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Qua, Jul

CTB-MG

  • A jornalista da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Minas Gerais (CTB-MG), Mariana Arêas, informa que a Greve Geral em defesa dos direitos da classe trabalhadora parou Minas Gerais nesta sexta-feira (30).

    Os metroviários de Belo Horizonte aderiram 100% à greve, assim como os profissionais da educação e da saúde. Os trabalhadores e trabalhadoras das estatais Cemig e Copasa também aderiram totalmente à paralisação e reforçam as manifestações pelas ruas da capital mineira.

    ctb mg bh 30 06 2017

    Ela conta ainda que a principal manifestação aconteceu às 12h na Praça Sete, centro de Belo Horizonte e depois as trabalhadoras e trabalhadores seguiram em passeata até a Assembleia Legislativa, onde acontece à tarde uma audiência pública para denunciar os riscos das reformas à classe trabalhadora e ao país.

    Portal CTB

  • No próximo dia 25 (quinta-feira), o crime cometido pela Vale, na cidade de Brumadinho-MG, completa três meses. Com o objetivo de não deixar essa data cair no esquecimento e, ao mesmo tempo, cobrar punição dos responsáveis, as centrais sindicais irão realizar uma série de atividades no município. A CTB-MG convida todos os sindicatos filiados e a militância em geral para participar das atividades neste dia.

    Os eventos terão ainda a promoção da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), do Fórum Sindical e Popular de Saúde e Segurança do Trabalhador (FSPSST/MG), ISEM/UFMG e da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais (Fetaemg).

     

    Programação

    Data: 25 de abril de 2019 – Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidente do Trabalho

    Local: Casa Nova Eventos – Rodovia Augusto Diniz Murta, s/n, próximo ao trevo. Em frente a Estrada Real – Parque Hotel

    9h – Abertura cultural:

    “Hino Nacional, instrumentista da Orquestra da Casa de Acolhimento Luz da Eternidade, de Brumadinho.

    “Dor de Lama”, com Leci Strada, Alexandre Salles e Orquestra da Casa de Acolhimento Luz da Eternidade, sob regência do Maestro Júlio Santos.

    “Um Canto para Brumadinho”, com Rayana Toledo, Mayra Tardeli e Márcio Martins

    9h30 – Audiência Pública da Comissão de Trabalho, Previdência e Assistência Social da Assembleia Legislativa de Minas Gerais

    12h25 – Culto Ecumênico em memória das vítimas da Vale

    13h – Lançamento do Documentário sobre barragens

    13h15 – Manifestação das Centrais Sindicais e Movimentos Sociais pelo Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidente do Trabalho

     

    Com informações de ctbminas.blogspot.com

  • Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) oficializou nesta quarta-feira (5), em solenidade no Salão Nobre, a retomada das atividades da Comissão Extraordinária das Mulheres. O objetivo é dar prosseguimento às atividades no Parlamento mineiro especialmente destinadas à defesa dos direitos dessa parcela da população.

    A comissão atuou no último biênio, em uma ação pioneira no Legislativo em todo o país. Nesse período, foi realizada uma série de debates e audiências públicas sobre a situação das mulheres no estado e a necessidade de maior participação feminina na política.

    O presidente da ALMG, deputado Adalclever Lopes (PMDB), oficializou a instalação da comissão e passou a condução dos trabalhos à deputada Marília Campos (PT), designada para comandar as suas atividades. Em seu pronunciamento, Adalclever Lopes reafirmou sua certeza de que o trabalho da comissão vai ser novamente reconhecido nacionalmente.

    Marília Campos, por sua vez, destacou o comprometimento do Parlamento mineiro com as bandeiras das mulheres e anunciou os temas que receberão especial atenção da comissão, entre os quais a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 16/15, que busca garantir a presença feminina na Mesa da Assembleia, a luta contra o preconceito, a discriminação e a violência doméstica.

    A deputada também defendeu que a comissão, como um espaço privilegiado de mobilização e organização dos movimento ligados às causas das mulheres, deixe de ser extraordinária.

    Igualdade de gênero ainda é desafio nas instâncias de poder

    Ao ratificar a importância da comissão, as deputadas Geisa Teixeira (PT), Celise Laviola (PMDB) e Rosângela Reis (Pros) abordaram a baixa representatividade feminina na política. Apesar de as mulheres representarem 52 % da população brasileira, são apenas seis deputadas em um universo de 77 parlamentares na ALMG, por exemplo.

    Na opinião da coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher da Universidade Federal de Minas Gerais (Nepem/UFMG), professora Marlise Matos, a comissão extraordinária tem justamente como grande missão a luta para despatriarcalizar os espaços de poder.

    Na sua visão, essa bandeira se reveste de um significado mais amplo no momento político atual brasileiro. “Nosso País não possui mais um sistema democrático. Que as mulheres sejam capazes de retornar com a democracia”, afirmou.

    Confirme destacou a deputada Geisa Teixeira, a comissão tem um papel preponderante para legitimar essas e outras demandas. Já Rosângela Reis, que presidiu a comissão nos últimos dois anos, lembrou o trabalho desenvolvido no período em prol do aprofundamento dos temas prioritários para as mulheres e a democratização das discussões, para reiterar seu compromisso com a causa.

    Apoio

    Os deputados Tadeu Martins Leite (PMDB), membro efetivo da comissão, Elismar Prado (PDT) e Rogério Correia (PT), em síntese, salientaram que a luta contra o machismo ainda tão arraigado na sociedade não tem gênero, que ela precisa do envolvimento de todos para ser consolidada.

    Como exemplo de uma medida a ser combatida, Rogério Correia citou a reforma da Previdência, que prevê a igualdade para os critérios de aposentadoria de homens e mulheres, apesar da jornada dupla feminina, caracterizada pelos afazeres domésticos, uma realidade em muitos lares do país.

    Políticas públicas para mulheres precisam ser priorizadas

    Representando o governo do estado, a subsecretária de Política para as Mulheres da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania, Larissa Amorim, abordou a importância de a sociedade acompanhar e cobrar o desenvolvimento de políticas públicasvoltadas para as mulheres.

    Ela lembrou que, no segundo semestre, será encaminhado à ALMG o projeto de lei orçamentária anual, com a previsão de recursos para as ações do governo – uma forma de a sociedade saber para onde estão sendo direcionados os repasses do Executivo.

    Violência

    Em relação à violência física, moral e psicológica praticada contra as mulheres, a desembargadora Kárin Emmerich, superintendente da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça do Estado, ponderou que o apoio do poder público e da sociedade é mais importante para o combate a esse crime do que a aprovação de novas leis.

    Isso porque, apesar dos dados alarmantes sobre as agressões sofridas pelas mulheres, o Brasil possui um arcabouço legal respeitável para a proteção feminina, como a Lei Maria da Penha, considerada pela Organização das Nações Unidas (ONU) a terceira melhor norma com essa temática no mundo.

    Assédio

    Graziele Mendes, representante do Coletivo de Mulheres da ALMG, apresentou duas demandas à comissão. A primeira é para que seja realizado debate sobre a regulamentação da Lei Complementar 116, de 2011, que trata da prevenção e a punição do assédio moral na administração pública estadual. Outra solicitação foi pela criação de um fluxo para encaminhar demandas referentes ao assédio moral e sexual no Legislativo mineiro.

    Requerimentos

    Como fruto de sugestões de convidadas durante a reunião, a comissão aprovou diversos requerimentos de audiências públicas. Em pauta estarão temas como a violência contra mulheres transexuais e a situação social das prostitutas e das mulheres em ocupações urbanas e rurais.

    Outras audiências aprovadas debaterão as condições de vida das refugiadas e imigrantes, de quilombolas, ciganas e indígenas, assim como das mães de filhos com deficiência.

    Fonte: CTB-MG e ALMG. Foto: Sarah Torres

  • A manhã desta sexta-feira, 12, foi dedicada ao debate da reforma da Previdência na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Convocada pelo Deputado Estadual Celinho do Sinttrocel (PCdoB-MG) e pelo Deputado Federal Vilson da Fetaemg (PSB-MG), a audiência mobilizou centenas de trabalhadores, principalmente do campo. O evento contou com a participação da presidenta da CTB-MB, Valéria Morato, e também do Senador Paulo Paim (PT-RS), além de trabalhadores do campo e da cidade.

    Nas fotos abaixo: Dezenas de trabalhadores do campo e da cidade em audiência pública da ALMG.
     
     
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  • Viraliza na internet um vídeo em que as 23 candidatas ao título de Miss Peru 2018 denunciam a violência contra as mulheres em seu país durante suas apresentações no concurso. “Minhas medidas são: 2.202 casos de feminicídio nos últimos nove anos no meu país”, disse uma das candidatas. 

    Já a sua concorrente falou: “Minhas medidas são: 81% dos agressores de meninas menores de cinco anos são pessoas próximas da família”. E assim falaram todas. A hashtag #MisMedidasSon chegou ao trending topics (assuntos do momento do Twitter).

    “Apesar de não gostar muito de concursos de beleza, a atitude da organização do evento e das candidatas foi uma maneira interessante de denunciar a dureza de ser mulher em países violentos e profundamente machistas, como são os da América Latina”, diz Celina Arêas, secretária da Mulher Trabalhadora da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).

    No decorrer do evento, enquanto as candidatas desfilavam, apareciam manchetes de jornais locais com notícias de violências. “O mais triste de tudo isso é que no Brasil os números são ainda mais avassaladores, onde uma mulher é assassinada a cada duas horas”, afirma Kátia Branco, secretária da Mulher da CTB-RJ.

    Assista as falas das candidatas peruanas: 

    De acordo com o jornal espanhol El País, numa outra etapa, várias candidatas atacaram a violência de gênero e a discriminação. A vencedora da competição, Romina Lozano propôs a criação de um banco de dados "com informações sobre cada agressor, não apenas de feminicídio, e assim podermos nos proteger”.

    Para Gicélia Bitencourt, secretária da Mulher da CTB-SP, “as leis precisam ser mais rigorosas com os agressores, além de melhorar os mecanismos de denúncia e de atendimento das vítimas. No Brasil, estão procurando dificultar a vida das pessoas agredidas em vez de defendê-las e ajudá-las”.

    Em 2016, foram registrados 124 feminicídios e 258 tentativas de assassinato, segundo dados do Ministério da Mulher e das Populações Vulneráveis do Peru. Já no Brasil, um dos países mais violentos do mundo em questões de gênero, em 2016 foram assassinadas 4.657 mulheres, segundo o 11º Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

    “Precisamos unir todos os esforços para enfrentarmos essa dura realidade e juntas forçarmos que o governo brasileiro pare de retroceder nas políticas públicas pelos direitos das mulheres e avançarmos com um trabalho forte de educação para extirpar a violência do país e do mundo”, diz Valéria Morato, presidenta da CTB-MG.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • As centrais sindicais nacionais deliberaram, na última semana, o Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência - 19 de fevereiro. Em Belo Horizonte, as centrais mineiras se reuniram nesta quarta-feira (7) para discutir e organizar as ações para esse ato.

    A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Minas Gerais (CTB-MG) convoca sua base a aderir ao movimento e realizar ações nesse dia nos municípios.

    “Unificar forças é fundamental nesse período em que a Reforma volta a tramitar no Congresso Nacional”, disse Valéria Morato, presidenta da CTB-MG.

    Essa reforma acaba com a aposentadoria de milhares de trabalhadores e trabalhadoras do país, por isso, a sindicalista, que também é presidenta do Sindicato dos Professores de Minas Gerais (Sinpro-MG), reafirma o compromisso da central em lutar contra a reforma da previdência.

    Ela ressaltou a importância de realizar panfletagens nos locais de trabalho, aeroportos, estações de ônibus e metrô, e propôs que o Dia Nacional de Luta tenha diversas ações, no sentido de esclarecer a população sobre os riscos dessa reforma.

    Durante a reunião foi deliberado que em Belo Horizonte, a manifestação unificada começará às 16h, na Praça 7.

    Bárbara Batista - CTB-MG

     

  • Valéria Morato, presidenta da CTB-MG e do Sindicato dos Professores de Minas Gerais, comemora os 10 anos da central que mais cresce no Brasil ressaltando as campanhas desenvolvida pela CTB em favor dos interesses da classe trabalhadora, da democracia, dos direitos sociais e individuais.

    Leia abaixo a homenagem de Morato à luta desenvolvida pela CTB, pela qual ela conclui que o Brasil precisa dessa central classista, democrática, plural e de luta:

    “Organizar os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil para que sejam protagonistas de suas histórias. Esse foi um dos objetivos para a fundação da CTB há 10 anos. Hoje a CTB se mostra essencial na luta do povo brasileiro contra um governo machista, entreguista, antipopular e antidemocrático. Trava a luta diária contra os retrocessos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 181 - que proíbe o aborto em qualquer circunstância, criminalizando as mulheres - a favor do emprego digno e desenvolvimento do país e de todas as iniciativas que coloquem o país no rumo da soberania. O Brasil precisa da CTB. O que seria do Brasil sem a nossa central?”

    Portal CTB

  • Com o objetivo de debater a estrutura sindical e os desafios pós-reforma trabalhista, a CTB Minas Gerais realiza Plenária Sindical nesta sexta (3), na sede do SInpro Minas Gerais (Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais), das 8h30 às 18h.

    O presidente licenciado da CTB Nacional, Adilson Araújo, participará da atividade na parte da manhã, na mesa de abertura, na qual problematizará a conjuntura, desafios e as eleições de 2018; e na parte da tarde, na mesa de "Encaminhamentos ação da CTB".

    "Será um espaço para alinharmos nossa ação diante da atual conjuntura. O conjunto da classe trabalhadora sofre com a reforma. Avança a precarização, os abusos, sem falar no brutal ataque à estrutura do movimento sindical. A hora é de analisar o momento e construir caminhos para vencer mais essa etapa da história de luta da classe trabalhadora", externou Valéria Morato, presidenta da CTB Minas.

    Serviço:

    Data: 03/08/2018
    Horário: 09:00 às ​16:00 horas
    Local: Rua Hermílio Alves, Nº 356 
    Bairro Santa Tereza - BH
    (Em frente ao SAAEMG - Sindicato dos Auxiliares em Administração Escolar do Estado de Minas Gerais.)

     

    Portal CTB

  • A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), representada pela secretária de comunicação, Raimunda Gomes (Doquinha), realizou durante a manhã desta quarta-feira (23) uma reunião com os profissionais de comunicação dos sindicatos cetebistas e dirigentes sindicais. Doquinha afirmou que tem realizado esse evento em diversos estados brasileiros com o objetivo de formar uma rede única de comunicação.

    “A comunicação no movimento sindical é muito fragmentada, portanto, nosso objetivo é centralizar a informação para que possamos ultrapassar limites e fronteiras, levando notícias sob a ótica do trabalhador e da trabalhadora do país”, disse.

    A imprensa sindical e as mídias alternativas têm ganhado público a partir do crescimento das mídias sociais e outros canais de comunicação gratuitos. Para acompanhar esse crescimento, a dirigente da CTB nacional propôs a criação da rede a partir das publicações já realizadas pelas entidades sindicais, gerando mais visibilidade a essas informações no Portal CTB.

    Para ela, “fortalecer a comunicação e construir uma rede para avançarmos em espaços que, às vezes, o movimento sindical não consegue alcançar. Seremos mais ousados e teremos a CTB como polo aglutinador dessas informações”.

    Já a presidenta da CTB-MG, Valéria Morato, é imprescindível essa atuação conjunta entre a imprensa, não só mineira como de todo o Sudeste.

    No Encontro em Minas Gerais, diversas propostas foram feitas durante o debate. Um encontro regional ocorrerá em breve, com participação ampla de dirigentes sindicais e profissionais da comunicação.

    Bárbara Batista - CTB-MG. Fotos: Comunicação CTB-Sudeste

  • Foi realizada nessa quinta-feira (28), às 18h30, no Plenário da Câmara Municipal da cidade de Varginha, uma Audiência Pública que discutiu o Combate à Violência Contra as Mulheres.

    A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, em Minas Gerais (CTB-MG), foi representada pela professora Mônica Lacerda. Além dela, participaram também a Presidenta do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, Thaís Pereira; a delegada responsável pelo atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica, Geny Azevedo; e a Juíza da Vara Criminal da Infância e Juventude e Violência Contra Mulheres, Maraísa Costa.

    A professora Mônica Lacerda defendeu uma integração entre todos os órgãos que compõem a Rede de Atendimento a Mulher Vítima de Violência.

    “O problema central não é a falta de órgãos. Órgãos, nós temos muitos como o Conselho Municipal de Direitos das Mulheres, Delegacia de Mulheres, OAB Mulher e Defensoria Pública. O que falta são incentivos para que esses órgãos funcionem bem e em rede, que haja diálogo com representantes e pessoas realmente engajadas à frente desses órgãos”, disse ela.

    Violência

    Os números da violência contra as mulheres nos últimos 12 meses no Brasil são assustadores. Somente nos últimos 12 meses, 1,6 milhão de mulheres foram espancadas ou sofreram tentativa de estrangulamento, enquanto 22 milhões (37,1%) passaram por algum assédio. A grande parte desses casos (42%) ocorre em casa e a maioria das mulheres (52%) não denunciou o agressor ou procurou ajuda. Os números foram revelados pela ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) em fevereiro deste ano.

     

    Fonte: ctbminas.blogspot.com

  • A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Minas Gerais (CTB-MG) foi homenageada na noite desta segunda-feira (26), com o diploma de Honra ao Mérito, oferecida pelo vereador Gilson Reis (PCdoB), na Câmara dos Vereadores de Belo Horizonte.

    Em uma noite marcada por discursos impactantes que retrataram a realidade dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, o vereador da capital mineira abriu a cerimônia solene com um desabafo. “Vivemos um governo ilegítimo que conduziu a um golpe que destrói a capacidade de luta e extermina um acumulado de lutas de mais de 100 anos. Vivemos uma experiência que não aconteceu, nem mesmo, na ditadura militar, com a aprovação de uma lei trabalhista que provoca o maior retrocesso da história do trabalho no nosso país”, afirmou.

    “Por fim, quero ressaltar que para cada direito conquistado em uma convenção coletiva, existe sangue, suor, a morte e o enfrentamento de milhares de trabalhadores e trabalhadoras que ao longo desses 100 anos avançaram em nossa história, portanto, é uma honra para mim, em um momento como o que estamos vivendo, homenagear uma entidade tão comprometida e respeitada com a CTB-MG. Essa singela homenagem, na verdade, é para toda a classe trabalhadora do Brasil”, disse.

    A mesa foi composta por diversos representantes das entidades sindicais mineiras. O representante do Sindicato dos Vigilantes, Romualdo Alves; a dirigente da CTB-MG e da Fetaemg, Maria Rita Figueiredo; o ex-presidente da CTB-MG e atual dirigente, José Antônio Lacerda – Jota; o presidente da FitMetal e ex-presidente da CTB-MG, Marcelino da Rocha; a representante das mulheres da CTB nacional, Celina Arêas; o vice-presidente da NCST, Claudio Jesus Ferreira; o dirigente da Força Sindical, Ralenio Ribeiro de Carvalho; além do vereador de Belo Horizonte, Gilson Reis e a presidenta da CTB-MG, Valéria Morato.

    Veja o momento da homenagem 

    Bárbara Batista - CTB-MG

  • A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Minas Gerais (CTB-MG) se solidariza com os professores da rede municipal de ensino que sofreram violenta ação cometida pelos seguranças da Câmara Municipal de Vereadores de Belo Horizonte, na manhã dessa segunda-feira (20).

    Os servidores e servidoras da educação paralisaram as atividades e foram à Câmara para acompanhar a votação do Projeto de Lei (PL) 378/2017 que prevê reajuste salarial de 2,53% para todos os servidores públicos municipais e retira diretos dos servidores.

    De acordo com o diretor de serviço público da CTB-MG, Luiz Bittencourt, os seguranças agiram com violência contra os trabalhadores e trabalhadoras. "Foram realizadas uma série de manobras pela presidência da casa para impedir que parte dos professores conseguissem entrar. Na tentativa de bloquear a entrada de professores e servidores, os seguranças da Câmara Legislativa agiram com violência contra os professores e demais servidores que estavam mobilizados", disse.

    Projeto

    O Projeto de Lei 378/2017 foi aprovado em segundo turno na manhã desta segunda-feira (20). O PL prevê o aumento na remuneração dos servidores públicos de Belo Horizonte de 2,53% e altera parte do Estatuto do Servidor.

    O texto mantém o reajuste originalmente proposto, e passa a aplicá-lo também aos servidores da área de Educação, além de alterar o Estatuto do Servidor e outras leis correlatas, promovendo ajustes em gratificações e jornadas de trabalho e modificações na concessão de alguns benefícios, como férias-prêmio e quinquênios.

    Bárbara Batista - CTB-MG

  • Fundada em 12 de dezembro de 2007 num congresso realizado em Belo Horizonte (MG) a CTB celebra nesta quarta-feira seu 11º aniversário.

    São 11 anos de luta em defesa dos direitos da classe trabalhadora, por um projeto nacional de desenvolvimento fundado na democracia, na soberania e na valorização do trabalho e contra a ofensiva das forças conservadoras, o golpe de Estado disfarçado de impeachment e a agenda de restauração neoliberal imposta pelo governo ilegítimo presidido por Temer.

    Apesar das adversidades e dos ataques sofridos pela classe trabalhadora e o movimento sindical nos últimos anos, a trajetória da nossa central classista desde 2007 foi de contínuo crescimento e consolidação. Tendo inaugurado sua existência com cerca de 600 entidades sindicais na base, hoje a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil conta com mais de 1200, um crescimento de 100% no período

    O êxito político e organizativo se explica pela coerência na defesa de seus princípios e a participação ativa e incansável na linha de frente das batalhas de classes que se verificaram no período. Daí a credibilidade no movimento sindical e entre as forças progressistas da nossa sociedade.

    Defesa do socialismo

    O que diferencia a CTB é o compromisso inarredável com os interesses imediatos e futuros da classe que representa: a defesa do Direito do Trabalho, da valorização dos salários, redução da jornada, trabalho decente, a luta contra a exploração do trabalho análogo ao escravo e do chamado trabalho infantil, contra a exploração capitalista e por uma sociedade sem exploradores e explorados, a defesa do socialismo e de um projeto nacional de desenvolvimento com democracia, soberania e justiça social.

    Entre as realizações e conquistas da CTB, sempre em aliança com as demais centrais e os movimentos sociais, destaca-se a realização da 2ª Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat), que reuniu mais de 30 mil sindicalistas das cinco maiores centrais sindicais do país no Pacaembu (SP) em 1º de junho de 2010 e aprovou a “Agenda da classe trabalhadora por um novo projeto nacional de desenvolvimento com democracia, soberania e valorização do trabalho”.

    Conclat

    A Conclat foi originalmente proposta pela CTB no congresso fundação. Nossa Central teve também relevante participação nas marchas da classe trabalhadora, nas Marchas das Margaridas, na luta pela reforma agrária e o fortalecimento da agricultura familiar, pela redução dos juros, em defesa das aposentadorias, contra a terceirização irrestrita e contra a reforma trabalhista de Michel Temer.

    No campo das relações internacionais, nossa Central teve destacada participação na Federação Sindical Mundial e organizou em São Paulo um Simpósio internacional e um Ato mundial anti-imperialista na comemoração dos 70 anos da FSM em 3 de outubro de 2015. A CTB também é uma das fundadoras e líder do Encontro Sindical Nossa América (Esna), que congrega sindicalistas de vários países latino-americanos e caribenhos.

    Os cetebistas estiveram na linha de frente da greve geral de 28 de abril de 2017 e não vacilaram em denunciar, desde o início, o golpe de 2016, alertando e mobilizando suas bases contra o processo de restauração neoliberal e consequente desmantelamento dos direitos trabalhistas e da seguridade social, enfatizando a defesa do SUS e da educação pública, laica e gratuita. A CTB integra o Fórum das Centrais e as Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo e celebra o seu 11º aniversário reiterando o compromisso de defender intransigentemente a causa dos trabalhadores e trabalhadoras, o desenvolvimento nacional soberano e o Socialismo, uma necessidade histórica que se transforma em imperativo do nosso tempo face à grave crise que abala o sistema capitalista internacional e que requer a construção de uma frente ampla de resistência para superá-la e evitar a barbárie.

    São Paulo, 12 de dezembro de 2018

    Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

  • Para homenagear as professoras e professores de todo o país, o Portal CTB fez uma enquete com os profissionais da educação, filiados à Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).

    No ano passado foi perguntado à educadora e educadores o que é ser professor?Neste ano, por todos os desastres promovidos pelo governo ilegítimo de Michel Temer, a pergunta feita foi: vale a pena ser professora ou professor?

    No início deste ano, o governo federal cortou R$ 4,3 bilhões do orçamento do Ministério da Educação. Além desse corte, os docentes têm pouco a comemorar sobre as condições de trabalho, já que a Emenda Constitucional 95 congela por 20 anos os seus salários e os investimentos em serviços públicos.

    Para Marilene Betros, secretária de Políticas Educacionais da CTB, “uma das prioridades do governo golpista é atacar a educação pública para impedir o livre pensar e dessa forma dominar a sociedade mais facilmente”.

    De acordo com ela, os projetos do Ministério da Educação visam limitar a escola pública ao âmbito do ensino básico. E ainda tirando matérias essenciais para desenvolver o senso crítico das crianças e jovens.

    “Desobrigar o ensino de Filosofia, Sociologia, História, Artes e Educação Física, mostram o propósito de manter o saber restrito a uma minoria, que terá essas matérias em escolas particulares e caríssimas”.

    Além disso, incluem “ensino religioso confessional, impondo uma religião sobre as outras, dificultando inclusive o debate de questões importantes a que a escola tem sido chamada e os conservadores temem”.

    Mesmo assim, diz Betros, “vale a pena ser professora, porque todos os dias renovamos o nosso conhecimento absorvendo o saber de nossos alunos e com essa troca evoluímos e juntamente com os estudantes criamos as possibilidades para a construção do novo”.

    Ouça Anjos da guarda, de Leci Brandão 

    Confira as respostas abaixo:

    Berenice Darc, secretária da Mulher da CTB-DF

    “Com certeza. Vale a pena. Sou professora na EJA (Educação de Jovens e Adultos), cada novo aprendizado, cada nova descoberta, cada conquista, cada sorriso dos nossos estudantes nos dá a certeza, que vale a pena. A educação, ainda é um elemento que pode transformar o ser em sujeito e a partir daí transformar sua realidade e ver o resultado disso é muito bacana. Por isso tudo, vale muito a pena”!

    Celina Arêas, secretária da Mulher Trabalhadora CTB

    “A classe trabalhadora de um modo geral, vive um momento de resistência pelos direitos questão nos tirando, de defesa da democracia e do Estado Democrático de Direito. E as professoras e os professores sentem mais com muita tristeza essa agenda de retrocessos.

    A Emenda Constitucional 95 que congela salários e investimentos nos serviços públicos, notadamente na educação e na saúde.

    Quem perde mais com tudo isso é a classe trabalhadora, cujos filhos e filhas correm risco de não terem escola no futuro. Já existem universidades federais sentindo profundamente os cortes na educação, fechando cursos, não fazendo vestibulares para novas turmas.

    A educação no campo está totalmente abandonada, com previsão de encerramento de mais de 60% dos cursos.

    Os projetos apresentados pelo Ministério da Educação privilegiam os empresários do setor e fragiliza a educação pública. A escola particular trata a educação com mera mercadoria e não como um bem para a humanidade.

    E ainda existe a Escola Sem Partido que é inconstitucional, mas ameaça as nossas cabeças e a dos estudantes com mais e mais repressão.

    Com tudo isso, ainda vale muito a pena. O melhor espaço da professora e do professor é a sala de aula. Como disse o escritor Guimarães Rosa, “mestre é aquele que de repente aprende”. E é essa beleza de ensinar aprendendo e ver os frutos brotarem que faz valer a pena trabalhar na educação”.

    Claudete Alves, presidenta do Sindicato da Educação Infantil de São Paulo

    “Mesmo enfrentando essa onda de conservadorismo que se volta contra as professoras e professores que acreditam na educação como motora do país, vale a pena ser professora. Vale porque as nossas crianças necessitam de profissionais compromissadas com o futuro e com a dignidade das crianças e jovens.

    Nós da educação infantil sentimos tudo isso bem de perto. Somos nós que damos a base para as crianças progredirem e crescerem de modo a se tornarem pessoas autônomas, criativas e felizes. As crianças precisam de nós e nós nos apaixonamos por elas todos os anos, sempre novas crianças tomam nossos corações”.

    Helmilton Beserra, presidente da CTB-PE

    “O trabalho do professor consiste em criar condições para que as crianças e jovens abram a mente para o mundo, criem métodos de estudos e com isso possam melhorar a vida neste mundo.

    Enfrentamos um momento difícil, mas não se pode tirar a autonomia do professor em sala de aula. Não existe educação emancipadora sem a liberdade. Cabe aos professores ajudar aos alunos a se desenvolverem e descobrirem seus caminhos e dessa maneira ajudarem a sociedade a se desenvolver e encontrar soluções coletivas para os problemas coletivos, sempre com muito respeito às diferenças, ao livre pensar”.

    Isis Tavares, presidenta da CTB-AM

    “Penso que devemos refletir se valerá a pena ser professora ou professor no futuro.

    Valerá a pena ser um profissional que é não considerado fundamental para a educação de nossas crianças e jovens?

    Valerá a pena trabalhar por 20 anos sem reajustes nos salários e sem perspectiva de conseguir se aposentar?

    Valerá a pena, todos os dias ir para seu local de trabalho sabendo que a patrulha ideológica da Escola Sem Partido pode lhe causar desde constrangimentos públicos até sua exoneração do serviço?

    Vai valer a pena ter que dizer ao seu aluno que a religião dele não é legítima porque não é considerada oficial?

    Vai valer a pena não poder sonhar junto, um sonho de construção de uma sociedade livre, laica, solidária com cidadãs e cidadãos críticos (lembram desse objetivo?) capazes de construir outro mundo possível?

    Vai valer a pena não poder mais programar visitas aos museus, porque vai dar trabalho fazer um roteiro com o que é ou não considerado arte?
    Vai valer a fazer apologia à meritocracia nos mais recônditos rincões de miséria e violência?

    Vai valer a pena ver nossos alunos tendo aulas com "professoras e professores" de "notório saber" sabendo que suas chances de entrar em um curso de nível superior foram deliberadamente reduzida para que engrossem as fileiras do exército de reserva em disputa por trabalhos terceirizados, precarizados?

    Vai valer a pena adoecer à mingua da falta de serviços de saúde públicos e de qualidade?

    Se fizermos esse exercício de projetar o futuro e considerarmos que a elite atrasada e golpista desse país está cometendo um crime contra o futuro do país e da nossa juventude, então vale a pena ser professora.

    Mas para isso precisamos nos organizar, buscar unidade com nossas companheiras e companheiros, com os pais e mães de nossas alunas e alunos, com a pluralidade dos movimentos sociais, centrais sindicais e resistir e lutar!”

    Acompanhe O professor, de Celso Viáfora, com Tânia Maya 

    Joelma Bandeira, dirigente do Sindicato dos Servidores Públicos em Educação no Estado do Amapá

    "A sociedade precisa entender que a atividade do magistério é essencial para qualquer projeto de nação. É muito importante saber de que lado se está. Se queremos um país para poucos ou com direitos iguais para todas e todos. E como a CTB tem lado, nós lutamos por uma educação pública, laica e de qualidade. As nossas ciranças e jovens precisam ter perspectivas de vida e esperança de um futuro digno. Nesse contexto, as professoras e professores compromissados com a educação são fundamentais em qualquer circustância".

    Josandra Rupf, secretária de Educação e Cultura da CTB-ES

    “Vale muito a pena ser professora hoje e enfrentar essa onda conservadora com coragem. Mesmo em uma profissão tão desvalorizada como o magistério a nossa atuação cotidiana tem oportunizado a construção de um Brasil melhor. Ser professor é um ato de coragem”.

    José Carlos Madureira Siqueira, secretário de Políticas Sociais da CTB-RJ

    “Vale a pena sentir que estamos formando gerações, vale o exercício cotidiano da construção cidadã. Entretanto a sociedade não valoriza, o Estado não valoriza e sucessivos governos não valorizam.

    Qualquer projeto de nação para ter força precisa enxergar a educação como estratégia estrutural, qualquer projeto para a educação não se sustenta sem o devido valor do professor”.

    Lidiane Gomes, secretária da Igualdade Racial da CTB-SP

    “Para mim ser professora sempre vale a pena. Faz parte da minha alma. É minha missão. O que ocorre é que a desvalorização da profissão é enorme. Ser professor é trabalhar muito para que se tenha um pouco de dignidade como ser humano. As duplas jornadas nos adoecem. Somos mal remuneradas.

    As muitas horas de trabalho em pé, o uso excessivo da garganta, as noites mal dormidas diminuem a capacidade de lecionar com qualidade, mas resistimos e insistimos. Porque o que seria do mundo sem as professoras"?

    Lúcia Rincon, dirigente da Associação dos Professores da PUC-GO

    "Ser professora nos proporciona a chance de colabarar com a construção de uma civilização avançada e justa, transformando o mundo num local bom para se viver para todas e todos, sem discriminações, sem perseguições, com muito respeito, solidariedade, generosidade, onde todas as pessoas possam viver sem medo e com liberdade".

    Nivaldo Mota, vice-presidente da CTB-AL

    “Ainda que vivamos em tempos sombrios, com retrocessos e um conservadorismo que comunga com o fascismo, mesmo assim, vale a pena para se contrapor a estas ideias nefastas! Não podemos sair da trincheira da liberdade, da livre consciência, precisamos ganhar os setores da sociedade com a perspectiva de uma escola democrática”

    Olgamir Amâncio, professora da Universidade de Brasília

    “Ser professora é uma opção de vida que fiz há exatos 40 anos. Certamente que para a sociedade capitalista esta não é uma profissão valorizada, principalmente quando se é professora de escola pública que acolhe as filhas e filhos do povo que trabalha. Mas a despeito das péssimas condições de trabalho, da desvalorização, e tudo o mais, penso que nossa profissão oportuniza grandes transformações nas pessoas e por isso, como nos ensina Paulo Freire, propicia condições para transformar o mundo. Não é por acaso que é tão desprestigiada, sucateada, os que dominam sabem do seu papel revolucionário. Educação e emancipação são faces de uma mesma moeda”.

    Raimunda Gomes (Doquinha), secretária de Comunicação da CTB

    “Sempre vale a pena. A profissão docente é indispensável em todas as sociedades, em qualquer tempo. Hoje com toda a onda conservadora que se abateu sobre o Brasil, é imprescindível que a profissão seja resguardada em sua importância estratégica, sem desmerecer nenhuma outra profissão, mas, o magistério possui a missão de conduzir seres humanos à busca do conhecimento, do entendimento de si e do outro. A interrelação que se constrói entre o sujeito que ensina e o sujeito que aprende, é uma via de mão dupla, que não se mede pelo salário apenas e nem a curto prazo, é um processo de construção em etapas”.

    O que é o que é, de Gonzaguinha 

    Rosa Pacheco da CTB Educação-PR

    “Quando os seus alunos e alunas crescem e você os encontra adultos e em diversas situações e locais e ouve ‘você foi minha professora, com você aprendi’. Não há valor maior. Saber que ensinou, que despertou naquele ou naquela criança ou adolescente algo que o faz ser diferente é especial”.

    Solange da Silva Carvalho, vice-presidenta do Sindicato dos Professores do Rio Grande do Sul

    “No Rio Grande do Sul nós estamos em greve há mais de um mês justamente porque acreditamos na importância de nosso trabalho. É uma questão de amor à nossa profissão e compromisso com a nação, com a infância e com a juventude.

    Estamos na luta em defesa da educação pública. Sabemos que as filhas e filhos da classe trabalhadora são as pessoas que mais precisam de uma escola pública de qualidade, com profissionais comprometidos com a difusão do saber com liberdade e respeito a diversidade.

    Por isso, lutamos contra o sucateamento da educação pública e a retirada de direitos do magistério, combatendo projetos autoritários, que visam impedir que a classe trabalhadora tenha conhecimento e dessa forma possa agir com mais autonomia”.

    Valéria Morato, presidenta da CTB-MG

    “Considero que vale a pena sim, ser professora. Apesar de todo ataque e desvalorização da profissão, não vejo alternativa para a transformação da sociedade que não passe pela educação. E nesse caso, o professor tem papel preponderante e essencial! E isso nos honra muito”!

    Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy. Foto: Carta Educação

  • Foi dada a largada em Minas Gerais para a Marcha das Margaridas 2019, com o seminário realizado pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais (Fetaemg), nesta quinta-feira (23) e sexta-feira, no Hotel Nirmandy, em Belo Horizonte.

    O Seminário Rumo à Marcha das Margaridas 2019 contou com ampla participação de lideranças sindicais de todo o estado, diz Celina Arêas, secretária da Mulher Trabalhadora da CTB, que representou a direção nacional da central no evento.

    “As trabalhadoras rurais mineiras mostram a sua força ao realizar um excelente seminário sobre as questões específicas das mulheres, debatendo em alto nível, a necessidade de uma mobilização de toda a sociedade brasileira para conter a matança de mulheres, que cresce assustadoramente no país”, define.

    “A ofensiva conservadora vem dificultando em demasia a vida das mulheres no Brasil”, afirma Alaíde Lúcia Bagetto Moraes, secretária da Mulher Trabalhadora da CTB-MG e coordenadora nacional da Marcha das Margaridas.

    Tanto que o tema da 6ª Marcha das Margaridas, em Brasília, no ano que vem, é “Mulheres em luta por uma vida sem violência”, justamente porque o número de feminicídios é dos mairoes do mundo. E vem piorando “depois da deposição da presidenta Dilma Rousseff”, afirma Marilene Pereira, secretária adjunta da Juventude Trabalhadora da CTB.

    contag mulheres em luta por uma vida sem violencia

    “O momento exige reflexão sobre os graves retrocessos impostos à classe trabalhadora”, acentua Valéria Morato, presidenta da CTB-MG. Segundo ela, “esses retrocessos atingem essencialmente as mulheres, que são a maioria da população e provedoras de boa parte das famílias”.

    De acordo com Alaíde, que também é dirigente da Fetaemg, o seminário reuniu 60 trabalhadoras rurais e urbanas e contou com a presença de representantes de inúmeros movimentos sociais e partidos políticos.

    “Estamos preocupadas com o futuro, por isso, estamos indo à luta com mais dedicação ainda nestas eleições para mostrar a força da mulher trabalhadora rural e elegermos nossas representantes para o Congresso Nacional e assembleias legislativas como forma de barrarmos o crescimento da violência que nos aflige terrivelmente, mas não nos impede de continuar lutando”, acentua Alaíde.

    Mazé Morais, secretária da Mulher da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), também prestigiou o seminário das mineiras. “Desde o ano 2000, a Marcha das Margaridas vem empoderando a luta das trabalhadoras rurais contra a violência e por uma vida mais digna no campo, elaborando propostas de políticas que dialoguem com o respeito à dignidade humana”, assinala.

    Já Celina reforça a necessidade de maior mobilização “com muita unidade entre as trabalhadoras do campo e da cidade para derrotar o golpe, o machismo e a violência”. Valéria complementa essa afirmação ao dizer que o momento é de “seguirmos juntas para trazer o Brasil de volta para o povo brasileiro”.

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB. Foto: Fetaemg

  • Acontece nesta sexta-feira (15) a segunda parte do 11º Seminário da Rede Estadual de Enfrentamento da Violência Contra a Mulher, em Belo Horizonte, com o tema “Boas Práticas do Poder Judiciário no Enfrentamento à Violência Contra a Mulher”.

    “Esse seminário já tem tradição aqui no estado e a CTB participa para levar as questões que afligem as mulheres trabalhadoras no mundo do trabalho como o assédio moral e sexual”, diz Terezinha Avelar, secretária adjunta da Mulher da CTB-MG.

    Acompanhe a programação do evento pelo documento.

    O seminário acontece no auditório do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, na rua Goiás, 253, centro de Belo Horizonte, das 17h às 20h. “Neste ano, todas as centrais participarão através do Fórum Estadual das Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais (de Minas Gerais), o que nos fortalece”, afirma Avelar.

    A primeira parte do seminário teve o tema “Avanços e Desafios da Polícia Civil no Enfrentamento à Violência Contra a Mulher, no dia 6 deste mês. Para a sindicalista, “é fundamental fazermos esse debate com a participação do Judiciário porque é um poder essencial para esse combate tão necessário”.

    De acordo com ela, o fórum das mulheres mineiras pretende debater “formas humanizadas de atendimento às vítimas de violências de quaisquer tipos”. Ela diz ainda que a pretensão é de levar esse atendimento para todas as mulheres da cidade e do campo, “com muita urgência”.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Milhares de trabalhadoras e trabalhadores, de diversas categorias, voltaram às ruas de Belo Horizonte nesta sexta-feira (30) durante a segunda Greve Geral do ano contra as reformas trabalhistas e da previdência. A concentração na capital mineira começou às 9 horas na Praça Sete. Por volta das 11h30, os manifestantes fecharam os dois sentidos da Avenida Amazonas e Afonso Pena por cerca de uma hora. Antes disso, logo cedo, diversas rodovias da região metropolitana foram fechadas pelo movimento grevista.

    Além da manifestação, diferentes categorias aderiram à greve. O metrô ficou 100% paralisado e setores como saúde, educação, eletricitários, correios e petroleiros também participaram do movimento. No interior do Estado, as mobilizações também se mantiveram fortes.

    Durante a manifestação, os mineiros foram informados sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de blindar Aécio Neves e reconduzi-lo ao Senado. A informação foi recebida com muito protesto. Aos gritos de Fora Temer, os manifestantes seguiram em passeata até a Assembleia Legislativa (ALMG) para participarem de audiência pública que denuncia os riscos das ‘reformas’. No trajeto, os dirigentes sindicais e de movimentos populares se alternavam nos carros de som para debater com população a conjuntura no Brasil.

    Veja aquias informações sobre a audiência pública realizada na ALMG com a participação das centrais sindicais após o ato que marcou a paralisação desta sexta.

    Fonte: CTB-MG

     

  • Na próxima sexta-feira (27), a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Minas Gerais (CTB-MG) receberá diretoras e diretores de todas as centrais sindicais do estado, além de representantes de movimentos sociais, autoridades mineiras e parlamentares para o lançamento do Fórum Estadual das Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais, a partir das 19h, na rua Tupinambás, 179, 14º andar, em Belo Horizonte.

    De acordo com a secretária-adjunta de Mulheres da CTB-MG, Terezinha Avelar, o evento é a consolidação do Fórum, criado em setembro, a partir da iniciativa nacional do Fórum das Centrais. Em Minas Gerais, o foco principal terá como objetivo potencializar as pautas femininas, unificando a pauta dos movimentos, mas trazendo uma linguagem própria.

    No dia 3 de outubro, durante o ato contra a reforma da previdência na Praça 7, em Belo Horizonte, o Fórum Estadual das Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais foi lançado para toda a população da capital mineira.

    Objetivos

    O Fórum tem como principal objetivo aglutinar movimentos sociais, entidades sindicais e todos os movimentos coletivos que se identificam com a pauta do Fórum e unificarem forças para atuar de forma conjunta e somar ás pautas nacionais.

    Agenda

    No dia 10 de novembro está previsto a primeira grande ação do Fórum das Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais, será realizado ainda um dia de mobilização e luta contra os retrocessos do governo Temer em todo o país. Mais informações sobre o ato serão divulgadas próximo ao ato.

    Leia mais

    Mulheres debatem Fórum Estadual das Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais

    Bárbara Batista - CTB-MG

  • Em campanha salarial unificada os metalúrgicos de Betim aprovaram por unanimidade um importante acordo com a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, na tarde deste domingo (15).

    O acordo garante a reposição integral da inflação, correspondente a 1,63% e garantia de emprego ou salário por 30 dias. O abono de R$ 460 será pago somente para as trabalhadoras e os trabalhadores que não tiveram acordo de PLR neste ano.

    Também foi garantida a manutenção de cláusulas da Convenção Coletiva do Trabalho (CCT), na qual não está incluída a compensação de jornada (banco de horas), que passará a ser regulado com a entrada em vigor, em novembro, da reforma trabalhista, aprovada recentemente.

    Eduardo Goulart, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim e Região, afirma que "neste momento em que estamos sofrendo ataques de todos os lados, é importante ter um acordo que preserve direitos conquistados há mais de 40 anos e que nos dá fôlego para continuar firmes na luta por mais dignidade à categoria".

    Já Valéria Morato, presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Minas Gerais (CTB-MG), “foi a unidade e a resistência da classe trabalhadora que possibilitou essa grande vitória das metalúrgicas e dos metalúrgicos”.

    Portal CTB

  • O vice-presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Minas Gerais (CTB-MG), José Antônio Lacerda, o Jota, convoca os mineiros para o ato desta sexta-feira (25) contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, em tramitação no Senado.

    Jota explica que desde a invasão ao Palácio do Planalto, o governo golpista Michel Temer vem promovendo um desmonte do Estado e atacando todas as conquistas da classe trabalhadora. Para frear o golpe, o sindicalista defende a “unidade e disposição de todos e todas”.

    ato ctb mg

    Para ele, “somente a mobilização e a unidade vão barrar o avanço desse governo golpista”. Por isso, convoca as pessoas para irem para as ruas nesta sexta-feira – Dia Nacional de Paralisações. A concentração em Belo Horizonte, na Praça Sete, a partir das 10h.

    Além dos movimentos sociais mineiros, participam do protesto a CTB, Conlutas, Nova Central, Força Sindical, Intersindical e UGT. Os estudantes unem-se à classe trabalhadora e nesta quinta-feira já promovem grande manifestação na capital mineira.

    Serviço

    O que: Dia Nacional de Lutas

    Onde: Praça Sete, Belo Horizonte

    Quando: Sexta-feira (25), às 10h

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy com informações de Mariana Arêas, de Belo Horizonte

  • O Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Marx, Trabalho e Educação (GEPMTE), da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), foi denunciado no Ministério Público Federal (MPF) por suposta “doutrinação ideológica”.

    O Grupo foi notificado no domingo (30) sobre a instauração de inquérito civil, indeferido em primeira instância, por conta de denúncia registrada contra uma suposta “pregação política”. Em sua página no Facebook (veja aqui) os estudiosos afirmam que essa ação fere a autonomia universitária, prevista no artigo 207 da Constituição.

    Leia a nota do GEPMTE abaixo

    grupo estudos marx ufmg

    Para Valéria Morato, presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Minas Gerais (CTB-MG), essa atitude representa uma “ofensiva de grupos reacionários que vêm se manifestando neste período de instabilidade política no país”.

    A afirmação de Morato é confirmada pelo teor da denúncia. “É escabroso que uma Universidade Federal sirva de ninho, de balão de ensaio para que milhares de militantes de esquerda fiquem trabalhando nos seus delírios ideológicos, bancados com recursos públicos e incutindo tais ideologias nos alunos”, diz parte do texto denunciante.

    A sindicalista, que também é presidenta do Sindicato dos Professores de Minas Gerais, afirma que essa ação vem evidenciar o ataque desses grupos à educação democrática, voltada para o respeito às diferenças.

    “Cada ser humano tem o direito de escolher o seu caminho”, sintetiza. “E o papel da educação é mostrar todos os caminhos, na base do diálogo e da busca incessante do saber”. De acordo com ela, essa denúncia se mostra ligada às propostas da Escola Sem Partido.

    “Esse projeto que visa determinar um único caminho para a educação brasileira. Um caminho sem debate, sem liberdade e sem conhecimento”, acentua. Isso acontece segundo ela, porque “a educação é uma área estratégica para o desenvolvimento do país em todos os setores".

    Os integrantes do grupo de estudos afirmam que essa “denúncia representa um ato de retaliação e tentativa de cerceamento da possibilidade de pensamento crítico e da produção de conhecimentos com engajamento social”.

    Na verdade, conclui Morato, “essas pessoas querem interferir na educação para que os educandos não saibam das diferentes possibilidades de desenvolvimento do conhecimento e de interpretação do mundo”.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil de Minas Gerais (CTB-MG) recebeu mulheres representantes das centrais sindicais no estado mineiro para a realização da reunião do Fórum Estadual das Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais de Minas Gerais. O intuito do encontro foi discutir as ações do Fórum pelos próximos dois meses, além de fazer um balanço da mobilização feita pelas mulheres na terça-feira (3).

    De acordo com a secretária adjunta de Mulheres da CTB-MG, Terezinha Avelar, foi criada uma agenda inicial de atuação para o Fórum. “Ficou definido que no dia 27 de outubro faremos o lançamento oficial do Fórum, na Rua Tupinambás, 179, 14º andar, a partir das 19h. Esse evento será para convidados, movimentos sociais e a sociedade civil”, disse. Além disso, foram definidas ações que estão sendo colocadas em prática nas Centrais Sindicais para potencializar as atenções e cuidados as mulheres, em referência ao outubro rosa.

    Foi feito ainda um balanço sobre o ato realizado pelas mulheres das Centrais Sindicais na última terça-feira (3), contra a reforma da Previdência Social, na Praça 7, em Belo Horizonte. Para Terezinha Avelar, essa foi uma mobilização que obteve êxito pois contou com o apoio de diversas lideranças, portanto, foi criado um ofício de agradecimento a todas as Centrais.

    Próximos passos

    Uma nova reunião foi marcada para a próxima quarta-feira (11), às 10h, para formatar e organizar o lançamento do Fórum.

    Greve Geral

    Durante a reunião, foi aprovada a participação do Fórum na Greve Geral, marcada para o dia 10 de novembro. Mais informações serão disponibilizadas nas próximas reuniões.

    Bárbara Batista - CTB-MG

  • A concentração ocorreu por volta das 17h, na Praça 7. Em seguida, as manifestantes seguiram em passeata até a Praça da Estação.

    A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Minas Gerais (CTB-MG) participou do ato contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 181, de 2015, aprovada por uma comissão mista na Câmara dos Deputados no dia 8 de novembro, que pretende criminalizar o aborto em todos os casos no país.

    Com frases de efeitos como "Não teremos filhos de estupradores" e "Meu corpo, minhas regras", as mulheres ocuparam as ruas da capital mineira e diversas outras capitais do Brasil.

    Celina Arêas, secretária da Mulher Trabalhadora da CTB nacional acompanhou a manifestação e afirma que a central apoia integralmente a luta das mulheres pelo direito de decidir. “Por que 18 homens que não têm a mínima ideia do que significa ser mulher num país violento como o Brasil querem decidir sobre o corpo das mulheres?”, questiona Arêas.

    Para ela, “é um crime de lesa humanidade querer obrigar uma mulher a levar a cabo uma gestação fruto de tamanha violência”. A sindicalista mineira explica ainda que os “parlamentares deveriam estar mais preocupados em combater o crime e prender os estupradores e não os premiar com a paternidade”.

    Leia mais

    Todas contra 18: mulheres vão às ruas em repúdio à PEC 181 que proíbe aborto até em caso de estupro

    De acordo com a diretora da CTB-MG, Andréia Diniz, era possível ver muitas mulheres engajadas para evitar que essa PEC seja aprovada. "Entretanto, os homens também precisam abraçar essa causa. Basta imaginar essas situações com suas mães, esposas, irmãs ou filhas. Não vamos aceitar mais esse retrocesso, não temos o direito de escolha com o nosso próprio corpo?", pergunta.

    Para vigorar, a PEC 181 precisa ser aprovada pelo plenário da Câmara dos Deputados, Senado e sancionada pelo presidente.

    Bárbara Batista, da CTB-MG e Marcos Aurélio Ruy, do Portal CTB

  • Das 10h às 13h, nesta terça-feira (3), centenas de trabalhadoras saíram às ruas da capital mineira, Belo Horizonte, para denunciar à população a trapalhada que é a reforma da previdência. "A idade mímina de 65 anos para conseguir a aposentadoria integral é um completo absurdo. Principalmente para as mulheres que começam a trabalhar mais cedo que os homens", diz Valéria Morato, presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Minas Gerais (CTB-MG).

    O ato contou com a participação das centrais sindicais e de inúmeras entidades do movimento social. "Saímos às ruas distribuindo o nosso material para esclarecer à sociedade das enormes perdas que teremos com as reformas propostas pelo desgoverno Michel Temer", assegura Morato.

    mulheres pela aposentadoria mg

    "Aproveitamos o nosso protesto contra a reforma da previdência para lançar o Fórum Estadual das Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais de Minas Gerais", diz. Ela afirma que o fórum foi criado para "dar mais vazão às demandas das mulheres trabalhadoras tão sufocadas pelo mercado de trabalho discriminador".

    Clique aquie ouça a reportagem completa sobre o ato.

    Portal CTB com CTB-MG

     

  • Trabalhadoras de várias centrais sindicais e movimentos sociais farão uma grande manifestação em defesa da aposentadoria e contra a reforma da Previdência, na próxima terça-feira (3), a partir das 10 horas, na Praça Sete de Setembro, em Belo Horizonte.

    A manifestação, organizada pelas mulheres das centrais sindicais de Minas Gerais, dando continuidade ao ato do Fórum Nacional das Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais, realizado em São Paulo na terça-feira (26).

    Representantes da CTB, UGT, Força Sindical, NCST, CSB, CESP e Intersindical voltaram a se reunir na terça-feira (26), para acertar os detalhes do ato público com a participação de representantes da Frente Mineira Popular em Defesa da Previdência Social.

    De acordo com a secretária adjunta de Mulheres da CTB-MG, Terezinha Avelar, é fundamental a participação de todas as trabalhadoras, pois as mulheres são as que mais perdem com todas as medidas promovidas pelo governo golpista de Michel Temer, como reforma trabalhista e terceirização de todas as atividades do trabalho.

    “Precisamos estar unidas e atentas nesta luta, pois este governo já nos retirou vários direitos e agora quer nos tirar o direito de nos aposentar. Não podemos cruzar os braços. Nossa luta está apenas começando. Estamos unidas em defesa dos nossos direitos”, afirma.

    Em Minas Gerais, também faremos o lançamento do Fórum Estadual de Mulheres das Centrais Sindicais-MG, que visa criar um espaço para o diálogo sobre temas importantes ligados à questão de gênero e a invisibilidade da mulher em todas as áreas, especialmente no trabalho e na política.

    De acordo com Avelar, o Fórum visa fortalecer a identidade e autonomia da mulher enquanto trabalhadora, “uma vez que atuamos em ambiente onde a predominância é masculina. Precisamos encontrar a nossa identidade de luta, unir forças, falar mais de nossas demandas para que possamos enfrentar estas desigualdades vivenciadas por todas nós no cotidiano, inclusive no movimento sindical”.

    Serviço

    O que: Mulheres em Defesa da Aposentadoria

    Onde: Praça Sete de Setembro, Belo Horizonte

    Quando: Terça-feira (3), às 10h

    Portal CTB com informações da CTB-MG