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Ter, Jun

Campanha Salarial

  • A assembleia do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Manaus rejeitou, por unanimidade, a contraproposta da Secretaria Municipal de Educação (SEMED), que ofereceu 5% de reajuste salarial e 20% de aumento no vale refeição, que atualmente é de R$ 220. A reunião aconteceu nesta quinta-feira (25) e contou com a presença de aproximadamente 800 trabalhadoras e trabalhadores.

    A decisão da categoria será comunicada formalmente à prefeitura. O sindicato reivindica 15% de reajuste, entre uma lista de 30 solicitações.

    O SINTEAM vai realizar assembleias zonais e definir os encaminhamentos da campanha salarial até o dia 15 de maio, quando acontece a greve nacional da educação e a rede municipal se somará à agenda nacional que vai denunciar o desmonte da educação e a reforma da previdência, entre outras pautas.

    Fonte: SINTEAM

  • Em reunião realizada nesta segunda-feira (19), a Coordenação dos Bancários da CTB do Comando Nacional dos Bancários discutiu estratégia de participação da campanha nacional da categoria para 2018.
     
    A coordenação do Comando indicou que já há um calendário de preparação das etapas estaduais e regionais que deverão ocorrer até o final de maio e a etapa nacional, em São Paulo, nos dias 7 a 10 de junho, quando serão definidos os eixos de mobilização, a minuta de reivindicação e a estratégia de negociação. 
     
    "Na avaliação dos CTBistas a grande dificuldade para este ano é de como vencer o medo dos trabalhadores e trabalhadoras frente a onda de desmonte e ameaça de desemprego e fortalecer a luta na defesa dos direitos", externou o secretário executivo da CTB Nacional e coordenador da CTB Bancários, Eduardo Navarro.
     
    Segundo o dirigente, "é preciso reencantar a categoria bancária para construir sua tradição de luta. Os bancários sempre demonstraram sua capacidade de enfrentar as diversidade com luta, e este ano nãoserá diferente".
     
    Portal CTB
  • Em negociação com a Federação Nacional dos Bancos (Febraban), os bancários de São Paulo e região cobraram da entidade a garantia de que não haverá diminuição de empregos nem contratações de profissionais terceirizados, intermitentes ou temporários.

    A reivindicação foi feita quarta-feira (26), em mais uma rodada de negociações da campanha salarial de 2018. A categoria quer que o compromisso de não cortar vagas por postos “precários” esteja na convenção coletiva.

    Os bancários dizem ainda que os bancos vêm cortando postos, mesmo sendo um dos setores da economia que veem seus lucros crescerem cada vez mais. Segundo a Febraban, as discussões ainda estão em andamento. O fim das negociações está marcado para o dia 1º de agosto.

    No dia 1º, ocorrerá nova rodada de negociações, que tratará sobre as cláusulas econômicas. Na reunião da semana passada, a discussão entre bancários e bancos girou em torno da saúde dos profissionais da área.

    Portal CTB com informações de agências

  • O Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente do Estado de São Paulo (Sintaema) tem uma reunião com a direção da Sabesp nesta quinta-feira (3), onde se espera que a empresa apresente uma proposta compatível. Por isso, será realizada uma assembleia no mesmo dia, às 18h, para avaliar o resultado da negociação, na sede do Sintaema (Avenida Tiradentes, 1323).

    Além de reajuste acima da inflação, o sindicato reivindica um plano de cargos e salários, uma definição na elaboração dos Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP’s), além de mais diálogo e reconhecimento dos direitos trabalhistas por parte da empresa e resolver as questões sobre os desvios de função, aumentar o número de vagas no concurso público e outras reivindicações importantes.

    Clique aqui e leia o edital
    Fonte: Sintaema
     
  • A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB/PA realizou no último sábado, dia 13/04, em Rio Maria no sul do estado do Pará, uma importante reunião regional com seus sindicatos de bases e representados por sindicalistas de diversos municípios para debater os desafios da atualidade brasileira e as principais tarefas da classe trabalhadora e a organização sindical na região.

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    Os dirigentes estaduais da CTB/Pará, Cleber Rezende, presidente e, Márcia Pinheiro, diretora, na abertura dos trabalhos abordaram a conjuntura política e sindical, a reforma da previdência, a MP 873, campanha salarial SEDUC/2019 e o pagamento dos precatórios do Fundef aos trabalhadores em educação, visto que boa parte dos presentes é da base do Sintepp – Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará, regional sul. Já o cetebista e Coordenador do Sintepp Regional Sul e de Redenção, professor Vanderley Sousa, abordou a organização dos cetebistas na educação e na preparação para a participação no congresso regional do Sintepp, previsto para o segundo semestre.

    A professora Rosa Mônica, presidenta do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Santana do Araguaia (Sintesa), no extremo sul do Pará, divisa com o Mato Grosso, sindicato que representa os profissionais da educação da rede municipal de ensino, saiu satisfeita destacando que as informações apresentadas pela CTB referente “a conjuntura sindical, as formas de derrotar os efeitos da medida provisória, a MP 873, o debate sobre o pagamento do piso do magistério com o governo do Estado e como garantir que os precatórios do Fundef sejam rateados aos profissionais da educação foram extremamente proveitosos”, complementando a dirigente, Rosa, que “à reunião em Rio Marica com a CTB Pará e o debate da reforma da previdência justificou a ida a reunião”. Rosa Mônica disse que dialogará com os membros de sua diretoria para a filiação do Sintesa à CTB.

    O vereador e Coordenador Geral do Sintepp subsede Rio Maria, o professor Irã Araújo, “agradeceu a CTB por escolher Rio Maria para sediar a reunião regional e que os temas abordados foram extremamente esclarecedores para sua intervenção na representatividade dos trabalhadores em educação, e que realizará um seminário sobre hora atividade e outros temas de interesses da educação”.

    Na reunião foi composta uma coordenação regional sul da CTB Pará, comporta pelos coordenadores das subsedes do Sintepp Xinguara, Maria Reis, Redenção, Vanderley Sousa, Rio Maria, Irá Araújo e da presidente do Sintesa Santana do Araguaia, Rosa Mônica.

    Ao final do evento o vereador Irã Araújo - PCdoB/Rio Maria, e a vereadora Cleonice Brito, Cléo, do PR/Santana do Araguaia, comprometeram em articular sessões especiais nas respectivas Câmaras de Vereadores para debater os efeitos da Reforma da Previdência para a classe trabalhadora e os municípios.

  • Metalúrgicos da Bahia promoveram na manhã desta terça-feira (2) um protesto no pátio da empresa Ferbasa, a maior do segmento de ferro e liga. A empresa fica situada no município de Pojuca.

    A categoria protesta contra a postura indiferente da empresa diante das reivindicações dos trabalhadores relacionadas às condições de trabalho e à campanha salarial.

    “São mais de 1,3 mil trabalhadores e trabalhadoras que não têm direito ao café da manhã, uma prática comum nas empresas da região. Com assento no sindicato patronal, a Ferbasa dificulta as negociações e se nega a discutir nossas reivindicações da campanha salarial”, afirmou Matias Batista de Souza, dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos da Bahia. 

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    A empresa oferece apenas 2% de reajuste salarial, enquanto os trabalhadores reivindicam 8% sobre os salários e demais benefícios; piso profissional de R$ 1.560,00; cesta básica de R$358,00, de acordo com o valor medido pelo Dieese, entre outros pontos. A estimativa de inflação para o período da data-base da categoria é de 2,56%.

    Outra reclamação da categoria se refere ao desconto do plano de saúde. De acordo com o sindicalista, o trabalhador chega a comprometer cerca de 30% a 40% do salário na utilização do plano familiar.

    "O plano de saúde está espoliando o trabalhador. Os descontos são tão altos que quando utilizado pela família chega a comprometer mais de 1/3 do salário”, revelou ao completar: “É lamentável que em pleno século 21 a empresa não reconheça e valorize a alta lucratividade que o empenho dos funcionários proporciona”, lamentou o dirigente.

    Cinthia Ribas - Portal CTB

     

  • Nesta quarta (12), às 12h30, os trabalhadores e trabalhadoras do Metrô de São Paulo realizaram protesto e fecharam o portão de entrada do Palácio do Governo. Aos gritos de "Márcio França, cumpra com sua palavra!", a categoria iniciou o ato a partir das 9h30.

     

    De acordo com o coordenador geral do Sindicato, Wagner Fajardo, "a ação do sindicato é em resposta à negativa do Secretário de Planejamento, Maurício Juvenal, em receber uma comissão para tratar de compromisso assumido pelo Metrô na campanha salarial e que não foi cumprido até o momento. 

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    CTB São Paulo

  • Mais de 8 mil trabalhadores (as), das empresas de ônibus urbano da cidade de São Paulo, atenderam a convocação do SindMotoristas – SP e compareceram na assembleia decisiva realizada quinta-feira (16/05) no CMTC Clube. Por unanimidade a proposta patronal foi rejeitada e a categoria aprovou greve a partir da zero hora de terça-feira (22/05) que afetará 4 milhões de pessoas.

    A intransigência do setor patronal tornou as negociações improdutivas ao longo da semana. Horas antes da assembleia foi apresentada uma contraproposta decepcionante de 4,18% de reajuste nos salários e benefícios; 0% de aumento real e de Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR); Vale Refeição de R$24,00 por dia trabalhado; implantação do banco de horas e duas pegadas; 1 hora de intervalo não remunerado para refeição dentre outras mazelas.

    O secretário geral do sindicato Francisco Xavier da Silva (Chiquinho) e o secretário de finanças Valdemir do Santos Soares (Moleque) disseram que os patrões apostam no “Dissídio Coletivo”. E que eles imaginam ser mais fácil conseguir o aval da Justiça do Trabalho na implantação do “Plano Maquiavélico” para aumentar ainda mais seus lucros com a precarização dos direitos trabalhistas.

    Valmir Santana da Paz (Sorriso), presidente em exercício, parabenizou todos que atenderam à convocação da entidade no momento crucial e decisivo da Campanha Salarial - 2019. Lamentou que a demora da Prefeitura de São Paulo em tentar mediar uma saída ao impasse provocado pelos empresários possa penalizar os paulistanos com a paralisação.

    “Essa assembleia é uma resposta para os patrões que duvidam da nossa força. A unidade é nosso diferencial. Essa categoria, que é forjada na luta, tem que ser respeitada pela sua importância e pelo seu enorme poder de organização”. Disse que os condutores não se curvarão e aceitarão passivamente as propostas absurdas dos patrões. “Nova Lei Trabalhista? Aqui, não!”, finalizou

    O clima de revolta e indignação tomou conta da assembleia, quando o deputado federal e presidente licenciado do SindMotoristas, Valdevan Noventa, falou que a última proposta salarial foi rechaçada pelos dirigentes sindicais, mas era importante a posição da categoria sobre as próximas ações.

    “Foram meses de negociações sem avanços. Os patrões foram intransigentes e insensíveis aos anseios da categoria, apresentando uma proposta indecorosa, vergonhosa e pitoresca, que além de não atender os pontos econômicos, visa diminuir os direitos já adquiridos. Não aceitamos retrocesso, ou atendem às reivindicações dos trabalhadores ou nenhum ônibus sairá às ruas. São Paulo vai parar”, afirmou Valdevan Noventa.

    Antes de encerrar o evento, Noventa informou que vai se reunir com o prefeito Bruno Covas, acompanhado da diretoria do sindicato, nesta segunda-feira (20). “Esperamos que o Poder Público intervenha a favor dos trabalhadores e faça com que os empresários abram mão da sua ganância. Vamos comunicar o prefeito da decisão da nossa categoria. Nenhum ônibus vai andar na cidade de São Paulo até que nossas reivindicações sejam atendidas”, declarou o líder sindical.

    Nailton Porreta, secretário de Comunicação da Nova Central

  • O Sindicato dos Servidores Municipais de Nova Iguaçu (SINDSMUNI), em conjunto com diversas outras entidades sindicais e representações de trabalhadores e trabalhadoras do serviço público municipal de Nova Iguaçu se reuniu, na manhã de quinta-feira (12) com o novo Prefeito da cidade, Rogério Lisboa (PR). Também estiveram presentes na reunião o Procurador Geral do Município, Rafael Alves de Oliveira, o Vice-Prefeito Carlos Roberto Ferreira e o Secretário de Administração e Planejamento, Fabiano Muniz da Silva. Na pauta da reunião, a situação dos servidores e aposentados com salários atrasados desde novembro do ano passado. Além das representações sindicais municipais, o Vice-Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – Rio de Janeiro (CTB-RJ), Humberto Lemos e o Presidente da Federação Estadual dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro (FESEP), Marco Correa da Silva, o Marquinhos, também estiveram acompanhando a reunião.

    Durante a reunião, o novo Prefeito apresentou a situação na qual se encontra o município. De acordo com o relato de Rogério Lisboa, a gestão anterior não empenhou os salários atrasados, o que cria ainda mais dificuldades para resolver a situação dos trabalhadores. Lisboa também disse que não existe orçamento disponível para o pagamento dos atrasados e, que, este pagamento deverá ser feito com “novas receitas”. Diante dessa situação, o Prefeito se comprometeu com a tentativa de adiantar os salários de janeiro, bem como fazer uma auditoria dura na folha e em contratos para buscar os recursos para resolver a situação dos servidores.

    O Presidente da FESEP, Marquinhos, sugeriu que a Prefeitura buscasse um empréstimo para quitar os débitos com os servidores, mas o Procurador do Município afirmou que, no estado atual, a Prefeitura não tem crédito par tal medida. O Prefeito apontou a proposta como solução da situação, mas terá que buscar meios para torna-la viável. Também foi exposto aos trabalhadores que, em virtude da situação do município, a Procuradoria irá mover, pelo menos, 6 ações de improbidade contra a gestão anterior, medida elogiada pelo Presidente da FESEP que afirmou:

    “É importante a responsabilização da gestão anterior pelo quadro que vivem os servidores do município, não apenas por uma questão de justiça, mas também para que sirva de exemplo para outros gestores municipais de que o descaso com o servidores não ficará impune.”

    Além do compromisso com o pagamento do salário de Janeiro, ficou acertado entre a Prefeitura e os Servidores que será feito um decreto estabelecendo o calendário de pagamento dos funcionários públicos sempre até o 5º dia útil de cada mês. Uma nova reunião será feita no dia 27, às 10 horas, para buscar soluções para a questão dos pagamentos atrasados.

    O Vice-Presidente da CTB-RJ, Humberto Lemos, chamou os trabalhadores à unidade. Morador de Nova Iguaçu, Humberto se solidarizou com os servidores municipais e lembrou da importância de se manterem unidos nesse momento de dificuldade. Nas palavras dele:

    “A classe trabalhadora tem que ter unidade. Precisamos esquecer as diferenças e centrar fogo no pagamento dos servidores. Se os trabalhadores estiverem divididos, o patrão avança. Se estiverem unidos, o patrão recua. Essa é a luta capital versus trabalho.”

    Da CTB-RJ

  • O Sindicato dos Farmacêuticos do Maranhão (Sinfarma) realizou, na noite da segunda-feira (10), a primeira assembleia para discussão da Campanha Salarial 2017-2018 para farmácias e drogarias. A assembleia decidiu lutar por aumento salarial, vale-alimentação e aumento no adicional de responsabilidade técnica, entre outras reivindicações, que serão apresentadas ao Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado do Maranhão (Sincofarma)

    Após as deliberações sobre a campanha salarial, as discussões continuaram e o Sinfarma filiou-se à Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Maranhão (CTB-MA). "Muito importante a adesão do Sinfarma ao nosso projeto de luta contra as reformas do governo ilegítimo Temer", diz Joel Nasicmento, presidente da CTB-MA.

    Ele ressalta também a importância de a Federação Nacional dos Farmacêuticos ser filiada à CTB, "intensificando a luta pelo piso nacional farmacêutico e contra as reformas trabalhista e previdenciária".  

    Portal CTB com informações do Sinfarma

  • As entidades Sindicais dos Servidores Públicos do Pará, reunidas na última quarta-feira (09), na sede da CTB/Pará, deram início a campanha salarial 2019, o fórum que agrega os sindicatos do funcionalismo estadual liderados pela Federação dos Servidores Público do Pará (FSPEPA) iniciou os trabalhos de 2019 com uma avaliação dos governos recém empossados, Jair Bolsonaro (PSL) na presidência da República e Hélder Barbalho (MDB) no governo do Pará.

    Na avaliação do movimento sindical o presente ano será de muitas lutas para a preservação dos direitos da classe trabalhadora e na busca de obter alguma conquista aos servidores paraenses. Momento de implementação da Emenda Constitucional de nº 95 que limita os gastos e investimentos públicos nas áreas sociais, a busca de implementação de uma nova reforma da previdência social com retirada de diretos à aposentadoria, debate e ameaças pelo governo federal, de pôr o fim a estabilidade dos servidores públicos concursados entre tantas outras questões que leva a avaliação de retrocessos e a necessidade de muita unidade e luta da classe trabalhadora e de suas organizações representativas. 

    As entidades buscarão audiência com o novo governador Hélder Barbalho, para resgatar os compromissos de atendimento das reivindicações dos servidores assumidas durante o período eleitoral. Ressaltando Valdo Martins, presidente da FSPEPA, que “os avanços no atual governo dependerão do poder de mobilização da categoria, da unidade e capacidade de mobilização, coordenadas pelas entidades”.

     Marcos Afonso, vice-presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Civis do Pará (Sepub) e diretor da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB Pará), destacou que “iniciamos os trabalhos com unidade e luta na defesa dos interesses das servidoras e servidores públicos do Pará”, afirmando que são várias entidades sindicais e que “a unidade será o determinante neste momento da campanha salarial de 2019”, sendo fundamental a parceria e o respeito das bases de cada organização.

    O Fórum indicou a solicitação de audiência com o atual governador, para ainda este mês de janeiro, a realização de uma nova reunião dia 16/01 para definição das propostas que serão apresentadas ao governo, bem como a elaboração de um documento estabelecendo critérios para a participação das entidades no Fórum das Entidades dos Servidores Públicos Paraenses, buscando sua organização e fortalecimento entre outros encaminhamentos.

    CTB Pará

  • No sábado (19), será realizada nova assembleia de Campanha Salarial. Os representantes dos patrões, baseados na legislação trabalhista, tentam retirar direitos de todos nós, professores e professoras. Não podemos aceitar, temos que seguir o exemplo dos professores das escolas privadas de Minas Gerais, que fizeram greve e obtiveram a garantia da manutenção de todas as cláusulas sociais.

    O nosso sindicato é um exemplo de entidade democrática: todos os professores e professoras podem participar das decisões e todas as decisões da assembleia são levadas adiante pela diretoria.

    Até a assembleia, a pauta da nossa Campanha Salarial deve ser amplamente divulgada e discutida na sala dos professores, nas redes sociais, nas rodas de conversa. O Sindicato dos Professores de Campinas (Sinpro-Campinas) se coloca à disposição para eventuais dúvidas e esclarecimentos.

    Participe você também e venha decidir o futuro da nossa Campanha Salarial!

    Somente a união da categoria garantirá nossos direitos!

    No sábado (19) você já tem compromisso na sede do sindicato, às 9h, Assembleia de Professores e Professoras de Educação Básica.

    À Luta!

    Fonte: Sinpro-Campinas

  • Aconteceu na sexta-feira (15), a segunda rodada de negociação entre o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) e a prefeitura de Manaus. Outras reuniões devem acontecer até a data-base, no dia 1º de maio. Assim como o estado, a prefeitura alega queda na arrecadação, "mas sabemos que há margem dentro da Lei de Responsabilidade Fiscal", disse Marcus Libório, presidente do Sinteam.

    "Vamos cobrar que a prefeitura apresente as planilhas no que diz respeito à Receita Corrente Líquida no que tange aos gastos com pessoal e a folha de pagamento da Secretaria Municipal de Educação (Semed). A negociação com a prefeitura não pode ser comparada com a do estado. São negociações distintas", enfatizou.

    Fonte: Sinteam

  • O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam), filiado à CTB,reuniu na manhã desta segunda (21), com o secretário de Estado da Educação, Luiz Castro, para tratar de assuntos relacionados à categoria, entre eles data-base, Fundeb, auxílio localidade, manutenção do plano de saúde e extensão do atendimento para os aposentados, enquadramento e revisão do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração.

    “Precisamos buscar o ganho real. A categoria sofre desvalorização profissional há muitos anos. Nós defendemos uma política de ganho permanente”, afirmou a presidente do sindicato, Ana Cristina Rodrigues.

    Ela cobrou a retomada de uma agenda permanente de negociação, como já houve há algum tempo.

    Luiz Castro disse que o governo tem a intenção de manter o plano de saúde, falou da inadimplência deixada pelo governo anterior e que pretende resolver isso. Castro lembrou que um dos compromissos do governador Wilson Lima durante a campanha eleitoral era reajuste com ganho real. “Ainda não sabemos quando virá, mas é um dos compromissos dele”, disse.

    “Esse foi nosso primeiro contato com ele enquanto secretário. Vamos ter outros encontros. Já esperamos levar um percentual para discussão de reajuste, com um debate prévio com a categoria em assembleias setoriais”, informou Ana Cristina. 

    to dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (SINTEAM) reuniu hoje pela manhã com o secretário de Estado da Educação, Luiz Castro, para tratar de assuntos relacionados à categoria, entre eles data-base, Fundeb, auxílio localidade, manutenção do plano de saúde e extensão do atendimento para os aposentados, enquadramento e revisão do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração.]

     

     Fonte: Sinteam

  • O Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Ananindeua e Marituba no Pará - SINTRAM, nesta segunda-feira (01/04), em assembleia geral da categoria, prosseguiu os trabalhos da campanha salarial de data-base 2019/2020. Assembleia foi realizada na sede do sindicato.

    Os trabalhadores rodoviários discutiram sobre assuntos relacionados às melhorias para categoria rodoviário, passando pelo reajuste salarial, melhores condições de trabalhos, pagamentos das horas extras, ponto biométrico, fim dos assédios morais, melhorias e renovação da frota para melhor atender os usuários do transporte público, ajustes na jornada de trabalho entre outros pontos.

    Huelem Ferreira, presidente do SINTRAM, ressaltou que a categoria "mais uma vez mostrou sua força ao unificar todos os trabalhadores na defesa da pauta da campanha da categoria".

    Ferreira, ainda destacou a paralização que teve na empresa Fênix transportes, na sexta-feira (29/03), quando "a empresa assinou um acordo que foi protocolado pelo Sindicato no MP (Ministério Público), afirmando um compromisso e se responsabilizando em corrigir as irregularidades na empresa para atender os anseios dos funcionários".

    Na assembleia geral o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB Pará, Cleber Rezende, ao falar para a categoria, frisou a conjuntura política de ataques à classe trabalhadora, dizendo que "a Reforma da Previdência, do governo Bolsonaro é para impedir que os trabalhadores e trabalhadoras tenham acesso a aposentadoria, e os rodoviários perdem a aposentadoria especial".

    Rezende, ainda informou que a "MP 873 buscar asfixiar as organizações sindicais e neutralizar a resistência a reforma da previdência, más que vamos resistir nas ruas e nas negociações institucionais", por fim, colocou a CTB Pará e seus sindicatos de bases "a disposição da campanha salarial da categoria rodoviária".

    Além da CTB, o SINDFORTE, representado pelos diretores Jonh Souza Souza e Bira Sales, que também compõe a direção da Central no Pará, estiveram presentes.

    A próxima tarefa da diretoria do SINTRAM é apresentar a pauta a patronal para avançar nas negociações em defesa dos direitos da categoria.

  • A greve dos trabalhadores do comércio do Rio teve um novo capítulo na manhã desta quarta-feira (22), no calçadão de Campo Grande, na Zona Oeste da cidade. A diretoria do Sindicato dos Comerciários chegou cedo ao local para convocar os 80 trabalhadores da sapataria Di Santinni a participar do movimento por um reajuste de salário acima da inflação e melhores condições de trabalho.

    Os funcionários aderiram, mas o clima esquentou quando o gerente tentou forçar a equipe a entrar e um encarregado agrediu uma das manifestantes.

    “A Di Santinni está na mesa de negociações pelo lado dos patrões e é uma das empresas que mais têm dificultado a assinatura de convenções coletivas com ganhos reais para os funcionários. Nossa greve é legítima, não vamos aceitar coação. Essa agressão será registrada no 35º DP e vamos voltar a fechar outras lojas da marca”, dispara a presidenta interina do Sindicato, Alexsandra Nogueira.
    Assembleia mantém a greve

    Na conversa com os diretores do Sindicato, do lado de fora da loja, os funcionários confirmaram várias denúncias. Reforçaram que o assédio moral exercido pela gerência é frequente, assim como o desvio de função, que incomoda principalmente quando os vendedores são forçados a descarregar mercadorias dos caminhões da empresa.

    Às 11h, horário de chegada do segundo turno de trabalho, os funcionários realizaram uma assembleia na qual, por ampla maioria, decidiram manter a paralisação.

    Entenda o caso

    Em campanha salarial, os comerciários negociam 8% de reajuste e outras medidas para valorizar a categoria. As empresas do setor oferecem apenas 1,5%, abaixo da inflação nos 12 meses anteriores à data base, que ficou em 1,69% segundo o INPC/ IBGE. Já foram realizadas nove rodadas de negociação com o sindicato patronal, sem avanços.

    A categoria também negocia para que não sejam adotadas nas Convenções Coletivas de Trabalho itens da reforma trabalhista, como a possibilidade de contratação de funcionários intermitentes, redução do horário de almoço, entre outras.

    Fonte: Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro (SEC-RJ)

  • O SM (salário mínimo) foi instituído no Brasil na Constituição de 1934, para garantir aos trabalhadores condições econômicas de satisfazer as próprias necessidades.

    A Constituição de 1946 determinou que o SM deveria atender também à família do trabalhador e a de 1988 renovou esse direito a todos os trabalhadores urbanos e rurais, definindo no artigo 7º, parágrafo IV: um “salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim”.

    Há décadas, o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) estima o valor do salário mínimo necessário para atender a uma família de 2 adultos e duas crianças. Atualmente, a quantia é de cerca de R$ 4.000, ou seja, 4 vezes o valor atual desta remuneração.

    O movimento sindical luta para que o salário mínimo se aproxime dos valores indicados pelo Dieese. Há alguns anos, as Centrais Sindicais iniciaram uma ação nacional de mobilização, com as Marchas da Classe Trabalhadora, a partir de 2004. Essa mobilização construiu a Agenda da Classe Trabalhadora, pauta propositiva para o desenvolvimento nacional formulada com questões e prioridades do mundo do trabalho. Um dos destaques era a necessidade de implantação de uma política de valorização do salário mínimo.

    O movimento gerou uma complexa negociação que resultou, inicialmente, em um acordo entre as Centrais Sindicais e o governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e, depois, em 2011, avançou para a legislação (Lei 12.382, de 25/02/11 e Lei 13.152, de 29/07/15).

    Os critérios definidos para a valorização do piso nacional foram o reajuste correspondente à inflação anual medida pelo INPC-IBGE (Índice Nacional de Preços ao Consumidor, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e o aumento real correspondente à variação do PIB (Produto Interno Bruto). Desde 2010, a data de definição do novo salário mínimo é 1º de janeiro.

    Em maio de 2004, o valor do salário mínimo era de R$ 260,00. Com a política de valorização, além da reposição da inflação, houve aumento real de 74,33% até janeiro de 2019 (quando passa a valer R$ 998,00).

    A política de valorização promoveu, no período 2004-2019, aumento real acumulado, portanto, crescimento acima da reposição inflacionária, de R$ 425,00. Se não tivessem sido concedidos os aumentos reais, somente com a reposição da inflação, o valor atual do salário mínimo seria de R$ 573,00.

    Para um trabalhador que ganha salário mínimo, o aumento real conquistado com a política adicionou cerca de R$ 5.525,00 à renda bruta anual, elevando-a de R$ 7.449,00 (R$ 573,00 X 13 salários) para R$ 12.974,00 (R$ 998,00 X 13 salários). Ainda é muito pouco, evidentemente, muito distante daquilo que previa o preceito constitucional. Mas sem a política de valorização, a diferença em relação ao salário mínimo calculado pelo DIEESE, que leva em conta os direitos previstos na Constituição, seria de 7 vezes.

    Considerando que cerca de 48 milhões de pessoas recebem remuneração correspondente ao salário mínimo –assalariados, aposentados e pensionistas, trabalhadores por conta-própria, domésticos–, a política de valorização aumentou a massa salarial, fortaleceu a capacidade de consumo dos trabalhadores e estimulou a produção econômica, para que desse conta da demanda decorrente do crescimento salarial. Em 2019, o aumento acumulado nesse período adicionará cerca de R$ 265 bilhões à massa de rendimentos do trabalho, ajuda consistente e virtuosa para a dinâmica econômica.

    O governo do presidente Jair Bolsonaro deverá definir qual será a política para o salário mínimo a partir de janeiro de 2020. O movimento sindical defende a manutenção da atual política, considerando, entre outros aspectos, a evolução do valor da remuneração; o poder aquisitivo em relação ao previsto em Constituição; a importância do SM como instrumento de promoção de bem-estar social; a resistente e profunda desigualdade social existente no país. O processo de elevação contínua e rápida do salário mínimo é um instrumento para propiciar a elevação do padrão civilizatório no país.

    A continuidade da política de valorização do salário mínimo, entretanto, representa grande desafio para o desenvolvimento brasileiro. Primeiro, porque precisa estar acompanhada de um ambiente de crescimento econômico e de produtividade que sustente os aumentos. Segundo, porque os reflexos sobre toda a economia exigem mudanças que precisam ser combinadas para consolidar novo patamar da base salarial no país, de redistribuição de renda e de combate às desigualdades econômicas e sociais.

    O país precisa que se dê continuidade à política de valorização do salário mínimo, assim como precisa que haja vontade política para dialogar, celebrar acordos e implementar ações que nos levem ao crescimento e à redução das injustiças sociais. O movimento sindical brasileiro, em inúmeras lutas e negociações, já demonstrou que tem propostas para o país e disposição para conversar e construir soluções conjuntas.

    *Clemente Ganz Lúcio é diretor técnico do Dieese.


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  • Em reunião na tarde desta quarta (12), a direção do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, a Comissão de Trabalhadores do CCV com o secretário de Planejamento do Governo do Estado, Maurício Juvenal, chegaram a um acordo e o governo sinalizou que irá cumprir com o compromisso assumido na campanha salarial 2018. 

    "O Secretário nos informou que depois de analisados todos os aspectos legais, o governo entende que justifica o atendimento do pleito que envolve as pendências da campanha salarial, referente ao enquadramento salarial dos Oficiais de Instalação e Técnicos de Segurança no Trabalho", informou o coordenador geral do Sindicato, Wagner Fajardo.

    O dirigente agradeceu a mobilização e resistência do conjunto da base em amis essa luta: "Parabéns as companheiras e companheiros do CCV que acreditaram na luta e participaram de todas etapas dessa longa campanha".

    CTB São Paulo