Sidebar

26
Qua, Jun

CTB-BA

  • O 4º Congresso foi a cara da CTB Bahia. Foi amplo, alegre e democrático, com a presença de trabalhadores e trabalhadores de diversas categorias e regiões do estado. Foram 606 credenciados, 537 delegados e delegadas e 69 observadores, sendo 374 homens e 232 mulheres.

    Durante os dois dias do evento, estiveram presentes lideranças de 44 sindicatos filiados, oriundos de 193 municípios da Bahia. Os trabalhadores urbanos somaram 451 representantes e os rurais 141. Os dados demonstram a capilaridade da atuação da CTB no estado e seu poder de aglutinar os trabalhadores para a luta por mais direitos.

    ctb ba 0congresso mesa3

    O ato político de abertura também mostrou a dimensão e o reconhecimento da CTB Bahia diante da sociedade. Compareceram representantes de três centrais sindicais, do Governo estadual, dos movimentos sociais, parlamentares, a Consul de Cuba, Laura Pujol, além de representantes de diversas entidades da sociedade civil. O presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, e o vice- presidente, Nivaldo Santana, também estiveram no Congresso.

    Para o secretário Geral da CTB Bahia, Ailton Araújo, o Congresso cumpriu o seu papel de instância máxima de decisão do movimento sindical classista da CTB. “Ele agregou todos os ramos de atividades, com todos os sindicatos de representatividade filiados a Central. Tivemos um crescimento no número de delegados com relação ao nosso último Congresso, subindo para 606 inscritos credenciados. Tivemos também um aumento no número de mulheres no evento deste ano,. Isso é muito importante para a gente. Tivemos também o fechamento do Congresso com a eleição da nova diretoria, que também atendeu todos os ramos no processo democrático da CTB”, afirmou.

    O agora ex-presidente da CTB Bahia Aurino Pedreira também comemorou o sucesso do Congresso que marcou o fim da sua gestão. “Foi um congresso vitorioso e bastante representativo com participação de homens e mulheres, rurais e urbanos, capital e interior. O que percebemos foi que o sindicalismo classista respondeu positivamente à nossa convocação. Esse congresso aponta rumo da luta política que o movimento sindical precisa travar pela retomada da possibilidade de desenvolvimento do nosso país. Foi também um congresso festivo, do ponto de vista de sua empolgação, mas muito determinado, do ponto de vista da sua consciência de que o protagonismo do movimento sindical precisa ser construído em conjunto e de que a luta não se faz sozinho, se faz com todos”, concluiu Aurino.

    Nova gestão

    ctb ba 0congresso mesa2

    O momento principal do 4º Congresso foi a eleição de uma nova direção. A partir de agora, a Central será presidida pelo metalúrgico Pascoal Carneiro, que ocupava a Secretária de Aposentados da CTB Nacional, onde desempenha papel destacado na luta contra a retirada de direitos da classe trabalhadora. Agora sua tarefa será na Bahia.

    “Eu nunca saí da Bahia. Mesmo estando em São Paulo, eu sempre colaborei com a CTB Bahia, viajando por várias regiões do estado para ajudar a formalizar sindicatos. Na presidência, o meu foco será democratizar a CTB, não que não tenha democracia. Quando eu falo em democratizar, eu falo em reunião constantes da diretoria, prestação de contas constantes da direção. Vamos focar também na interiorização da CTB, reunindo constantemente com as regionais, envolvendo no debate a coordenação e os sindicatos que fazem parte destas regionais. Vamos fazer isso juntamente com os sindicatos âncoras e a Fetag. E, acima de tudo, a CTB na rua. Toda a greve que tiver a CTB tem que está presente”, informou o novo presidente da CTB Bahia, Pascoal Carneiro.

    Fonte: CTB-BA

  • O presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, foi homenageado no segundo dia do 4º Congresso da CTB Bahia.

    Adilson Araújo, que foi o primeiro presidente da estadual baiana, agradeceu e expôs a importância da gestão à  frente entidade em sua trajetória no movimento sindical.

    Adilson falou também das expectativas para o 4º Congresso Nacional da CTB, que acontecerá entre os dias 24 a 26 de agosto, em Salvador. “Estamos diante da pior conjuntura que já vivemos. Esse governo não está preocupado com o futuro dos trabalhadores, ele trabalha para atender aos interesses do capital financeiro. A CTB não vai desistir dessa luta contra esse golpe a todos os brasileiros. O nosso Congresso vai reafirmar estas bandeiras”, ressaltou.

    Perdas irreparáveis

    O Congresso também homenageou os dirigentes  a secretária estadual de Saúde, Jaíra Santiago,  e os integrantes da diretoria plena Milton Sales e Umberto Bastos, que faleceram durante a última gestão da CTB Bahia. 

    Portal CTB com CTB-BA

  • A noite desta quinta-feira (24) esquentou em Salvador, capital da Bahia, no hotel Stella Maris, onde aconteceu o ato político do 4º Congresso Nacional da CTB. Após aprovarem o regimento interno, as delegadas e os delegados reforçaram a defesa da unidade da classe trabalhadora para derrotar o golpe impetrado em 2016.

    Apresentado pela jornalista Kardé Mourão, o ato contou com uma mesa substancial de forças populares para empoderar o projeto de unir os setores sociais avançados em defesa da democracia e dos direitos conquistados.

    Pascoal Carneiro, presidente da CTB-BA, deu as boas vindas às delegadas e aos delegados, reforçando a intenção de que se realize um Congresso à altura dos desafios da conjuntura adversa.

    A seguir discursou o presidente nacional da CTB, Adilson Araújo. “O tempo exige falar de política”, disse. Para Araújo, a classe trabalhadora precisa estar atenta e atuar para alterar a correlação de forças no Congresso.

    "Juntos podemos construir um Brasil e um mundo menos desigual e mais humano”, porque nem “FHC conseguiu fazer o que Temer está fazendo em tão curto tempo”, complementou.

    O presidente da FSM e diretor da Cosatu, sindicato da África do Sul, Mike Makwayiba saudou os participantes do 4º Congresso Nacional da CTB e reforçou a solidariedade e união da classe trabalhadora contra o capital.

    congresso ato abertura 2017 plenaria salvador

    Já Peter Poschen, diretor da OIT no Brasil, sinalizou com a possibilidade de o Congresso da CTB “desenvolver saídas para a crise do Brasil”, superando este momento crucial na história.

    A mesa contou com representantes da Força Sindical, da Nova Central, UGT e da CUT, CNTM, além da presença de diversos políticos, delegações estrangeiras, secretárias do governo da Bahia, dirigentes estudantis, movimento negro e de mulheres, mostrando a força da central que mais cresce no Brasil.

    Muito festejada foi a presença da presidenta do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia, Maria Agda Aguiar. Ela reforçou a necessidade de os dirigentes sindicais estarem bem preparados para enfrentar a realidade criada pelo governo golpista.

    “Representante sindical tem que chegar à mesa de negociação com altivez”, afirmou. “Está nas mãos dos trabalhadores e trabalhadoras o destino da Justiça do Trabalho. Vamos continuar de pé e de olhos bem abertos”.

    Enquanto Carlos Muller, dirigente da CTB, reafirmou a necessidade de fortalecer as bases do movimento sindical porque “os trabalhadores e as trabalhadoras estão enfrentando o maior ataque da história a seus direitos”.

    O representante do PCdoB, Renato Rabelo defendeu a unidade das forças democráticas para “reverter o caos que estão implantando no país”. Para ele, a saída para o impasse da crise brasileira está na política.

    Já a deputada estadual Fabíola Mansur representou o PSB e defendeu a unidade porque “o PSB tem lado, sempre teve”, o lado da classe trabalhadora. “Querem tirar a nossa esperança, mas nós resistimos”.

    O vice-presidente da CTB, Vicente Selistre disse que “este 4º histórico Congresso deve reverter a barbárie capitalista ultraliberal que ataca o Estado Democrático de Direito”. Ele concluiu que “não há a caminho fora da unidade”.

    Finalmente, Marianna Dias, presidenta da UNE afirmou que “a unidade das centrais sindicais foi essencial para a vitoriosa greve geral de 28 de abril e essa unidade deve se estender a todo o movimento social para vencermos o golpe”.

    Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy - Fotos: Manoel Porto

  • Trabalhadores de todos os cantos do Brasil vão paralisar as atividades na próxima sexta-feira, 30 de junho, para protestar contra as reformas trabalhista e previdenciária, a terceirização e as ameaças de retrocesso representada pelo governo do presidente Michel Temer.

    Na Bahia a ideia é construir um movimento ainda maior que o de 28 de abril, quando paralisamos as principais cidades do estado.

    Na última segunda-feira (26), a CTB Bahia participou de um encontro que reuniu as centrais e entidades da Frente Brasil Popular e os partidos de esquerdas. O objetivo foi agradecer aos senadores da Bahia que votaram contrário a reforma trabalhista:  a senadora Lidice da Mata e o senador Oto Alencar.; e construir uma agenda unitária de lutas.

    Dentro desse calendário rumo à grande mobilização de sexta, as entidades promovem aPlenária da Classe Trabalhadora, no Sindicato dos Bancários da Bahia, nas Mercês; e na quarta-feira (28), uma coletiva de imprensa, no Sindicato dos Bancários, para detalhar a agenda e o movimento do dia 30.

    De acordo com Pascoal Carneiro, presidente da CTB Bahia a expectativa para o movimento é muito boa. "Vamos fazer uma grande greve. Bancários, metalúrgicos, petroleiros, funcionários públicos das três esfera, comerciários têm assembleia hoje para aprovar a adesão à paralisação. Vamos fazer uma grande manifestação as 6 horas da manhã em frente ao Shopping Iguatemi e na Rodoviária; às 15h a concentração é no Campo Grande", convocou o sindicalista.

    O calendário também inclui a realização de uma manifestação no dia 29 em frente ao Tribunal de Justiça para exigir que os assassinos de Paulo Colombiano e Catarina sejam punidos.

    Confira a programação:

    Terça-feira   -  27 de junho

    Panfletagem                                  

    11h –Centro (Piedade)
    16h - Iguatemi
    16h - Lapa        
    18h - Plenária da Classe Trabalhadora, no Sindicato dos Bancários da Bahia, nas Mercês.

    Quarta-feira   -  28 de junho

    6h - Dia Estadual de Mobilização nas Bases (Panfletagem em todas as categorias)    
    10h - Feira de São Joaquim            
    12h - Comércio (TRT)                     
    16h - Liberdade (Plano Inclinado)    
     

    Quinta-feira   -  29 de junho

    9h - Manifestação contra os 7 anos de impunidade dos assassinos de Paulo Colombiano e Catarina Galindo
    Local: em frente ao Tribunal de Justiça – no CAB.
    Sexta-feira   -  30 de junho

    GREVE GERAL     
    6h - Ato no Iguatemi
    15h - Caminhada pelo Centro, com concentração no Campo Grande.

    Portal CTB com CTB Bahia

  • A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil na Bahia (CTB-BA) convoca os sindicatos de Salvador e Região Metropolitana para participar do desfile do 2 de julho, Dia da Independência da Bahia.

    A concentração do bloco da CTB-BA começa às 7h, em frente à estátua de Maria Quitéria, na Praça da Soledade, centro de Salvador. Neste ano, a ideia é unir todos os sindicatos para sair junto, criando um grande bloco dos trabalhadores e trabalhadoras.

    A agenda da classe trabalhadora é o tema principal do bloco da CTB-BA no desfile, além da luta contra as reformas trabalhista e previdenciária e a terceirização ilimitada. O bloco também levantará a voz por Diretas Já.

    Ao final do desfile será realizado um ato político, com apresentações culturais e fala de lideranças, às 13h, no Terreiro de Jesus no Pelourinho, centro da capital baiana, mais uma vez.

    Ouça o Hino ao 2 de julho, Hino da Bahia 

    A história do 2 de julho

    Anterior à declaração da Independência do Brasil por Dom Pedro I, em 7 de setembro de 1822, os baianos já se levantaram contra a coroa portuguesa em 19 de fevereiro do mesmo ano.

    Após a declaração de Independência por Dom Pedro, vários conflitos localizados se espalharam pelo país para a consolidação do processo emancipador.

    Na Bahia, a guerra terminou com a vitória dos baianos somente em 2 de julho de 1823, quando a então província ficou livre dos portugueses e se incorporou à unidade nacional brasileira.

    Quase 200 anos depois, os baianos saem às ruas para defender a nação, a democracia, as conquistas da classe trabalhadora, a justiça e a liberdade.

    Portal CTB com informações da CTB-BA

  • Precedido de plenárias regionais e por segmento, o 4º Congresso da CTB Bahia, que acontece nesta sexta-feira e sábado (09 e 10), vai reunir cerca de 650 delegados e delegadas de diversas categorias para debater conjuntura, plano de lutas e eleger a nova direção estadual. O evento, preparatório ao Congresso Nacional, é considerado um dos maiores da Central e contará com a presença do presidente nacional, Adilson Araújo.

    Ato político do 4º Congresso da CTB Bahia terá transmissão ao vivo nesta sexta-feira (09)


    “Trabalhamos desde o início do ano para construir um grande Congresso, com o envolvimento de todos na discussão do documento base do 4º Congresso Nacional e do plano de lutas para os próximos anos. Para isso, realizamos plenárias em todas as regiões do estado, além de debates por segmento na capital. Agora vamos afinar a discussão para levarmos as nossas contribuições para o Congresso Nacional”, afirmou o presidente da CTB Bahia, Aurino Pedreira.

    Com o tema “Democracia Resistencia e Luta”, o evento começa às 9h de sexta, no Hotel Sol Bahia, no bairro de Patamares, em Salvador. O ato politico de abertura será na sexta às 18h e será transmitido ao vivo pelo site www.ctbbahia.org.br, com reprodução na Fanpage da Central.

    "O Congresso é a instância máxima de decisão da CTB Bahia. É o espaço em que definimos os rumos da nossa Central e os encaminhamentos gerais. Como não é possível a participação de todo mundo, nós investimos na realização de plenárias regionais no interior e por segmentos na capital. Assim, conseguimos garantir que o maior número possível de trabalhadores e trabalhadoras participassem dos debates e dessem sua contribuição para o plano de lutas e o documento base do Congresso Nacional que vai nortear nossas ações pelos próximos anos”, destacou Aurino Pedreira.

    Confira a programação:

    Dia 9 de junho, sexta-feira

    8h –Credenciamento

    9h- Abertura oficial do 4ª Congresso da CTB Bahia

    Composição da mesa diretora do Congresso

    Intervenção cultural

    9h30 – Aprovação do Regimento Interno do 4º Congresso

    10h– Apresentação do Documento Base de 4º Congresso Nacional da CTB

    10h30 – Debate do Documento

    11h30- Intervenção Especial – A importância da comunicação sindical

    12h – Almoço

    13h30 – Retomada do debate do documento base

    16h30 - Intervenção Especial – Sindicalismo classista

    17h- Apresentação do balanço do mandato

    18h – Ato Político

    20h30– Festa de confraternização

    Dia 10 de junho, sábado

    9h – Retomada do debate do Documento Base.

    10h – Fim do credenciamento dos delegados e início do credenciamento dos suplentes.

    10h30 – Apresentação do plano de lutas da CTB Bahia.

    11h– Fim do credenciamento dos suplentes

    11h30 – Invenção Especial – A 4ª Revolução Industrial

    12h – Almoço

    14h- Aprovação do plano de lutas da CTB Bahia e das emendas ao Documento Base

    15h- Eleição da nova direção e Conselho Fiscal da CTB Bahia 2017-2021.

    17h- Encerramento.

    Portal CTB

  • O auditório do Hotel Portobello, em Salvador, está lotado na manhã deste sábado (19) para a 20ª Conferência dos Bancários da Bahia e Sergipe. A mesa de abertura já mostrou o clima de unidade e abrangência do evento, reunindo representantes de centrais sindicais, da Contraf e do governo estadual.

    O presidente da Federação dos Bancários, Hermelino Neto, abriu o evento falando da importância da unidade da categoria em torno da defesa dos direitos garantidos na Convenção Coletiva de Trabalho. “A nossa CCT tem 44 pontos atingidos pela reforma trabalhista, o que representa 61% dos nossos direitos sob ameaça. Precisamos manter a unidade e a disposição de luta mais do que nunca nesta campanha salarial ou perderemos conquistas históricas, ressaltou.

    A mesa de abertura contou com a participação do presidente da CTB-BA, Pascoal Carneiro, e da CTB-SE, Adênito Santos; do presidente da CT Bahia, Cedro Silva; da secretária Estadual de Politica para Mulheres da Bahia, Julieta Palmeira; da representante da Contraf, Magali Fagundes, além da presidenta do Sindicato de Sergipe, Ivânia Pereira, e de Feira, Sandra Freitas, e o presidente do Sindicato da Bahia, Augusto Vasconcelos.

    Fonte: Feebbase

  • Como já é tradição, a CTB-BA participa do carnaval, com presença confirmada na Mudança do Garcia, uma das mais importantes manifestações culturais e políticas do carnaval de Salvador, que existe há mais de 60 anos. O desfile acontece na segunda-feira, dia 12/02, a partir das 13h.

    Mais uma vez, a central, junto com os sindicatos, levam à folia suas bandeiras de luta. Este ano, vai protestar contra as reformas antipopulares do governo Temer, contra o projeto neoliberal que ameaça as riquezas do país e entrega o Brasil ao capital estrangeiro, contra a violência que atinge milheres de mulheres, a imparcialidade da justiça, contra o caso Geddel, entre outros.

    Para o presidente da CTB-BA, Pascoal Carneiro, o carnaval é um importante espaço de manifestação e protesto. Como reúne uma quantidade imensa de pessoas, ajuda a dar visibilidade às lutas e pautas da classe trabalhadora.

    "É um momento de folia e também de protesto, ainda mais nesse momento difícil que o país vive. Precisamos ocupar todos os espaços possíveis para alertar os trabalhadores sobre os prejuízos do governo Temer. Estamos nas ruas para dizer ao presidente ilegítimo que não aceitamos essa reforma da Previdência e que vamos lutar com todas as forças contra a retirada de direitos da classe trabalhadora", afirmou.

    A Mudança do Garcia leva o nome do bairro onde acontece, o Garcia, localizado na região central de Salvador. Mini-trios e charangas circulam pelas ruas do bairro, sem cordas, sem limite de participantes, e reúne diversos movimentos sociais, políticos, comunitários, estudantis, entre outros.

     

    Fonte: CTB-BA

  • Milhares de baianos foram as ruas do centro Histórico de Salvador na manhã deste domingo, para celebrar o 2 de julho, data que marca a independência da Bahia do domínio português, conquistada em 1823. A CTB e diversos sindicatos filiados participaram da festa, levando as bandeiras de luta para o desfile que homenageia os heróis do povo, representados pelo caboclo e a cabocla, que foram os principais responsáveis pela vitória brasileira.

    “Mais uma vez a CTB-BA vem participar desta data tão importante que é o 2 de julho, um dia que tem um espaço para a população vim protestar contra seus direitos, este ano estamos trazendo as nossas bandeiras de luta contra esse governo golpista de Michel Temer, que quer retirar os direitos de todos os trabalhadores e trabalhadoras do nosso país, então pedimos Fora Temer e Diretas Já! ”, ressaltou a vice-presidente da CTB Bahia, Rosa de Souza.

    Com faixas, cartazes e gritos de “Fora Temer”, "Fora ACM Neto” e “Diretas Já! ”, a caminhada saiu da Soledade em direção ao Campo Grande, praça 2 de Julho, com uma parada no Pelourinho que foi realizado um ato político com a presença de entidades do movimento social e sindical, políticos e autoridades públicas.

    Leia mais

    Bloco da CTB-BA comemora o 2 de Julho contra as reformas e por Diretas Já

    Autora da Lei que instituiu o dia 2 de julho como data histórica no calendário das efemérides nacionais, a deputada federal Alice Portugal, falou da importância da participação dos trabalhadores em uma data tão importante como o 2 de julho. “Hoje é um momento de renovar o compromisso com a liberdade. O povo baiano vem às ruas por seus direitos e pelas suas garantias como cidadão e cidadã. Exigimos a saída de Temer e desse governo impostor, que quer tirar os direitos previdenciários e trabalhistas da nossa gente. Vamos garantir as eleições diretas para dar ao povo a valorização que tem que ter o voto popular. Queremos um governo eleito e uma nova agenda", concluiu.

    Data nacional

    O 2 de Julho tem um significado especial para os baianos e para o Brasil. Foi nesta data que em 1823 as tropas brasileiras entraram vitoriosas em Salvador após mais de um ano guerreando contra os portugueses que se recusavam a reconhecer a independência do Brasil em relação à Portugal. Agricultores, escravos e outras pessoas oriundas do povo foram os principais combatentes da Guerra da Independência da Bahia. Dentre os muitos heróis populares, os mais conhecidos são Maria Quitéria, João das Botas e Maria Felipa, que se destacaram nas batalhas.

    Marcivaldo Santos - CTB-BA

  • A CTB-BA, conforme orientação da CTB Nacional, orienta os sindicatos filiados a permanecerem em luta no dia 5 de dezembro e realizarem protestos e manifestações contra a proposta de reforma do governo Temer, que retira o direito de aposentadoria de milhões de brasileiros e brasileiras.

    CTB: Continuaremos nas ruas contra a Reforma da Previdência no dia 5 de Dezembro

    Surpreendida pelo cancelamento da greve geral do dia 5, a CTB discorda da posição adotada pelas demais centrais, uma vez que a luta contra a reforma da Previdência é estratégica para o povo brasileiro, mas, ao mesmo tempo, defende e defenderá a unidade das centrais sindicais, por entender que a luta segue um objetivo comum: a defesa dos interesses da classe trabalhadora.

    “Entendemos ser estratégico aprofundar a dificuldade do governo em arregimentar apoio para votar o projeto que acaba com o direito à aposentadoria do nosso povo. Entendemos que se o governo insistir em votar não nos restará outra alternativa que não seja parar o país”, afirma o presidente nacional da CTB, Adilson Araújo.

    O presidente da CTB-BA, Pascoal Carneiro, conclama a unidade no estado e diz ser necessário manter a mobilização e continuar construindo a greve nacional na reunião desta sexta-feira (1º), às 14hs, no Sindicato dos Comerciários. “Continuaremos a resistência contra o desmonte da Previdência e em defesa dos direitos”, afirmou.

    Fonte: CTB-BA

  • Fundada em 12 de dezembro de 2007 num congresso realizado em Belo Horizonte (MG) a CTB celebra nesta quarta-feira seu 11º aniversário.

    São 11 anos de luta em defesa dos direitos da classe trabalhadora, por um projeto nacional de desenvolvimento fundado na democracia, na soberania e na valorização do trabalho e contra a ofensiva das forças conservadoras, o golpe de Estado disfarçado de impeachment e a agenda de restauração neoliberal imposta pelo governo ilegítimo presidido por Temer.

    Apesar das adversidades e dos ataques sofridos pela classe trabalhadora e o movimento sindical nos últimos anos, a trajetória da nossa central classista desde 2007 foi de contínuo crescimento e consolidação. Tendo inaugurado sua existência com cerca de 600 entidades sindicais na base, hoje a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil conta com mais de 1200, um crescimento de 100% no período

    O êxito político e organizativo se explica pela coerência na defesa de seus princípios e a participação ativa e incansável na linha de frente das batalhas de classes que se verificaram no período. Daí a credibilidade no movimento sindical e entre as forças progressistas da nossa sociedade.

    Defesa do socialismo

    O que diferencia a CTB é o compromisso inarredável com os interesses imediatos e futuros da classe que representa: a defesa do Direito do Trabalho, da valorização dos salários, redução da jornada, trabalho decente, a luta contra a exploração do trabalho análogo ao escravo e do chamado trabalho infantil, contra a exploração capitalista e por uma sociedade sem exploradores e explorados, a defesa do socialismo e de um projeto nacional de desenvolvimento com democracia, soberania e justiça social.

    Entre as realizações e conquistas da CTB, sempre em aliança com as demais centrais e os movimentos sociais, destaca-se a realização da 2ª Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat), que reuniu mais de 30 mil sindicalistas das cinco maiores centrais sindicais do país no Pacaembu (SP) em 1º de junho de 2010 e aprovou a “Agenda da classe trabalhadora por um novo projeto nacional de desenvolvimento com democracia, soberania e valorização do trabalho”.

    Conclat

    A Conclat foi originalmente proposta pela CTB no congresso fundação. Nossa Central teve também relevante participação nas marchas da classe trabalhadora, nas Marchas das Margaridas, na luta pela reforma agrária e o fortalecimento da agricultura familiar, pela redução dos juros, em defesa das aposentadorias, contra a terceirização irrestrita e contra a reforma trabalhista de Michel Temer.

    No campo das relações internacionais, nossa Central teve destacada participação na Federação Sindical Mundial e organizou em São Paulo um Simpósio internacional e um Ato mundial anti-imperialista na comemoração dos 70 anos da FSM em 3 de outubro de 2015. A CTB também é uma das fundadoras e líder do Encontro Sindical Nossa América (Esna), que congrega sindicalistas de vários países latino-americanos e caribenhos.

    Os cetebistas estiveram na linha de frente da greve geral de 28 de abril de 2017 e não vacilaram em denunciar, desde o início, o golpe de 2016, alertando e mobilizando suas bases contra o processo de restauração neoliberal e consequente desmantelamento dos direitos trabalhistas e da seguridade social, enfatizando a defesa do SUS e da educação pública, laica e gratuita. A CTB integra o Fórum das Centrais e as Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo e celebra o seu 11º aniversário reiterando o compromisso de defender intransigentemente a causa dos trabalhadores e trabalhadoras, o desenvolvimento nacional soberano e o Socialismo, uma necessidade histórica que se transforma em imperativo do nosso tempo face à grave crise que abala o sistema capitalista internacional e que requer a construção de uma frente ampla de resistência para superá-la e evitar a barbárie.

    São Paulo, 12 de dezembro de 2018

    Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

  • A CTB Bahia reuniu a sua direção nesta terça-feira (14/12), em Salvador, para avaliar as ações de 2016 e planejar as ações para os primeiros meses de 2017. O encontro foi realizado na Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, no Centro, e contou ainda com a participação de alguns convidados, como o presidente do estadual PCdoB, Davidson Magalhães, que fez uma exposição sobre a conjuntura política e econômica, diante dos ataques sistemáticos do governo ilegítimo de Michel Temer aos direitos sociais e trabalhistas.

    “Fizemos um balanço positivo das ações da CTB durante um período conturbado de grave crise econômica e política no país, no qual o protagonismo da Central foi importante nas manifestações ocorridas. Ao mesmo tempo, fizemos um balanço objetivo das atividades das secretariais, colocando aquilo que avançou, o que ficou comprometido com a situação e o que precisa de correções”, informou o presidente da CTB Bahia, Aurino Pedreira.

    Neste balanço, o que chamou atenção foi o número de ações realizadas pela CTB Bahia em 2016, 56 ao todo. Foram três cursos de formação, sendo um em Itabuna; três seminários estaduais; 40 atividades de ruas, muitas em parceira com as frentes e as centrais sindicais, além da participação em manifestações tradicionais como o Bonfim, Mudança do Garcia, 2 de Julho e Grito dos Excluídos. Isso sem contar, os atos puxados pelos sindicatos filiados e os eventos de outras entidades em que a CTB também se fez presente.

    O encontro serviu ainda para traçar um esboço de planejamento para 2017, com destaque para a realização do 4º Congresso Estadual da CTB, que deve acontecer em junho, e o Congresso Nacional da Central que também será na Bahia, no mês de agosto.

    “Sinalizamos também a agenda para 2017, que é a continuidade da trincheira de lutas nas ruas para defender os direitos dos trabalhadores, com uma interação cada vez mais forte com as frentes, os movimentos sociais e as demais centrais. Uma CTB mais forte, mais atuante e cada vez mais organizada, este é o espirito que estamos tentando construir até o fechamento do mandato desta direção, que vai se encerrar até julho de 2017”, ressaltou Aurino.

    Fonte: CTB-BA

  • Vivemos um momento de retrocessos históricos com o governo ilegítimo. Apregoa crise da previdência,mas sabemos que isso não condiz com a realidade. As estatísticas mostram como o déficit da previdência é um mero argumento para acabar com a nossa aposentadoria e a seguir com todos os direitos da classe trabalhadora.

    Quero chamar a atenção especialmente das mulheres porque somos nós as que mais sofremos as consequências das crises do sistema capitalista. E somos nós que mais sofreremos com essa onda de retrocessos que proposta por esse governo neoliberal, a serviço do sistema financeiro internacional.

    Precisamos entender o que está posto, não existe déficit na Previdência Social, o superávit da seguridade social em 2015 foi de R$ 23,9 bilhões, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mesmo assim, o governo anuncia pretende mudar as regras da seguridade social e isso pode acabar com a possibilidade de muitos trabalhadores e trabalhadoras se aposentarem.

    Profundamente lamentável e irresponsável o projeto do governo Temer. Tratar a questão da previdência isolada da questão da seguridade e tratar as contas como uma questão de mercado e não de direito conquistado, e um desrespeito a quem sustenta este país com o suor do seu trabalho.

    Enquanto operária metalúrgica fico indignada só de pensar na proposta de igualar a idade mínima de contribuição entre mulheres e homens para a aposentadoria, a pior de todas é a que justifica a idade, tentando dizer que as mulheres de 60 anos têm expectativa de viver até os 82 anos, enquanto os homens vivem, em média 79 anos, conforme dados do IBGE.

    Nós mulheres eramos 56,1% das beneficiárias da previdência, mas o valor somado dos benefícios recebidos pelas mulheres representou somente 51,2% do valor total pago, ou seja, o valor médio de benefício das mulheres é menor que o valor médio pago aos homens. Sem contar que trajetória profissional das mulheres não é igual a dos homens e isso reflete em condições de trabalho, diferenças salariais, responsabilidades domésticas e de cuidados que impactam diretamente sobre a forma como entram e permanecem no mercado de trabalho sem contar que nós mulheres respondemos pela maior parte dos afazeres domésticos e não é novidade a desvantagem na distribuição desses afazeres entre os sexos que na maior parte das vezes impõe às mulheres aceitar ou buscar empregos cujas jornadas sejam parciais.

    Mais bizarra ainda é a mudança que está proposta para a aposentadoria das mulheres rurais, que significou uma grande conquista da nossa Constituição Cidadã, promulgada em 1988. A aposentadoria para as trabalhadoras rurais foi uma das maiores políticas de distribuição de renda dos últimos anos. Reforçado ainda com a valorização do salário mínimo (que hoje é reajustado por uma fórmula que associa a evolução do PIB à inflação) a partir de 2003,ams que o governo golpista está desrespeitando e reajustando abaixo da inflação.

    É importante também dizer que as trabalhadoras rurais têm um cotidiano de trabalho que não é considerado e valorizado aos olhos do mercado, mas que é essencial para a a produção de alimentos e reprodução da vida.

    O Governo ilegítimo de Temer quer mudar a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) propondo inclusive a prevalência do negociado sobre o legislado e isso significa o fim de direitos como férias, 13º salário, licença maternidade, descanso semanal remunerado, ou seja, o fim de direitos historicamente conquistados.

    Por essas e outras razões, nós mulheres nos posicionamos contra a reforma da previdência. Não aceitaremos a obirgação de contribuir pelo menos 49 anos ininterruptamente para nos aposentarmos com 65 anos e idade. 

    Finalizo com um trecho do prefácio escrito por Mary Castro no livro "As Faces do Feminismo", de Loreta Valadares. "Gênero é sistema de significação, com materialidades próprias, que se dão hoje em tempos de sociedade estruturada em classes sociais. Claro que à medida que o capitalismo mais apela para a "coisificação" das relações sociais, a ideologia do consumo, a micropolítica do poder e para uma ideologia do consumo, a micropolítica do poder e para uma ideologia narcísea, individualista, cultura, e economia se retroalimentam".

    Flora Brioschi é do Coletivo de Formação da CTB-BA e dirigente da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Indústria Metalúrgica do Estado da Bahia.

    Os artigos publicados na seção “Opinião Classista” não refletem necessariamente a opinião da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e são de responsabilidade de cada autor.

  • A professora Marilene Betros, dirigente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), afirma ao Portal CTB que o 4º Congresso Nacional da CTB debaterá os efeitos dos cortes orçamentários na educação e como salvar esse setor essencial para o desenvolvimento do país.

    Ela explica que a CTB realiza seu Congresso em uma conjuntura adversa, "com essa ofensiva do capital sobre o trabalho". Neste momento, "a educação pública está ameaçada. O presidente ilegítimo retira investimentos e diz que está cortando gastos, como se investir em educação não fosse essencial para a nação", diz. Por isso, "o movimento educacional se organiza para mostrar que educação deve ser prioridade absoluta".

    E como o Ministério da Educação (MEC) cancelou a Conferência Nacional de Educação, os profissionais na área, criaram a Conferência Nacional Popular de Educação (Conape) e o Fórum Nacional Popular de Educação para "barrar os retrocessos e colocar a educação no centro do debate da política nacional".

    A professora, que também é dirigente da APLB-Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado Bahia e da CTB-BA, ataca o proejto Escola Sem Partido. "Esse projeto tenta tirar a essência da educação, que dever ser um processo aberto. A educação deve dar liberdade de pensar". conclui.

    Assista o depoimento de Marilene Betros

     

  • O presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo, é um dos debatedores da palestra “A Crise e o Desenvolvimento Nacional”, ministrada pelo economista e professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Luiz Gonzaga Belluzzo, nesta sexta-feira (7), às 9h da manhã, na sede da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB). 

    O evento é uma realização do deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB-BA), e contará com a participação do ex-governador da Bahia e ex-ministro, Jaques Wagner, o reitor da Universidade Federal da Bahia, João Carlos Salles, e o presidente do Conselho Regional de Economia (Corecon), Gustavo Casseb Pessoti, Marianna Dias, presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), e Antonio Alban, presidente da FIEB.

    Como convidado, o presidente da CTB falará sobre a crise econômica e política do país, que paralisa o futuro de nação e qualquer horizonte de retomada do desenvolvimento. As reformas trabalhista e da previdência também serão tema de debate.

    Portal CTB com CTB-BA

  • Para marcar o Dia Internacional da Mulher, comemorado nesta quarta-feira (8), centrais sindicais e representantes de movimentos sociais promoveram diversas manifestações pelo país durante todo o dia.

    Em Salvador, mulheres, homens, jovens, crianças e idosos saíram do Campo Grande, no centro da cidade, em direção ao bairro do comércio, com faixas e cartazes com dizeres como "Mulheres na rua contra a reforma da previdência. Diga não à violência contra a mulher”.

    Várias entidades defenderam uma reforma política democrática com igualdade de gênero, protestaram contra a reforma da Previdência, a violência, o racismo, e a luta contra a retirada de direitos.

    Durante a macha a percussão dos tambores femininos deram o tom às canções de resistência da mulher. " Mulheres unidas jamais serão vencidas. Ôh abre-alas que as mulheres vão passar”. Diz uma das canções que as mulheres cantaram durante o ato.

    Em sua fala a vice-presidenta da CTB-BA, Rosa de Souza disse que as mulheres continuam no processo de serem secundarizadas. “Continuamos na briga pela igualdade e oportunidade no mercado de trabalho, a equiparação salarial, as mesmas condições nos cargos de chefia, são bandeiras importantes que temos que defender não só hoje no dia internacional da mulher e sim todos os dias”.

    Rosa disse também que neste dia as mulheres trabalhadoras não se unem só para celebrar a data e sim para defender a democracia. “Não vamos aceitar esse golpe, não admitimos uma reforma na Previdência que seja contra a vida da sociedade, em especial contra a vida das mulheres. Esse governo golpista desconsidera a realidade das mulheres em nosso país, nas triplas jornadas de trabalho”, concluiu.

    Fonte: CTB-BA

  • Centrais sindicais, sindicatos e movimentos sociais já estão com todo gás na divulgação do ato que será realizado na sexta-feira (22), o Dia Nacional de Luta e Mobilização Contra a Reforma da Previdência.

    A CTB Bahia convoca todos para uma panfletagem que será realizada na Estação da Lapa, nesta segunda-feira (18), a partir das 16h.

    O panfleto, elaborado conjuntamente pelas centrais sindicais, conta seis mentiras que estão sendo contadas sobre as mudanças na previdência.

    1 - A reforma previdência vai ser boa para o País. MENTIRA!

    Eles querem trocar o atual modelo de repartição pelo modelo de capitalização em contas individuais. Hoje essa contribuição é feita entre você, o patrão e o governo. No modelo de capitalização proposto por Bolsonaro, você ficará por sua conta e seu dinheiro será administrado por seguradoras, fundos de pensão e pelos bancos, da forma que eles bem entenderem. Taxas abusivas? Problema seu! Se o banco falir? O problema é todo seu! Você ficará desprotegido e ganhará menos da metade de um salário mínimo.

    Quer ver um exemplo? Hoje, se você contribuir com o mínimo exigido por 35 anos, você receberá um salário mínimo. Com a reforma de Bolsonaro, se você passar 35 anos contribuindo com R$ 100, você receberá R$ 234. Ou seja, não vai conseguir nem sobreviver!

    2- A reforma foi um sucesso em outros Países. MENTIRA!

    Depois de 30 anos da mesma reforma, os idosos de Chile, Colômbia, México e Peru vivem na extrema miséria. A reforma fracassou nesses lugares! Eles não possuem dinheiro para moradia, comida, remédios... O resultado disso é um alto índice de suicídios. Isso mesmo: é preferível morrer do que viver numa situação de extrema miséria!

    3- O povo tem privilégios demais. MENTIRA! COMO ELES PODEM DIZER ISSO?

    Que povo é esse com privilégios? A gente trabalha a vida toda, atura o mau humor do patrão, passa mais de duas horas no transporte público, nem sempre tem aumento de salário e, mesmo assim, não deixa de contribuir com a aposentadoria. E onde está o privilégio nisso, se a média da aposentadoria dos brasileiros é pouco mais de R$ 1.300? Eles querem te convencer de que a reforma é um mal necessário e colocar a dívida pública no seu bolso!

    4- A reforma vai acabar com as grandes aposentadorias. MENTIRA!

    Na proposta entregue por Bolsonaro, é falado brevemente sobre uma possível mudança para deputados e senadores. Atualmente, políticos, juízes e militares possuem aposentadorias milionárias. Mas esse ponto da reforma será decidido pelos próprios parlamentares. E você acha que eles vão votar a favor de quem?

    5- Ninguém vai mexer na idade e no tempo de contribuição. MENTIRA!

    Bolsonaro vai aumentar, sim, a idade e o tempo de contribuição para se aposentar. Vai funcionar da seguinte forma: a idade mínima será de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens. Se você quiser se aposentar com 100% do salário, terá de contribuir por 40 anos. Moleza ter que trabalhar até os 80 anos, né mesmo?

    Professores, funcionários públicos, trabalhadores rurais, pensionistas, serão ainda mais prejudicados com o aumento do tempo de contribuição e de idade para se aposentar.

    6- Existe um rombo na previdência. MENTIRA! NÃO HÁ DÉFICIT!

    O que não te contam é que o grande problema da previdência são os calotes das grandes empresas que acumularam, até 2015, uma dívida de R$ 375 BILHÕES, mais que o dobro do falso rombo de R$ 149 bilhões que o governo utiliza para justificar a reforma.

    O governo perdoa a dívida dos ricos, mas vai você ficar devendo pra ver o que acontece!

    Panfletagem contra a reforma da Previdência

    segunda-feira, 18, a partir das 17h

    Estação da Lapa

  • O ano de 2018 foi um ano de muita luta para os trabalhadores. O presidente da CTB Bahia, Pascoal Carneiro conta um pouco sobre essas lutas enfrentadas pelos trabalhadores, sindicatos e centrais sindicais, mas também fala das conquistas do ano de 2018, seu mandato a frente da CTB que é considerado como ‘Pé na estrada’. Confiram a entrevista.

    QUAIS OS PRINCIPAIS DESAFIOS ENFRENTADOS PELOS TRABALHADORES NO ANO DE 2018?

    Pascoal Carneiro - Os principais desafios foram à terceirização votada no congresso nacional, que passou a ter terceirização desenfreada no país, diminuiu muito o número de trabalhadores com carteira assinada, com isso conseqüentemente teve trabalho mais precário para os trabalhadores. O segundo desafio enfrentado pelos trabalhadores no ano de 2018 foi a reforma da CLT, que acabou com a nossa velha e boa CLT, isso dificultou muito para os trabalhadores e enfraqueceu a luta dos sindicatos com o fim da contribuição sindical, então isso foi uma dificuldade muito grande.

    E PARA O MOVIMENTO SINDICAL, QUAIS FORAM ÀS DIFICULDADES?

    Pascoal Carneiro - Para o movimento sindical vem de todas as conseqüências que foram citadas, a terceirização; a reforma trabalhista e o fim da contribuição sindical obrigatória enfraqueceram o movimento sindical, pois retirou recursos e fundos dos sindicatos e sem recurso não tem como o sindicato fazer mobilizações, foi um ano que as centrais sindicais tiveram que fazer muitos atos de protesto e conseqüentemente acabaram todos os recursos dos sindicatos e isso dificultou e muito para o movimento sindical fazer a luta dos trabalhadores.

    COMO VOCÊ AVALIA A SUA GESTÃO A FRENTE DA CTB BAHIA NO ANO DE 2018?

    Pascoal Carneiro - 2018 foi o meu primeiro ano da minha gestão à frente da CTB Bahia e mesmo com as dificuldades citadas, não esquecemos das lutas. Realizamos vários atos de protestos, o 1º de maio de 2018 foi um dos maiores que fizemos na história aqui na Bahia, para citar um exemplo. Portanto foi um trabalho muito grande à frente da CTB, reestruturamos dívidas; organizamos as regionais; enxugamos a máquina; fizemos a luta foi um grande êxito para nós.

    O QUE VOCÊ DESTACARIA PARA A CTB BAHIA COMO MAIS IMPORTANTE NO ANO DE 2018?

    Pascoal Carneiro - Eu acho que o mais importante para a CTB em 2018 foi exatamente o crescimento da CTB nas regionais, nós crescemos muito, mantivemos nossos sindicatos, não perdemos nenhum deles, e com isso aumentamos a nossa presença nas regionais, por tanto o crescimento da CTB, filiação de novos sindicatos, organização das nossas regionais isso foi uma marca muito grande que fizemos nesse mandato no ano de 2018, foi chamado um pé na estrada que eu falei em minha posse, que a CTB seria pé na estrada, e em um ano de mandato conseguimos isso, por tanto eu acho que o mais importante as lutas que nós desenvolvemos, conseguimos barrar a reforma da previdência do governo Temer que queria aprovar de qualquer jeito, por tanto considero que barrar a reforma da previdência, estruturar a CTB nas regionais foi um grande feito do meu mandato na CTB em 2018.

    COMO A CTB ESTÁ SE PREPARANDO PARA ENFRENTAR O GOVERNO DE JAIR BOLSONARO, QUE VEM DEMONSTRANDO DIVERSAS VEZES SER CONTRA OS DIREITOS TRABALHISTAS E O MOVIMENTO SINDICAL?

    Nós vamos enfrentar esse governo com muita unidade, muita política e muita perseverança, o povo está meio anestesiado, esse governo tem 29 dias de mandato, não conseguimos ainda mostrar  ao povo os males desse governo, ele está trabalhando nos bastidores para apresentar a sociedade reformas que eles consideram importantes, que o povo não percebeu ainda que vai ser difícil para todos nós, portanto para enfrentar as reformas que ele está apresentando, tendo duas como principais; a reforma da previdência onde ele vai aumentar o tempo de contribuição vai fazer uma reforma diferente, por capitalização para atender o mercado e só o trabalhador vai pagar a previdência, ou seja vai ser muito ruim para os trabalhadores, e é muito difícil a gente explicar para o trabalhador no Brasil que é uma previdência solidária e o que é uma previdência de capitalização isso nós vamos ter que fazer com muita maestria muita capacidade  e muito convencimento da sociedade e mostrar que todos esses dados que rede globo e os canais de comunicação mostram são mentirosas, a previdência não déficit, querer colocar a dificuldade do crescimento econômico sobre a previdência isso é uma mentira que nós vamos ter que desfazê-la, uma mentira contada várias vezes para você mostrar a verdade é muito complicado, mas nós vamos ter que fazer isso. Por tanto reforma da previdência vai ser uma batalha dura que nós vamos ter que enfrentar agora em 2019, outra batalha que eu considero que vai ser muito difícil é o problema da PEC 300, que ela liquida de vez os direitos dos trabalhadores vai acabar com a CLT e vai criar a tal carteira de trabalho verde e amarela, onde o trabalhador não vai ter direito algum, não vai ter direito a férias, a décimo terceiro, ao descanso semanal remunerado, e consequentemente não vai ter direito a aposentadoria por que a reforma da previdência já foi feita, segundo o que o governo Bolsonaro pensa fazer, nós vamos ter que mostrar todas as falcatruas desse governo e mostrar para a sociedade, as centrais sindicais já estão preparando reuniões para organizar nossas lutas unitárias.

    O ano de 2019 vai ser um ano de nos organizamos para essa batalha, nossas lutas vão ser nas praças, nas ruas para que a nossa voz chegue até o parlamento para ver se a gente consegue fazer com que os deputados não apliquem uma legislação onde acaba com todos os direitos que cria só fortalecimento do capital, se não tiver união do capital e do trabalho não tem crescimento econômico e essa harmonia significa que trabalhador tem que ter seus direitos, é preciso muita unidade ara enfrentar esse governo.

    CTB A LUTA É PRA VALER!

    CTB Bahia

  • Ainda atônito com a profundidade das alterações, escrevo esse texto a pedido de inúmeros alunos, colegas e amigos que pediram minha opinião sobre a Reforma da Previdência do governo Bolsonaro. Não pretendo esgotar o assunto, pois isso demandaria um artigo mais extenso e resolvi centrar fogo no que considero mais perverso.

    Evidente que precisamos enfrentar privilégios do andar de cima e identificar soluções, sobretudo para os Regimes Próprios, que deêm sustentabilidade financeira. Porém não podemos aceitar a armadilha que o governo tem criado de caracterizar que a Seguridade está deficitária, enquanto vultuosos recursos previstos constitucionalmente (CSLL, receita de loterias, tributos sobre importação) não são repassados à seguridade social. Ao mesmo tempo, grandes devedores não são cobrados de maneira eficiente e dos recursos que sobram, parte deles ainda são desviados através da Desvinculação de Receitas da União. 

    A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Reforma da Previdência, além de alterar parâmetros de idade, tempo de contribuição e valor dos benefícios, introduz uma mudança estrutural de grandes proporções, colocando em risco o pacto de solidariedade. A previsão do sistema de capitalização, transfere para o indivíduo e sua relação com bancos e agentes financeiros a tarefa de assegurar sua própria proteção. 

    A experiência negativa do Chile já deveria servir de lição ao Brasil. Lá os índices de suícidio e depressão aumentaram substancialmente quando os primeiros Aposentados, sob o regime de capitalização, perceberam que os valores recolhidos ao longo da vida jamais lhe possibilitariam assegurar um sustento digno. Basta fazer um raciocínio matemático para identificar que neste modelo, os que ganham menos não conseguem reunir um estoque de contribuições suficientes para uma aposentadoria que garanta a sobrevivência. 

    Quando foram criados os primeiros sistemas de Seguridade Social, notadamente no final do século XIX e início do século XX, com os Planos Bismarck na Alemanha e Beveridge na Inglaterra, o pressuposto era de que a sociedade iria se cotizar para pagar benefícios que protegessem mutuamente seus cidadãos. Por esta ideia, por exemplo, um trabalhador que sofre um acidente no primeiro dia de trabalho, ainda que não tenha realizado nenhuma contribuição, receberá um benefício previdenciário, pois não é humanamente aceitável deixá-lo desamparado. Da mesma forma, não seria justo transferir para uma mulher grávida a responsabilidade de se auto-proteger sem qualquer amparo social. Assim, enquanto sociedade, decidimos coletivamente criar o salário-maternidade e outros benefícios para minimizar os impactos financeiros dos infortúnios. 

    A Previdência, como foi construída ao longo da história, representou um gigantesco avanço civilizacional, onde a proteção seria coletiva, solidária. Com o regime de capitalização, podemos sofrer uma regressão em séculos. 

    Na PEC apresentada ao Congresso, a previsão é de que o sistema de capitalização vai coexistir com o atual Regime Geral de Previdência, já profundamente alterado e com regras muito mais difíceis de serem alcançadas para obter um benefício. Contudo, quem não se lembra quando o FGTS foi implantado em substituição à estabilidade decenal que vigorava até então. Em pouco tempo o que era optativo tornou-se obrigatório levando à extinção do modelo anterior. 

    Esse é o grande perigo dessa reforma. Paulo Guedes, com histórico de fortes ligações com o Sistema Financeiro, faz assim uma verdadeira guinada de paradigmas da Previdência no Brasil. Podemos verificar em poucas décadas, caso esse sistema seja aprovado, uma verdadeira dilaceração da proteção social, aprofundada por uma Reforma Trabalhista que desregula e retira direitos. Estamos diante da iminência de uma tragédia de grandes proporções, com uma legião de pobres desprotegidos e sem qualquer perspectiva de futuro. 

    O fim da Aposentadoria por tempo de contribuição, o aumento da idade e redução do valor dos benefícios, irá penalizar a sociedade como um todo, especialmente as mulheres, que possuem ainda maiores dificuldades de acesso ao mercado de trabalho formal e, portanto, passam mais tempo em média sem contribuir. 

    São bilhões em jogo, com poderosos interesses. Reivindicamos o respeito ao diálogo democrático para evitar que um punhado de corporações se sobreponha aos interesses da Nação! 

    * Augusto Vasconcelos é Presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Advogado, Professor de Direito Previdenciário. Mestre em Políticas Sociais e Cidadania (UCSAL), Especialista em Direito do Estado (UFBA).

  • Uma das secretarias criadas no 4º Congresso Nacional da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadora do Brasil) foi a de Políticas Educacionais, assumida pela professora baiana Marilene Betros.

    Para ela, já era hora de a CTB ter essa secretaria para mostrar que a educação é a base de tudo. “Um país que investe em educação tem um retorno sem parâmetros para o seu futuro. Investimentos na educação pública melhoram inclusive o mundo do trabalho com profissionais mais qualificados e conscientes de seus direitos”.

    Betros, que é dirigente da CTB-BA e da APLB-Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia, afirma que uma educação pública, laica e de qualidade pode trazer “um novo olhar para todos os problemas existentes” e dessa forma “encontrar soluções democráticas, que privilegiem a liberdade e os direitos humanos, respeitando as diferenças e a vida”.

    Principalmente, diz ela, “para a juventude decidir livremente o seu caminho e o seu futuro”. A sindicalista lembra ainda que o Brasil é carente de mão de obra qualificada em muitas áreas. Por isso, “cabe à nova secretaria da CTB trazer à tona debates que proporcionem luz sobre as necessidades dos nossos jovens e suas visões de mundo e de como se relacionam com o trabalho e a sociedade”.

    Para a CTB, de acordo com Betros, “a educação é a mola propulsora do desenvolvimento autônomo da nação”. Justamente agora que a “educação pública está sob ataque cerrado do governo golpista”.

    “O nosso objetivo com a Secretaria de Políticas Educacionais é instrumentalizar o movimento sindical e a nossa central para a luta contra esses ataques e lutar pela valorização profissional e por uma educação democrática, como deve ser em um país civilizado”.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • O Sindicato dos trabalhadores de Supermercados (SintraSuper), elegeu, nos dias 16 e 17 de maio, sua primeira presidente mulher, a dirigente e vice-presidente da CTB Bahia, Rosa de Souza.

    Mesmo com só uma chapa inscrita ao pleito, os trabalhadores associados de supermercados mostraram a sua confiança a uma mulher guerreira que vem lutando diariamente para melhorias da categoria. “Rosa é uma mulher que está sempre na luta com a gente nos supermercados, merece esse voto de confiança da gente, sabemos que ela não irá nos decepcionar, pois ela é uma mulher que não desiste da luta fácil, e continua até conseguir o que deseja”, disse Eliene Santos funcionaria de supermercado.

     

    rosadactb

     

    Rosa falou o orgulho de ser a primeira mulher a presidir o sindicato. “ Eu sempre estive presente e colaborei com o sindicato como dirigente e pude aprender muito, hoje é com muito orgulho que assumo essa missão de presidir o sindicato, mostrando que mulher também está sempre pronta para a luta”.

    A gestão da presidente eleita será de 2019 até 2023, a posse será no mês de junho.

     

    Com informações de ctbbahia.org.br