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Qui, Fev

Ato Unificado das Centrais Sindicais e Movimentos Sociais e Populares

  • Centrais sindicais convocam classe trabalhadora para a greve geral do dia 30 em Manaus

    As centrais sindicais, sindicatos e movimento sociais reuniram-se na quarta-feira (28) no Sindicado dos Metalúrgicos de Manaus para definir as ações para o dia nacional de Greve Geral. Em Manaus, a concentração para a atividade central da greve começa às 7h da manhã, na Praça da Saudade, no centro. Além da atividade conjunta, os trabalhadores realizarão atividades em suas bases durante todo dia. Algumas categorias já definiram pela greve no dia, como petroleiros, professores universitários, entre outros.

    O movimento será prolongado, com o objetivo de atingir o máximo de trabalhadores durante o dia de greve e finalizará a partir de 16h, na Praça do Congresso, também no centro, dessa vez com apresentações culturais e novas manifestações das entidades presentes.

    Programação:

    Ato Unificado das Centrais Sindicais e Movimentos Sociais e Populares

    6h - início da concentração com a chegada de dirigentes sindicais e de movimentos
    7h - Início da concentração (Para divulgação massiva)
    Local: Praça da Saudade - centro
    » Intervenções das entidades, sindicatos, movimentos e organizações.
    9h - início da caminhada
    » Trajeto: Ferreira Pena, Leonardo Malcher; Epaminondas e 7 de setembro.
    Final da caminhada na 7 de setembro com a Eduardo Ribeiro
    16h - Ato cultural unificado
    Local: Praça do Congresso
    » Diversas atividades e intervenções culturais

    Fonte: Sinteam 

  • Em defesa da soberania da Venezuela: ato em São Paulo reúne centenas de pessoas; venezuelanos assinam carta aberta ao povo dos EUA contra ingerência

    Pelo menos 300 militantes dos movimentos sociais marcaram presença no ato realizado nesta sexta-feira à tarde em defesa da soberania da Venezuela. A manifestação ocorreu diante do consulado do país, na rua general Fonseca Téles, 564, no bairro Jardim Paulista. Participaram dirigentes da CTB, CUT, Intersindical, Cebrapaz, entre outras organizações dos movimentos sociais, e de partidos políticos de esquerda (PCdoB, PT e Psol).

    “Foi um ato que reuniu lideranças políticas de diferentes organizações em defesa da soberania da Venezuela, contra a intervenção militar dos EUA e por uma solução pacífica para o conflito que abala o país”, resumiu o secretário de Relações Internacionais da CTB, Nivaldo Santana.

    Carta traduz desejo do povo

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, apresentou nesta quinta-feira (7) a carta que vai enviar à Casa Branca como forma de rejeitar a ingerência dos Estados Unidos contra a Venezuela. Na Praça Bolívar, em Caracas, o chefe de Estado também assinou o documento, subscrito por cerca de 10 milhões de venezuelanos.

    “Assino pela paz, pela soberania sagrada da Venezuela em apoio ao direito à independência, à autodeterminação do povo da Venezuela”, disse Maduro. “Esta carta foi escrita pensando nas crianças e no futuro do país, no sagrado direito que temos à paz, com a convicção de autonomia”, disse o presidente venezuelano, que ressaltou que a carta é especialmente dirigida ao povo dos Estados Unidos.

    Ele lembrou que a Venezuela está ameaçada pelos Estados Unidos e seu desejo de assumir o controle dos recursos do país. Denunciou que o governo dos Estados Unidos quer tratar nossas fronteiras com o mesmo ódio que teve contra o Vietnã, para invadir a Venezuela “em nome da liberdade”.

    Maduro enfatizou que o povo venezuelano resiste porque tem um alto nível de participação na tomada de decisões políticas. Ele alertou o povo estadunidense de que a invasão da Venezuela é um perigo e denunciou que o presidente Donald Trump tentou sabotar o diálogo entre o governo e a oposição, ideia promovida pelo México, Uruguai e Bolívia.

    “Sabemos que para o bem da Venezuela é preciso sentar e conversar”, disse Maduro. A carta aberta se refere também ao bloqueio financeiro imposto por Trump e que afeta a economia venezuelana. E frisou que uma agressão viola a Carta das Nações Unidas, que rejeita o uso da força nas relações entre os países.

    No final, o presidente Maduro pediu aos estadunidenses que acompanhem os venezuelanos na rejeição às ameaças e ações de interferência do governo dos EUA contra a Venezuela.

    Da Redação, com informações da Agência Venezuelana de Notícias