera manifestação de aposentados em Salvador

    A APLB-Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia liderou nesta quarta-feira (5) uma grande manifestação em frente à Secretaria Estadual de Educação, no Centro Administrativo da Bahia, em Salvador. "Mais de 1.000 profissionais da educação protestaram nesta manhã pelo direito de se aposentar com dignidade", diz Rui Oliveira, primeiro-secretário da APLB. 

    De acordo com Oliveira, o governo da Bahia obriga as educadoras e os educadores baianos a permanecer em atividade em sala de aula por 3, 4 anos, "até a definição da aposentadoria do profissional ser publicada no Diário Oficial (DO)". Isso, diz ele, "é uma maldade que se faz com quem se dedicou por 25 anos ou mais à árdua tarefa de ensinar". 

    O sindicalista diz ainda que em muitos casos, "professoras e professores trabalham doentes, em muitos casos graves". Ele conta que em maio foi feito um acordo com o governador Rui Costa (PT) estabelecendo 120 dias para a publicação da aposentadoria no DO e se isso não ocorrer, de acordo com a Propostas de Emenda à Constituição, os profissionais deverão aguardar em casa.

    "Queremos gastar as nossas energias para derrotar as reformas nefastas de Michel Temer, mas se for necessário intensificaremos nossas ações para que o governador do estado respeite o nosso acordo", reforça o primeiro-secretário da APLB.

    Assista vídeo onde Rui Oliveira explica os motivos dos profissionais da educação 

     

    Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy. Foto: Getúlio Lefundes

     

  • APLB-Sindicato realiza ato para conscientizar população sobre a luta dos trabalhadores em Educação

    Os trabalhadores e trabalhadoras em Educação do município de Salvador realizaram mais uma manifestação vitoriosa na manhã desta quarta-feira, 19, em frente à Secretaria Municipal da Educação (SMED). O ato, liderado pela APLB-Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia, fez parte da agenda da paralisação de 48 horas, que mobilizou a categoria para a luta por melhores condições de trabalho e por uma escola pública de qualidade. A programação segue até esta quinta, 20, quando serão realizados protestos na Praça Cairu (às 8h) e no Campo Grande (às 15h).

    O protesto foi marcado pela participação de centenas de trabalhadores, com o bloqueio das faixas da avenida Garibaldi de forma alternada e a distribuição de cartas aos motoristas e pedestres que trafegavam pela região. Além disto, o coro foi reforçado pela percussão da banda Tambores de Búzios, além de cartazes com fotos das escolas, faixas, apitos e um ato simbólico com a amarração de fitinhas do Bonfim no gradil da SMED.

    "A nossa luta é justa e legítima, porque não é só por salário, mas pela valorização dos trabalhadores e por educação pública de qualidade, que não é oferecida. Basta ir às escolas do município para confirmar a veracidade do que a gente fala. Nós não somos donos de canal de TV, mas estamos nas ruas, dizendo à população qual é a nossa luta. A nossa reivindicação principal é esta, contra a retirada dos nossos direitos. O prefeito congelou o salário dos servidores e não cumpre a lei, pois nós temos o Plano de Carreira, cujos direitos conquistados não são garantidos”, enfatiza a diretora da APLB, Elza Melo.

    A SMED é do povo!

    Durante o ato, a diretoria da APLB-Sindicato convocou os participantes para entregarem as cartas aos colegas que trabalham dentro a SMED. Entretanto, a categoria foi impedida de entrar no prédio por agentes do Grupamento de Rondas da Capital (Rondac), divisão da Guarda Municipal de Salvador. Vale ressaltar que a sede da SMED é um prédio público, um patrimônio que pertence à população de Salvador e não ao prefeito ACM Neto ou à secretária de Educação.

    O bloqueio do prédio é uma afronta à democracia, visto que os trabalhadores em Educação de Salvador não são baderneiros ou vândalos. O objetivo da ação era apenas informar os colegas da secretaria sobre a luta da categoria. A APLB, como legítima representantes dos trabalhadores, não aceitou a proposta de liberação de apenas 10 pessoas para entrarem no prédio, uma vez que permanecemos unidos em todos os atos a favor dos nossos direitos.

    A manifestação na SMED foi uma das ações aprovadas em assembleia da categoria realizada na manhã desta terça-feira, 18, no Ginásio dos Bancários, seguida por uma caminhada até a Praça Municipal.

    Confira o que foi aprovado durante a assembleia:

    - Manter a rejeição à proposta de reajuste zero do Executivo Municipal;
    - Realizar caminhada até a Praça Municipal após a assembleia;
    - Manter o estado de greve;
    - Realizar paralisação “Esquenta Greve” de 48 horas nos dias 19 e 20 de julho, com as seguintes atividades:- Quarta-feira, 19 de julho, às 8h: Manifestação em frente à SMED, na avenida Garibaldi;
    - Quinta-feira, 20 de julho:
       Às 8h: Manifestação na Praça Cairu (Comércio)
      Às 15h: Caminhada do Campo Grande à praça Municipal, com centrais sindicais e Frente Brasil popular
    - Realizar outras atividades de mobilização, entre elas:
    – Carreata a ser realizada em um dia de domingo;
    – Feira de Denúncias no Dique do Tororó, a ser realizada em um sábado;
    – Utilizar as rádios comunitárias, solicitando espaço para falar com a comunidade;
    – Realizar reuniões com associações de bairros;
    – Realizar aulas de cidadania com a comunidade escolar.

    Saiba mais
    ESQUENTA GREVE: Trabalhadores em Educação do município de Salvador paralisam atividades por 48 horas

    Fonte: Assessoria de Imprensa - APLB-Sindicato

  • APLB-Sindicato repudia o uso de gás e spray de pimenta em professores e professoras

    Os professores da Rede Municipal de Salvador, liderados pela APLB-Sindicato, legítima representante dos trabalhadores em educação, foram surpreendidos com uma reação violenta e covarde da Guarda Municipal durante um protesto pacífico, na manhã desta terça-feira (7), em frente da Secretaria Municipal de Educação (SMED), na Avenida Garibaldi. A Guarda Municipal utilizou spray de pimenta e gás lacrimogêneo contra os professores, e força física com truculência desmedida. O objetivo dos covardes guardas municipais, a mando da gestão de Salvador, foi dispersar os professores, que estão há quase 30 28 dias em greve, e que cumpriam uma agenda de greve aprovada em assembleia pela categoria.

    Antes da ação, os professores exibiam faixas, cartazes, apitos, e entoavam músicas de protesto, ocupando a área externa da Secretaria de Educação Municipal. Os vídeos e fotos revelam cenas de autoritarismo, covardia e violência contra uma categoria que merece respeito e valorização.

    No final do dia as professoras e os professores saíram em caminhada em protesto até o retorno da Ceasa do Rio Vermelho. A truculência e violência não conseguiu calar a voz dos educadores que continuam em busca de melhores condições de trabalho e por uma educação de qualidade.

    Leia mais

    Guarda Municipal reprime com truculência manifestação de educadoras e educadores em Salvador

    CTB Bahia repudia violência policial contra professores da Rede Municipal

    Veja a agenda de luta aprovada em assembleia:

    Dia 8/8 (Quarta-feira), às 14 h – Ato na Prefeitura/Câmara com a entrega do abaixo-assinado “Eu assino pela Educação”;
    Dia 9/8 (Quinta-feira):
    8h – Reunião do Comando de Greve,
    10h – Assembleia Geral, no Ginásio dos Bancários.

    Negocia Neto

    Na última assembleia geral ocorrida nesta segunda-feira (6), a direção da APLB-Sindicato fez um panorama das últimas atividades da greve e apresentou para a assembleia o resultado da última reunião de negociação com o Executivo Municipal (realizada na manhã de segunda-feira 6), que insiste em não escutar a categoria, e mantém a posição intransigente de não conceder reajuste linear, reafirmando a proposta de 2,5% avanço de referência, que não contempla aposentados e professores REDA – Regime Especial de Direito Administrativo. Nesta reunião, a gestão municipal sinalizou a devolução dos salários cortados, caso a greve fosse suspensa, bem como a disposição de dar início, dentro de 48h, ao processo eleitoral dos diretores de escola e publicar edital para concurso público na rede, em no máximo 60 dias.

    A categoria considerou que não houve avanço na proposta apresentada pelo executivo municipal e decidiu pela manutenção da Greve!

    Entenda os  motivos da greve:

    A greve dos trabalhadores em educação da Rede Municipal de Salvador foi iniciada em 11 de julho de 2018. A data base para o reajuste salarial é maio e desde abril a APLB-Sindicato, entidade representativa da categoria, entregou a pauta de reivindicações e foram realizadas várias reuniões entre o Executivo Municipal e a direção da APLB. Entretanto, como nenhuma resposta positiva foi apresentada, não restou alternativa, senão a greve!

    A categoria está cansada da política de arrocho salarial do prefeito ACM Neto, que há três anos impõe reajuste zero, além de investir contra os direitos dos trabalhadores, desrespeitando o Plano de Carreira da categoria. Falta de condições de trabalho na rede e a não realização de eleições para diretores de escolas também estão entre os motivos que levaram à aprovação da greve por tempo indeterminado, a partir de 11 de julho, em assembleia realizada no dia 5 de julho.
    Um dos pontos fundamentais da greve é a luta pela melhoria das condições de trabalho. Muitas escolas em Salvador se encontram em precárias condições de conservação e manutenção e, em grande parte, sofrem pelos transtornos causados pelo calor excessivo ou, quando chove, ocorre suspensão das aulas porque suas dependências apresentam infiltrações, alagamentos, transbordo na rede de esgoto e outros sintomas da inadequação da estrutura, inviabilizando a realização de toda e qualquer atividade na escola. Além disso, faltam professores em diversas escolas, tirando o direito do acesso à educação de muitas crianças.

    aplb sindicato greve professores salvador repressao

    Reivindicações

    A Pauta de Reivindicações da Campanha Salarial dos Trabalhadores da Educação do Município de Salvador contém ao todo 10 pontos, que já foram discutidos exaustivamente entre a APLB-Sindicato e o Executivo Municipal, mas até o momento não houve avanço porque as tratativas esbarram na posição inflexível do governo municipal no que se refere às cláusulas econômicas.

    Inicialmente os trabalhadores reivindicavam reajuste linear de 12,41%, para todos os trabalhadores em educação. A contraproposta apresentada pela Prefeitura é de 2,5%, referente ao avanço de referência, direito previsto no Plano de Carreira da categoria, que seria assegurado apenas para os trabalhadores efetivos, deixando aposentados e professores Reda de fora, o que não foi aceito pela categoria!

    Diante do impasse, a greve foi a alternativa que restou aos trabalhadores. Já na segunda semana de greve, numa demonstração de responsabilidade e seriedade, a categoria fez uma flexão quanto ao reajuste salarial e aprovou uma contraproposta de reajuste linear no percentual de 6,8% mais 2,5% de avanço na referência para ser entregue ao prefeito de Salvador.

    A posição da categoria nesse momento é que o Prefeito negocie com a APLB, visto que atendeu os trabalhadores rodoviários que ameaçaram greve. A pergunta é: por que não atende os servidores que tem relação direta com ele?

    Desrespeito ao Plano de Carreira

    Os trabalhadores apontam outros problemas, como o não cumprimento de artigos da Lei 8722/2014 (Plano de Carreira), com destaque para a questão do avanço por mudança de nível, no qual se prevê que o educador seja remunerado de acordo com sua titulação acadêmica, requisito necessário a sua formação continuada e que repercute na sua prática pedagógica.

    Eles denunciam ainda o processo de achatamento do poder aquisitivo da categoria que acumula uma perda da ordem de 30%, se analisada a projeção salarial de 2015 a 2018 pelo Fundeb, que estipula o Piso Salarial Nacional para professores.

    A direção da APLB aponta os problemas administrativos e político-pedagógicos derivados da não realização da eleição para gestores escolares. A condição de gestão pro tempore que se instalou na rede municipal de ensino, tirou muito da autonomia da comunidade escolar, havendo relatos de equipes escolares pressionadas, inclusive com alertas sobre a possibilidade de perda do cargo comissionado, ou remoção, aos que questionam os atos e determinações da GRE/SMED. Essa situação está relacionada a indícios de assédio moral e abuso de poder contra professores, coordenadores e gestores.

    Necessidade imediata de concurso público!

    Embora o município anuncie em mídia que a Educação municipal vai muito bem, a verdade é que faltam professores e coordenadores pedagógicos, auxiliares de desenvolvimento infantil e outros atores necessários ao funcionamento das escolas. Além disso, o plano de Carreira foi aprovado pela Câmara em 2014, criando o cargo de Auxiliar Técnico Escolar, que está sem preenchimento até o momento.

    Fonte: APLB-Sindicato

     

  • Atenção: notícias sobre os processos de aposentadoria da rede estadual

    O professor Rui Oliveira, coordenador-geral da APLB-Sindicato, entrou em contato com a Secretaria Estadual da Educação e foi informado que todos os processos de aposentadoria de 2016 serão publicados até o próximo dia 30 de novembro.

    Os processos de aposentadoria de 2017 serão publicados até 30 de janeiro de 2018, informa Oliveira.

    Só não será publicado processo de quem estiver dependendo de documento do INSS.

    Atendendo reivindicação da APLB-Sindicato, a Secretaria da Educação do Estado juntamente com a Secretaria de Administração do Estado (Saeb), por meio da Superintendência de Previdência (Suprev), montaram uma força-tarefa para agilizar os processos de aposentadoria dos professores e profissionais da Educação. Segundo a Suprev, os servidores estaduais da Educação estão entre os beneficiados pela maior agilidade no trâmite dos processos de aposentadoria no Estado e, graças a esta força-tarefa, foi possível viabilizar, de janeiro a julho deste ano, a publicação de 1.320 atos de aposentadoria apenas dos funcionários da pasta. Este dado representa um acréscimo de 53% em relação à quantidade de benefícios concedidos em 2016, no mesmo período.

    A parceria visou atender ao aumento na demanda recebida pela Educação ao longo deste ano. “O esforço é para desburocratizar os processos de aposentadoria que estavam se arrastando, devolvendo aos professores e técnicos da Educação o direito de se aposentar com dignidade”, afirma o Secretário da Educação do Estado, Walter Pinheiro. “Trata-se de um grupo especialmente importante, já que nada menos que 55% das aposentadorias do poder executivo estadual hoje são de funcionários da Educação”, acrescenta Eduardo Matta, diretor de Administração dos Benefícios Previdenciários da Suprev.

    Fonte: APLB-Sindicato

  • Ativistas visitam a APLB em busca de apoio para a Exposição Gorda

    O coordenador geral da APLB-Sindicato recebeu a visita nesta quarta-feira, 30, das ativistas Carla Leal e Claudia Rosa, que vieram apresentar o Projeto Gorda, uma exposição de fotos, da fotógrafa Isabele da Costa, que promete ser uma experiência única de desconstrução e quebra de tabus.

    A mostra inclui fotografias de 15 modelos plus size e visa trazer visibilidade, representatividade e estimular o fortalecimento da autoestima, o amor próprio e o empoderamento de mulheres que fogem ao padrão estético imposto em nossa sociedade. Trata-se de uma mostra cultural, social e educativa.

    Apoio

    O objetivo da visita das ativistas e produtoras culturais à APLB foi o de solicitar o apoio financeiro e institucional da entidade ao projeto, que além de estimular o processo de autodescoberta e de autoaceitação da mulher gorda, tem também caráter educacional ao propor a realização de Rodas de Discussão, com a participação das modelos retratadas na mostra e representantes da sociedade civil, para fomentar o debate sobre padrões impostos, diversidade e a gordofobia, que marginalizam e oprime esta parcela da população.

    “Salvador é a cidade mais gorda do Brasil, apesar disso, as mulheres que fogem ao padrão estético midiático ainda sofrem muito preconceito, bulling e toda forma de discriminação no trabalho, nos espaços públicos, no transporte coletivo e até mesmo nas academias e serviços de saúde”, argumenta Carla Leal, feminista, ativista contra a gordofobia, e administradora de vários grupos e páginas que tratam sobre esta questão, e uma das produtoras do projeto.

    Ao buscar o apoio da APLB, ela explica que o principal objetivo da mostra é abordar a gordofobia e dar voz e visibilidade a este problema social. “Acreditamos que, a partir de debates e ações afirmativas, poderemos diminuir o preconceito e a discriminação sobre os gordos”.

    Expectativa

    Já Claudia Rosa, recentemente eleita como a Miss Bahia Plus Size Sênior 2017, assinala que a expectativa para o evento é muito grande, e que com certeza o mesmo vai marcar o cenário Plus Size da Bahia neste ano. A intenção é que o lançamento ocorra até o final de setembro. Ela acrescenta que após o lançamento a ideia é de que a exposição cumpra uma agenda itinerante em diversos locais da cidade, inclusive escolas.

    Modelo plus size, feminista e também ativista contra a gordofobia, Claudia é uma das modelos da mostra e também participa na produção do projeto. Ela aponta a gordofobia como uma discriminação muito nociva para a cidadania e a saúde mental das pessoas atingidas, mas entende que deva ser tratada com conscientização e ações educativas.

    Para ela a discussão não pode ficar focada apenas na questão da aceitação do próprio corpo pela mulher gorda. Mesmo entendendo que é importante que a mulher ame o seu corpo, acha que é ainda mais importante que a sua dignidade seja resgatada, e para isso é preciso combater a gordofobia que vem do outro, de uma sociedade hostil.

    Claudia destaca, no entanto, não ter nenhum problema com seu corpo. “Nunca tive problema por ser gorda e depois de ter feito as fotos para esta mostra me senti ainda mais linda e empoderada”, revela.

    O professor Rui Oliveira elogiou a iniciativa e disse que a APLB-Sindicato está sempre disposta a participar de ações que visem combater qualquer tipo de intolerância. “A APLB sempre foi plural, abraçando todas as causas sociais e este é um problema que acontece muito na carreira do magistério. Estamos dispostos a ajudar no que for possível, tanto no aspecto material como colaborando no debate e na busca de caminhos para vencer os preconceitos”, afirmou o coordenador geral da APLB.

    Claudia Rosa, Miss Bahia Plus Size Sênior 2017

    FICHA TÉCNICA

    Exposição: Gorda

    Produção Artística: Repare Em Um Olhar

    Produção Executiva: Carla Leal, Claudia M. Rosa, Luíza Silva

    Maquiagem: Repare Em Um Olhar, Keu Reobuças, Marília Cerqueira, Lígia Correia

    Fotografia: Isabele da Costa

    Modelos: Tarcila Rocha, Micaela Santos, Patrícia Tizatto, Claudia M. Rosa, Thais Brito, Daiana Taila, Dan

    Fonte: APLB-Sindicato

  • Caminhada marca Dia de Luta do Servidor Municipal nesta quinta-feira (17) em Salvador

    O dia 17 de agosto vai entrar para o calendário de luta dos trabalhadores de Salvador. Isto porque a data será celebrada pela APLB-Sindicato e o Sindseps como o Dia de Luta do Servidor Municipal, cuja concepção foi aprovada em assembleia pelos trabalhadores em Educação do município, no dia 1º de agosto, e pelos servidores da prefeitura de Salvador, no dia 10 de agosto.

    A data será marcada por uma manifestação no centro da cidade, reunindo representantes das diversas classes trabalhadoras para exigir seus direitos previstos em lei, que não são concedidos pelo Executivo Municipal. O ato tem início às 8h, com concentração no Campo Grande, de onde os trabalhadores saem em caminhada até a Praça Municipal.

    O objetivo do Dia de Luta é unificar as diferentes categorias profissionais em prol da valorização dos seus trabalhadores que, cada vez mais, têm seus direitos cerceados pelo ilegítimo Temer – por meio da Reforma Trabalhista, Reforma da Previdência e da Terceirização – e, em âmbito municipal, pelo prefeito ACM Neto, que dá as costas para seus servidores, negando-lhes direitos garantidos no Plano de Carreira e outras reivindicações, como o reajuste salarial.

    A APLB-Sindicato e o Sindseps atuam conjuntamente na luta pelos direitos dos trabalhadores e convocam todos os servidores municipais a participarem da ação.

    Assessoria de Imprensa - APLB-Sindicato

  • Diretores da APLB no Seminário “Educação é da Nossa Conta” realizado pelo TCE-BA

    Diretores da APLB-Sindicato da capital e interior participam nesta segunda-feira (21), do Seminário “Educação é da Nossa Conta”.

    Para o coordenador-geral da APLB-Sindicato, o professor Rui Oliveira a iniciativa é de extrema importância. “A Educação é sempre da nossa conta! Estamos nos organizando junto ao TCE para promover ação semelhante junto à nossa categoria. Em busca de como melhor fiscalizar a Educação com o objetivo de melhoria e avanços”, enfatiza Rui.

    O Seminário Nacional de Lançamento do Plano “Educação é da Nossa Conta” é promovido pelos Tribunais de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) e dos Municípios do Estado da Bahia (TCM-BA) nesta segunda, 21, no Auditório do Gran Hotel Stella Maris.

    O Seminário objetiva congregar as relevantes e complementares contribuições de pensadores da educação no País para uma execução e fiscalização mais ampla e conjunta das disposições do Plano Nacional de Educação (PNE), do Plano Estadual de Educação (PEE) e dos Planos Municipais de Educação (PMEs). O evento será organizado em três mesas, sendo a primeira destinada ao Controle Social, a segunda à Gestão e ao Controle Interno, e a terceira ao Controle Externo.

    Durante a primeira parte do encontro, Daniel Cara (Campanha Nacional pelo Direito à Educação), Gilvânia Nascimento (União dos Conselhos Municipais de Educação – UNCME) e Priscila Cruz (Todos pela Educação) abordarão o papel do controle social na implementação do PNE. A parte da tarde ficou destinada aos representantes das Instituições Públicas ligadas à gestão e ao controle externo, visando ao diálogo sobre as dificuldades, as experiências, seus projetos e expectativas em torno da implementação dos planos.

    aplb bahia seminario educacao marilene

    Programação:

    Dia 21 de agosto

    Manhã – 9h às 11h30min

    Apresentação cultural de abertura:

    Execução dos Hinos Nacional e Estadual
    Recital de poesia “Chão da Escola” – Professora Mayanna Costa Martins
    Abertura dos Trabalhos – Presidente do TCE: Conselheiro Inaldo da Paixão Santos Araújo
    Abertura dos Trabalhos – Presidente do TCM: Francisco de Souza Andrade Netto
    Abertura dos Trabalhos – Presidente da Comissão: Conselheira Carolina Matos Alves Costa
    Apresentação do vídeo institucional

    Painel I – Controle Social

    Presidente da Mesa: Gildásio Penedo Filho – Vice-Presidente do Tribunal de Contas do Estado da Bahia
    O direito à educação no Brasil no contexto das crises – Daniel Cara (Campanha Nacional pelo Direito à Educação)
    Os Planos Municipais de Educação e a Garantia do Direito à educação: um desafio republicano – Gilvânia Nascimento (União dos Conselhos Municipais de Educação – UNCME)
    Plano Nacional de Educação e Observatório do PNE como ferramenta de monitoramento – Priscila Cruz (Todos pela Educação)
    Debate com o público

    Tarde – 13h às 15h30min

    Apresentação cultural de abertura: Orquestra Santo Antônio – Conceição do Coité

    Painel II – Gestão e Controle Interno

    Presidente da Mesa: Valdecir Fernandes Pascoal – Presidente do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE/PE) e da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (ATRICON)
    Cumprimento da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) x Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) – Walter Pinheiro (Secretário de Educação do Estado da Bahia)
    A Experiência Educacional do Município de Sobral e os Processos Meritocráticos: A Trajetória da Melhor Rede de Educação do País – Francisco Herbert Lima Vasconcelos (Secretário de Educação do Município de Sobral)
    Plano Nacional de Educação: análise e perspectivas – Wania Clemente de Castro (Diretora de Cooperação e Planos de Educação do Ministério da Educação)
    Debate com o público

    Coffee Break

    Tarde – 16h às 18h30min

    Apresentação de Abertura: História de sucesso da Escola Municipal Pingo de Gente, da cidade de Licínio de Almeida, a ser proferida pela Professora Matilde Pacheco

    Painel III – Controle Externo

    Presidente da Mesa: João Evilásio Vasconcelos Bonfim – Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Bahia
    Três anos do Plano Nacional de Educação e o risco da sua estagnação fiscal – Élida Graziane (Procuradora do Ministério Público de Contas do Estado de São Paulo)
    Planos de Educação: atuação indutora dos órgãos de controle para sua concretização – Cezar Miola (Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul)
    Os trabalhos da Comissão de Educação em defesa da implementação dos Planos – Fabíola Mansur (Deputada e Presidente da Comissão Parlamentar de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviço Publico)
    Debate com o público
    Encerramento e agradecimentos finais: Carolina Matos Alves Costa – Conselheira do Tribunal de Contas do Estado da Bahia

    Fonte: APLB-Sindicato

  • Diretoria da APLB-Sindicato toma posse em solenidade na manhã desta segunda-feira

    Eleita para o quadriênio 2018-2022, a nova diretoria da APLB-Sindicato tomou posse na manhã desta segunda-feira (15), em solenidade realizada no auditório do Sindicato dos Comerciários. Integrantes da APLB da capital e do interior prestigiaram o evento, que começou com o mestre de cerimônias, Valdir Assis, destacando a feliz coincidência desta data ser também o Dia do Professor. Em seguida, Jubiraci Bastos (violão) e Carla Lins (voz) tocaram Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores, música de autoria de Geraldo Vandré, e Alegria, Alegria, de Caetano Veloso.

    Depois, foi anunciada a mesa dos trabalhos formada pelos dirigentes da APLB-Sindicato Rui Oliveira, Marilene Betros e Claudemir Nonato (Pig); Paschoal Carneiro, presidente da CTB-BA; Rosa de Souza, vice-presidente da CTB-BA e representante da Comissão Eleitoral que conduziu os trabalhos da eleição da APLB; Aurino Pedreira, ex-presidente da CTB-BA e atual secretário de Relações Internacionais da entidade; Joelson Dourado, presidente do Sindicato dos Comerciários; Claudevir Moraes, presidente do Sindicato dos Bancários-Ba; Ivanilda Brito, presidente do Sindsaúde-BA; Juliana Campos, presidente da UJS-BA.

    Valdir Assis destacou também a presença do presidente do PCdoB da Bahia, Davidson Magalhães, que saiu no início do evento para uma reunião com o governador Rui Costa; da deputada federal reeleita Alice Portugal (PCdoB); do ex-presidente da UNE, ex-vereador, ex-deputado Javier Alfaya.

    Em seguida, a dupla de músicos executou o Hino Nacional com acompanhamento de toda a plateia no lotado auditório. O mestre de cerimônias fez o agradecimento em nome do sindicato pelos 25.918 votos obtidos na eleição para deputado estadual em 8 de outubro, e convidou a dirigente Dilma Santana Miranda para fazer o juramento de posse de toda a diretoria. Feito o juramento, Valdir Assis anunciou o discurso do 1º Secretário e Coordenador-Geral da APLB-Sindicato, professor Rui Oliveira.

    “Sem o interior a APLB não sobrevive”

    O professor Rui Oliveira iniciou seu discurso destacando o papel do interior do Estado na dinâmica do sindicato. “Sem o interior, a APLB não sobreviveria”, enfatizou. Rui explicou que a APLB decidiu fazer uma cerimônia mais simples, simbólica, de posse da nova diretoria em face do momento de greve crise econômica do país, que afeta o setor sindical.

    “Hoje, falei na Rádio Excélsior, logo cedo, sobre o Dia do Professor, lembrando às pessoas que esta data vem de 1827, quando era proibido que a mulheres fossem professoras, desde então, com muita luta, esse paradigma foi alterado e hoje temos mulheres não só nas salas de aulas como dirigindo entidades com muita competência”, disse Rui.

    O coordenador-geral da APLB-Sindicato afirmou que “o golpe desferido contra a democracia, colocando Temer na Presidência da República, desmontou o Estado brasileiro”. O fato, prosseguiu Rui, é que “nossa luta é contra um projeto que congela investimento na educação por 20 anos; que arrasa com a saúde, fazendo com que só pobres e sem condições fiquem doentes, rico poderá se tratar, pobre, não; o povo vai sentir muito se o projeto de desmantelamento do Estado for adiante com a eleição de Bolsonaro”, alertou Rui.

    Ele citou que a Justiça do Trabalho também é um empecilho para o trabalhador que requere seus direitos. “A reforma trabalhista de Temer foi impiedosa para o trabalhador, e a eleição de Bolsonaro, se consumar, vai ressuscitar tudo de ruim”, afirmou Rui.

    Ele propôs a realização de um seminário da APLB-Sindicato, com debate interno da diretoria, a fim de analisar a postura de dirigentes e de representantes da base que por causa de divergência em reajuste salarial optam por votar em Bolsonaro. “Sem reajuste, alguns preferem o inferno”, finalizou o coordenador-geral da APLB-Sindicato.

    Após o discurso de Rui, Rosa de Souza falou pela Comissão Eleitoral, em nome dela e de Ailton Araújo e Roberto Santana, efetivando a posse da nova diretoria da APLB-Sindicato.

    Fonte: APLB-Sindicato

     

  • Educadoras e educadores baianos cruzam os braços e ocupam Brasília no dia 24

    Educação  vai parar em toda a Bahia!  A APLB-Sindicato informa que será paralisação das redes Estadual e Municipal de educação no dia 24 de Maio – Dia do Ocupe  Brasília.  Em Salvador,  a  concentração será  no Campo Grande às  15h.

    A APLB-Sindicato está  colocando 20 ônibus para ir à Brasília, 18 saindo das regionais e 2 saindo de Salvador, levando os trabalhadores em educação  para participar do Ocupe Brasília. Os trabalhadores  em educação que podem ir à Brasília   devem enviar e-mail para:  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

    “A orientação é para que todos os trabalhadores em educação e outras categorias e  lideranças sindicais participem do protesto e das manifestações neste dia. Por isso, estamos convocando aqueles que não puderem ir à Brasília para o ato  que contará com a participação de 100 mil pessoas, para participar da caminhada que a Frente Brasil Popular e as centrais estão organizando em Salvador”, destaca Rui Oliveira coordenador-geral da APLB-Sindicato.

    O protesto é parte das mobilizações do Ocupe Brasília, ato unificado das centrais sindicais e dos movimentos populares em defesa dos direitos sociais, trabalhistas e previdenciários.

    “Esta será uma das maiores mobilizações do movimento sindical nos últimos anos, na justa luta contra o golpe e em defesa dos direitos das trabalhadoras e trabalhadores brasileiros”, diz em nota o presidente da CTB, Adilson Araújo.

    Fonte: APLB-Sindicato

  • Educadoras e educadores municipais decidem pelo indicativo de greve

    Em campanha salarial, e numa demonstração de unidade, os educadores da rede municipal de ensino de Salvador superlotaram o Ginásio dos Bancários na manhã desta terça-feira (6), durante assembleia geral que aprovou indicativo de greve e também uma pauta mínima de reivindicações, com uma contraproposta de reajuste, bem como as propostas para a continuidade do movimento. As propostas foram aprovadas item por item, por esmagadora maioria dos participantes da assembleia, e serão encaminhadas pela APLB-Sindicato ao Executivo Municipal.

    Após a assembleia os educadores, liderados pela APLB-Sindicato, saíram em caminhada até a Praça Municipal para dar o recado ao Prefeito sobre a disposição de luta da categoria contra o retrocesso e pela manutenção dos direitos. Nenhum direito a menos!

    Pauta Mínima:

    Reajuste salarial de 14,5%, para ativos e aposentados;
    Que a mudança de referência contemple todos e todas (estágio probatório/ Reda/ativos), de forma automática, retroativo a maio;
    Mudança de nível ainda este ano. A SMED deve apresentar o valor total do passivo que deve aos trabalhadores da Educação que solicitaram a mudança de nível, bem como apresentar critérios para o pagamento;
    Aumentar o número de cotas para liberação para o aprimoramento profissional;
    Aceitar a liberação do pagamento da gratificação de aprimoramento, com o acompanhamento da APLB;
    Concordar com os critérios para liberação da licença prêmio.

    Indicativo de greve;
    Participar da greve geral do dia 30 de junho;
    Participar das manifestações do Dois de Julho;
    Reunião de Representantes no dia 04 de julho;
    Assembleia Geral no dia 06 de julho;
    Moções de repúdio aos vereadores Felipe Lucas e Alexandre Aleluia; e também ao deputado Eduardo Bolsonaro, que serão encaminhadas à Câmara Municipal de Salvador e à Assembleia Legislativa de São Paulo, respectivamente;
    Moção de apoio à greve dos vigilantes;
    Luta conjunta com os demais servidores municipais;
    Ato Público em defesa da EJA;
    Participação efetiva de toda a categoria nas atividades promovidas pela FBP, FPSM e Centrais Sindicais contra as reformas, pelo Fora Temer! Diretas já!;
    Participar da Feira Estadual da Reforma Agrária promovida pelo MST, nos dias 08 e 10 de Junho, na Praça da Piedade;
    Participar do Congresso da CTB, nos dias 09 e 10 de junho – Fazer denúncias contra o Executivo Municipal com visual, nota pública, moção de repúdio, etc;
    Participar do Ato Político Cultural pelas Diretas Já!, no dia 11 de junho, às 14 h, no Farol da Barra;
    Forró da APLB – Arraiá do Fora Temer! Diretas Já!- Dia 14 de junho, a partir das 20 horas (sindicalizado pode retirar 02 convites na sede da APLB, nos dias 12, 13 ou 14);
    Manter as reuniões por polo, com manifestações nos bairros – convocar a comunidade escolar;
    Intensificar a Campanha “A ESCOLA QUE TEMOS/A ESCOLA QUE QUEREMOS”
    16.1. Encaminhar para a APLB-Sindicato relatório sobre a situação das escolas, com fotos, para serem encaminhadas ao MPF, denunciar na imprensa, visuais (cartazes, faixas, pirulitos, etc);

    Greve Geral definida para o dia 30 de junho;
    Manter o movimento vivo ocupando a imprensa, denunciando as ações danosas de ACM Neto: nota paga em TV, nota paga em jornal (já publicamos uma), outdoor, etc.;
    Escola sem mordaça: continuar colhendo as assinaturas junto à comunidade escolar;
    Realizar debates e seminários sobre diversos temas, como Escola Sem Mordaça (em parceria com o Fórum Baiano Escola Sem Mordaça, onde a APLB participa) EJA, servidores da educação;
    Cursos de formação sindical para os representantes de escola.

    Fonte: APLB-Sindicato. Fotos: Walmir Cirne

  • Em assembleia, educadoras e educadores mantêm a greve e exigem respeito, em Salvador

    Há um ditado popular que diz: “uma andorinha só não faz verão”. Mas uma categoria unida faz toda a diferença. E é o que está acontecendo com as educadoras e os educadores da Rede Municipal de Ensino de Salvador.

    Liderados pela APLB-Sindicato, legítima representante das trabalhadoras e dos trabalhadores em educação, os profissionais mostram cada vez mais que “não estão para brincadeira”. A assembleia, que mais uma vez contou com grande adesão da categoria, realizada na tarde desta segunda-feira (30), aprovou com esmagadora maioria, a manutenção da greve que já dura 21 dias.

    São 21 dias de descaso pelo Executivo Municipal que é o responsável pela greve, pois numa atitude tirana não senta para negociar. Ao contrário, age de forma irresponsável mantendo algumas escolas abertas sem professores.

    A Mesa Diretora que conduziu a assembleia realizou, antes da votação, uma avaliação do movimento grevista e mais uma vez destacou que quem decide os rumos do movimento é a categoria, com votação em assembleia.

    O movimento tomou conta das ruas e a população já sabe de quem é a culpa, quem é o responsável por alunos estarem sem aulas. “O professor quer trabalhar”, “Negocia Neto”, “Deixe de tirania”, são algumas palavras de ordem ditas pelo povo quando as manifestações dos educadores passam pelas ruas da cidade.

    aplb sindicato greve salvador 2018

    Após a assembleia os professores saíram em caminhada em direção ao Fórum Ruy Barbosa, em protesto, com o objetivo de pressionar o prefeito ACM Neto que segundo agenda, estaria no Salão Nobre do Fórum Ruy Barbosa para participar de homenagem e, ao mesmo tempo, buscar assinatura para um convênio com o TRE na pessoa do ministro Luiz Fux, do STF, também presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    E foi lindo de se ver, as canções de luta, os celulares com lanternas acesas, ao cair da noite. O professor não cansa! Seu sobrenome é luta!

    Na assembleia foi aprovada uma extensa agenda de atividades para toda a semana. Essa agenda foi antes, discutida em reunião do Comando de Greve realizada no auditório da APLB-Sindicato, na manhã desta segunda-feira (3).
    Na sexta-feira, 3 de agosto, será realizada uma nova assembleia. Confira a agenda de luta, mas fique atento, pois pode sofrer alterações no caso de negociações com o Executivo Municipal.

    Foi aprovada em assembleia a Campanha “Eu Assino pela Educação”.

    O objetivo da campanha é colher, o máximo de assinaturas possível da população em defesa da educação e dos nossos direitos. O abaixo assinado, além dos stands abaixo discriminados, estará disponível no portal da APLB-Sindicato para a impressão e distribuição.

    Agenda da greve:

    Quarta-feira (1º), às 14h: A coleta de assinaturas da Campanha “Eu Assino pela Educação” deve ter a seguinte dinâmica, um stand fixo na Praça Municipal e acompanhar a abertura dos trabalhos na Câmara dos Vereadores.
    Quinta- feira (2), às 9h: Coleta das assinaturas por Polos:
    Os stands estarão em locais estratégicos nos polos e outros locais estratégicos da cidade:
    Centro: Piedade, Lapa
    Cidade Baixa: Terminal Ferroviário
    Cajazeiras – Rótula da Feirinha
    Cabula – UNEB
    Liberdade: Plano Inclinado
    Pirajá – 1ª Etapa de Castelo Branco
    São Caetano – Largo da Geral
    Subúrbio I – Luso
    Subúrbio II – Praça da Revolução
    Itapuã – Largo da Sereia
    Orla: Rio Vermelho, Largo da Mariquita
    *Estrutura dos Stands: Mesa, Faixa, Som, Panfleto, bandeiras da APLB,
    Sexta feira (3), às 14h: Assembleia, saída em caminhada para a Prefeitura de Salvador com entrega do abaixo assinado.
    A assembleia contou com a presença do vereador Hilton Coelho (PSOL), e as vereadoras Marta Rodrigues (PT), e Aladilce Souza (PCdoB), o dirigente da CTB nacional Aurino Pedreira, além da secretária estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia e presidenta municipal do PCdoB de Salvador, Olívia Santana , que apoiam o movimento e denunciam o Executivo Municipal pela sua postura irredutível.

    Fonte: APLB-Sindicato. Fotos: Getúlio Lefundes

  • Em defesa da educação, docentes ocupam Brasília e paralisam o MEC

    Os estudantes ocuparam as escolas, os artistas salas do Ministério da Cultura, trabalhadores e trabalhadoras rurais a sede do Ministério do Desenvolvimento Agrário, agora professores e professoras do Brasil inteiro ocupam e paralisam as atividades do Ministério da Educação (MEC), em Brasília, nesta quarta-feira (29).

    Cerca de mil docentes protestam "contra os ataques que a educação vem sofrendo por esse governo golpista" , diz Remi Castioni, secretário de Educação da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Distrito Federal (CTB-DF).

    Remi Castioni, que também é professor da Universidade de Brasília 

    A manifestação que permanecerá o dia todo, culminou com a ocupação da sede do MEC por mais de 100 trabalhadores e trabalhadoras que exigem a saída do ministro José Mendonça Bezerra Filho.

    "Estamos aqui para denunciar o desmonte do Estado brasileiro promovido por esse verdadeiro desgoverno golpista", afirma Isis Tavares, presidenta da CTB-AM e dirigente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

    Educadoras e educadores ocupam o MEC 

    "Nosso objetivo é impedir que o MEC continue a ser desqualificado por pessoas que não têm nenhum compromisso com o país, com o nosso povo e muito menos ainda com uma educação pública de qualidade e voltada para a liberdade", reforça.

    Isis Tavares, presidenta da CTB-AM 

    Já o presidente da CNTE, Roberto Leão, argumenta que o "trancaço" e a ocupação do MEC ocorrem para "defender a democracia" no país e nas escolas. Para ele, os projetos do governo golpista inviabilizam "totalmente o Plano Nacional de Educação (PNE)" e, com isso, "não teremos mais condições de ampliar o número de vagas para as crianças de 0 a 6 anos".

    Além disso, reforça Leão, os profissionais da educação ficarão ainda mais desvalorizados. "O salário médio de um professor hoje é 53% menor do que o salário médio de um profissional de outra categoria" do mesmo nível.

    Castioni lembra ainda que o ato serve para "comemorar os 2 anos de aprovação do PNE, convocado por quase a totalidade das entidades sindicais de professores que militam a favor da educação como área estratégica de desenvolvimento" (leia mais aqui). Isis diz ainda que "sem valorização profissional e estrutural da educação não existe nação que resista à opressão".

    Roberto Leão, presidente da CNTE 

    Enquanto Wiviane Farkas, do Sindicato dos Professores do Distrito Federal, afirma que "a escola é um espaço vivo, que tem arte, diversidade e solidariedade", por isso, "precisamos defender esse espaço". Benedita Costa, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipais do Estado do Maranhão, ataca esse "governo golpista, que quer fazer um retrocesso inqualificável nos direitos da classe trabalhadora e acaba com a educação de nossos filhos".

    "Espero que esta atividade se torne permanente para defender as pautas do país e da educação no Congresso Nacional, pressionando os parlamentares a votarem contra esse (des)ajuste fiscal que liquida nossos direitos", diz Castioni. Leão lembra também que o protesto é "contra a 'lei da mordaça', que inviabiliza qualquer discussão democrática nas escolas". Ele diz que já ocorrem punições a profissionais em escolas.

    Bateria da União Nacional dos Estudantes em defesa da educação

     

    A professora Isis sintetiza o ato afirmando que "os trabalhadores e trabalhadoras em educação estão aqui para fazer o seu dever de casa, que é a luta por uma sociedade melhor". Segundo ela, o dever está sendo bem feito. "Estamos lutando pelo direito dos nossos filhos e filhas terem uma educação voltada para a cidadania".

    Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy e Ruth de Souza, de Brasília

    Outros Vídeos:

    Benedita Costa, 1ª vice-presidenta do Sinproesemma

    Wiviane Farkas, dirigente do Sinpro-DF

    Berenice Darc, dirigente do Sinpro-DF

     Nivaldino, Félix e Edmilson de Almeida, dirigentes da APLB-Sindicato dos Professores da Bahia

  • Em homenagem ao Dia do Professor, o Portal CTB pergunta: o que é ser professor?

    Em homenagem aos professores, no seu dia, neste sábado (15), o Portal CTB perguntou aos profissionais da educação da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil o que é ser professor no país, ainda mais com a democracia golpeada, o severo corte de investimentos nesta área e a dogmatização do ensino com o projeto Escola Sem Partido.

    A ideia surgiu da campanha #SouProfessor, que viraliza nas redes sociais e chama atenção para a profissão de ensinar, tão desvalorizada neste país. Um vídeo com o professor de História Leandro Karnal, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) dá a dimensão da importância do tema.

    Para ele, “ser professor é basicamente uma aposta no futuro. Por isso que o professor é condenado à esperança. Ele é condenado a acreditar que pode vir algo melhor” e que “este futuro seja mais cheio de conhecimento, estabilidade, democracia e de igualdade”.

    Assista o vídeo com a fala completa de Karnal 

    Vamos às respostas dos educadores e educadoras da CTB:

    Marilene Betros, dirigente nacional da CTB e da APLB-Sindicato dos Professores da Bahia

    “Ser professor (a) é ter a perspectiva de que a nossa tarefa nos coloca na posição de ponte que se relaciona com o outro, que ensina e aprende cotidianamente, é tentar encantar, mesmo na diversidade. É continuar na luta para formar cidadãos e cidadãs que consigam responder aos desafios que a vida lhes impõe e tenham a criatividade a altura da necessidade de se transpor barreiras”.

    Osmar Moreira de Souza Júnior, professor de Educação Física da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar)

    “Ser professor nesse contexto, é gostar de despertar na população uma sensibilidade para as questões que atingem a vida de todos. Essas transições de poder e como isso pode impactar na vida da sociedade. Ser professor neste país é abraçar a causa e saber que não vai ser valorizado como outros profissionais, mas que tem um grande poder de transformação, levando a sério o ofício de difundir saberes”.

    Francisco Manoel de Assis França, o Professor Kico, da CTB-PR Educação

    “Professor em tempos de Temer. É estar preparado para os mais absurdos projetos que não viriam se as eleições fossem respeitadas. É estar ombro-a-ombro com os alunos nas ocupações e nas passeatas Fora Temer, pois as políticas de terra arrastada os atingirão por anos. É estar junto com os demais trabalhadores e trabalhadoras para evitar a perda de nossos direitos. É preparar as aulas e estar presente nas ações pedagógicas da escola, ciente que os tempos são de resistir”.

    Josandra Rupf, secretária de Educação da CTB-ES

    “Para mim, ser professor é estar atento ao desenvolvimento do educando para possibilitar a ele os espaços de debate e participação necessários a esse desenvolvimento. Para que o educando possa exercer plenamente a sua cidadania. Porque educar não pode de limitar aos conteúdos curriculares básicos. O conteúdo de uma educação plena está na vida”.

    Isis Tavares, presidenta da CTB-AM e dirigente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE)

    “O trabalho dos docentes é da mais alta relevância social. Ser professora é ter responsabilidade com o futuro. E assim, descobrir a cada dia como seu trabalho pode promover mudanças significativas na vida de alunos, alunas e na sua própria.

    A oportunidade de acesso pelas novas gerações ao conhecimento histórica e socialmente produzido, não é algo que possa ser improvisado ou espontâneo. Requer sensibilidade sim, mas requer formação de qualidade e esforço intelectual que deve ter a devida valorização profissional, além do reconhecimento social.

    Hoje no Brasil, ser professor para o governo golpista é ser um entrave à economia. É ser um perigo para a sociedade. Tratar professores dessa maneira, é produzir um futuro sem oportunidades e perspectivas para as novas gerações e superfaturando uma dívida histórica com aqueles e aquelas que com seu esforço pessoal e trabalho diário nas escolas e muitas vezes fora delas, escrevem a história da educação no Brasil”.

    José Carlos Madureira Siqueira, dirigente da CTB-RJ e do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe)

    “Professor é um ser humano que lapida diariamente milhares de pedras brutas, transformando em milhares de preciosidades que irão construir a joia mais bela e valiosa para todos nós, uma nação. Ainda que o obscurantismo tente atrapalhar nosso trabalho, continuamos firmes como a natureza, a primavera sempre acontece”.

    Ailma Maria de Oliveira, presidenta da CTB-GO

    “Sou professora e escolhi essa profissão aos 15 anos de idade. Uma escolha firme e determinada no desejo de aprendizagem e socialização do conhecimento. Ser professor é descobrir no outro a troca de saber, de experimentar, de criar, de avançar. Enquanto professora da Educação Infantil: o encantamento, a felicidade. Enquanto professora da primeira fase o caminhar. Enquanto professora de jovens e adultos a esperança, a ação, a realização... Ser professor é uma experiência mágica e profundamente revolucionária”.

    Raimunda Gomes, a Doquinha, secretária de Comunicação da CTB

    “Ser professor (a) é exercitar cotidianamente o compromisso com a transformação social e humana, na trocar de experiências, expressando pensamentos em busca de superar visões estereotipas do mundo, inclusive do que é ser professor (a), quando muitos advogam a tese do cuidado pela vocação, negando o magistério como profissão, o que favorece a desvalorizada da mesma em relação as demais profissões. O magistério requer dedicação, persistência e compromisso, os (as) professores (as) devem ser os condutores e indutores desse processo, o ensino e a aprendizagem é uma via de mão dupla, nas palavras do mestre Paulo Freire ‘quem ensina aprende e que aprende também ensina’”.

    Paulo José Nobre, secretário-geral da CTB-SP

    “Ser professor, é ser um agente que abre as portas e janelas de acesso ao conhecimento, despertando o espírito crítico para uma educação transformadora”.

    Celina Arêas, secretária de Formação e Cultura da CTB

    “Ser professor é acreditar no futuro com democracia e igualdade. É construir o aprender e o ensinar coletivamente, mostrar caminhos e transformar sonhos em realidade. É lutar junto com a nova geração por um mundo de paz, um mundo de equidade de direitos, reinventar, sem formas e fórmulas, a formação de atitudes, enfim saber que o que a vida quer da gente é coragem."

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Encontro da APLB sobre precatórios do Fundef reúne 400 profissionais de 157 municípios em Salvador

    A APLB-Sindicato, no último sábado (2), reuniu 400 profissionais de educação de 157 municípios no Hotel Sol Vitoria Marina, em Salvador. Durante o evento foi discutida a situação dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), que é uma dívida trabalhista oriunda de um erro de cálculo do governo federal na criação do fundo, que estabeleceu um passivo para os trabalhadores do setor.

    Professores compareceram ao encontro que aconteceu em Salvador

    O coordenador-geral da APLB-Sindicato, Rui Oliveira, chamou a atenção para o poder público, representado pelo governo do estado, Tribunal de Justiça e União dos Municípios da Bahia (UPB), para a importância do pagamento dos precatórios para os profissionais da educação. “Essa é uma luta que já foi vencida pela sociedade civil, que está garantindo fortunas a estados e municípios e a luta para que os trabalhadores da Educação recebam esses recursos está sendo construída nacionalmente pela APLB-Sindicato”, afirmou Oliveira.

    Ainda segundo o coordenador da APLB, um encontro em Fortaleza, no próximo dia 21, será realizado para discussão de como garantir que os trabalhadores recebam os precatórios.

    Fonte: Mídia Lampião

  • Liberdade de pensar é essencial para uma educação de qualidade, diz dirigente da CTB

    A professora Marilene Betros, dirigente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), afirma ao Portal CTB que o 4º Congresso Nacional da CTB debaterá os efeitos dos cortes orçamentários na educação e como salvar esse setor essencial para o desenvolvimento do país.

    Ela explica que a CTB realiza seu Congresso em uma conjuntura adversa, "com essa ofensiva do capital sobre o trabalho". Neste momento, "a educação pública está ameaçada. O presidente ilegítimo retira investimentos e diz que está cortando gastos, como se investir em educação não fosse essencial para a nação", diz. Por isso, "o movimento educacional se organiza para mostrar que educação deve ser prioridade absoluta".

    E como o Ministério da Educação (MEC) cancelou a Conferência Nacional de Educação, os profissionais na área, criaram a Conferência Nacional Popular de Educação (Conape) e o Fórum Nacional Popular de Educação para "barrar os retrocessos e colocar a educação no centro do debate da política nacional".

    A professora, que também é dirigente da APLB-Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado Bahia e da CTB-BA, ataca o proejto Escola Sem Partido. "Esse projeto tenta tirar a essência da educação, que dever ser um processo aberto. A educação deve dar liberdade de pensar". conclui.

    Assista o depoimento de Marilene Betros

     

  • Nesta sexta-feira (24), a educação baiana protesta contra a reforma da previdência

    Nesta sexta-feira (24), a Greve Nacional da Educação completa dez dias! A APLB-Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia convoca os trabalhadores em educação, junto com as demais categorias, população e as principais centrais sindicais para um grande ato de protesto contra a reforma da previdência proposta pelo governo Temer.

    aplb bahia protesto

    O protesto também será contra a reforma trabalhista e a terceirização. O ponto de concentração será às 9h, nesta sexta-feira, 24 de março, em frente ao Hiperbompreço.

    "O povo só conseguirá reverter as medidas nefastas do governo Temer que assolam o trabalhador indo protestar nas ruas. Precisamos unir forças e convocar todos os trabalhadores e trabalhadoras contra o desmonte do Brasil, contra o golpe que a direita reacionária quer impor ao Brasil e aos brasileiros. Vamos lutar! Vamos às ruas, pois só nas ruas é que vamos derrotar essas reformas que estão tentando fazer. Viva a APLB! Viva a luta dos trabalhadores! Viva as centrais sindicais! Viva a luta do povo brasileiro!", destaca Rui Oliveira, coordenador-geral da APLB-Sindicato.

    aplb sindicato bahia protesto sexta

    Fonte: APLB-Sindicato

  • Pais e alunos da Maria da Conceição S. Imbassahy realizaram manifestação contra as péssimas condições da escola

    Nesta terça-feira (16), mais uma vez a direção da APLB-Sindicato esteve na Escola Municipal Maria da Conceição Santiago Imbassahy, localizada no bairro de Tancredo Neves, para apoiar e acompanhar a mobilização de pais, alunos e trabalhadores do local, em defesa do funcionamento pleno daquela unidade escolar, que se encontra em situação crítica, com sérios problemas estruturais, que representam risco para a segurança e integridade de alunos e educadores.

    Desta vez, pais, alunos e professores realizaram uma grande manifestação, durante a qual aconteceu uma reunião para debater a situação da escola, bem como um ato público na Rua Direta de Tancredo Neves, cuja via foi bloqueada, impedindo a passagem dos carros. A manifestação teve apoio da Polícia Militar e contou também com a cobertura da imprensa local.

    A escola estava interditada e há dias os alunos estão sem aulas, porém a providência tomada pelo Executivo Municipal foi enviar um engenheiro para fazer a análise estrutural do prédio, o qual concluiu, mesmo diante das evidências contrárias, que a escola está em condições de funcionamento. A comunidade escolar está indignada e não concorda que a escola volte a funcionar sem que haja uma recuperação do prédio. Por isso, promete continuar a mobilização.
    A APLB-Sindicato comunga com a preocupação de pais, alunos e professores da Escola Maria da Conceição Santiago Imbassahy, defende que a Educação seja tratada como prioridade pelo poder público, exige providências imediatas, e vai continuar acompanhando a situação até que haja uma solução que respeite a segurança e o direito dos alunos e dos trabalhadores em Educação lotados naquela unidade escolar.

    Na segunda-feira (15), a direção da APLB esteve na Escola Municipal Maria da Conceição S. Imbassahy e constatou a situação crítica do local.

    Paredes com rachaduras, vazamento de água, sujeira, grades enferrujadas, piso quebrado, buracos no chão, “verdadeiras crateras”, fiação elétrica e tubulação de água exposta, muita sujeira e nenhuma manutenção. Estas são as condições atuais da escola, localizada, na Estrada das Barreiras, no bairro de Tancredo Neves. Para a APLB-Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia, a Educação tem de ser tratada como prioridade na prática e não apenas na propaganda do Executivo Municipal.

    A APLB-Sindicato sempre defendeu uma Educação de qualidade, mas com condições dignas para alunos, comunidade e trabalhadores em educação. Em todas as reuniões com a Secretaria Municipal da Educação têm insistido nas melhorias das condições de trabalho, não se atendo apenas à pauta sobre remuneração. Por isso, denuncia o estado crítico da Escola Municipal Maria da Conceição Santiago Imbassahy e exige soluções!

    Fonte: APLB-Sindicato

  • Sai a primeira vitória da APLB-Sindicato pelo pagamento dos precatórios do Fundef

    Na tarde desta segunda-feira (19), os professores da cidade de São Felipe na Bahia, se reuniram para ouvir do coordenador-geral da APLB-Sindicato, professor Rui Oliveira, que a Justiça deu ganho de causa à categoria para receber 3 milhões de reais referentes aos precatórios do Fundef. A decisão foi anunciada pela juíza Marineis Freitas Cerqueira durante a audiência realizada pela manhã. A juíza aceitou o pedido da prefeitura local de que sejam ouvidos os integrantes do corpo contábil municipal para apresentar proposta sobre a forma de pagamento. A juíza marcou nova audiência para 26 de março próximo, para finalizar a questão.

    Oliveira considera a decisão da Justiça uma grande vitória da APLB-Sindicato e da categoria dos trabalhadores em educação de forma geral. Desde os encontros com advogados e dirigentes sindicais do Ceará, como tem sido noticiado, a APLB tem se mobilizado em ir aos municípios explicar a importância dos Precatórios do Fundef para os trabalhadores.

    Os pagamentos dos Precatórios do Fundef resultam de ação judicial contra a União Federal, que não fez corretamente os repasses para os Municípios relativos ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). Diversos municípios no Brasil ingressaram com ações contra a União para cobrar os valores não repassados. Na Bahia, a liderança é da APLB-Sindicato que busca na Justiça a correção dos valores para os municípios baianos.

    O Fundef é uma espécie de “caixa central” que redistribui os recursos federais, estaduais e municipais destinados ao Ensino Fundamental (antigo 1º grau) partilhando-os automaticamente entre os governos estaduais e municipais de acordo com o número de alunos matriculados em cada região de ensino. O Fundef foi implantado, nacionalmente, em 1° de janeiro de 1998, quando a nova sistemática de redistribuição dos recursos destinados ao Ensino Fundamental passou a vigorar. Genericamente, um Fundo pode ser definido como o produto de receitas específicas que, por lei, se vinculam à realização de determinados objetivos.

    O Fundef é caracterizado como um Fundo de natureza contábil, o que significa que seus recursos são repassados automaticamente aos estados e municípios, de acordo com coeficientes de distribuição estabelecidos e publicados previamente. As receitas e despesas, por sua vez, deverão estar previstas no orçamento e a execução, contabilizada de forma específica. O Fundef é formado por 15% do valor dos impostos estaduais e municipais arrecadados no País e por uma complementação federal.

    Os recursos do Fundef devem ser empregados exclusivamente na manutenção e desenvolvimento do ensino fundamental e, particularmente, na valorização do seu magistério. Além disso, de acordo com o Fundef, cada município deve formar um conselho fiscalizador para certificar que esse dinheiro está chegando e que está de fato sendo aplicado no ensino.

    Fonte: APLB-Sindicato

  • Secretaria de Políticas Educacionais é criada para fortalecer a educação como prioridade absoluta

    Uma das secretarias criadas no 4º Congresso Nacional da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadora do Brasil) foi a de Políticas Educacionais, assumida pela professora baiana Marilene Betros.

    Para ela, já era hora de a CTB ter essa secretaria para mostrar que a educação é a base de tudo. “Um país que investe em educação tem um retorno sem parâmetros para o seu futuro. Investimentos na educação pública melhoram inclusive o mundo do trabalho com profissionais mais qualificados e conscientes de seus direitos”.

    Betros, que é dirigente da CTB-BA e da APLB-Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia, afirma que uma educação pública, laica e de qualidade pode trazer “um novo olhar para todos os problemas existentes” e dessa forma “encontrar soluções democráticas, que privilegiem a liberdade e os direitos humanos, respeitando as diferenças e a vida”.

    Principalmente, diz ela, “para a juventude decidir livremente o seu caminho e o seu futuro”. A sindicalista lembra ainda que o Brasil é carente de mão de obra qualificada em muitas áreas. Por isso, “cabe à nova secretaria da CTB trazer à tona debates que proporcionem luz sobre as necessidades dos nossos jovens e suas visões de mundo e de como se relacionam com o trabalho e a sociedade”.

    Para a CTB, de acordo com Betros, “a educação é a mola propulsora do desenvolvimento autônomo da nação”. Justamente agora que a “educação pública está sob ataque cerrado do governo golpista”.

    “O nosso objetivo com a Secretaria de Políticas Educacionais é instrumentalizar o movimento sindical e a nossa central para a luta contra esses ataques e lutar pela valorização profissional e por uma educação democrática, como deve ser em um país civilizado”.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy