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Circo Voador

  • Artistas pedem seu apoio para o show Canta a Democracia no Rio e em Nova York

    Cresce a mobilização de artistas e intelectuais para a realização do show Canta a Democracia, na terça-feira (23). Um acontecerá no Rio de Janeiro, no Circo Voador e o outro em Nova York, no Apollo Theater, com a participação de artistas brasileiros e de diversos países.

    Por isso, os artistas pedem ajuda para o financiamento dos espetáculos pelo site do Catarse, que apoia financiamento de eventos (acesse aqui e dê a sua contribuição).

    canta a democracia cartaz

    Vídeo com a canção "Canta a Democracia" - vários artistas 

    A filósofa Márcia Tiburi pede apoio ao Canta a Democracia. “Vamos fazer arte, falar bastante, chamar a atenção do mundo”, diz ela, “contra esse poder mumificado que quer que a gente se acabe”.

    Márcia Tiburi contra o poder mumificado de Michel Temer

     

    A atriz Sílvia Buarque lê texto do avô, o historiador Sérgio Buarque de Holanda (1920-1982), onde diz que “a democracia no Brasil foi sempre um mal-entendido, uma aristocracia rural e semifeudal importou-a e tratou de acomodá-la a seus direitos e seus privilégios”.

    No mesmo vídeo, o antropólogo Darcy Ribeiro (1922-199 ) diz que os filhos da elite brasileira levam “na alma o pendor do senhor de escravo” e por isso a “classe dominante é muito ranzinza e não deixa esse país ir para a frente”.

    Veja o vídeo completo com Sílvia Buarque e Darcy Ribeiro: elite "não deixa o país ir para a frente"

     

    O ator e cantor André Abujamra diz que “é claro que teve golpe e a gente como artista não pode deixar”. Inclusive a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) afirma que este show “não é apenas para denunciar o golpe em curso, mas para resgatar a democracia”.

    André Abujamra "a gente como artista não pode deixar" o golpe vencer

     

    Vanessa Grazziotin: "resgatar a democracia"

     

    Para o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) o “golpe foi perpetrado por corruptos que querem solapar nossos direitos” e o Canta a Democracia é uma das “várias maneiras de resistir ao golpe”.

    Para Jean Wyllys golpe aconteceu para retirar direitos 

    A veterana atriz Bete Mendes faz parte do show porque “necessito de educação livre, cultura livre, respeito à diversidade e respeito ao voto livre”, acentua. Já a atriz Ana Cecília Costa conta que apoia o movimento “porque amo o meu país” e não tem nada contra a presidenta Dilma.

    Ana Cecília Costa defende a democracia por amor ao país 

    Bete Mendes quer "respeito ao voto livre"

     

    O Canta a Democracia tem participação de Wagner Moura, Bebel Gilberto, Fernando Morais, Letícia Sabatella, Tico Santa Cruz, Zélia Duncan, Bia Lessa, Ernesto Neto, Sérgio Sérvulo da Cunha, Márcia Tiburi, Edgard Scandurra, Tata Amaral, Arrigo Barnabé, Roberto Amaral e Daniel Filho, entre muitos outros de todos os cantos do Brasil.

    Zélia Duncan convida: "apareça antes que nossa democracia desapareça" 

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    Vários artistas cantam a democracia e denunciam o golpe contra o Brasil

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Ato em defesa da liberdade e da justiça une as forças progressistas no Rio de Janeiro

    Unidade Popular contra o fascismo (Foto: Ricardo Stuckert)

    Para espantar o fantasma da ditadura fascista, partidos democráticos se unem no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (2), dois dias antes de o Supremo Tribunal Federal (STF) julgar o pedido de Habeas Corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para evitar a sua prisão, mesmo sem provas.

    A análise do STF sobre o pedido da defesa de Lula, ocorre nesta quarta-feira (4), não sem intensa pressão da mídia golpista e de empresários acusados de liberar e de até pagar seus funcionários para sair às ruas pedindo a prisão do ex-presidente. 

    lula circo voador publico midia ninja

    Circo Voador tomado pela democracia na noite de segunda (2), no Rio de Janeiro (Foto: Mídia Ninja)

    O general de Exército da reserva Luiz Gonzaga Schroeder Lessa ameaça o STF com intervenção militar no país. Diz que “Se acontecer tanta rasteira e mudança da lei, aí eu não tenho dúvida de que só resta o recurso à reação armada. Aí é dever da Força Armada restaurar a ordem”, sobre a possibilidade de ser acatado o pedido da defesa de Lula. 

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    Movimentos organizam vigílias e atos pelo país em defesa de Lula e da democracia; confira agenda

    Assista ao Ato pela Democracia completo 

    Unidade popular

    A reação das forças populares cresce ao mesmo tempo em que aumentam as ameaças. O Circo Voador no Rio de Janeiro, palco de tantas e históricas lutas pela liberdade, mais uma vez ficou lotado na noite desta segunda-feira em defesa da liberdade e dos Direitos Humanos.

    Os partidos progressistas e de esquerda se unem contra a onda fascista que assola o país e ameaça a vida das pessoas. O próprio Lula sofreu atentado a tiros em sua caravana pelo Sul do país. Representantes do PSB, PDT, PT, PSOL, PCdoB e PCO ergueram a voz pelo direito de Lula ser candidato a presidente e ter um julgamento de acordo com a Constituição Federal.

    Muitas vozes se erguem para combater o avanço do fascismo e da ditadura. Chico Buarque, Carlos Minc, Marcelo Freixo, Manuela D'Ávila, Celso Amorim, Lindbergh Farias, Jandira Feghali, Jean Wyllys, Fernando Haddad, Eduardo Suplicy e Marcia Tiburi falaram da importância de unidade das forças democráticas.

    Também destacam a necessidade de uma imprensa comprometida com os fatos e denunciam, mais uma vez, os assassinatos de Marielle Franco, Anderson Gomes, os cinco jovens executados na Chacina de Maricá (RJ), por acreditarem na possibilidade de transformar o mundo num lugar bom para se viver.

     “O que nos une é a luta pela liberdade”, ressalta Manuela D’Ávila. Isso porque “todos queremos as mesmas coisas, a liberdade, a igualdade, a soberania para defender o pão do povo”, complementa Celso Amorim.

    Mônica Tereza Benício, viúva de Marielle, afirma que o assassinato da vereadora do PSOL e do motorista Anderson Gomes também foi um atentado à democracia. Os Jornalistas Livres lembram os diversos assassinatos que têm ocorrido no país pós-golpe de Estado.

    Veja o discurso de Lula 

    Freixo defende a necessidade de as forças democráticas conversarem com sinceridade “olho no olho” porque “seja qual for a nossa diferença, ela é menor do que a luta de classes”. Já Lula denuncia o desmonte que está sendo feito da indústria nacional e dos cortes orçamentários das áreas sociais.

    Conclui o ato afirmando que “a luta é longa, mas vale a pena” para pôr o Brasil novamente nos trilhos do desenvolvimento soberano e com distribuição de renda.

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB com informações dos Jornalistas Livres e Mídia Ninja

  • Gregório Duvivier interpreta Michel Temer e lê um poema inédito. Assista

    "Le-vos-ei um poema e depois vou sair de fininho. Quem escreveu não fui eu, foi meu filho Michelzinho", começa o ator Gregório Duvivier, no Circo Voador, durante o show Canta a Democracia, denunciando o golpe no Brasil.

    E continua: "Caro povo brasileiro chamar-me-ão morto-vivo, alguns chamarão mordomo, outros vice decorativo. Aos poucos, aceitaram tudo aquilo que eu propunha. Devo tudo nesta vida ao meu amigo Eduardo Cunha"...

    Assista à íntegra da sátira de Duvivier

     Portal CTB

  • Jovens mortos em chacina de Maricá davam aula de hip-hop para crianças

    Os cinco adolescentes executados em Maricá, no domingo (25), organizavam Rodas Culturais para ensinar às crianças a cultura do rap e da rima. A chacina causou indignação em parentes e integrantes do movimento do hip-hop que agora temem a continuidade da repressão. A investigação aponta que os meninos foram mortos pela milícia e, infelizmente, esse fato endossa as estatísticas de que adolescentes negros e pobres são as maiores vítimas da violência.

    “Fala galera, estamos trazendo a 14º edição do RUASIA e estamos aqui convidando você que gosta de poesia ou curte qualquer forma de expressão cultural. Como o evento é em praça publica(sic) não tem que pagar nada é só participar! Traga seus pais, avós, tios, filhos e netos para apreciar a cultura poética da nossa cidade”.

    Essa é uma das chamadas no Facebook do Nação Hip-Hop, entidade que organiza eventos culturais, e da qual participavam os cinco jovens assassinados a tiros, no último domingo (25), dentro do Conjunto Residencial Carlos Marighella, em Maricá (RJ). Eles voltavam do show do cantor Projota no centro da cidade e haviam acabado de chegar no conjunto do Minha Casa Minha Vida.

    Os cinco meninos foram mortos a alguns passos de suas casas. Sávio Oliveira de apenas 20 anos era conhecido como Soul, e Matheus Bittencourt (18 anos), chamado de Mabí, Marco Jhonata, de 17, Matheus Baraúna, de 16, e Patrick da Silva Diniz.

    Os cinco jovens eram inocentes e envolvidos com atividades culturais na comunidade. Eles organizavam e davam aula para crianças de 8 a 10 anos na Roda Cultural Independente de Hip-Hop chamada de Bronx.

    Amigo de Sávio e de Matheus, o presidente do Nação Hip-Hop de Maricá-RJ, Saulo Carter que é conhecido como Roots Mc, disse em entrevista ao Portal Vermelho que todos eles eram muito ligados à cultura de rua.

    “Eu os conheço há muitos anos, desde quando a gente andava de skate... os dois eram muito extrovertidos, nunca tiveram problema com ninguém e nunca se revoltaram. Muito pelo contrário, eles eram dois meninos alto astral. Nunca soube de algum problema que os envolvesse”, disse.
    “O Soul era o mestre de cerimônias nas rodas, ele que puxava o grito de guerra. Já o Mabi era DJ, ele que colocava o som”, falou Roots.

    Soul era compositor, produtor e mestre de cerimônia das batalhas de rimas, estava gravando um CD de hip hop com os amigos ligados ao movimento. O Sávio foi mestre de cerimônia da Roda Cultural no ato contra a condenação do Lula no Circo Voador.

    Já Mabí era DJ e participava da roda cultural Darcy Ribeiro, realizada de quinze e quinze dias em Itaipuaçu.

    Marco Jonathan era dançarino e participou de projetos da Prefeitura. Ganhou o duelo do passinhos e se preparava para ser MC, com algumas músicas de rap prontas.

    Cerca de 60 jovens e crianças participaram desses eventos que aconteciam na área de lazer do próprio conjunto. O intuito era de ensinar os jovens a cultura do hip hop e também promover o discurso político. Porém, essa movimentação emancipadora sempre desagradou quem usa farda.

    “A Roda Cultural em si já era malvista, não só da área deles, mas em todos os lugares da cidade. Tem a Roda de Poesia que tem um cunho totalmente político, em que batemos no sistema, que falamos da polícia e abordamos a desigualdade... Então acredito que isso incomoda muita gente. Mesmo assim, prefiro não acreditar que isso seja uma forma de silenciar a cultura dos artistas da cidade”.

    Logo após a chacina, a imprensa destacou que o Conjunto Residencial Carlos Marighella vinha sendo um local de tráfico de drogas, entretanto, ficou comprovado que nenhum deles tinha ficha criminal ou qualquer ligação com o tráfico. Infelizmente, a morte de inocentes não é exceção no cenário brasileiro. De acordo com uma pesquisa da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e pelo Senado Federal, a cada 23 minutos um jovem negro morre no Brasil.

    O estudo apontou ainda que 56% da população brasileira concorda com a afirmação de que “a morte violenta de um jovem negro choca menos a sociedade do que a morte de um jovem branco”.

    As informações da pesquisa são alarmantes, porém não são uma revelação. Jovens que moram na periferia, são negros e pobres sofrem as consequências da violência urbana, seja ela de origem policial ou não.

    “Parece que estamos vivendo um filme de crime, onde da meia noite até seis horas manhã está liberado matar qualquer um, os mais pobres no caso, e quem é rico se salva”, desabafou Roots Mc.

    A investigação indica que a chacina foi cometida por milicianos. A delegada titular da delegacia de homicídios de Niterói, Bárbara Lomba, informou que as armas utilizadas no crime eram pistolas calibre 380, que todos os tiros foram dados na cabeça e as vítimas estava perfiladas. Todas essas características do crime indicam os jovens foram assassinados por milicianos.

    "Mandaram deitar e atiraram nas cabeças. Foi execução. Não houve nem resistência nem tentativa de fuga. Todos os tiros partiram de uma arma só, pois havia projéteis de uma mesma arma deflagrados no local [...] Ainda não há identificação de suspeito, mas indicações fortes. Há reclamações da atuação de milícias no local. Comprovadamente, eles não estavam fazendo nada de ilícito na área de convivência do conjunto habitacional", disse a delegada Bárbara Lomba ao G1.

    “É um crime sem explicação. Estavam no lugar errado, na hora errada. O sentimento é o de que pagaram pelo que não fizeram. Meu sobrinho era um menino do bem. A família está abalada. Ele e os amigos eram rapazes que gostavam de cantar e dançar. Iam inclusive fazer um clipe. Meu sobrinho estava juntando dinheiro para isso e o pai prometeu ajudá-lo se houvesse necessidade”, contou um parente de Sávio Oliveira, sob condição de anonimato, ao jornal Extra.

    Não são apenas os parentes dos jovens que demonstram medo do que pode acontecer daqui para frente. Saulo expõe a mesma preocupação:

    “Aqui na cidade não foi a primeira vez que aconteceu isso. Sabemos que sempre houve repressão. Há alguns anos, inclusive, eu mesmo tomei dura da polícia fazendo Roda Cultural. A polícia chegou a pedir para parar a roda, tive que conversar com o policial para não acabar com o evento. E agora, depois dessas mortes, estamos com medo de saber quem pode ser o próximo ou o que pode acontecer”.

    Violência incessante

    Casos como esse vêm acontecendo frequentemente, principalmente no Rio de Janeiro. Um dia antes outro adolescente também chamado Matheus foi morto. O jovem Matheus da Silva Duarte, de 19 anos, morreu durante confronto entre policiais e traficantes no sábado (24) na Rocinha. De acordo com parentes ele tinha o sonho de ser militar e trabalhava como príncipe de valsa.

    Um levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontou que negros representam 71% das vítimas de homicídios no país e que de 2005 a 2015, o número de brancos assassinados caiu 12% e o de negros subiu 18%. Pesquisas confirmam que jovens negros sem estudo são maiores vítimas de violência.

    Enquanto isso, a intervenção militar continua sendo uma medida paliativa e eleitoreira. Efetivamente a intervenção não solucionou ou diminuiu os crimes no Rio, ela tem acirrado a disputa entre a milícia e os traficantes.

    Conclue-se que adolescentes com planos e esperanças são punidos pelas fardas todos os dias e, assim como mostrou a pesquisa citada acima, “a morte violenta de um jovem negro choca menos a sociedade do que a morte de um jovem branco”. Todos esses meninos eram negros.

    Fonte: Portal Vermelho, por Verônica Lugarini

  • Vários artistas cantam a democracia e denunciam o golpe contra o Brasil

    Wagner Moura, Bebel Gilberto, Fernando Morais, Letícia Sabatella, Tico Santa Cruz, Zélia Duncan, Bia Lessa, Ernesto Neto, Sérgio Sérvulo da Cunha, Márcia Tiburi, Edgard Scandurra, Tata Amaral, Arrigo Barnabé, Roberto Amaral e Daniel Filho criaram o movimento Canta a Democracia para arrecadar fundos para dois espetáculos contra os projetos de retirada de direitos da classe trabalhadora e do povo brasileiro.

    Um show será no Rio de Janeiro, dia 23 de agosto, no Circo Voador e em Nova York com o Shout For Democracy Concert, no Apollo Theater.

    Para a realização dos espetáculos, os artistas pedem a sua colaboração pelo www.catarse.me/cantaademocracia.

    "Canta a Democracia é o nome do espetáculo e também da campanha que coloca no palco artistas e nomes da cultura brasileira que querem defender os direitos de todo cidadão brasileiro. O Brasil das mulheres. Dos negros. Dos cidadãos LGBT. Dos indígenas. O Brasil dos trabalhadores, dos aposentados, dos estudantes, de todos nós. O Brasil que já teve importantes conquistas e não pode, de forma alguma, voltar para trás. Um país que tem de preservar o que já conseguiu com muita luta. Um país que tem de assegurar o direito do voto. Um país que diz não ao golpe", dizem os organizadores do evento.

    Assista o vídeo promocional da campanha Canta a Democracia

     

    Público acompanha a orquestra que transforma mais uma vez a obra "Carmina Burana", de Carl Orff, em um canto da vontade popular com o "Fora Temer", na praia do Arpoador, no Rio de Janeiro.

    Geraldo Azevedo puxa o canto "Fora Temer" em seu show no sábado (16). no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Logo após, cantou “Canção da Despedida” (letra abaixo), composta em 1968, em parceria com Geraldo Vandré.

     

    Canção da Despedida

    (Geraldo Vandré e Geraldo Azevedo)

    Já vou embora, mas sei que vou voltar
    Amor não chora, se eu volto é pra ficar
    Amor não chora, que a hora é de deixar
    O amor de agora, pra sempre ele ficar
    Eu quis ficar aqui, mas não podia
    O meu caminho a ti, não conduzia
    Um rei mal coroado,
    Não queria
    O amor em seu reinado
    Pois sabia
    Não ia ser amado
    Amor não chora, eu volto um dia
    O rei velho e cansado já morria
    Perdido em seu reinado
    Sem Maria
    Quando eu me despedia
    No meu canto lhe dizia

    Os Jornalistas Livres apresentam, com muito humor, o Sarau de Michel Temer. Os poemas de um presidente golpista. Segundo os autores "esta é obra de ficção. Qualquer semelhança comigo ou com terceiros é mera coincidências - TEMER, Michel. Livro Antônima Intimidade, p.19". 

    Para quem reclama do papel que a mídia burguesa tem feito nos últimos anos, finalmente ela se redime nessa montagem hilária. Assista e sinta a profundidade do tema.

     

    Veja o que falou o jornalista Xico Sá em um programa do canal pago Sportv. Quando o apresentador disse que Temer anunciou que não tem time do coração, Xico Sá disse: "ele não tem coração". Todos gargalharam. Infelizmente o vídeo foi bloqueado, mas fica a constatação.

    O compositor tropicalista Tom Zé disse em entrevista ao Diário de Notícias, de Portugal, que "realmente é um golpe, todo o mundo sabe. A gente vive uma ditadura mascarada. É um governo fazendo tudo o que uma democracia não faz e que não quer ser chamado de ditadura. Todo o dia mudam a acusação (contra Dilma), agora no Senado disseram que ela não tem nada com pedaladas fiscais [a deliberação veio do Ministério Público Federal, em relação ao caso Safra, onde foi decidido não existir crime do governo de Dilma. Se muda a acusação têm de tirar todo o processo de impeachment".

    Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy