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Dom, Fev

CTB

  • "17º Congresso da FSM reforça luta da classe trabalhadora mundial", diz dirigente da CTB

    Representantes de mais de 70 entidades sindicais oriundos da África, Ásia, América Latina e Europa se reunirão entre os dias 5 e 8 de outubro na cidade de Durban, na África do Sul, para o 17º Congresso da Federação Sindical Mundial (FSM).

    Federação Sindical Mundial realiza no Paraguai plenária preparatória para 17º congresso

    O secretário de Relações Internacionais da CTB, Divanilton Pereira, está em Atenas (Grécia), na sede da FSM, para ajudar nos preparativos da atividade. Ele concedeu ao Portal CTBuma entrevista exclusiva na qual falou sobre o atual momento político e os desafios do movimento sindical diante deste cenário adverso. Leia abaixo a íntegra: 

    divanilton brasil ctb
    Portal CTB: O 17º Congresso da Federação Sindical Mundial ocorre em um momento de ofensa das forças conservadoras contra a classe trabalhadora em todo o mundo. Neste contexto, qual o papel do movimento sindical internacional na defesa dos direitos e como a classe trabalhadora deve agir frente a esta ameaça?

    Divanilton Pereira: A civilização contemporânea passa por uma severa ameaça. O capitalismo, mais uma vez, com sua natureza excludente e concentradora de capitais através de uma de suas maiores crises, impõe aos povos e, sobretudo, à classe trabalhadora uma escalada de perdas de direitos e de perspectivas. O desemprego e o genocídio contra os imigrantes são as manifestações mais trágicas da atualidade.

    A base do movimento sindical é a mais atingida nessas circunstâncias, por isso ele deve estar na linha de frente contra essa barbárie. No entanto, precisa, antes de tudo, de uma ampla unidade política capaz de sensibilizar e mobilizar as camadas mais atingidas pelo livre arbítrio do mercado hoje hegemônico.

    “Pelas conquistas das necessidades contemporâneas para os trabalhadores e contra a pobreza e as guerras geradas pela barbárie capitalista” é o lema da atividade que vai de encontro ao momento atual de crise do capitalismo mundial e suas consequências. Qual a importância da organização sindical neste cenário?

    Vivemos num quadro político desfavorável para a classe trabalhadora em nível mundial. O capital financeiro hegemoniza a economia, determina a política e dita sua agenda anti-povo e anti-trabalho. A resultante deste quadro é o aumento da pobreza, uma juventude sem perspectiva e o desemprego chegando este ano aos 200 milhões, segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

    Além disso, acirram-se as disputas geopolíticas, criando um ambiente crescente de incertezas e tensões. O consórcio imperialista, liderado pelos EUA, luta por sua hegemonia e reage patrocinando atrocidades e guerras. O lema do 17º Congresso da FSM está em sintonia com esse quadro e o seu aprofundamento nos debates, contribuirá para que o sindicalismo classista em nível internacional resista contra essa ofensiva espoliadora.

    Qual a importância da atividade acontecer na África do Sul, um dos países que com o Brasil, Rússia, India e China, compõem o (Brics)? Como esse bloco, que tem um banco próprio, pode ser uma alternativa a hegemonia dos países ricos?

    Vivemos uma transição na geopolítica, na qual novos polos produtivos e econômicos disputam exercer um maior protagonismo e sem o tutelamento absoluto da tríade FMI, Banco Mundial e Banco Central Europeu. A constituição do BRICS é a expressão máxima dessa reação.

    Logicamente que esse movimento não é um passeio. Por ameaçar o status quo hegemônico atual, seus integrantes sofrem as mais variadas contestações, sanções e conspirações – como a do Brasil – para inviabilizá-lo. A realização do congresso da FSM na África do Sul aproxima o sindicalismo classista dessa importante possibilidade histórica.

    Além de nossos históricos laços culturais, será uma honra para todos os participantes conhecerem in loco um povo que é um dos símbolos da luta anticolonialista e antisegregacionista. A terra de Nelson Mandela.

    Qual a expectativa da CTB para este congresso?

    A mais promissora possível. Estamos com uma delegação composta de 44 companheiros e companheiras, 45% de mulheres. É a maior representação da história do sindicalismo classista brasileiro. Esse coletivo expressa na prática a valorização que a CTB dá ao internacionalismo e à solidariedade classista.

    A nossa identificação com a FSM é histórica e é sustentada pelo conteúdo de nossos programas. Uma concepção anti-imperialista, antineoliberal e socialista.

    Estamos convictos de que as resoluções desse congresso, além de fortalecerem o nosso ideário e aperfeiçoarem o conhecimento de nossos sindicalistas sobre o movimento sindical internacional, reforçarão as lutas da classe trabalhadora em nível mundial.

    Érika Ceconi - Portal CTB 

  • "Lula, conte com a CTB", diz dirigente Nivaldo Santana em Jornada em Defesa da Democracia

    A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) participa da Jornada em Defesa da Democracia, uma atividade em solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que presta depoimento ao juiz Sérgio Moro em Curitiba, nesta quarta-feira (10).

    Lideranças dos movimentos sociais e parlamentares de todo o Brasil estão no Paraná para prestar seu apoio a Lula. O vice-presidente nacional da CTB, Nivaldo Santana, acompanhado pela secretária de Imprensa e Comunicação, Raimunda Gomes e pela presidenta da seção estadual da entidade sindical no Amazonas, Isis Tavares participam do ato “Um Brasil Justo para Todos e pra Lula Também”.

    nivalto ctb doquinha isis lula

    “O povo brasileiro vive um período intenso de luta. A nossa greve geral de 28 de abril contra o fim da aposentadoria e em defesa dos direitos trabalhistas paralisou mais de 40 milhões de trabalhadoras e trabalhadores do Brasil inteiro”, declarou Nivaldo Santana em discurso nesta tarde na Praça Santos Andrade, onde ocorre a atividade.

    De acordo com ele, esta é uma demonstração da "luta do povo contra essa agenda do governo golpista que está afundando o Brasil e jogando milhões de trabalhadores no desemprego e na miséria”, expressou.

    Assista abaixo a íntegra do discurso:



    Nivaldo denunciou ainda a partidarização da Operação Lava Jato e “Estado de exceção” vivido no Brasil. Na última terça (9), o Instituto Lula teve as atividades suspensas pela Justiça Federal sob a alegação de que o lugar “possa ter sido instrumento ou pelo menos local de encontro para a perpetração de vários ilícitos criminais”, conforme declaração do juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal, em Brasília.

    “Nós da CTB somamos nossa voz com amplas forças políticas e sociais que defendem um novo rumo para nosso país: com democracia, desenvolvimento e defesa dos direitos sociais e trabalhistas. Lula, conte com a CTB”, exclamou Santana.

    Pela manhã, o secretário-geral da CTB Paraná, Zenir Teixeira, fez um discurso no qual denunciou as medidas do governo ilegítimo de Michel Temer contra a população. “Eles querem escravizar a classe trabalhadora”, disse ao se referir às reformas trabalhista e previdenciária, que tramitam no Congresso.

    Segundo ele, a organização e a unidade dos movimentos sociais e partidos políticos progressistas e de esquerda são fundamentais para enfrentar as medidas contra a retirada de direitos classe trabalhadora.

    “Nossa luta é justa por um Brasil soberano e livre do imperialismo. Um Brasil socialista que tenha como centro a valorização do homem pelo homem”, finalizou Teixeira.

  • Centrais já falam em greve geral em defesa das aposentadorias

    Em reunião realizada na sede do Dieese nesta quinta (14), as centrais sindicais (CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central, CGTB, CSB, Intersindical e CSP-Conlutas) debateram a mobilização para a Assembleia Nacional da Classe Trabalhadora, convocada para o próximo dia 20, e acenaram com a organização de uma greve geral no país contra a proposta de reforma da Previdência do governo Bolsonaro e em defesa das aposentadorias e da Previdência Pública.

    “Consideramos que a reunião dos sindicalistas deve apontar para uma jornada nacional de luta em defesa da Previdência Pública e preparar o caminho para a realização de uma nova greve geral, a exemplo da que foi feita com sucesso no dia 28 de abril de 2017”, comentou o presidente da CTB, Adilson Araújo.

    Democracia, soberania e direitos sociais

    “Nossa luta”, prosseguiu o sindicalista, “é não só em defesa das aposentadorias, agora sob o risco de extinção para os mais pobres com a privatização do sistema previdenciário. Batalhamos também em defesa da soberania nacional, da democracia e dos direitos sociais, alvos da agenda ultraliberal do governo Bolsonaro, que radicalizou a receita golpista de Michel Temer”.

    O dirigente criticou duramente o ministro da Economia, Paulo Guedes, que em sua opinião “tem forte interesse particular na reforma, é diretamente ligado a empresas que exploram o sistema previdenciário e está sendo investigado por suspeita de desvio de R$ 1 bilhão na administração de fundos de pensão. Além disto, é um  dos ´Chicago Boys´ que assessorou a fracassada reforma previdenciário do ditador Augusto Pinochet no Chile, que instituiu o malfadado sistema de capitalização e condena os idosos à miséria, com aposentadorias que não chegam à metade do valor do salário mínimo daquele país”.

    Ampliar a mobilização

    Araújo também ressaltou a necessidade de promover “um amplo debate na sociedade, buscar o apoio dos movimentos sociais, da CNBB, da OAB e atuar intensamente também nos espaços institucionais. Vamos atrás dos parlamentares sabendo que no Congresso Nacional há muita resistência a apoiar os pontos mais polêmicos da reforma”.

    Os líderes das centrais prometem conversar com prefeitos e governadores. “Sabemos que em cerca de 4 mil municípios os recursos canalizados para o pagamento das aposentadorias são maiores e mais significativos para a sobrevivência da economia do que o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A reforma proposta por Bolsonaro e Guedes será desastrosa para muitos prefeitos e governadores”.

    Outro ponto destacado é “a realização de uma ampla campanha de esclarecimento da opinião pública, que vem sendo bombardeada com alarmes falsos e meias verdades por uma mídia que omite o fato de que as despesas financeiras do Estado, com o pagamento dos juros da dívida pública, consomem mais de 50% do orçamento. Há poucos dias Bolsonaro desviou cerca de R$ 600 bilhões da Seguridade Social, em nome da DRU, para o pagamento de juros e outras despesas. É nisto e na política de desonerações e conivência com o calote dos débitos contraídos pelos empresários com a Previdência que devemos mexer, é imperioso onerar os banqueiros e as empresas sonegadoras do INSS. Os ricos devem pagar a conta do ajuste fiscal e não mais os pobres”.

    Greve em São Paulo

    Durante a reunião os dirigentes das centrais reiteraram o apoio à greve dos servidores paulistanos contra a reforma da Previdência do governo Bruno Covas, que ampliou para 14% da folha a contribuição dos trabalhadores e trabalhadoras e investiu na privatização do sistema com a criação do Sampaprev, um fundo complementar de previdência privado. Os servidores querem a revogação do que chamam de "confisco salarial" e do Sampaprev.

    De acordo com o presidente da CTB “a greve do funcionalismo municipal de São Paulo, que por sinal está a cada dia mais forte, dá novo ânimo à luta nacional das centrais, dos movimentos sociais e da classe trabalhadora em defesa da Previdência Pública e dos direitos e conquistas da nossa classe trabalhadora. É só com muita luta que lograremos barrar a agenda reacionária de restauração neoliberal, defender a democracia, a soberania e resgatar no Brasil um projeto nacional de desenvolvimento capaz de garantir a retomada do crescimento econômico e o bem-estar do povo brasileiro”, concluiu.

  • Centrais sindicais criticam governo e se unem em defesa da Previdência

    As centrais sindicais brasileiras criticaram a Medida Provisória 871/2019, chamada de “MP do Pente Fino” e editada pelo governo Jair Bolsonaro (PSL) para revisar os benefícios previdenciários. Trata-se de uma farsa perversa, pois a pretexto de combater fraudes o objetivo é dificultar o acesso aos auxílios, abrindo caminho à reforma com a qual pretendem desmontar a Previdência Pública e privatizar o sistema de aposentadorias. Em nota conjunta, CTB, CGTB, CSB, CSP COnlutas, CUT, Força Sindical, Intersindical e Nova Central denunciam os verdadeiros objetivos por trás da iniciativa. Leia a íntegra:

    Nota das Centrais Sindicais sobre a MP 871/2019

    O presidente Jair Bolsonaro editou, em 18/1/2019, sem consulta ou negociação prévia e desconhecendo os princípios de gestão democrática e do papel do CNPS (Conselho Nacional de Previdência Social), a Medida Provisória 871, instituindo um programa de revisão dos benefícios previdenciários e modificações nas regras para acessar e requerer os auxílios.

    Chamada de “Pente Fino”, com o pretenso objetivo de combater fraudes na concessão de benefícios, a MP é, antes de tudo, novo intento de jogar nas costas dos mais humildes, dos trabalhadores e dos beneficiários o peso e as responsabilidade dos ajustes, em claro sinal de que as medidas da propalada “reforma” da Previdência Social serão, na verdade, medidas de desmonte e corte de direitos.

    As Centrais Sindicais reafirmam que não se deve acobertar ou deixar impune qualquer tipo de dolo contra a Previdência, a começar pelas fraudes nas receitas previdenciárias. Estima-se que o valor sonegado pelas empresas chega a R$ 450 bilhões, questão ignorada pela MP 871, que trata os milhões de aposentados e pensionistas e os trabalhadores que têm direito à assistência previdenciária como potenciais fraudadores, invertendo uma das premissas do Direito que é a presunção de boa fé.

    A MP 871 traz insegurança financeira aos beneficiários da Previdência ao instituir a suspensão dos benefícios sem assegurar formas adequadas de defesa e excluir milhares dos direitos previdenciários, ignorando o papel da seguridade social de garantir renda para o trabalhador em situações temporárias ou permanentes que o impeçam de exercer as atividades laborais.

    O Brasil ocupa o 4º lugar no ranking dos países com as piores condições de saúde e segurança no trabalho: é um dos que mais mata, mutila e adoece trabalhadores. Em vez de promover um ambiente de trabalho saudável e fiscalizar o cumprimento das normas de saúde e segurança a fim de reduzir o número de trabalhadores que buscam benefícios, o governo propõe medidas para cancelar o auxílio dos acidentados e adoentados, obrigando-os a retornar ao trabalho sem condições físicas e emocionais para isso.

    As novas regras de carência, comprovação documental e prazos de requerimento dos benefícios têm como objetivo dificultar ou restringir o acesso a pensão por morte, auxílio-reclusão, licença-maternidade, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e aposentadoria dos trabalhadores rurais. Muitas dessas novas normas, inclusive, são ilegais e inconstitucionais.

    As Centrais Sindicais se colocam contra essa MP e reafirmam o compromisso em defesa da Seguridade Social universal e pela garantia dos direitos dos trabalhadores do campo e da cidade.

    Chamamos a atenção do novo Congresso Nacional, deputados e senadores que tomaram posse em 1º de fevereiro de 2019, para as medidas que penalizam os milhões de cidadãos e eleitores aposentados, pensionistas e demais beneficiários da Previdência Social, como a MP 871. São determinações que aprofundam a crise social e de emprego em que vivemos, tornam ainda mais vulneráveis os pequenos municípios, não investem no efetivo saneamento das contas previdenciárias nem apontam um caminho de negociação e entendimento, fundamental para se encontrar uma solução equilibrada e sustentável para a situação.

    São Paulo, 4 de fevereiro de 2019

  • Centrais sindicais criticam governo e se unem em defesa da Previdência

    As centrais sindicais brasileiras criticaram a Medida Provisória 871/2019, chamada de “MP do Pente Fino” e editada pelo governo Jair Bolsonaro (PSL) para revisar os benefícios previdenciários. Trata-se de uma farsa perversa, pois a pretexto de combater fraudes o objetivo é dificultar o acesso aos auxílios, abrindo caminho à reforma com a qual pretendem desmontar a Previdência Pública e privatizar o sistema de aposentadorias. Em nota conjunta, CTB, CGTB, CSB, CSP COnlutas, CUT, Força Sindical, Intersindical e Nova Central denunciam os verdadeiros objetivos por trás da iniciativa. Leia a íntegra:

    Nota das Centrais Sindicais sobre a MP 871/2019

    O presidente Jair Bolsonaro editou, em 18/1/2019, sem consulta ou negociação prévia e desconhecendo os princípios de gestão democrática e do papel do CNPS (Conselho Nacional de Previdência Social), a Medida Provisória 871, instituindo um programa de revisão dos benefícios previdenciários e modificações nas regras para acessar e requerer os auxílios.

    Chamada de “Pente Fino”, com o pretenso objetivo de combater fraudes na concessão de benefícios, a MP é, antes de tudo, novo intento de jogar nas costas dos mais humildes, dos trabalhadores e dos beneficiários o peso e as responsabilidade dos ajustes, em claro sinal de que as medidas da propalada “reforma” da Previdência Social serão, na verdade, medidas de desmonte e corte de direitos.

    As Centrais Sindicais reafirmam que não se deve acobertar ou deixar impune qualquer tipo de dolo contra a Previdência, a começar pelas fraudes nas receitas previdenciárias. Estima-se que o valor sonegado pelas empresas chega a R$ 450 bilhões, questão ignorada pela MP 871, que trata os milhões de aposentados e pensionistas e os trabalhadores que têm direito à assistência previdenciária como potenciais fraudadores, invertendo uma das premissas do Direito que é a presunção de boa fé.

    A MP 871 traz insegurança financeira aos beneficiários da Previdência ao instituir a suspensão dos benefícios sem assegurar formas adequadas de defesa e excluir milhares dos direitos previdenciários, ignorando o papel da seguridade social de garantir renda para o trabalhador em situações temporárias ou permanentes que o impeçam de exercer as atividades laborais.

    O Brasil ocupa o 4º lugar no ranking dos países com as piores condições de saúde e segurança no trabalho: é um dos que mais mata, mutila e adoece trabalhadores. Em vez de promover um ambiente de trabalho saudável e fiscalizar o cumprimento das normas de saúde e segurança a fim de reduzir o número de trabalhadores que buscam benefícios, o governo propõe medidas para cancelar o auxílio dos acidentados e adoentados, obrigando-os a retornar ao trabalho sem condições físicas e emocionais para isso.

    As novas regras de carência, comprovação documental e prazos de requerimento dos benefícios têm como objetivo dificultar ou restringir o acesso a pensão por morte, auxílio-reclusão, licença-maternidade, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e aposentadoria dos trabalhadores rurais. Muitas dessas novas normas, inclusive, são ilegais e inconstitucionais.

    As Centrais Sindicais se colocam contra essa MP e reafirmam o compromisso em defesa da Seguridade Social universal e pela garantia dos direitos dos trabalhadores do campo e da cidade.

    Chamamos a atenção do novo Congresso Nacional, deputados e senadores que tomaram posse em 1º de fevereiro de 2019, para as medidas que penalizam os milhões de cidadãos e eleitores aposentados, pensionistas e demais beneficiários da Previdência Social, como a MP 871. São determinações que aprofundam a crise social e de emprego em que vivemos, tornam ainda mais vulneráveis os pequenos municípios, não investem no efetivo saneamento das contas previdenciárias nem apontam um caminho de negociação e entendimento, fundamental para se encontrar uma solução equilibrada e sustentável para a situação.

    São Paulo, 4 de fevereiro de 2019

  • Centrais sindicais criticam governo e se unem em defesa da Previdência

    As centrais sindicais brasileiras criticaram a Medida Provisória 871/2019, chamada de “MP do Pente Fino” e editada pelo governo Jair Bolsonaro (PSL) para revisar os benefícios previdenciários. Trata-se de uma farsa perversa, pois a pretexto de combater fraudes o objetivo é dificultar o acesso aos auxílios, abrindo caminho à reforma com a qual pretendem desmontar a Previdência Pública e privatizar o sistema de aposentadorias. Em nota conjunta, CTB, CGTB, CSB, CSP COnlutas, CUT, Força Sindical, Intersindical e Nova Central denunciam os verdadeiros objetivos por trás da iniciativa. Leia a íntegra:

    Nota das Centrais Sindicais sobre a MP 871/2019

    O presidente Jair Bolsonaro editou, em 18/1/2019, sem consulta ou negociação prévia e desconhecendo os princípios de gestão democrática e do papel do CNPS (Conselho Nacional de Previdência Social), a Medida Provisória 871, instituindo um programa de revisão dos benefícios previdenciários e modificações nas regras para acessar e requerer os auxílios.

    Chamada de “Pente Fino”, com o pretenso objetivo de combater fraudes na concessão de benefícios, a MP é, antes de tudo, novo intento de jogar nas costas dos mais humildes, dos trabalhadores e dos beneficiários o peso e as responsabilidade dos ajustes, em claro sinal de que as medidas da propalada “reforma” da Previdência Social serão, na verdade, medidas de desmonte e corte de direitos.

    As Centrais Sindicais reafirmam que não se deve acobertar ou deixar impune qualquer tipo de dolo contra a Previdência, a começar pelas fraudes nas receitas previdenciárias. Estima-se que o valor sonegado pelas empresas chega a R$ 450 bilhões, questão ignorada pela MP 871, que trata os milhões de aposentados e pensionistas e os trabalhadores que têm direito à assistência previdenciária como potenciais fraudadores, invertendo uma das premissas do Direito que é a presunção de boa fé.

    A MP 871 traz insegurança financeira aos beneficiários da Previdência ao instituir a suspensão dos benefícios sem assegurar formas adequadas de defesa e excluir milhares dos direitos previdenciários, ignorando o papel da seguridade social de garantir renda para o trabalhador em situações temporárias ou permanentes que o impeçam de exercer as atividades laborais.

    O Brasil ocupa o 4º lugar no ranking dos países com as piores condições de saúde e segurança no trabalho: é um dos que mais mata, mutila e adoece trabalhadores. Em vez de promover um ambiente de trabalho saudável e fiscalizar o cumprimento das normas de saúde e segurança a fim de reduzir o número de trabalhadores que buscam benefícios, o governo propõe medidas para cancelar o auxílio dos acidentados e adoentados, obrigando-os a retornar ao trabalho sem condições físicas e emocionais para isso.

    As novas regras de carência, comprovação documental e prazos de requerimento dos benefícios têm como objetivo dificultar ou restringir o acesso a pensão por morte, auxílio-reclusão, licença-maternidade, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e aposentadoria dos trabalhadores rurais. Muitas dessas novas normas, inclusive, são ilegais e inconstitucionais.

    As Centrais Sindicais se colocam contra essa MP e reafirmam o compromisso em defesa da Seguridade Social universal e pela garantia dos direitos dos trabalhadores do campo e da cidade.

    Chamamos a atenção do novo Congresso Nacional, deputados e senadores que tomaram posse em 1º de fevereiro de 2019, para as medidas que penalizam os milhões de cidadãos e eleitores aposentados, pensionistas e demais beneficiários da Previdência Social, como a MP 871. São determinações que aprofundam a crise social e de emprego em que vivemos, tornam ainda mais vulneráveis os pequenos municípios, não investem no efetivo saneamento das contas previdenciárias nem apontam um caminho de negociação e entendimento, fundamental para se encontrar uma solução equilibrada e sustentável para a situação.

    São Paulo, 4 de fevereiro de 2019

  • Centrais sindicais criticam governo e se unem em defesa da Previdência

    As centrais sindicais brasileiras criticaram a Medida Provisória 871/2019, chamada de “MP do Pente Fino” e editada pelo governo Jair Bolsonaro (PSL) para revisar os benefícios previdenciários. Trata-se de uma farsa perversa, pois a pretexto de combater fraudes o objetivo é dificultar o acesso aos auxílios, abrindo caminho à reforma com a qual pretendem desmontar a Previdência Pública e privatizar o sistema de aposentadorias. Em nota conjunta, CTB, CGTB, CSB, CSP COnlutas, CUT, Força Sindical, Intersindical e Nova Central denunciam os verdadeiros objetivos por trás da iniciativa. Leia a íntegra:

    Nota das Centrais Sindicais sobre a MP 871/2019

    O presidente Jair Bolsonaro editou, em 18/1/2019, sem consulta ou negociação prévia e desconhecendo os princípios de gestão democrática e do papel do CNPS (Conselho Nacional de Previdência Social), a Medida Provisória 871, instituindo um programa de revisão dos benefícios previdenciários e modificações nas regras para acessar e requerer os auxílios.

    Chamada de “Pente Fino”, com o pretenso objetivo de combater fraudes na concessão de benefícios, a MP é, antes de tudo, novo intento de jogar nas costas dos mais humildes, dos trabalhadores e dos beneficiários o peso e as responsabilidade dos ajustes, em claro sinal de que as medidas da propalada “reforma” da Previdência Social serão, na verdade, medidas de desmonte e corte de direitos.

    As Centrais Sindicais reafirmam que não se deve acobertar ou deixar impune qualquer tipo de dolo contra a Previdência, a começar pelas fraudes nas receitas previdenciárias. Estima-se que o valor sonegado pelas empresas chega a R$ 450 bilhões, questão ignorada pela MP 871, que trata os milhões de aposentados e pensionistas e os trabalhadores que têm direito à assistência previdenciária como potenciais fraudadores, invertendo uma das premissas do Direito que é a presunção de boa fé.

    A MP 871 traz insegurança financeira aos beneficiários da Previdência ao instituir a suspensão dos benefícios sem assegurar formas adequadas de defesa e excluir milhares dos direitos previdenciários, ignorando o papel da seguridade social de garantir renda para o trabalhador em situações temporárias ou permanentes que o impeçam de exercer as atividades laborais.

    O Brasil ocupa o 4º lugar no ranking dos países com as piores condições de saúde e segurança no trabalho: é um dos que mais mata, mutila e adoece trabalhadores. Em vez de promover um ambiente de trabalho saudável e fiscalizar o cumprimento das normas de saúde e segurança a fim de reduzir o número de trabalhadores que buscam benefícios, o governo propõe medidas para cancelar o auxílio dos acidentados e adoentados, obrigando-os a retornar ao trabalho sem condições físicas e emocionais para isso.

    As novas regras de carência, comprovação documental e prazos de requerimento dos benefícios têm como objetivo dificultar ou restringir o acesso a pensão por morte, auxílio-reclusão, licença-maternidade, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e aposentadoria dos trabalhadores rurais. Muitas dessas novas normas, inclusive, são ilegais e inconstitucionais.

    As Centrais Sindicais se colocam contra essa MP e reafirmam o compromisso em defesa da Seguridade Social universal e pela garantia dos direitos dos trabalhadores do campo e da cidade.

    Chamamos a atenção do novo Congresso Nacional, deputados e senadores que tomaram posse em 1º de fevereiro de 2019, para as medidas que penalizam os milhões de cidadãos e eleitores aposentados, pensionistas e demais beneficiários da Previdência Social, como a MP 871. São determinações que aprofundam a crise social e de emprego em que vivemos, tornam ainda mais vulneráveis os pequenos municípios, não investem no efetivo saneamento das contas previdenciárias nem apontam um caminho de negociação e entendimento, fundamental para se encontrar uma solução equilibrada e sustentável para a situação.

    São Paulo, 4 de fevereiro de 2019

  • Centrais sindicais criticam governo e se unem em defesa da Previdência

    As centrais sindicais brasileiras criticaram a Medida Provisória 871/2019, chamada de “MP do Pente Fino” e editada pelo governo Jair Bolsonaro (PSL) para revisar os benefícios previdenciários. Trata-se de uma farsa perversa, pois a pretexto de combater fraudes o objetivo é dificultar o acesso aos auxílios, abrindo caminho à reforma com a qual pretendem desmontar a Previdência Pública e privatizar o sistema de aposentadorias. Em nota conjunta, CTB, CGTB, CSB, CSP COnlutas, CUT, Força Sindical, Intersindical e Nova Central denunciam os verdadeiros objetivos por trás da iniciativa. Leia a íntegra:

    Nota das Centrais Sindicais sobre a MP 871/2019

    O presidente Jair Bolsonaro editou, em 18/1/2019, sem consulta ou negociação prévia e desconhecendo os princípios de gestão democrática e do papel do CNPS (Conselho Nacional de Previdência Social), a Medida Provisória 871, instituindo um programa de revisão dos benefícios previdenciários e modificações nas regras para acessar e requerer os auxílios.

    Chamada de “Pente Fino”, com o pretenso objetivo de combater fraudes na concessão de benefícios, a MP é, antes de tudo, novo intento de jogar nas costas dos mais humildes, dos trabalhadores e dos beneficiários o peso e as responsabilidade dos ajustes, em claro sinal de que as medidas da propalada “reforma” da Previdência Social serão, na verdade, medidas de desmonte e corte de direitos.

    As Centrais Sindicais reafirmam que não se deve acobertar ou deixar impune qualquer tipo de dolo contra a Previdência, a começar pelas fraudes nas receitas previdenciárias. Estima-se que o valor sonegado pelas empresas chega a R$ 450 bilhões, questão ignorada pela MP 871, que trata os milhões de aposentados e pensionistas e os trabalhadores que têm direito à assistência previdenciária como potenciais fraudadores, invertendo uma das premissas do Direito que é a presunção de boa fé.

    A MP 871 traz insegurança financeira aos beneficiários da Previdência ao instituir a suspensão dos benefícios sem assegurar formas adequadas de defesa e excluir milhares dos direitos previdenciários, ignorando o papel da seguridade social de garantir renda para o trabalhador em situações temporárias ou permanentes que o impeçam de exercer as atividades laborais.

    O Brasil ocupa o 4º lugar no ranking dos países com as piores condições de saúde e segurança no trabalho: é um dos que mais mata, mutila e adoece trabalhadores. Em vez de promover um ambiente de trabalho saudável e fiscalizar o cumprimento das normas de saúde e segurança a fim de reduzir o número de trabalhadores que buscam benefícios, o governo propõe medidas para cancelar o auxílio dos acidentados e adoentados, obrigando-os a retornar ao trabalho sem condições físicas e emocionais para isso.

    As novas regras de carência, comprovação documental e prazos de requerimento dos benefícios têm como objetivo dificultar ou restringir o acesso a pensão por morte, auxílio-reclusão, licença-maternidade, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e aposentadoria dos trabalhadores rurais. Muitas dessas novas normas, inclusive, são ilegais e inconstitucionais.

    As Centrais Sindicais se colocam contra essa MP e reafirmam o compromisso em defesa da Seguridade Social universal e pela garantia dos direitos dos trabalhadores do campo e da cidade.

    Chamamos a atenção do novo Congresso Nacional, deputados e senadores que tomaram posse em 1º de fevereiro de 2019, para as medidas que penalizam os milhões de cidadãos e eleitores aposentados, pensionistas e demais beneficiários da Previdência Social, como a MP 871. São determinações que aprofundam a crise social e de emprego em que vivemos, tornam ainda mais vulneráveis os pequenos municípios, não investem no efetivo saneamento das contas previdenciárias nem apontam um caminho de negociação e entendimento, fundamental para se encontrar uma solução equilibrada e sustentável para a situação.

    São Paulo, 4 de fevereiro de 2019

  • Centrais sindicais se unem e declaram apoio a Fernando Haddad nesta quarta (10), em São Paulo

    As principais centrais sindicais do país irão formalizar seu apoio à candidatura de Fernando Haddad em encontro com a presença do candidato nesta quarta-feira (10), em São Paulo. 

    Lideranças da CTB, CUT, Força Sindical, UGT, Intersindical e Nova Central se reuniram nesta terça (9) e selaram apoio unitário ao candidato para o segundo turno das eleições.

    Entre os dirigentes que representarão a CTB, estarão presentes o presidente da central, Adilson Araújo, o secretário geral, Wagner Gomes, o secretário de relações internacionais, Nivaldo Santana, a secretária de Comunicação, Raimunda Gomes (Doquinha), e o secretário de assuntos jurídicos Mario Teixeira.

    Para Wagner Gomes, eleger Fernando Haddad é o único caminho possível para que a classe trabalhadora recupere direitos fundamentais que foram retirados com a aprovação da reforma trabalhista e da lei da terceirização.

    O presidente Adilson Araújo defende a eleição de Haddad para derrotar o fascismo e o ultraliberalismo e convoca toda a base da central a unir forças neste segundo turno das eleições. Em resolução de seu conselho político, divulgada nesta segunda-feira (8), a CTB reafirma seu apoio a Fernando Hadadd e à democracia:  

    "A CTB defende a mais ampla unidade das centrais e das forças democráticas e patrióticas contra a extrema direita e orienta as entidades filiadas e o conjunto de sua militância a se envolver de corpo e alma na campanha deste segundo turno com o objetivo de eleger Haddad e derrotar o fascismo", diz o texto.

    O documento também lista pontos do plano de governo Haddad que são convergentes com a agenda da classe trabalhadora criada pelo movimento sindical: 

    "Haddad propõe a revogação da reforma trabalhista de Temer e da Emenda Constitucional 95, que congelou os investimentos públicos por 20 anos. Defende o aumento dos investimentos públicos; o combate ao desemprego; o fortalecimento da agricultura familiar; a valorização do salário mínimo; a democratização dos meios de comunicação; uma política externa soberana, com ênfase no Brics e na integração latino-americana."

    Portal CTB

     

     

     

  • Começa hoje exposição sobre história da CTB

    Será aberta nesta segunda-feira (4) e prossegue até 4 de abril uma exposição fotográfica sobre os 11 anos de luta decorridos desde a criação da CTB em dezembro de 2007.

    A mostra acontece na sede nacional da Central e deve cobrir os principais acontecimentos políticos e sociais do período, desde os primeiros passos que resultaram no congresso de fundação, realizado em Belo Horizonte (MG), até a luta de resistência ao golpe de 2016 e ao governo Bolsonaro, em defesa da democracia, da soberania, da aposentadoria pública e da valorização do trabalho.

    exposicao

    A 2ª Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat) será um dos destaques. O evento, que reuniu 30 mil sindicalistas das cinco maiores centrais sindicais brasileiras, foi originalmente proposto pela CTB e significou uma notável vitória do sindicalismo classista.

    A sede da CTB fica na rua Cardoso de Almeida, 1843, bairro Sumaré em São Paulo (SP). A exposição, gratuita e aberta a quem tiver interesse, ocorre das 10 às 18 horas.

    Portal CTB

  • Comitê Brasileiro pela Paz na Venezuela realiza ato político-cultural nesta sexta (1º) em São Paulo

    Em solidariedade ao povo venezuelano, o Comitê Brasileiro pela Paz na Venezuela - composto partidos políticos, veículos da mídia alternativa e organizações sociais entre elas a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) - promove, no dia 1º de setembro, um ato político-cultural para somar esforços na defesa da democracia e da paz no país irmão. O evento é aberto e ocorre na sede do Sindicato dos Arquitetos no Estado de São Paulo, no centro da capital paulista (Rua Araújo, 216, próximo ao metrô República), a partir das 18h.

    Com muita música, comida e bebidas típicas da Venezuela, o encontro terá um ato político com as presenças de Vanessa Grazziotin (senadora pelo PCdoB-AM), Guilherme Boulos (Frente Povo Sem Medo), Ivan Valente (deputado federal pelo PSOL), Lindbergh Farias (senador pelo PT-RJ), João Pedro Stédile (coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST) e pelo escritor Fernando Morais.

    venezuela ato politico

    O evento tem como proposta reunir lideranças do movimento social, de partidos e todos os simpatizantes solidários ao povo venezuelano, para celebrar a cultura do país e manifestar apoio aos avanços por eles obtidos. Esses avanços devem se aprofundar com a Assembleia Nacional Constituinte, eleita por 8 milhões de votos no dia 30 de julho e já em pleno funcionamento.

    Prestar apoio e reafirmar valores como a integração e a defesa da autodeterminação do povo venezuelano é, na avaliação do Comitê Brasileiro pela Paz na Venezuela, uma tarefa urgente frente às graves ameaças feitas, por exemplo, por Donald Trump. Em pronunciamento recente, o presidente estadunidense cogitou explicitamente a possibilidade de intervenção militar no país latino-americano.

    Manifestar solidariedade também é uma resposta do povo brasileiro às posições tomadas pelo governo Temer, que se alinham automaticamente aos ataques contra a Venezuela, e ao terrorismo midiático predominante no noticiário dos grandes grupos de comunicação, repleto de desinformação e extremamente enviesados e irresponsáveis em relação à complexa situação vivida pelo país vizinho.

    Todos são bem vindos ao ato político cultural pela paz na Venezuela. Convide seus amigos e manifeste sua solidariedade ao povo venezuelano no dia 1º de setembro!

    Confirme sua presença na página oficial do evento no facebook.

  • CTB convoca reunião do Conselho Político da central

    A CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) realiza no próximo dia 22 de agosto, em São Paulo, reunião do Conselho Política da central.

    De acordo com a convocatória, enviada pela Secretaria Geral aos membros do coletivo, a pauta da reunião versa sobre o quadro político nacional, o impacto das reformas e as Eleições de 2018.

     A reunião acontece da sede da entidade - Rua Cardoso de Almeida, 1843 - Sumaré, SP -, das 14h às 19h.

    Portal CTB

  • CTB denuncia EUA e governo Temer em congresso sindical da FSM, na África do Sul

    Cerca de dois mil trabalhadores de 111 países e cinco continentes estão em Durban, cidade litorânea da África do Sul, participando da 17ª edição do congresso internacional da Federação Sindical Mundial (FSM). São sindicalistas provenientes de 1,2 mil entidades sindicais classistas e comprometidas com os lemas: unidade, luta e internacionalismo. Juntos, representam mais de 100 milhões de trabalhadores e trabalhadoras ao redor do mundo.

    Discurso de Adilson Araújo, presidente da CTB, no 17º Congresso da Federação Sindical Mundial

    A CTB está presente com 44 delegados e delegadas, de todo o Brasil, todos dirigentes sindicais de diferentes áreas de atuação, e comprometidos com a denúncia do golpe, do governo ilegítimo de Michel Temer e das graves ameaças à classe trabalhadora. Esta é a maior delegação da história da central em um congresso internacional e reflete a exata dimensão que a CTB vem dando à crise que a classe trabalhadora mundial enfrenta no Brasil e em diversas partes do mundo.

    “A base do movimento sindical é a mais atingida nessas circunstâncias, por isso ele deve estar na linha de frente contra essa barbárie. No entanto, precisa, antes de tudo, de uma ampla unidade política capaz de sensibilizar e mobilizar as camadas mais atingidas pelo livre arbítrio do mercado hoje hegemônico. E por isto o Congresso, neste momento, é tão importante”, avalia o secretário internacional da CTB, Divanilton Pereira, coordenador da FSM para o cone sul e um dos organizadores do encontro. 

    O presidente da CTB, Adilson Araújo, foi um dos primeiros oradores ainda no final da manhã desta quarta-feira (5). Denunciou a situação política brasileira, o golpe, os interesses poderosos dentro e fora do país envolvidos neste processo, e a infame e retrógrada política externa brasileira, que reverte um posicionamento progressista e solidário na América Latina que vinha sendo construído há 12 anos.

    Atacou duramente os EUA e sua ativa atuação nos desmandos e desmontes em curso no Brasil, com destaque também à Petrobras: "Os EUA ganharão com a mudança das regras de exploração do pré-sal, feitas sob encomenda da multinacional Chevron com o descarado propósito de entregar o petróleo brasileiro aos monopólios estrangeiros de mão beijada".

    E finalizou, sob aplausos e gritos de Fora, Temer!, que permearam o dia inaugural do Congresso: “São imensos os desafios que emergem nesse cenário de adversidades para as forças progressistas, o sindicalismo classista, a CTB e a nossa querida Federação Sindical Mundial (FSM). A experiência histórica vai mostrando que não haverá um desfecho positivo para a crise nos marcos do capitalismo. É hora de reiterar e renovar a luta pelo socialismo”.

    Mandela, Mabhida e Amandla

    A abertura do evento contou com a participação do presidente da África do Sul e do Congresso Nacional Africano (ANC) , Jacob Zuma, que, em seu discurso, condenou o imperialismo mundial pela tragédia dos imigrantes e refugiados e destacou a unidade dos trabalhadores e trabalhadoras como a chave para se avançar e reverter o cenário hostil dos tempos atuais.

    Lembrou Nelson Mandela, líder maior e símbolo da luta contra o Apartheid e a opressão, e Moses Mabhida, lendário dirigente sindical e líder do partido comunista no país de 1978 até 1986, ano de sua morte. Mabhida dá nome ao estádio de esportes que sediou a Copa do Mundo e é um dos maiores do país.

    George Mavrikos, presidente da FSM, fez um histórico das ações da federação ao longo de seus 71 anos de história, e foi seguido pelo presidente do Congresso das Centrais Sindicais da África do Sul (Cosatu), Sdumo Dlamini, que comunicou a todos que haverá uma greve geral nesta sexta-feira (8), motivada, principalmente, por revindicações sobre as condições de transporte e educação.

    Ao longo do dia, os sindicalistas da Cosatu, única e histórica central sindical sul africana, encantaram o estádio, entoando cantos da música folclórica africana. Os dirigentes também usam uma palavra especial para convocar a luta e a união: Amandla, do idioma zulu, que significa "poder", ao que todos respondem: "awethu", que quer dizer "nosso".

    Amanhã tem mais.

    Natália Rangel, de Durban, para o Portal CTB

    Foto: Fernando Damasceno

  • CTB denuncia prisão do coordenador do MTST, Guilherme Boulos

    O coordenador nacional do MTST - Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, Guilherme Boulos, foi detido pela Polícia Militar, na manhã desta terça-feira (17), durante a reintegração de posse na Ocupação Colonial, em São Mateus, zona leste de São Paulo, que abrigava cerca de 3 mil pessoas, a maioria idosos e crianças.

    Boulos tentava mediar o conflito entre moradores e policiais quando foi preso. Segundo informações da Mídia Ninja, a Tropa de Choque “estava violentamente removendo as 700 famílias” e ainda denunciam que, segundo a polícia, o líder “está marcado e que tem gravações da participação dele em atos Fora Temer”.

    Para o secretário de Políticas Sociais da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Rogério Nunes, este ato de arbitrariedade contra Boulos tem como objetivo a criminalização dos movimentos sociais.

    “A CTB se solidariza e exige a imediata libertação de Guilherme Boulos”, expressou o dirigente.

    Veja abaixo a nota divulgada pelo MTST

    Prisão absurda de Guilherme Boulos

    O companheiro Guilherme Boulos, membro da coordenação nacional do MTST, que estava acompanhando a reintegração de posse da ocupação Colonial, visando garantir uma desfecho favorável para as mais de 3000 pessoas da ocupação, acaba de ser preso pela PM de São Paulo sob a acusação de desobediência civil.

    Um verdadeiro absurdo, uma vez que Guilherme Boulos esteve o tempo todo procurando uma mediação para o conflito.

    Neste momento, o companheiro Guilherme está detido no 49ª DP de São Mateus.

    Não aceitaremos calados que além de massacrem o povo da ocupação Colonial, jogando-os nas ruas, ainda querem prender quem tentou o tempo todo e de forma pacífica ajuda-los.

    Movimento dos Trabalhadores Sem Teto

    Érika Ceconi - Portal CTB
    Foto: Jornalistas Livres 

  • CTB e CES iniciam a construção da Escola Nacional de Formação

    Da esquerda para a direita: Rogério Nunes, Celina Arêas, Augusto Petta e Gilda Almeida

    Reunidos na manhã desta terça-feira (9), dirigentes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e do Centro Nacional de Estudos Sindicais e do Trabalho (CES) renovaram o convênio entre as entidades com a inovação do projeto piloto da Escola Nacional de Formação, da central sindical que mais cresce no Brasil.

    “Desde a sua criação, a CTB procurou valorizar o processo formativo de seus associados”, diz Adilson Araújo, presidente da CTB. Inclusive, diz Araújo, “o melhor remédio em tempos de crise é trabalhar a formação. Na atual conjuntura, torna-se essencial para a classe trabalhadora”.

    Já Gilda Almeida, secretária-adjunta de Finanças da CTB e coordenadora-geral do CES, explica que todos os anos, desde 2007 (início da CTB), os convênios vêm se firmando. “A partir de agora, a ideia é ter mais cursos e que eles sejam mais atrativos para o movimento sindical”.

    Para ela, a formação de sindicalistas é essencial para se travar a luta política e sindical com uma visão mais abrangente. "E assim conseguir uma atuação mais condizente com as necessidades das trabalhadoras e dos trabalhadores para o enfrentar o capital."

    O coordenador-técnico do CES, Augusto Petta, diz que a proposta é estimular cada vez mais as estaduais da CTB a participarem dos cursos. "É muito importante melhorar e ampliar a atuação, principalmente neste contexto adverso que vivemos”, afirma.

    Celina Arêas, secretária de Formação e Cultura da CTB, conta que a criação de uma Escola Nacional de Formação foi aprovada no 3º Congresso Nacional da central em 2013. “Com a renovação da parceria com o CES, daremos andamento ao nosso projeto de escola para ampliar a formação”.

    Ela explica que, o projeto piloto da escola funcionará incialmente em São Paulo, na sede do Sindicato dos Oficiais Marceneiros. “Renovamos esse convênio, para estabelecermos cursos com mais continuidade. Queremos cursos reforçados, que contem com mais horas”, acentua.

    Portal CTB - Foto: Joanne Mota

  • CTB Minas realiza plenária e debate desafios do movimento sindical

    Com o objetivo de debater a estrutura sindical e os desafios pós-reforma trabalhista, a CTB Minas Gerais realiza Plenária Sindical nesta sexta (3), na sede do SInpro Minas Gerais (Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais), das 8h30 às 18h.

    O presidente licenciado da CTB Nacional, Adilson Araújo, participará da atividade na parte da manhã, na mesa de abertura, na qual problematizará a conjuntura, desafios e as eleições de 2018; e na parte da tarde, na mesa de "Encaminhamentos ação da CTB".

    "Será um espaço para alinharmos nossa ação diante da atual conjuntura. O conjunto da classe trabalhadora sofre com a reforma. Avança a precarização, os abusos, sem falar no brutal ataque à estrutura do movimento sindical. A hora é de analisar o momento e construir caminhos para vencer mais essa etapa da história de luta da classe trabalhadora", externou Valéria Morato, presidenta da CTB Minas.

    Serviço:

    Data: 03/08/2018
    Horário: 09:00 às ​16:00 horas
    Local: Rua Hermílio Alves, Nº 356 
    Bairro Santa Tereza - BH
    (Em frente ao SAAEMG - Sindicato dos Auxiliares em Administração Escolar do Estado de Minas Gerais.)

     

    Portal CTB

  • CTB presta solidariedade às vítimas de terremoto na Itália

    Na madrugada desta quarta-feira (24), um forte terremoto, com magnitude de 6,2 na escala escala Richter, atingiu o centro da Itália deixando ao menos 73 mortos e mais de 100 desaparecidos.

    Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, sigla em inglês), organismo que registra os tremores em todo mundo, o impacto foi maior perto de Perugia, região localizada a menos de 200 quilômetros da capital italiana, Roma. As cidades mais atingidas foram Accumoli, Amatrice, Posta e Arquata del Tronto.

    Solidária com o povo italiano, a CTB enviou uma nota para central União Sindical de Base (USB), filiada à Federação Sindical Mundial (FSM), na qual expressa suas condolências e total apoio ao povo da Itália.

    Leia abaixo a íntegra do comunicado: 

    Queridos camaradas da USB,

    A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), uma organização sindical classista, expressa seu total apoio e solidariedade com a classe trabalhadora e o povo da Itália e envia suas condolências pela destruição e mortes causadas pelo terremoto que devastou o centro daquele país na quarta-feira (24).

    Nossos pensamentos e desejo de melhora estão com vocês.

    Saudações fraternas,

    Adilson Araújo, presidente da CTB 
    Divanilton Pereira, secretário de Relações Internacionais 

    São Paulo, 24 de agosto de 2016

    Érika Ceconi - Portal CTB, foto: Remo Casilli-Reuters 

     

  • CTB repudia tentativa de invasão ao gabinete de Jamil Murad por grupo fascista

    Quatro dias após o ato de vandalismo propagado pelo integrante do Movimento Brasil Livre (MBL), Fernando Holiday, que tentou tumultuar uma sessão solene na Câmara Municipal de São Paulo em homenagem aos 90 anos de Fidel Castro, um grupo tentou invadir o gabinete do vereador Jamil Murad (PCdoB), na última terça-feira (23). 

    Cerca de 15 pessoas se dirigiram à sala de Murad aos gritos: “fora, Murad”, “fora, comunistas”, “fora Lula e Dilma” e tentaram agredi-lo fisicamente. O grupo teve que ser contido pela segurança do local.

    Para o secretário de Relações Internacionais da CTB, Divanilton Pereira, que participou na organização da sessão solene, “essa atitude exprime intolerância e preconceito típicos deste novo ambiente político conservador nacional”, frisou o sindicalista.

    Jamil Murad mediou a homenagem que contou com a presença da cônsul de Cuba, Nélida Hernández Carmona, do teólogo Frei Betto e de lideranças políticas e do movimento social. No começo do evento, Holiday, que é candidato a vereador pelo partido Democratas, tentou arrancar o banner e agrediu verbalmente os participantes ele foi levado para a delegacia para prestar depoimento.

    jamil murad camara sãopaulo

    Para Murad, os dois episódios estão interligados. Segundo ele, o ocorrido nesta terça teria sido uma retaliação à homenagem a Fidel, "um líder que tirou o povo do analfabetismo e enfrentou o imperialismo".

    Na opinião do dirigente da CTB, este ataque contra Fidel Castro “revela que o líder da Revolução Cubana está ao lado dos valores democráticos e solidários”, declarou. Ele também condenou a agressão contra o vereador. Murad  classificou como "fascista"a onda de intolerância que ronda o país, em um momento de investida contra a democracia. "Mas eles não vão nos calar, nem nos intimidar", disse.

    O integrante da Frente Povo Sem Medo, Guilherme Boulos, em ato contra o golpe na noite da última terça, também repudiou o ataque contra o Murad. 

    Érika Ceconi - Portal CTB 

  • CTB saúda histórico acordo de paz entre Farc e governo colombiano

    Na última quarta-feira (24), as Força Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e o governo colombiano anunciaram a conclusão das negociações de paz, colocando fim ao conflito armado que dura mais de 50 anos naquele país. 

    Desde novembro de 2012, as partes dialogavam em Havana (Cuba), onde entraram em consenso em relação a todos os pontos do acordo como: reparação às vítimas, justiça transicional, reforma agrária, fim do narcotráfico, participação política da guerrilha, fim do conflito e validação do acordo.

    Para o secretário de Relações Internacionais da CTB, Divanilton Pereira “esse acordo de paz interessa diretamente ao povo colombiano que, historicamente, tem sido vítima das atrocidades de governos antidemocráticos alinhados com os interesses norte-americanos”, declarou ao Portal CTB.

    O dirigente denunciou ainda que naquele país o número de assassinatos de sindicalistas e lideranças do movimento social alcança índices alarmantes. “Esse processo, portanto, interessa aos povos da América Latina e Caribe. Manteremos altivez e vigilância para que os desfechos desse processo sejam exitosos”, alertou Pereira.

    Diversos movimentos sociais, entre eles a Marcha Patriótica, saudaram a iniciativa. Em comunicado eles convocaram a população colombiana para votar pelo “sim” no plebiscito que validará o acordo e deve ocorrer no próximo 2 de outubro, segundo o presidente colombiano Juan Manuel Santos.

    Érika Ceconi - Portal CTB 

  • CTB: 11 anos de luta

    Fundada em 12 de dezembro de 2007 num congresso realizado em Belo Horizonte (MG) a CTB celebra nesta quarta-feira seu 11º aniversário.

    São 11 anos de luta em defesa dos direitos da classe trabalhadora, por um projeto nacional de desenvolvimento fundado na democracia, na soberania e na valorização do trabalho e contra a ofensiva das forças conservadoras, o golpe de Estado disfarçado de impeachment e a agenda de restauração neoliberal imposta pelo governo ilegítimo presidido por Temer.

    Apesar das adversidades e dos ataques sofridos pela classe trabalhadora e o movimento sindical nos últimos anos, a trajetória da nossa central classista desde 2007 foi de contínuo crescimento e consolidação. Tendo inaugurado sua existência com cerca de 600 entidades sindicais na base, hoje a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil conta com mais de 1200, um crescimento de 100% no período

    O êxito político e organizativo se explica pela coerência na defesa de seus princípios e a participação ativa e incansável na linha de frente das batalhas de classes que se verificaram no período. Daí a credibilidade no movimento sindical e entre as forças progressistas da nossa sociedade.

    Defesa do socialismo

    O que diferencia a CTB é o compromisso inarredável com os interesses imediatos e futuros da classe que representa: a defesa do Direito do Trabalho, da valorização dos salários, redução da jornada, trabalho decente, a luta contra a exploração do trabalho análogo ao escravo e do chamado trabalho infantil, contra a exploração capitalista e por uma sociedade sem exploradores e explorados, a defesa do socialismo e de um projeto nacional de desenvolvimento com democracia, soberania e justiça social.

    Entre as realizações e conquistas da CTB, sempre em aliança com as demais centrais e os movimentos sociais, destaca-se a realização da 2ª Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat), que reuniu mais de 30 mil sindicalistas das cinco maiores centrais sindicais do país no Pacaembu (SP) em 1º de junho de 2010 e aprovou a “Agenda da classe trabalhadora por um novo projeto nacional de desenvolvimento com democracia, soberania e valorização do trabalho”.

    Conclat

    A Conclat foi originalmente proposta pela CTB no congresso fundação. Nossa Central teve também relevante participação nas marchas da classe trabalhadora, nas Marchas das Margaridas, na luta pela reforma agrária e o fortalecimento da agricultura familiar, pela redução dos juros, em defesa das aposentadorias, contra a terceirização irrestrita e contra a reforma trabalhista de Michel Temer.

    No campo das relações internacionais, nossa Central teve destacada participação na Federação Sindical Mundial e organizou em São Paulo um Simpósio internacional e um Ato mundial anti-imperialista na comemoração dos 70 anos da FSM em 3 de outubro de 2015. A CTB também é uma das fundadoras e líder do Encontro Sindical Nossa América (Esna), que congrega sindicalistas de vários países latino-americanos e caribenhos.

    Os cetebistas estiveram na linha de frente da greve geral de 28 de abril de 2017 e não vacilaram em denunciar, desde o início, o golpe de 2016, alertando e mobilizando suas bases contra o processo de restauração neoliberal e consequente desmantelamento dos direitos trabalhistas e da seguridade social, enfatizando a defesa do SUS e da educação pública, laica e gratuita. A CTB integra o Fórum das Centrais e as Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo e celebra o seu 11º aniversário reiterando o compromisso de defender intransigentemente a causa dos trabalhadores e trabalhadoras, o desenvolvimento nacional soberano e o Socialismo, uma necessidade histórica que se transforma em imperativo do nosso tempo face à grave crise que abala o sistema capitalista internacional e que requer a construção de uma frente ampla de resistência para superá-la e evitar a barbárie.

    São Paulo, 12 de dezembro de 2018

    Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

  • Dirigente da CTB debate as reformas trabalhista e previdenciária no 55º Congresso da UNE

    Representando a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) no 55º Congresso da União Nacional dos Estudantes (Conune), o secretário da Juventude Trabalhadora, Vítor Espinoza, levou a mensagem da central em solidariedade aos estudantes brasileiros, Criticou a reforma do ensino médio e a pretensão de privatizar as universidades públicas, tirando toda a possibilidade da juventude trabalhadora de ingressar no ensino superior.

    55 conune

    Espinoza saudou os estudantes e participou de um debate sobre as nefastas reformas trabalhista e previdenciária. "A CTB se une aos estudantes nessa luta para barrar esses enormes retrocessos que prejudicam a classe trabalhadora, o país, mas principalmente ceifa os sonhos de uma vida melhor para a juventude", afirma.

    Portal CTB

  • Dirigente da CTB denuncia golpe no Brasil durante encontro sindical na Grécia

    A Frente Militante de Todos os Trabalhadores da Grécia (Pame) realizou na capital Atenas nos dias 19 e 20 de novembro seu 4º Congresso Nacional. O dirigente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Assis Melo, representou a organização no encontro que reuniu 37 delegações internacionias.  

    Durante o evento, a central sindical grega fez um levantamento de toda a sua atuação desde sua fundação, em 1999. “A Pame tomou clara posição contra as guerras e invasões imperialistas com ações e iniciativas militantes. Organizou e segue expressando, diariamente, e com formas diversas a solidariedade com refugiados e os imigrantes”, apontou o discurso do secretariado executivo.

    Os participantes também debateram a atual conjuntura daquele país e do mundo. “A luta pela recuperação das perdas para uma vida digna deve ser combinada com outro caminho de crescimento com o povo no poder”, concluiu o secretariado.

    Na avaliação de Assis Melo, o congresso foi uma oportunidade do movimento sindical trocar experiências sobre como a classe trabalhadora está se organizando para enfrentar essa onda conservadora e neoliberal que avança sobre o continente. "Existe uma resistência contra as medidas que acabam com os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras em todo o mundo", declarou Melo. 

    Em sua intervenção, o dirigente da CTB, denunciou o golpe no Brasil, que afastou a presidenta democraticamente eleita, Dilma Rousseff, e as políticas que Michel Temer está tentando impor no país. "O golpe atende em primeiro lugar aos interesses geopolíticos e econômicos dos Estados Unidos. Faz parte da grande onda conservadora que invadiu a América Latina e o Caribe nos últimos anos e ameaça reverter o ciclo político progressista iniciado na região no alvorecer do século 21, que se expressou em fatos como a rejeição da Alca, a criação da Alba, da Unasul e da Celac, a ampliação do Mercosul", expressou o sindicalista.

    Neste sentido, ele também alertou sobre a entrega de setores estratégicos como a exploração do petróleo para multinacionais. "Os EUA ganharão também com a mudança das regras de exploração do chamado pré-sal, feita sob encomenda da multinacional Chevron com o propósito de reduzir a participação da Petrobras e entregar o petróleo brasileiro aos monopólios estrangeiras", frisou. 

    Clique aqui e leia a íntegra do discurso de Assis Melo  

    Érika Ceconi - Portal CTB
    Foto: Pame 

  • Em defesa da soberania da Venezuela: ato em São Paulo reúne centenas de pessoas; venezuelanos assinam carta aberta ao povo dos EUA contra ingerência

    Pelo menos 300 militantes dos movimentos sociais marcaram presença no ato realizado nesta sexta-feira à tarde em defesa da soberania da Venezuela. A manifestação ocorreu diante do consulado do país, na rua general Fonseca Téles, 564, no bairro Jardim Paulista. Participaram dirigentes da CTB, CUT, Intersindical, Cebrapaz, entre outras organizações dos movimentos sociais, e de partidos políticos de esquerda (PCdoB, PT e Psol).

    “Foi um ato que reuniu lideranças políticas de diferentes organizações em defesa da soberania da Venezuela, contra a intervenção militar dos EUA e por uma solução pacífica para o conflito que abala o país”, resumiu o secretário de Relações Internacionais da CTB, Nivaldo Santana.

    Carta traduz desejo do povo

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, apresentou nesta quinta-feira (7) a carta que vai enviar à Casa Branca como forma de rejeitar a ingerência dos Estados Unidos contra a Venezuela. Na Praça Bolívar, em Caracas, o chefe de Estado também assinou o documento, subscrito por cerca de 10 milhões de venezuelanos.

    “Assino pela paz, pela soberania sagrada da Venezuela em apoio ao direito à independência, à autodeterminação do povo da Venezuela”, disse Maduro. “Esta carta foi escrita pensando nas crianças e no futuro do país, no sagrado direito que temos à paz, com a convicção de autonomia”, disse o presidente venezuelano, que ressaltou que a carta é especialmente dirigida ao povo dos Estados Unidos.

    Ele lembrou que a Venezuela está ameaçada pelos Estados Unidos e seu desejo de assumir o controle dos recursos do país. Denunciou que o governo dos Estados Unidos quer tratar nossas fronteiras com o mesmo ódio que teve contra o Vietnã, para invadir a Venezuela “em nome da liberdade”.

    Maduro enfatizou que o povo venezuelano resiste porque tem um alto nível de participação na tomada de decisões políticas. Ele alertou o povo estadunidense de que a invasão da Venezuela é um perigo e denunciou que o presidente Donald Trump tentou sabotar o diálogo entre o governo e a oposição, ideia promovida pelo México, Uruguai e Bolívia.

    “Sabemos que para o bem da Venezuela é preciso sentar e conversar”, disse Maduro. A carta aberta se refere também ao bloqueio financeiro imposto por Trump e que afeta a economia venezuelana. E frisou que uma agressão viola a Carta das Nações Unidas, que rejeita o uso da força nas relações entre os países.

    No final, o presidente Maduro pediu aos estadunidenses que acompanhem os venezuelanos na rejeição às ameaças e ações de interferência do governo dos EUA contra a Venezuela.

    Da Redação, com informações da Agência Venezuelana de Notícias

  • Em vídeo, coordenador do MTST, Guilherme Boulos, denuncia reforma trabalhista

    A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) tem denunciado a Reforma Trabalhista, em tramitação no Congresso, liderada pelo governo ilegítimo de Michel Temer contra os direitos.

    De acordo com o projeto, que altera mais de cem pontos da legislação, poderão ser negociados entre o empregador e empregado o parcelamento das férias em até três vezes, a compensação da jornada de trabalho, os intervalos de intrajornada, entre outros.  

    O coordenador do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, que participará da atividade, gravou um vídeo para sua coluna na Mídia Ninja, no qual explica as alterações em cinco pontos que prejudicam a classe trabalhadora.  

    Assista:

    Portal CTB

  • Federação Sindical Mundial apoia dia nacional de paralisação no Brasil

    A Federação Sindical Mundial (FSM) enviou uma nota para a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), na última terça-feira (20), em apoio aos atos que ocorrerão por todo o Brasil na próxima quinta (22).

    Vamos mobilizar para a paralisação nacional nesta quinta (22), conclama presidente da CTB

    No comunicado, a entidade internacional a qual a CTB é filiada e que irá realizar em outubro seu 17º Congresso, reforçou a defesa da democracia e as denúncias da classe trabalhadora contra o golpe. Leia a íntegra: 

    A Federação Sindical Mundial apoia o ato da defesa dos direitos no Brasil em 22 de setembro

    A Federação Sindical Mundial (FSM) que está se preparando para seu 17º Congresso, em nome de seus 92 milhões de membros nos 5 continentes, reitera seu apoio ao ato unitário da defesa dos direitos para o dia 22 de setembro no Brasil.

    A FSM soma sua voz  com as centrais contra o governo de Michel Temer que tenta "jogar a conta da crise econômica nas costas da classe trabalhadora e dos mais pobres".

    Os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil têm a oportunidade de mostrar que não aceitarão perder direitos históricos nem sequer vir precariamente no século 21. O lema da unidade e da luta da classe trabalhadora deve espalhar-se em toda parte! Assim se conseguirá o sucesso do ato de 22 de setembro.

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