Sidebar

25
Qui, Abr

Conselho Nacional de Integração de Políticas de Transportes

  • Conheça as 17 medidas do novo governo para o Brasil

    Em sete dias de gestão o governo Jair Bolsonaro coleciona retrocessos, ataques a direitos, diminuição do salário, ataques as liberdades democráticas e muito bate cabeça de suas principais cabeças.

    Selecionamos 17 para começar:

    1) Garfou 8 Reais do Salário Mínimo aprovado pelo Congresso;

    2) Extinguiu Secretaria da Diversidade, Alfabetização e Inclusão do MEC, para reimplantar o preconceito e impedir o ensino crítico;

    3) Proibiu a Funai de demarcar áreas indígenas, que agora será feita pelo Ministério do Agronegócio;

    4) Anunciou liberação a posse de armas e disse que vai tornar esse “direito” vitalício;

    5) Anunciou que vai impor a prisão de condenados em segunda instância, atropelando o STF;

    6) Extinguiu os Ministérios do Trabalho, da Cultura, das Cidades, Esportes e Integração Racial;

    7) Esvaziou a Comissão da Anistia, remetendo-a para o patético Ministério da Damares;

    8) Liberou as chefias do Itamaraty para nomeações políticas, quebrando uma tradição secular da diplomacia profissional brasileira;

    9) Anunciou que vai privatizar Eletrobras, apesar do veto do Congresso ao processo de capitalização da estatal;

    10) Comprometeu-se com os EUA para atacar Venezuela, Cuba e Nicarágua;

    11) Colocou a reforma contra os Aposentados no topo da agenda de governo;

    12) Confirmou a transferência da embaixada brasileira para Jerusalém, mostrando que é submisso a Trump e ofendendo a comunidade árabe;

    13) Reprimiu seus próprios apoiadores na posse e censurou violentamente a cobertura da imprensa;

    14) Anunciou demissão sumária de servidores que criticaram suas políticas em redes sociais privadas;

    15) Extinguiu o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA), que orienta o combate à fome e o Bolsa Família;

    16) Acabou com o Conselho Nacional de Integração de Políticas de Transportes e tirou do Senado a aprovação dos diretores do DNIT;

    17) Fez um acordão com os partidos políticos que ele tanto criticou, para que o PSL apoie a reeleição de Rodrigo Maia e ganhe cargos na Câmara.”