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Sáb, Jul

CTB - PA

  • O município de Barcarena foi emancipado em 1943, região, à época, predominantemente povoado pelas populações indígenas e ribeirinhas, que eram moradores das aldeias e as margens dos rios e matas. Os rios eram as principais “estradas” tendo como meios de transportes as canoas feitas de troncos de árvores da região, para acesso às cidades adjacentes e, principalmente, à capital paraense: Belém. Barcarena passou por grandes transformações e tornou-se um dos principais polos industriais do Pará.

    Barcarena, de cidade pacata, indígena e ribeirinha, passou a ser centro industrial produtor de alumínio, caulim, fertilizantes e com o maior porto do Pará, Vila do Conde. É em Barcarena que a bauxita é refinada para a produção de alumina e fabricação do alumínio primário. Outras importantes áreas da economia local são a agricultura familiar e o turismo, com as praias fluviais e as ilhas típicas da região amazônica.

     

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    (Lobato, vice presidente SINDIQUÍMICOS, Thiago, vice presidente CTB, Gilvandro presidente do SINDIQUÍMICOS e Cleber Rezende, presidente da CTB Pará)

    É aqui que sediado o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas do Município de Barcarena, o SindQuímicos, que representa os trabalhadores e trabalhadoras da empresa norueguesa Hydro Alunorte, que é a maior refinaria de alumínio do mundo fora da China. A alumina é a matéria-prima do alumínio e é produzida a partir da bauxita, através do processo denominado Bayer.

    Para a CTB Pará, a reeleição do sindicalista Gilvandro Santa Brígida, para a presidência do SindQuímicos, sindicato filiado a CTB, é de extrema importância para a manutenção das ações classistas no polo industrial de Barcarena, cidade operária com aproximadamente 30 mil trabalhadores e trabalhadoras nos diversos ramos da economia local.

    Gilvandro Santa Brígida, reeleito presidente do SindQuímicos, registra que “a continuidade do nosso trabalho na defesa da classe trabalhadora é fundamental neste momento adverso do Brasil, de ataques aos direitos trabalhistas, previdenciários e sindicais, e o SindQuímicos é referência na defesa dos trabalhadores químicos e operários, do meio ambiente, e de uma Barcarena socialmente mais humana, justa e progressista com geração de empregos e distribuição de renda e com mais desenvolvimento para o Pará”.

    Brígida, agradeceu aos componentes da chapa Renovação e Luta, a comissão eleitoral composta pelos sindicalista Wenilton Cavalcante, vice presidente do Sindaviba, Joao Reis, diretor do Sinticomba (sindicatos filiados à CTB) e a jovem da UJS, Bárbara Barbosa, pela condução dos trabalhos eleitorais, bem como a presença e apoio da CTB/Pará, representada por seu presidente, Cleber Rezende, e seu vice, Thiago Barbosa. Gilvandro destaca que o diferencial foi o respaldo e apoio da categoria dos químicos e filiados do sindicato, que votaram maciçamente na chapa Renovação e Luta, consolidando a vitória com 99% dos votos válidos, o que garante a continuidade da defesa dos direitos dos trabalhadores e da gestão sindical.

  • Nesta sexta (8), a partir das 14h, no Sindicato dos Urbanitários - Av. Duque de Caxias, 1235, entre Lomas e Enéas Pinheiro -, o Fórum das Centrais Sindicais no Pará realizará o Seminário sobre a reforma da previdência, que quer acabar com o direito a aposentadoria.

    "Será um espaço de avaliação e orientação sobre o que está em jogo. Mobilize seu Sindicato, seus colegas de trabalho, vamos juntos realizar um grande e proveitoso debate e preparar as lutas atuais e futuros", conclamou o presidente da CTB Pará, Cleber Rezende.

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    CTB Pará

  • Em reunião setorial, durante o andamento do 4º Congresso Nacional da CTB, foi criada a Coordenação Nacional dos Vigilantes para “organizar o setor a nível nacional e melhorar a nossa representatividade no movimento sindical”, diz Antônio Aquino, secretário-geral da CTB-PA e presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Carro Forte, Transporte de Valores e Escolta Armada do Estado Pará (Sindforte-PA).

    Aquino denuncia o descaso para com a segurança dos vigilantes. “Nós que cuidamos da defesa do patrimônio das empresas, muitas vezes não temos nem os equipamentos mínimos necessários para a nossa segurança, assim ficamos expostos demais”.

    Ele reclama também da terceirização ilimitada que prejudica ainda mais a categoria. “Com a terceirização a nossa situação fica ainda mais precária. Dormimos empregados e acordamos desempregados”.

    O sindicalista destaca a importância desse encontro para a luta pela criação de um Piso Salarial Nacional, a partir de uma organização de todos os sindicatos de vigilantes filiados à CTB. “Juntos seremos muito mais fortes”, conclui.

    Portal CTB

  • Em evento realizado hoje (09), na sede da Fetracom-PA, as Centrais Sindicais reuniram com o deputado federal Cássio Andrade (PSB-PA), integrante da CCJ - Comissão de Constituição e Justiça, da Câmara dos Deputados, para debater a proposta da Reforma da Previdência (PEC 06/2019).

    Com a presença de 6 Centrais Sindicai (CTB, UGT, Força Sindical, CUT, CGTB e CSP Conlutas) e diversos sindicatos de bases no auditório com cerca de 100 dirigentes, que debateu o que representa a PEC da Morte para os trabalhadores. “É uma reforma que destrói não só a previdência, mas também a assistência, e destrói a economia nacionalv e em cada município brasileiro”, disse José Marcos – Marcão, dirigente da CTB/PA.

     

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    O deputado federal Cássio Andrade - PSB/PA afirmou que "somos totalmente contrário ao sistema de capitalização da previdência, contra a desconstituição do sistema, não poderemos aceitar os cortes no BBC e a reforma é muito perversa e prejudicial aos trabalhadores rurais, portanto a nossa história política não será manchada com um voto nesta nefasta reforma da previdência”. E completou, “por estes elementos e os dados econômicos votaremos contrário a atual proposta de Reforma da Previdência Social".

    Cassio esclareceu, com dados e números, que as premissas para essa PEC é falsa. Não existe déficit no sistema previdenciário, cuja manutenção tem previsão constitucional, com um arcabouço de captação de recursos que permite que tenhamos um dos mais justos sistemas de assistência e previdência no mundo.

    O deputado informou que o recurso da previdência é de cerca de 60 bilhões (orçamento do BBC), um dinheiro que gira na economia e mantém em funcionamento as estruturas do Estado.

    O germe da maldade dessa reforma é de tirar da CF/88 o que se refere ao sistema de assistência social. Essa é a maior armadilha dessa PEC. Podem querer retalhar a PEC com emendas mas, se deixar essa “arapuca”, que facilita maldades maiores, em segundos momentos. Hoje, é necessário votação de 3/5 da Câmara e 3/5 do Senado, em duas votações, aprovando a retirada do tema da Constituição Federal, para qualquer outra alteração, bastaria realizar através de Lei Ordinária, com maioria simples dos presentes, o que torna mais fácil futuras retiradas de direitos.

    Os municípios brasileiros, principalmente os de menor poder econômico, serão destruídos com redução de até mais de 50% dos recursos que circulam nesses locais. “Em vários municípios as transferências de recursos via previdência são superiores a transferência do FPM. Interromper essa circulação de recursos é ameaçar de morte os municípios, o povo trabalhador, as prefeituras e até os empresários de serviços e da indústria local”, disse o presidente da CTB/PA, Cleber Rezende.

     

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    “Precisamos ampliar a batalha contra essa PEC a Morte, fazendo a defesa da vida, chamando todos os setores que tenham contradições com essa reforma para o mesmo lado da batalha. Não basta mobilizar os trabalhadores e trabalhadoras, essa PEC atinge milhões de brasileiros/as”, refirmou José Marcos – Marcão, dirigente da CTB/PA.

  • No próximo dia 21 de janeiro, centrais, juristas e magistrados se somam aos atos pelo Brasil em defesa da Justiça do Trabalho. O ato deverá ocorrer na Praça Brasil, em frente ao prédio do TRT8.

    "Compreendemos que o conjunto de medidas proposto pelo novo governo tem como foco desmontar a Justiça do Trabalho. Está que já vem sofrendo com desmonte, pós reforma trabalhista, em vigor há 13 meses", afirmou Cleber Rezende, presidente da CTB Pará, ao reiterar convocação para o ato.

    Ele lembra que "na relação capital/trabalho, a Justiça do Trabalho tem como função importante equilibrar as forças nesta relação, uma mediação fundamental para minimizar as perdas do trabalhador e da trabalhadora no processo de negociação, por exemplo. Portanto, estaremos nas ruas dia 21 juntos com aqueles que defendem este importante espaço". E completa: "Reiteramos a convocação a base da CTB, bem como ao conjunto da classe trabalhadora em nosso estado".

    Unidade por direitos

    A desembargadora Pastora Leal agradeceu a iniciativa da Amatra8 e do Sindjuf e também reafirmou “que apoiará sempre qualquer manifestação em defesa da Justiça do Trabalho, desde que ela seja pluralista e com representação de diversos segmentos da sociedade“.

    Para a presidente do TRT8, só com representatividade de todos os usuários da Justiça do Trabalho e manifestação livre de pensamento é que a democracia se consolida. “Esperamos que o ato promovido pela Amatra8 e pelo Sindjuf seja marcado pela liberdade de expressão e que represente perante a sociedade um compromisso na manutenção dos bons serviços que a Justiça do Trabalho mantém para população brasileira desde a sua criação”.

     

     

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    CTB Pará

  • A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB/Pará acompanhando a programação da CTB nacional, que promoveu nesta terça-feira (12), o ciclo de debate sobre o significado e prováveis impactos da Medida Provisória 873 para a classe trabalhadora e suas organizações sindicais.

    Na oportunidade, a CTB/Pará montou telão no Centro de Formação do Sindicato dos Rodoviários do Pará e acompanhou, via teleconferência, a palestra com o advogado trabalhista Magnus Farkatt, especialista em Direito Coletivo do Trabalho e diretor da Abrat (Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas) e assessor jurídico da CTB nacional. Farkatt, reafirmou que a MP/873 recentemente baixada pelo presidente Jair Bolsonaro tem o notório propósito de estrangular financeiramente as entidades sindicais, que já sofreram um duro golpe com o fim da Contribuição Sindical compulsória determinado pela reforma trabalhista do golpista Michel Temer.

    As Centrais Sindicais em nota conjunta afirmaram que a “edição da MP 873 pelo presidente Bolsonaro é um grave ataque contra o princípio da liberdade e autonomia sindical e o direito de organização dos trabalhadores, dificultando o financiamento das entidades de classe no momento em que cresce, no seio da classe trabalhadora e do conjunto da sociedade, a resistência ao corte de direitos de aposentadoria e previdenciários em marcha, com a apresentação da proposta de Reforma da Previdência que já tramita no Congresso Nacional”.

    A CTB/PA contou com a presença e comentários do advogado trabalhista e conselheiro do Conselho Federal da OAB, Jáder Kahwage, que falou da Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) impetrada pela OAB contra a MP 873, afirmando ser “importante que as entidades sindicais garantam nos acordos e convenções coletivas de trabalhos cláusulas que preveem os descontos em folhas de pagamentos em favor dos sindicatos, bem como que impetrem ações específicas de obrigação de fazer em caso de suspenção dos descontos em folhas em favor dos sindicatos”, concluiu Kahwage.

    Antônio Aquino, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Carro Forte e Escolta Armada do Pará (SINDFORTE) e secretário da CTB/PA, reafirmou que há um “calendário de lutas para derrotar a MP 873 e os ataques contra o movimento sindical, que também são ataques contra a democracia, à soberania e a livre organização e independência das entidades sindicais brasileiras”, destacou Aquino.

    Ewerton Paixão, vice presidente do Sindicato dos Rodoviários do Pará e diretor da CTB/PA, agradeceu a presença dos vários sindicatos representados no ciclo de debate, no Pará, ressaltaram que “é importante fortalecermos as atividades previstas como a audiência pública da OAB/PA (14/03 às 14h), o Dia Nacional de Lutas (22/03) contra o fim das aposentadorias e por uma Previdência Social Pública”, quando serão realizados atos públicos, greves, paralisações e mobilizações contra o projeto da reforma da Previdência do presidente Bolsonaro, afirmando que é um “processo de mobilização crescente dos trabalhadores e da sociedade civil em defesa dos seus direitos sociais, econômicos, de aposentadoria e previdenciários, rumo a greve geral”, disse Paixão.

  • No Pará a CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) em conjunto com as demais Centrais Sindicais (FS, UGT, CUT, CSP Conlutas, Intersindical, CGTB, NCST e CSB) e uma centena de Sindicatos e Federações representantes da classe trabalhadora, na sexta-feira dia 22 de março, Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência do governo Bolsonaro, foram às ruas, em Belém no interior, em manifestações de massas de grandes proporções que superaram as expectativas das organizações.

    Brasil afora, foram manifestações em todas as capitais e em mais de 130 cidades denunciando os intentos nefastos de Bolsonaro em privatizar o sistema previdenciário, para atender os banqueiros. As Centrais reafirmaram a continuidade das lutas em defesa da Previdência Pública e das aposentadorias da classe trabalhadora brasileira.

    Cleber Rezende, presidente da CTB/Pará, reafirmou que “vamos derrotar a reforma e Bolsonaro nas ruas, defendendo o direito a aposentadoria, a democracia, a soberania nacional e os direitos da classe trabalhadora, a livre organização e liberdade sindical”, disse Rezende, destacando e agradecendo a presença dos Sindicatos filiados a CTB nas atividades em todo o Pará.

    Em Belém, o ato contou com mais de 5 mil participantes, reunindo trabalhadoras e trabalhadores das diversas categorias do serviço público e da iniciativa privada, lideranças políticas, sociais, estudantis, religiosas e sindicais.

    Para Valdo Martins , presidente da Federação dos Servidores Públicos do Estado do Pará – FSPEPA, “a unidade foi o diferencial no ato, reunindo nós da CTB e as demais Centrais contra a reforma e sinalizando a construção da greve geral”. Mesma linha de fala do presidente do SINDIQUÍMICOS, Gilvandro Santa Brigida, que falou na abertura do ato, pela CTB Pará. E Bira Sales secretário geral do SINDFORTE, falou que "a reforma ataca diretamente nossa categoria de trabalhadores em escolta armada e de transporte de valores ao por fim a aposentadoria especial".

    No estado do Pará, além de Belém, ocorreram atividades em Marabá, com ato pela manhã no INSS e um seminário à tarde na faculdade Carajás. O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Marabá – SERVIMMAR, filado a CTB, Edmilson Oliveira, afirmou que “o ato e o seminário foi um diferencial nas mobilizações no sudeste paraense”. Edmilson informou que ocorreram atividades em São Geral do Araguaia, Tucuruí, Pauapebas, Eldorado dos Carajás, Jacundá entre outras.

    Para Nedyma Costa Lima, coordenadora do Sintepp São Geraldo do Araguaia e diretora da CTB/Pará, “realizamos seminário com o tema da reforma e a categoria diz ‘não a privatização’ da previdência social”. Já em Itupiranga, a cetebista, professora Kelcirlane Ribeiro, coordenadora geral do Sintepp, registrou que “aproximadamente 500 trabalhadores/as participaram do ato contra a reforma da previdência”.

    Em Itaituba, sudoeste do Pará, para Celson Noronha Neuton Noronha, coordenador geral do SINTEPP, Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará, e dirigente da CTB, “as atividades deste dia de lutas serviu para esclarecer as sociedade e aos trabalhadores da educação dos prejuízos da (de)reforma para a sociedade brasileira”, disse Noronha. Informando que ocorreram atividades em Altamira e Santarém.

    No sul do Pará, segundo o vereador do PCdoB Rio Maria e coordenador geral do SINTEPP local, o professor Irã Pereira de Araújo, a “categoria tomou as ruas com carro som, panfletagens e esclarecimentos dos prejuízos da reforma para os professores e para os pequenos municípios”, Irã ainda participou de programa da rádio Berokan. Ainda ocorreram, no Sul do Pará, atividades em Sintepp Xinguara, onde Maria Reis, disse que “realizou seminário com a presença da categoria, comunidade e de advogados para apresentar os pontos da reforma, seguido de um acalorado debate”.

    Já na região nordeste do Pará, em São Miguel do Guamá, o Sindicato da Construção Civil e Mobiliário (SINTIMIG) e SINTEPP, subsede local, coordenaram as atividades do Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência, com ações de ruas, manifestações e falas ao carro som, onde o Genivaldo Gil, presidente do Sintimig, sindicato filiado a CTB, afirmou que as manifestações “tomaram as ruas, com homens e mulheres, lideranças sociais e políticas denunciando as perversidades de Bolsonaro contra a classe trabalhadora com a PEC 06/2019, a reforma da previdência”.

    Além das atividades de ruas, Saulo Ribeiro, coordenador geral do Sintepp, disse que “além de ocupar as ruas na sexta, no sábado, os sindicatos realizaram um seminário com o tema ‘Somos Muitas. Somos uma Só’ debatendo a Reforma da Previdência na vida das mulheres e o empoderamento feminino das trabalhadoras” em São Miguel do Guamá.

    Ainda na região os diretores da CTB/Pará, Thiago Barbosa, vice-presidente e secretário geral do Sintepp estadual, e o vereador do PCdoB, Alfredo Borges Borges, acompanharam as negociações sindicais com a prefeitura de Curuçá e as atividades contra a reforma. Ações dirigidas pelo professor Josenias Corecha.

    Conforme informações das Centrais Sindicais, no Pará, ainda ocorreram mobilizações de ruas e/ou seminários nos municípios de Conceição do Araguaia, Ourilândia do Norte, Tucumã, São Félix do Xingu, Canaã dos Carajás, São Domingos do Araguaia, Tailândia, Igarapé-Miri, Moju, Abaetetuba, Tomé Açu, Anapu, Bragança, Almeirim, Porto Moz, Gurupá, Vitória Xingu, Senador José Porfírio, Pacajá, Medicilândia, Uruará, Brasil Novo, Mãe do Rio, Santo Antônio do Tauá e Breves entre outras cidades paraenses.

  • O ano começou bem para a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). Com uma ampla mobilização de diversos sindicatos, a Chapa 1 – Sindicato É Pra Lutar, da CTB-PA venceu a eleição no Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção e Mobiliário de São Miguel do Guamá e Irituia (Sintmig).

    A chapa apoiada pela CTB teve 609 votos contra 392 da chapa da situação. “A mobilização feita pela CTB foi fundamental para a nossa vitória”, diz Genivaldo Santos Corrêa Gil, presidente eleito do Sintmig. “Certamente com essa parceria podemos realizar um grande trabalho”.

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    Novo presidente do Sintmig, Gil, agradece a confiança

    Estavam aptos a votar 1.288 filiados e compareceram ás urnas 1.012 eleitores. “Nós mobilizamos um conjunto de sindicatos cetebistas para essa vitória. O Sintmig é um dos mais importantes sindicatos do nosso estado”, afirma Cleber Rezende, presidente da CTB-PA. A eleição ocorreu na sexta-feira (12) e a posse da chapa vitoriosa acontece no dia 12 de fevereiro.

    “Essa vitória se reveste de uma importância estratégica. O Sintmig terá, com essa nova direção, a tarefa de se incorporar com as diversas entidades do movimento sindical e social na luta pela retomada do desenvolvimento da região e do emprego e também nas demais lutas democráticas da cidade e no estado”, reforça Saulo Ribeiro, dirigente da CTB-PA.

    Gil afirma que “o Sintmig se juntará aos cetebistas no Pará na luta contra os ataques aos direitos da classe trabalhadora brasileira e, ao mesmo tempo, na luta pela garantia dos direitos trabalhistas e sociais da categoria em São Miguel do Guamá e Irituia”.

    Portal CTB

  • A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Pará (CTB-PA) faz um balanço de suas atividades mais recentes rumo ao dia 30, quando as centrais sindicais irão parar o Brasil contra as reformas do desgoverno Temer.

    1. Reunião com sindicalista da educação na regional sul do SINTEPP, em Rio Maria

    No sábado (17), o presidente da CTB-PA, Cleber Rezende, participou da reunião do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará – SINTEPP/Regional Sul, realizada em Rio Maria, há 800 km da capital paraense, Belém. Momento que tratou das mobilizações rumo à greve geral com ações regionais sul do Estado, orientando as direções das subsedes do SINTEPP realizarem atividades conjuntas com os Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, as delegacias municipais do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde Públicos do Estado do Pará e demais organizações locais fortalecendo as atividades grevistas contra as reformas trabalhista e previdenciária, pelo fora Temer e por Eleições Diretas Já.

    2. Seminário Pela Democracia e Contra a Violência no Campo

    Já na segunda-feira (19), um conjunto de diretores da CTB e sindicatos de bases participaram, no Sindicato dos Bancários, em Belém, do seminário nacional "Por Democracia e Contra a Violência no Campo" paraense.
    Cleber Rezende, presidente da CTB-PA, registrou no seminário que “com o golpe político-jurídico-midiático os neoliberais, os latifundiários e antidemocráticos estão sentindo-se confiantes para implementar o desmonte do Estado Nacional, atacar os direitos trabalhistas e previdenciários, as conquistas sociais no Brasil e, no Pará ceifarem vidas de lideranças sindicais e populares”, a exemplo, da “chacina de 10 trabalhadores rurais em Pau D’Arco, sul do Pará” ocorrida em 24 de maio, “pelo braço do Estado, onde policiais militares e civis surpreenderam, capturam, torturaram e eliminaram as vitimas indefesas”, bem com na grande Belém, as “milícias atacam e matam trabalhadores, jovens e negros”, reafirmando ser “necessário retomar a democracia, barrar as reformas que estão em curso, afastando o governo ilegítimo de Temer, realizando eleições diretas já para colocar o Estado nacional a serviço dos brasileirose de um novo projeto nacional de desenvolvimento”.

    Participaram da mesa central do "Seminário Pela Democracia e Contra a Violência no Campo”: Cleber Rezende, presidente da CTB-PA; Darci Frigo, coordenador da Comissão Nacional de Direitos Humanos; Ibraim Rocha, Comissão de Direito Agrário da OAB-PA; Edmilson Rodrigues, deputado federal (PSOL-PA); Paulão, deputado federal (PT-AL); Nelson Tato, deputado federal (PT-SP); Beto Faro, deputado federal (PT-PA); Zé Geraldo, deputado federal (PT-PA); Euci Ana, presidenta da CUT-PA e Ulisses Manaças, da coordenação nacional do MST.

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    Durante o evento os artistas Osmar Prado e Dira Paes, do Movimento Nacional Humanos Direitos, fizeram emocionantes intervenções convocando o povo a resistir, lutar e derrubar o governo golpista de Michel Temer e retomar a democracia brasileira, bem como acabar com as violações de direitos humanos no Pará. O Evento terminou com um ato público na Praça da República, centro de Belém, convocando o povo paraense para a greve geral do dia 30.06.

    3. Rodoviários do Pará

    Os sindicalistas Cleber Rezende, presidente da CTB-PA e Marcão Fonteles, da CTB nacional participaram, no dia 21, de importante reunião de construção da greve geral com o setor de transporte público da região metropolitana de Belém e do Estado, reunindo com as direções dos Sindicatos dos Rodoviários de Belém - STTREPA, de Ananindeua e Marituba – SINTRAM e do intermunicipal - SINTRITUR.

    O vereador e presidente do Sindicato dos Rodoviários de Belém, Altair Brandão, reafirmou o compromisso da categoria rodoviária com a greve geral dizendo que “os rodoviários não ficará de fora desta luta contra as reformas trabalhista e previdenciária, pelo fim do governo Temer e por eleições diretas imediatamente, no Brasil, para o povo definir seus rumos”, finalizando, “os rodoviários estão firmes e fortes no dia 30”.

    4. Portuários e marítimos

    Na sexta-feira (23), a CTB reuniu com dirigentes do Sindicato dos Oficiais Mercantis – SINDMAR e Sindicato dos Portuários do Pará e Amapá tratando das mobilizações grevista para o dia 30.06. O comandante Darlei Pinheiro ressaltou “o papel estratégico da greve geral para a classe trabalhadora contribuir nas ações de pressão ao Congresso Nacional para que seja rejeitada as reformas trabalhista e da previdência por atentar contra os direitos dos brasileiros”.

    Já o presidente do SINDIPORTO Dalton, destacou que “a categoria portuária participou ativamente da greve geral do dia 28 de abril, da marcha à Brasília e estará com força total no próximo dia 30 parando suas atividades para reafirmar que não concordam com as reformas de Temer e nem com seu governo”.

    Além do presidente da CTB-PA Cleber Rezende, participou da reunião a sindicalista e diretora da CTB a companheira Márcia Pinheiro que afirmou “estas reuniões por ramos de atividades com as direções sindicais fortalece a presença da CTB e estrita relações com seus sindicatos de bases, rumo a uma grande participação dos CTBistas nas ações do dia 30”.

    5. Diálogo com o senador da república Paulo Rocha – PT-PA

    Na sede da CTB Pará realizou-se 10h30min da sexta-feira, 23/06, a "Manhã de Debates sobre a Reforma Trabalhista". Com a presença do Senador Paulo Rocha – PT/PA e Deputado Estadual Lélio Costa – PCdoB/PA, organizado pela CTB e CUT, com a presença das demais Centrais Sindicais, dezenas de sindicatos, entidades e lideranças sociais, debatendo a resistência contra os ataques aos direitos do povo, em especial a classe trabalhadora com a reforma trabalhista.

    O senador Paulo Rocha – PT-PA apresentou a conjuntura política e tramitação do projeto de reforma trabalhista no senado federal dialogando da necessidade “do movimento sindical buscar conversar com cada senador e senadora, em cada estado deste país, para garantir votos suficientes na comissão de constituição e justiça – CCJ para enterrar ali esta nefasta proposta de desmonte dos direitos trabalhistas e das organizações sindicais”, afirmando que “não será fácil, más que é possível na CCJ rejeitar a proposta e arquivar de vez sua tramitação”, visto que a rejeição na CCJ impede de ir ao plenário da casa, por fim, o senador inteirou “as reformas destruidoras de direitos serão barradas com a organização de uma poderosa greve geral no dia 30 de junho, é com o povo nas ruas gritando fora Temer e pedindo eleições diretas já”.

    Da esquerda para direita: Deputado Estadual Lélio Costa – PCdoB-PA, Senador Paulo Rocha – PT-PA, Cleber Rezende, presidente da CTB-PA, Euci Ana, presidenta da CUT-PA e Conceição Holanda, INTERSINDICAL-PA.

    6. Posse da diretoria do Sindicato dos Bancários do Pará

    Ainda na sexta-feira (23), às 21h o presidente da CTB-PA Cleber Rezende participou da solenidade de posse da diretoria do Sindicato dos Bancários do Pará, direção composta por cetebistas e Cutistas. Rezende destacou a importância para a CTB “compor a direção do Sindicato dos Bancários com os companheiros José Marcos – Marcão, Luiz Otávio e Djan Teixeira”, destacando serem “bravos companheiros que contribui e contribuirá com a organização da categoria bancária no Pará” e que a primeira grande tarefa da direção empossada “é participar organizadamente e com muita força, como de praxe, da poderosa greve geral no próximo dia 30 de junho, parando as atividades bancárias na capital e no interior contra as nefastas reformas previdenciária e trabalhista, contra a terceirização irrestrita que atinge de morte a carreira bancária por serem regidos pela CLT”, por fim, saudou a direção empossada e colocou a CTB “a disposição da luta bancária, e que o presidente Gilmar Santos, terá na CTB uma parceira de lutas”, enfatizou.

    7. Mobilização sindical no complexo industrial de Barcarena

    No sábado (24), às 10h30 a CTB-PA realizou reunião de mobilização para a greve geral, com as direções dos sindicatos do complexo industrial de Barcarena, que sedia as empresas Albrás e Alunorte de produção na área de metalurgia em processamento da bauxita para a produção de alumina.

    Cleber Rezende, presidente da CTB-PA, destacou que “os sindicatos em Barcarena tem uma importância central na greve geral do próximo dia 30, para parar a produção de alumina, bem como o porto de Vila do Conde”, um dos principais portos de exportação da região norte. ‘sendo fundamental uma ação articulada entre os sindicatos cetebistas como o SINDQUÍMICOS, SINTICOMBA, SINDIPORTO, SINDIGUAPOR, SINTDAC e SINDAVIBA em articulação com os demais sindicatos e organizações para a greve de defesa da classe trabalhadora, articulada com a luta local contra a violência urbana que assola Barcarena”.

    O presidente do Sindicato dos Químicos de Barcarena – SINDQUÍMICOS, Gilvandro Santa Brígida, se responsabilizou em articular e coordenar as tarefas, afirmando que “iremos realizar uma plenária sindical, social e estudantil, no SINDQUÍMICOS, com o conjunto das entidades para garantir a maior greve que Barcarena já vivenciou, parando todas as atividades do pólo industrial”. A expectativa é positiva rumo à greve da classe trabalhadora.

    8. Festa junina dos Rodoviários

    presidente do sindicato dos rodoviarios de belem strepa e vereador do pcdob altair branda

    Na tarde do último sábado (24), dia de São João, dirigentes da CTB-PA prestigiaram a festa junina do Sindicato dos Rodoviários de Belém. Os cetebistas Thiago Barbosa, vice-presidente da CTB-PA, as diretoras Sandy Gouveia e Márcia Pinheiro, bem como o presidente da Central, Cleber Rezende, presentes na festa conversaram com a categoria e mobilizaram para a greve geral do próximo dia 30 de junho. A festa foi maciça com atividades esportivas, danças e apresentações de grupos de quadrilha junina.

    O presidente do Sindicato dos Rodoviários de Belém - STREPA e vereador do PCdoB Altair Brandão, convocou a categoria rodoviária para participarem da greve geral para barrar as reformas trabalhista e previdenciária, afirmando que “elas não representam os anseios da classe trabalhadora brasileira, e nós, os trabalhadores do serviço de transporte público temos responsabilidades e muito a contribuir com a luta geral contra as reformas, pelo fora Temer e na defesa de eleições gerais e diretas para o povo brasileiro eleger seu presidente”. Brandão dialogou, ainda, com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Ananindeua e Maritubá – SINTRAM, presente no evento, dizendo “companheiro Huelen, a unidade e ação conjunta do STTREPA e SINTRAM poderá deixar a grande Belém totalmente paralisada na greve geral, temos que definir e montar nossa estratégia para o dia D”, conclui.

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    Fonte: CTB-PA

  • Lideranças sindicais cetebistas com atuação na área da educação pública do Pará participaram das intensas atividades do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação Pública do Estado do Pará – SINTEPP, realizadas de quinta-feira, 28, a sábado, 30 de março, no CCNT/UEPA, em Belém/PA. Momentos em que se realizou o I Encontro dos Precatórios do FUNDEF no Estado do Pará, dia 28, e nos dias 29 e 30, foi realizado o Conselho Estadual de Representantes/CER do Sintepp.

    I Encontro dos Precatórios do FUNDEF no Estado do Pará

    No dia 28, ao realizar o I Encontro dos Precatórios do FUNDEF no Estado do Pará, onde debateram as circunstâncias atuais das lutas, no Estado e no Brasil, pela garantia do pagamento dos precatórios aos profissionais da educação do período de aplicação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF). O FUNDEF foi implantado, nacionalmente, em 1º de janeiro de 1998, quando passou a vigorar a nova sistemática de redistribuição dos recursos destinados ao Ensino Fundamental.

    Consultor jurídico do SINTEPP, o advogado Walmir Brelaz, informou aos participantes, as principais ações em cursos no Pará pelo pagamento dos precatórios, esclarecendo dos entraves pelas decisões do Tribunal de Contas da União – TCU, bem como, informou de forma em geral como estão às discussões nos diversos municípios. Ainda no encontro, foi lançada a Frente Norte Nordeste pela educação, com os objetivos da defesa da educação pública e de qualidade social.

    Ao término do encontro, a conclusão é que as subsedes do Sintepp devem ficar atentas pela entrada dos recursos do FUNDEF nos cofres das prefeituras e buscar negociações com as secretarias de educação e prefeitos, bem como ajuizarem ações e homologarem os acordos pelos pagamentos dos precatórios aos seus beneficiários.        

    CER – Análise da Conjuntura Política, por Emir Sader

    Na manhã do dia 29/03, ao iniciar o Conselho Estadual de Representantes/CER, atendendo o convite do sindicalista Cleber Rezende, membro da coordenação estadual do Sintepp e presidente da CTB/Pará, o doutor Emir Sader, que é filósofo, professor de sociologia e cientista político brasileiro, abrilhantou os conselheiros estaduais do Sintepp com uma memorável palestra sobre a Análise da Conjuntura Política atual no Brasil o no Mundo.

    Sader, abordou que a América Latina transitou de elo mais fraco do neoliberalismo a eixo do antineoliberalismo, e que compreender a América Latina é chave para decifrar o mundo contemporâneo.

    O professor Emir Sader, ainda possibilitou uma reflexão do “Brasil de Lula a Bolsonaro”, que passou pela chamada “guerra híbrida” no Brasil, que teve seu momento inicial nas manifestações de 2013, que correspondeu às “revoluções coloridas”, o impeachmant de Dilma e a judicialização da política, fortemente marcada pela atuação seletiva das operações da Lava Jato, prisão de Lula e seu impedimento de participação nas eleições de 2018, que consolidou o golpe de 2016, com a eleição à presidente do Brasil o candidato Jair Bolsonaro.

    Para Emir Sader, os desafios atuais passa pela defesa da democracia e da soberania nacional, das lutas pela garantia dos direitos sociais, educacionais, trabalhistas, previdenciários e humanos, e que tem centralidade a campanha e defesa do “Lula livre”, pelo simbolismo do presidente Lula no Brasil e no mundo para a classe trabalhadora. Ao final, o prof Dr Emir Sader, lançou seu livro: “Lula e a esquerda do Século XXI. Neoliberalismo e pós-neoliberalismo no Brasil e na América Latina”.

    MP 873 e o financiamento do custeio da atividade sindical

    No final da manhã do dia 29/03, o CER, debateu os ataques do presidente Bolsonaro às organizações sindicais da classe trabalhadora e o desmonte da Constituição. O juiz do trabalho, Dr Pedro Tupinambá - presidente da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da Oitava Região, explorou o tema: “MP 873 e as Contribuições Destinadas ao Custeio da Atividade Sindical”, enfatizando a impotência das entidades sindicais na defesa da classe trabalhadora, as conquistas históricas e os enfrentamentos dos trabalhadores e trabalhadoras pela redemocratização brasileira e que na atual conjuntura são indispensáveis sindicatos fortes e atuantes para resguardarem os direitos e interesses da classe trabalhadora brasileira contra os ataques do governo federal.

    O consenso entre o palestrante e as intervenções da plenária é pela inconstitucionalidade da MP 873, sendo indispensável às lutas pela garantia das contribuições destinadas ao custeio da atividade sindical, com desconto em folha de pagamento do trabalhador e respectivos repasses aos sindicatos. O consultor jurídico do Sintepp, Dr Walmir Brelaz, ficou de disponibilizar uma ação modelo, peça jurídica, para uso nas subsedes contra eventuais suspensões dos descontos das mensalidades sindicais em folha de pagamentos dos profissionais em educação.

    Reforma da Previdência - Bolsonaro quer acabar com sua aposentadoria

    Na parte da tarde, do dia 29/03, o CER continuou os trabalhos com a mesa temática "Reforma da Previdência - Reaja agora ou trabalhe até morrer!", que teve como palestrantes Paulo Henrique, advogado do Sintepp, e do membro da Coordenação Estadual do Sintepp e presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB Pará, o professor e advogado Cleber Rezende.

    Paulo Henrique, apresentou o sistema atual de previdência em regime de solidariedade, as mudanças proposta para o sistema de capitalização (privatização), o aumento da idade mínima de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, o fim das aposentadorias especiais para os professores/as e o aumenta do tempo de contribuições. Frisando, Henrique, que a reforma caminha para o fim do acesso a aposentadoria para a maioria absoluta da classe trabalhadora.

     

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    Já o sindicalista Cleber Rezende, abordou as lutas em cursos para derrotar a reforma da previdência, nas ruas e no congresso nacional. Rezende ressaltou que faz parte desta luta a realização em Belém, pelas Centrais Sindicais, em 08 de fevereiro, do seminário estadual sobre o tema. A construção nacional do 08 de março, Dia Internacional da Mulher, o 22 de março, Dia Nacional de Lutas contra a Reforma da Previdência, que realizou atos em mais de 130 cidades brasileiras e em todas capitais, segue nesta linha o lançamento, em 02 de abril, do abaixo-assinado contra a reforma, bem como a construção do 1º de maio, unificado pelo conjunto das Centrais Sindicais, rumo a construção da greve geral no Brasil.

    Rezende, ainda abordou as tarefas do Sintepp contra a reforma em curso, e que as ações do Sintepp devem privilegiar a construção de atividades amplas e em parcerias com as mais diversas entidades sindicais, as organizações socais e personalidades nas realizações de seminários, plenárias, assembleias, reuniões e audiências públicas nas Câmaras municipais de vereadores, envolvendo a classe trabalhadora em geral, as associações comerciais, vereadores, prefeitos e deputados, em especial os mais votos no respectivos municípios, a utilizações dos sites das entidades sindicais, matérias gráficos, outdoor, rádios comunitárias, vídeos e textos nas redes sociais abordando e esclarecendo a sociedade sobre as mazelas da proposta de Bolsonaro. “A derrota a Reforma da Previdência, será a maior derrota do governo Bolsonaro”, disse Cleber Rezende.

    Lançamento da Revista Mulheres do Sintepp

    No último dia dos trabalhos, 30/03, ocorreu o pelo Coletivo Mulheres do SINTEPP o lançou a Edição nº 01 da Revista “Mulheres do Sintepp”, o momento de euforia coletiva da categoria reunida no CER.

    Para Ivone Brasil, Coordenadora de Finanças do Sintepp Estadual, “o lançamento da revista ‘Mulheres do Sintepp’ materializou um sonho da organização que tem sua base formada de aproximadamente 80% de mulheres”, afirmando, Ivone Brasil, que a revista busca “dar vozes e visibilidades as pautas das mulheres trabalhadoras em educação”.

    Sendo ainda relançada a revista do SINTEPP a “Espaço Educacional - Ano 35”. O periódico traz Reflexões sobre a Reforma do Ensino Médio; Diálogos sobre o PCCR e o funcionalismo público; Violência nas Escolas; BNCC e formação docente; Educação no Campo; Terceirização e os Precatórios FUNDEF.

    Campanha Salarial 2019 e Comissão de Ética

    Para finalizar o CER do SINTEPP, ainda foi deliberado sobre os trabalhos da Comissão de Ética, que entre outros temas, tratou das questões envolvendo a subsede de Moju, cominando com a renúncia do Coordenador Geral da referida subsede, Antônio Geraldo, ao término da leitura do relatório da Comissão.

    Já na mesa da Campanha Salarial 2019, foram informadas das negociações com o governo do Pará, tendo como central a campanha pelo pagamento do piso salarial profissional nacional do magistério público da educação básica, promessa de campanha eleitoral do governador Hélder Barbalho. “A reflexão é da necessidade de amplas mobilizações nas regionais e em Belém, movimentando a categoria em todo o Estado, para pressionar o governo pelo pagamento do piso”, afirmou o professor Thiago Barbosa, Coordenador da Secretaria Geral do Sintepp Estadual e Vice-Presidente da CTB/Pará.

  • A refinaria de alumina Hydro Alunorte anuncia nesta quarta-feira (3), que a planta suspenderá totalmente sua operação. A decisão foi tomada após se verificar que a área de depósito de resíduos de bauxita 1 (DRS1) está próxima de atingir sua capacidade máxima, devido ao embargo que impede o uso do filtro prensa, tecnologia de última geração, e da recém-desenvolvida área de depósito de resíduos de bauxita (DRS2).

    A Alunorte está operando com 50% de produção desde março, após embargos das autoridades brasileiras. As autoridades ambientais confirmaram que não houve vazamento ou transbordamento das áreas de resíduos. Os embargos impediram a Alunorte de utilizar a mais nova área de depósito de resíduos de bauxita (DRS2), que estava em comissionamento em fevereiro, e a tecnologia de filtros prensa, que representam um investimento de mais de R$ 1 bilhão. O filtro prensa é a tecnologia mais moderna e sustentável para depositar resíduos de bauxita, reduzindo a área de armazenamento necessária e a pegada ambiental. A Alunorte desde o embargo fez esforços sem sucesso junto as autoridades para ter permissão para utilizar o filtro prensa, bem como o DRS2.

    Devido ao embargo, a Alunorte foi forçada a operar apenas o DRS1, que foi originalmente planejado para ser encerrado, e os filtros tambor menos eficientes. O DRS1 está, portanto, se aproximando de seu fim de vida mais rápido do que o previsto, forçando a Alunorte a tomar a decisão responsável de encerrar temporariamente 100% de suas operações. Isso terá efeito imediato na mina de bauxita de Paragominas, que também suspenderá 100% das operações. Tanto a Alunorte quanto a mina de Paragominas iniciaram o processo de desligamento com segurança.

    “Nosso time tem trabalhado duro nos últimos sete meses para manter operações seguras e preservar empregos. Este é um dia triste, pois temos a tecnologia mais avançada do mundo para continuar com operações seguras, que estamos impedidos de utilizar. Isso afetará empregos, comunidades, fornecedores e clientes”, diz John Thuestad, vice-presidente executivo de Bauxita & Alumina da Hydro.

    A Hydro está trabalhando em colaboração com os sindicatos e fará o máximo para reduzir as consequências para os empregados, mas a decisão de paralisar as operações da Alunorte e da Mineração Paragominas afetará empregos diretos e indiretos em ambas as unidades.

    Embora seja cedo demais para determinar o impacto total, a decisão de paralisar a Alunorte e a Mineração Paragominas terá consequências operacionais e financeiras significativas, potencialmente também para o portfólio de alumínio primário da Hydro, incluindo a Albras.

    “Continuaremos trabalhando de forma construtiva com as autoridades para suspender o embargo e retomar as operações, a fim de restabelecer a Alunorte como a maior refinaria de alumina do mundo”, diz Thuestad.

    Histórico

    Nos dias 16 e 17 de fevereiro, a cidade de Barcarena, onde está localizada a refinaria de alumina Alunorte, foi atingida por chuvas extremas que se estenderam pelos dias seguintes, causando alagamentos na região.

    Auditorias internas e externas confirmam que não houve vazamento ou transbordo dos depósitos de resíduo de bauxita e não há indícios de contaminação decorrentes do evento da chuva de fevereiro.

    Desde 1º de março, a Alunorte opera com uma redução de 50% na sua capacidade por determinação da Justiça, que acatou pedido da SEMAS. Consequentemente, a mina de bauxita de Paragominas e a Albras também reduziram suas produções em 50%.

    Tanto a refinaria quanto a mineradora concederam férias coletivas para cerca de mil empregados para mitigar os impactos da redução das atividades. Em julho, a Mineração Paragominas precisou suspender temporariamente os contratos de trabalho de 80 empregados e reduzir 175 posições terceirizadas.

    Em 5 de setembro, a Alunorte assinou dois acordos representando um marco para retomar as operações normais. Os contratos incluem um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) assinado entre a Alunorte - Alumina do Norte do Brasil SA, a Norsk Hydro do Brasil Ltda, o Ministério Público Federal (MPF), o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), o governo do estado do Pará, representado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS).

    Além disso, foi assinado um Termo de Compromisso (TC) social entre a Alunorte - Alumina do Norte do Brasil SA e o governo do estado do Pará. O TAC promove melhorias técnicas, auditorias, estudos e pagamentos de cartões de alimentos para famílias que vivem na área hidrográfica do rio Murucupi, enquanto o TC aborda esforços adicionais e investimentos relacionados ao desenvolvimento social das comunidades em Barcarena.

    Fonte: CTB-PA. Foto: Tarso Sarraf/O Liberal

  • Em reunião o fórum das Centrais Sindicais no Pará, com a presença da OAB/PA e DIEESE-PA, nesta segunda-feira (14) na sede do DIEESE, as entidades sindicais (CTB, CUT, UGT, CSB, CSP/Conlutas, INTERSINDICAL, FORÇA SINDICAL, NCST, CGTB) definiram uma agenda de lutas contra os ataques a classe trabalhadora pelo governo de Jair Bolsonaro.
     
    Os dirigentes debateram a conjuntura política identificando uma forte ofensiva contra os trabalhadores e trabalhadoras, aos interesses nacionais, ao ensino público, ao Estado laico, com as promessas das privatizações das estatais e bancos públicos, precarizações nas relações de trabalho, ofensiva contra a política de reajuste do salário mínimo, que estava previsto de R$ 1.006,00 no Orçamento de 2019, e foi reajustado em R$ 998,00.
     
    O salário mínimo que é utilizado, inclusive, nas negociações para os reajustes salariais de muitas categorias profissionais, na avaliação das Centrais e do DIEESE, sua desvalorização prejudica a todos e à economia nacional, pois diminui o consumo e a circulação do dinheiro do país. Ressaltando, ainda, a defesa da Justiça do Trabalho.
     
    A pauta principal da gestão de Bolsonaro passa a ser a Reforma da Previdência, o que exigirá das lideranças sindicais um esforço maior para impedir que a mesma seja aprovada.
     
    Outras medidas negativas, na avaliação das organizações, estão à extinção do Ministério do Trabalho, bem como colocar o movimento sindical sob a supervisão do Ministério da Justiça, a criminalização das entidades sociais como MST  e MTST, ataques a população indígena para entrega das terras ao agronegócio, e as ideologias machistas, racistas, LGBTfobicas, e na educação para atrasar ainda mais a consciência da classe, ausência na pauta econômica do governo federal de uma política econômica de retomada do desenvolvimento nacional com geração de empregos.
     
    Por fim os dirigentes ressaltaram a necessidade do movimento sindical, dos defensores dos direitos humanos e das organizações populares e sociais precisam construir a mais ampla unidade em defesa dos direitos trabalhistas, previdenciários, sociais e humanos, da democracia e da soberania nacional, formatando uma ampla jornada de lutas no Pará e no Brasil.
     
    Na agenda foram definidos pontos unitários, como:

     

    1. Construir e se somarem na luta em defesa da Justiça do Trabalho, com ato conjunto com a AMATRA, OAB/PA, no dia 21 de janeiro às 9h30min na sede do TRT 8ª Região, Praça Brasil – Belém;
    2. Realizar seminário da Previdência Social, pelo conjunto das Centrais Sindicais, no dia 08 de fevereiro de 2019;
    3. Buscar espaços nos meios de comunicações, rádio e TV, para colocar o debate da reforma de Previdência Social na visão da classe trabalhadora, bem como produzir material unificado de esclarecimento aos trabalhadores/as;
    4. Realizar audiência, ainda em janeiro, com o superintendente da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego – SRTE/PA, para debate as questões da classe trabalhadora e as novas atribuições do órgão no Pará;
    5. Realizar audiência, na primeira quinzena de fevereiro, com o governador Hélder Barbalho (MDB), para debater a política de desenvolvimento do Pará, a geração de empregos, a qualificação profissional, a criação do Conselho Estadual de Emprego do Estado, a defesa da estabilidade dos servidores públicos entre outras questões. Com divergência neste ponto, a CSP/Conlutas;
    6. Dia 18/01 às 9h no Sintepp, reunião da comissão de organização do Seminário da Reforma da Previdência Social.
     
    Agenda
     
    Dia 16/01 reunião do fórum das entidades sindicais dos servidores públicos do Pará, às 9h na sede do SindSaúde;
     
    Dia 16/01 às 9h, primeira audiência do Sintepp com a Seduc;
     
    Dia 17/01 às 9h na Escola Cordeiro de Farias, assembleia geral do Sintepp;
     
    Dia 04/02 campanha salarial do Senpa;
     
    Dia 22/02 das 8 as 13h no Sindicato dos Bancários do Pará, seminário em defesas dos bancos públicos, contra as privatizações.
     
    CTB Pará
  • O Fórum, que reúne as diversas entidades sindicais dos servidores públicos do Estado, coordenado pelo dirigente da CTB, Valdo Martins, presidente da Federação dos Servidores Públicos do Estado do Pará (FSPEPA), teve sua primeira reunião, ontem (26/03), com o novo governo do Estado, representado pelo chefe da Casa Civil, Parcial Pontes, para discutir a pauta dos servidores públicos que trata sobre reajuste salarial, auxílio-alimentação, reajuste de diárias, entre outras. Para o coordenador do Fórum, Valdo Martins, dirigente da CTB, a reunião foi muito positiva, onde, "apresentamos ao secretário as reivindicações dos servidores e fizemos um pequeno histórico das maldades do governo tucano, que tanto prejudicou a categoria e esperamos uma relação diferenciada e respeitosa nas negociações com o governo do Hélder Barbalho".

    Na audiência, o secretário se mostrou com disposição em dialogar com as entidades representativas dos servidores públicos, se comprometeu em resolver algumas questões de imediato e prometeu transparência na relação com as entidades. Ao final da audiência, foi marcada uma nova reunião, onde o Governo dará a resposta sobre o restante da pauta apresentada.

    Martins disse "agora vamos manter a categoria mobilizada e esperar que o governo atenda nossas reivindicações. Caso isso não ocorra, vamos chamar uma grande Assembleia Geral Unificada dos servidores estaduais para decidir os rumos do movimento em campanha salarial 2019".

  • A classe trabalhadora e o Sindicato dos Químicos de Barcarena (Sindiquímicos) são surpreendidos com a decisão da norueguesa Hydro Alunorte em suspender suas atividades na planta industrial de Barcarena, no Pará.

    Os governos municipal, estadual e federal, bem com os administradores da Hydro Alunorte precisam apresentar, conjuntamente, medidas imediatas para garantir os empregos e os direitos da classe trabalhadora local, em Barcarena.

    A suspensão das atividades, em 100%, gerarão sérias consequências econômicas e sociais diretas aos empregados da Hydro Alunorte e, indiretamente, para suas fornecedoras e o comércio regional. Tendo em vista que a cadeia produtiva, no Pará, envolve Paragominas, Oriximiná e Barcarena e são mais de 15 mil trabalhadores e trabalhadoras, diretamente prejudicados.

    Serão milhares de desempregados, extinções de rendas e consequências drásticas para a economia paraense, o que requer intervenções das autoridades para a reabertura e funcionamento da empresa e garantia dos empregos, o cumprimento, por parte da multinacional, das condicionantes ambientais, sociais e legais para seu regular funcionamento.

    Não concordamos que o elo mais fraco desta relação, os trabalhadores, paguem a fatura com a perda de seus postos de trabalho. A empresa e os governos são responsáveis por buscarem soluções imediatas para resguardar o funcionamento da planta industrial e os empregos diretos e indiretos em Barcarena e região.

    A CTB-PA manifesta total solidariedade aos trabalhadores e trabalhadoras, ao Sindiquímicos, às comunidades adjacentes e toda a cadeia produtiva afetada neste processo. E exige providencias para a retomada da normalidade do funcionamento do pólo industrial em Barcarena.

    Belém, 3 de outubro de 2018.

    Cleber Rezende
    Presidente da CTB-PA

    Manoel Paiva
    Secretário de Segurança, Saúde e Meio Ambiente - CTB-PA

  • A multidão composta por milhares de estudantes, secundaristas e universitários, professores, técnicos, e representantes de diversas outras categorias de trabalhadores em geral realizam manhã desta quarta-feira (15/05/2019) o maior ato unificado da história recente do Pará. A concentração foi na Praça da República, em Belém, como parte das manifestações nacionais em defesa da educação pública e contra a Reforma da Previdência. Cerca de 80 mil pessoas participam do protesto, afirmam os organizadores do ato.

    A manifestação faz parte dos atos nacionais em todo o Brasil, são protestos contra os cortes de verbas da educação e contra a Reforma da Previdência, ações do governo federal de Jair Bolsonaro (PSL), que implementa um verdadeiro desmonte da estrutura do Estado nacional, das políticas públicas voltadas para a promoção de direitos e redução das desigualdades sociais, ataques as políticas de distribuição de rendas, geração de empregos e da valorização do salário mínimo, da educação e saúde, áreas e políticas fortemente atacadas pela inversão de prioridades do Estado, que coloca a máquina pública a serviço do rentismo, dos banqueiros e dos interesses Norte Americano versus os interesses do povo e do Estado brasileiro.

    Nacionalmente o ato foi convocado pela CONTEE - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino e a CNTE - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, com o apoio das Centrais Sindicais, como a CTB, tendo como foco a defesa do direito a aposentadoria e contra a proposta de Reforma da Previdência do governo Bolsonaro. No entanto, nos últimos dias com os cortes nas verbas da educação, sobretudo, nas universidades e institutos federais, as manifestações ganharam forças com a convocação da UNE - União Nacional dos Estudantes e demais movimentos estudantis e de profissionais da educação superior no Brasil.

    No Pará, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, CTB Pará, se soma ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Pará (Sintepp), Sindproifes-PA, SINPRO-PA, União Brasileira dos Estudantes Secundaristas - UBES, União Nacional dos Estudantes - UNE, UJS e diversas outras organizações sociais, sindicais, estudantis, partidos políticos e parlamentares nesta luta justa e necessária de defesa do Brasil, da soberana nacional e dos direitos do povo trabalhador. Além de Belém, várias cidades paraenses realizaram grandes atos com a mesma bandeira, dizem não aos cortes nas verbas da educação e não a Reforma da Previdência!

    "Não concordamos com os cortes de 30% nas verbas da educação, suspensão de bolsas de pós-graduação e ataques ao ensino no país, defendemos é o fortalecimento das Universidades Públicas e Institutos Federais (IFs), bem como, a CTB defende que todos os trabalhadores e trabalhadoras tem o direito a uma aposentadoria digna após o período laboral, portanto, dizemos não a Reforma da Previdência Social do governo Bolsonaro", reafirmou Cleber Rezende, presidente da CTB Pará, durante o ato.

    Para as Centrais Sindicais e movimento social em geral fica o grande desafio da unificação de todos e todas na greve geral nacional da classe trabalhadora brasileira contra a Reforma da Previdência e contra os retrocessos e retiradas de direitos do povo brasileiro. Dia 14 de junho, é greve geral no Pará e no Brasil.

  • Em Belém, a empresa de transporte rodoviário, Monte Cristo, vinha descumprindo os acordos assinados com o Sindicato e desrespeitando os direitos dos trabalhadores rodoviários. Diante desse quadro, onde os trabalhadores não conseguiram nada na via negocial, não restou ao Sindicato opção que não fosse convocar a categoria para assembleia geral para uma decisão coletiva. Os trabalhadores deliberaram pela deflagração da greve até que seus direitos fossem assegurados.

    Os trabalhadores não aceitavam a continuidade de descumprimento do acordo que determinou a implantação do ponto eletrônico biométrico, como forma de evitar a imposição de jornada de trabalho excessiva, irregular e de não pagamento de horas extras. E após 3 dias de paralisação, de forte participação da categoria e condução classista do Sindicato, a empresa buscou amparo na justiça, para a interferência na luta dos trabalhadores.

    Uma decisão despropositada da justiça não dobrou a resistência dos rodoviários. A concessão de uma liminar que proibia a presença do Sindicato de realizar seu trabalho de convencimento, impondo a distância de 300 metros distante do portão da garagem. A liminar teve cumprimento com dezenas de policiais militares e da cavalaria, incluiu até a ameaça de uso de forças do Exército Brasileiro.

    Foi uma decisão equivocada e sem base legal, pois o uso das forças armadas é definido em legislação como os artigos 142 e 144 da Constituição Federal e artigo 15 parágrafo 2, da Lei complementar 97/1999. O artigo 142 da Carta Magna diz que "As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”. 

    São três, portanto, as suas funções, a saber: 1) garantir a defesa da Pátria, 2) garantir os Poderes constituídos e 3) a pedido de quaisquer deles (Poderes constituídos) assegurar o cumprimento da lei e da ordem e os artigos (136 a 144), dá às Forças Armadas (142 a 143) e às forças de segurança pública (144) tais funções, que podem ser exercidas em crises internas invocando o “estado de defesa” (crise localizada) ou de “sítio” (generalizada), o que não acontecia naquela greve de trabalhadores, na defesa de direitos que vinha, sendo descumpridor pela empresa.

    O maior responsável pela bagunça no transporte público é a prefeitura de Belém na figura do prefeito Zenaldo Coutinho, que não fiscaliza as empresas. “Esses são uns dos maiores fatores que implicam em um mau atendimento a população", disse Altair Bandão, presidente do Sindicato dos Rodoviários do Pará.

     

    A UNIDADE DOS TRABALHADORES MANTÉM A LUTA E AVANÇA NAS CONQUISTAS

    Mesmo após a liminar, extrapolando os limites legais, e a presença de policiais, cachorros e cavalos, os trabalhadores manifestaram a disposição de seguirem na luta. Não garantindo o funcionamento das linhas. A categoria com o apoio e presença do Sindicato dos Rodoviários mostrou sua disposição de seguir em greve e conquistar seus direitos.

    No sábado (16/03) às 12 horas, a empresa chamou o Sindicato para apresentar proposta de atender a maioria das demandas da classe trabalhadora. Os trabalhadores realizam assembleia geral, sob comando do seu Sindicato e, atendidas suas reivindicações suspendem a greve e decidem pelo retorno ao trabalho, vitoriosos e confiantes na força da categoria.

    AS PRINCIPAIS CONQUISTAS 

    O presidente do Sindicato, Altair Brandão, satisfeito com o resultado do movimento, parabenizou a garra dos rodoviários, agradece a confiança de todos no Sindicato e na sua diretoria e apresentou as principais conquistas. Além do compromisso de utilização do ponto biométrico, ficou acordado:

     

    * Garantia de pagamento das horas extras;

    * Não vão ser descontados os dias parados;

    * Ressarcimento de multas indevidas cobradas dos motoristas;

    * Pagamento das horas extras, retiradas dos trabalhadores;

    * Ressarcimento dos valores dos salários e ticket nas faltas indevidas dos trabalhadores que não faltaram serviço;

    * Efetuar o pagamento de férias dos trabalhadores conforme CLT atualizada no artigo 145. (Pagamento deverá ser feito até 2 dias antes do gozo);

    * Entregar o contra cheque para os trabalhadores antes ou no dia do pagamento do mesmo;

    * Acabar com o assédio moral aos cobradores pelo tempo de retorno para a garagem, para a prestação de conta.

    Ao final da assembleia Altair Brandão, que é Vereador de Belém, pelo PCdoB, e presidente do Sindicato dos Rodoviários, agradeceu aos trabalhadores e trabalhadoras pela confiança no Sindicato e ressaltou que as conquistas são frutos das lutas e da unidade da categoria e de seu instrumento de lutas, o Sindicato.

    Jonh Carvalho, diretor da CTB/PA e do Sindicato dos Trabalhadores em Carro Forte, Transporte de Valores e Escolta Armada (SINDFORTE), esteve acompanhando as mobilizações e o movimento grevista, parabenizou a garra e a coragem da categoria e do Sindicato dos Rodoviários em enfrentar os patões e arrancar conquistas para os trabalhadores.

  • As trabalhadoras e os trabalhadores do serviço público estadual do Pará iniciam a Campanha Salarial 2018 unificados. O primeiro evento de organização da luta ocorreu na quinta-feira (25), na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Pará, com um seminário sobre como melhorar o serviço público no estado e a vida dos servidores.

    "A CTB compreende a importância deste seminário para nivelar as informações e instrumentalizar aos dirigentes sindicais dos sindicatos do serviço público do Pará e assim intensificar a Campanha Salarial 2018 rumo ás lutas por melhores condições de trabalho e salariais”, afirma Cleber Rezende, presidente da CTB-PA.

    Para ele, o governo do estado alega não ter dinheiro para aumentar os salários, mas “concede isenções fiscais a grandes empresários. Com esse dinheiro poderia melhorar o serviço público no estado, começando pelos salários já defasados dos servidores”.

    O seminário foi proferido por Roberto Sena, economista do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e Antonio Catete, presidente do Sindicato dos Servidores do Fisco Estadual do Pará.

    Participaram do seminário, 22 entidades sindicais das servidoras e dos servidores públicos estaduais. Dessa maneira, acentua Rezende, “iremos fortalecer as organizações de representação sindical das trabalhadoras e trabalhadores públicos do estado”.

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    "Estamos dando início à campanha salarial dos servidores e pretendemos demonstrar que o governo não está falando a verdade quando diz que não tem recursos para reajustar os salários da categoria”, afirma Valdo Martins, presidente da Federação dos Servidores Públicos do Estado do Pará.

    De acordo com Martins, “Só de dívida ativa, que o governo não cobra das grandes empresas, são mais de R$ 16 bilhões, fora a renúncia fiscal que o governo concede para inúmeras empresas. Quem está com dificuldades financeiras não abre mão de tantos recursos, enquanto os servidores e o serviço público são penalizados. Por isso, vamos mobilizar a categoria até que o governo atenda nossas reivindicações".

    Rezende acredita que Sena e Catete deram uma “contribuição fundamental com dados importantes para a campanha salarial e que servirão para os embates nas mesas de negociações entre as entidades sindicais e o governo”.

    Para ele, a Federação dos Servidores cumpre bem o papel na "organização e reunião dos sindicatos estaduais do serviço público paraense, enfrentando todas as adversidades da conjuntura política e econômica no Pará e no Brasil, rumo a manutenção e ampliação de direitos aos trabalhadores do setor público e no fortalecimento dos serviços prestados à população paraense".

    A próxima reunião das servidoras e dos servidores públicos estaduais ocorre nesta quarta-feira (31), às 9h, na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará, (rua 16 de Novembro, 821, Cidade Velha, Belém). "Nesse novo encontro deverá sr definida uma pauta de reivindicações conjunta e unitária", afirma Rezende.

    Portal CTB

  • O Sindicato dos Trabalhadores em Carro Forte e Escolta Armada do Estado do Pará (SINDFORTE) conseguiu na Justiça Trabalhista a condenação da empresa multinacional espanhola Prosegur Brasil S/A - Transportadora de Valores e Segurança. A empresa foi condenada a quitar uma dívida trabalhista estimada em R$ 8 milhões, que beneficia cerca de 600 empregados e ex-empregados da empresa no Pará.

    O Sindicato, via assessoria jurídica do renomado escritório J. J. Geraldo, em ação coletiva teve ganho de causa em todas as instâncias judiciais, não cabendo mais recurso e se encontra em fase de execução (cobrança do pagamento).

    A empresa prática assédio moral e os cerca de 400 profissionais que continuam empregados na Prosegur têm sofrido pressões para assinar acordos diretos com a empresa em valores muito abaixo do direito reconhecido pela Justiça Trabalhista. Reafirmou o presidente do SINDFORTE, Antônio Aquino. Aquino também é secretário geral da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB Pará.

    João Almeida, secretário de comunicação do SINDFORTE, esclareceu que "o escritório J. J. Geraldo Consultoria e Advocacia, que representa o Sindicato dos Trabalhadores em Carro Forte e Escolta Armada do Estado do Pará (SINDFORTE), na causa, formulou a denúncia ao Ministério Público do Trabalho da 8a Região".

    "Quando o trabalhador recebe horas-extras e as horas intrajornadas deve ser observada a base de cálculo com todas as parcelas que ele recebe habitualmente. No caso, a Prosegur pagava o adicional de risco de vida (30%) por força de uma convenção coletiva. A gente observou que quando pagava as horas-extras não incluía na base de cálculo esse adicional de periculosidade, o que levou a ser condenada a pagar essa diferença (de remuneração)", explica o advogado João Victor Dias Geraldo, do JJ Geraldo Advocacia e Consultoria.

    A ação n° 0010042-95-2013-5-08-0005 ajuizada em 2013 com efeito retroativo a cinco anos. Em 13 de fevereiro de 2014, a então juíza Maria Zuíla Lima Dutra, titular da 5° Vara do Trabalho de Belém, condenou a Prosegur, reconhecendo o direito dos trabalhadores e determinou o pagamento devido. A sentença foi confirmada em recursos ajuizados pela Prosegur junto ao Tribunal Regional do Trabalho da 8a Região (TRT-8) e ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) e, em 9 de julho de 2018, a então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, negou seguimento ao Recurso Extraordinário com Agravo (1.143.775) ajuizado pela empresa.

    O presidente do Sinforte, Antônio Aquino, explica que, desde que se instalou no Pará, por volta de 2010 (quando comprou as empresas Fiel, Norsergel e Nordeste), a Prosegur manteve o descumprimento da convenção coletiva no que se refere aos reflexos do adicional e risco de vida sobre as horas-extras e as horas-extras intrajornada aplicados no pagamento das férias + 1/3, 13o salário, Repouso Semanal Remunerado (RSR), Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e aviso prévio.

    "A empresa não paga o direito do trabalhador. Entramos com ação coletiva e obtivemos êxito, ganhamos em todas as instâncias. E a empresa, agora, não querendo pagar esse direito, está aplicando um assédio sobre os trabalhadores, querendo forçar a aceitar um acordo bem abaixo do previsto, do que tem direito. E nós, como sindicato, estamos orientando o trabalhador junto com o escritório de advocacia para não aceitar essa pressão, não aceitar esse acordo que a empresa quer fazer", diz o dirigente sindical.

    "Essa empresa tem bases em Redenção, Parauapebas, Marabá, Santarém... E todos os trabalhadores são beneficiados nessa ação coletiva", informa Ronilson Sales, secretário geral do SINDFORTE.

    Os valores devidos a cada trabalhador variam: "A gente não tem uma média (dos valores). O ideal é fazer o cálculo individual, considerando aquilo que cada um efetivamente trabalhou", comentou o secretário de finanças do SINDFORTE, Jonh Carvalho.

    O valor total da dívida pode chegar a R$ 8 milhões considerando que o primeiro grupo de 100 trabalhadores na ações de execução individual que passa de R$ 1,8 milhão. "Considerando que ainda faltam muitos trabalhadores para se fazer o cálculo, esse valor deve aumentar bastante." Afirmou o advogado trabalhista, Dr João Victor.

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    O sindicalista cita como exemplo casos individuais em que a dívida chega a R$ 28 mil, mas a empresa quer fazer acordo de R$ 4 mil para encerrar o litígio. "Esse dinheiro dá para comprar ou reformar uma casa. O trabalhador tem direito, ele trabalhou, suou arriscando a vida dele dentro do caro forte, sem saber se ia voltar para casa no final do dia (...) A empresa está assediando os trabalhadores, até mesmo os que estão doentes (de licença em casa), estão designando funcionários para ir lá (na casa) forçar o trabalhador a assinar esse acordo. Mas nós estamos em cima, estamos de olho, fiscalizando", acrescenta o presidente Aquino.

    A preocupação do advogado e do sindicato é que os empregados cedam por medo de perder o emprego. "A empresa está pressionando (para assinar acordo), ligando e indo na casa do trabalhador. Passamos para o MPT uma lista que correu dentro da empresa (de pessoas dispostas a assinar o acordo). O dinheiro é do trabalhador, O sindicato está para defender o trabalhador. O trabalhador que assinou está oprimido, está lá na empresa. A gente não tem conhecimento se alguém assinou. Podemos tentar trabalhar para reverter esses acordos se houver coação." Disse Aquino.

    Para evitar o assédio, o escritório JJ Geraldo Advocacia e Consultoria está executando coletivamente os trabalhadores que permanecem ativos na empresa, por meio do sindicato, e, individualmente, os que não estão mais na empresa ou, mesmo que ainda estejam no emprego, mas desejam receber o dinheiro mais rápido, pois as ações individuais costumam tramitar mais com maior celeridade.

    João Victor Geraldo orienta os trabalhadores a denunciarem o assédio sofrido para o sindicato: "O Sindforte está tomando as providências, está levando para o Ministério Público do Trabalho, está vendo as providências legais para adotar para coibir isso, pois o acesso à justiça e à ação é constitucional. A empresa sabe que deve, mas prefere protelar e assediar o trabalhador para tentar protelar nesse momento".

    Com informações do SINDFORTE, escritório J.J. Geraldo e jornal Diário Online.

  • As entidades Sindicais dos Servidores Públicos do Pará, reunidas na última quarta-feira (09), na sede da CTB/Pará, deram início a campanha salarial 2019, o fórum que agrega os sindicatos do funcionalismo estadual liderados pela Federação dos Servidores Público do Pará (FSPEPA) iniciou os trabalhos de 2019 com uma avaliação dos governos recém empossados, Jair Bolsonaro (PSL) na presidência da República e Hélder Barbalho (MDB) no governo do Pará.

    Na avaliação do movimento sindical o presente ano será de muitas lutas para a preservação dos direitos da classe trabalhadora e na busca de obter alguma conquista aos servidores paraenses. Momento de implementação da Emenda Constitucional de nº 95 que limita os gastos e investimentos públicos nas áreas sociais, a busca de implementação de uma nova reforma da previdência social com retirada de diretos à aposentadoria, debate e ameaças pelo governo federal, de pôr o fim a estabilidade dos servidores públicos concursados entre tantas outras questões que leva a avaliação de retrocessos e a necessidade de muita unidade e luta da classe trabalhadora e de suas organizações representativas. 

    As entidades buscarão audiência com o novo governador Hélder Barbalho, para resgatar os compromissos de atendimento das reivindicações dos servidores assumidas durante o período eleitoral. Ressaltando Valdo Martins, presidente da FSPEPA, que “os avanços no atual governo dependerão do poder de mobilização da categoria, da unidade e capacidade de mobilização, coordenadas pelas entidades”.

     Marcos Afonso, vice-presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Civis do Pará (Sepub) e diretor da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB Pará), destacou que “iniciamos os trabalhos com unidade e luta na defesa dos interesses das servidoras e servidores públicos do Pará”, afirmando que são várias entidades sindicais e que “a unidade será o determinante neste momento da campanha salarial de 2019”, sendo fundamental a parceria e o respeito das bases de cada organização.

    O Fórum indicou a solicitação de audiência com o atual governador, para ainda este mês de janeiro, a realização de uma nova reunião dia 16/01 para definição das propostas que serão apresentadas ao governo, bem como a elaboração de um documento estabelecendo critérios para a participação das entidades no Fórum das Entidades dos Servidores Públicos Paraenses, buscando sua organização e fortalecimento entre outros encaminhamentos.

    CTB Pará

  • A Hydro Alunorte, subsidiária a empresa de capital norueguês Norsk Hydro, comunicou ao Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas do Município de Barcarena – Pará (SindiQuímicos), a suspensão dos descontos em folha de pagamentos dos seus empregados em favor da entidade sindical, em cumprimento da Medida Provisória – MP 873 de 1º de março de 2019 editada pelo presidente Bolsonaro com o objetivo de asfixiar o movimento sindical brasileiro e reduzir a resistência da aprovação da famigerada reforma da previdência social.

    O SindiQuímicos impetrou “Ação de Cumprimento de Norma Coletiva com Pedido de Tutela de Urgência” e obteve a concessão de liminar para a condenação da empresa em “Obrigação de Fazer” os respectivos descontos e repasses a entidade sindical da classe trabalhadora química. Em decisão favorável publicada na manhã desta quinta-feira, 28/03, o juiz do Trabalho, Dr Francisco Milton Araújo Júnior, declarou a inconstitucionalidade da MP 873 por afrontar a Constituição brasileira, a liberdade sindical, a soberania coletiva da categoria manifesta em assembleia geral, bem como a autonomia, gestão, administração e livre organização sindical da classe trabalhadora.

    O presidente do SindiQuímicos, Gilvandro Santa Brígida, afirmou que à decisão do juiz do Trabalho em Abaetetuba “garantindo o direito do Sindicato dos Químicos de Barcarena ter os descontos em folha de pagamento de seus representados em favor do Sindical e obrigar a Hydro Alunorte/Norsk Hydro a cumprir o que está estabelecido em Acordo Coletivo de Trabalho”, esclarecendo ainda, Santa Brígida, que a decisão “evidencia a intenção do governo Bolsonaro de destruir aqueles que são a vanguarda das lutas dos trabalhadores e trabalhadoras, os sindicatos classistas, que enfrentarão nas ruas e no Congresso contra a reforma da previdência”.

    Gilvandro ainda agradece sua assessoria jurídica, dizendo “gostaria de parabenizar o belo trabalho de nossa assessoria jurídica na figura dos advogados Cláudio Aládio e Henrique Coura” e ressalta “espero que o Supremo Tribunal Federal possa julgar o mais rápido as Ações Diretas de Inconstitucionalidades para barrar estes ataques de Bolsonaro à liberdade sindical brasileira”.

    Já o sindicalista Manoel Paiva, secretário geral do SindiQuímicos falou que “a nova reforma trabalhista versa que o acordados se sobrepõe ao legislado e que na negociação coletiva o Sindicato ‘amarrou’ todos os repasses e descontos dos trabalhadores para as lutas da entidade sindical, ou seja mensalidade, imposto sindical e desconto confederativo”. Portanto, para o Paiva, “a decisão por tutela de urgência só vem consolidar o que o Sindicato já havia garantido em mesa de negociação com a empresa Hydro Alunorte”.

    “O sindicato seguirá defendendo os trabalhadores e conta com o apoio irrestrito e necessário da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, a CTB Pará, rumo à garantia de direitos da categoria e da classe trabalhadora em geral” frisou o presidente do SindiQuímicos, Gilvandro Santa Brígida.

  • Na manhã desta terça-feira, 09/04, os dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil Leve e do Mobiliário de Castanhal (Sinticlepem), sindicato filiado a CTB Pará, estiveram visitando os canteiros de obras para dialogar com suas bases, fazendo reuniões com os trabalhadores do setor de cerâmicas em Castanhal.

    O presidente do Sindicato e diretor da CTB Pará, Jose Adailson, o Careca, informou que "estamos esclarecendo os trabalhadores sobre os impactos reforma da previdência para a classe trabalhadora", estamos ainda, tratando da "campanha salarial 2019, visto que estamos em data-base da categoria".

    Careca disse que, "participamos no último final de semana, em Recife - Pernambuco, de um importante encontro Sindical Nacional dos sindicalistas da CTB, onde debatemos o financiamento das entidades sindicais, a residência a reforma da previdência social, e reafirmamos que as lutas específicas das categorias devem estarem relacionadas as lutas geras do povo brasileiro por democracia, liberdade, manutenção de direitos, contra a MP 873, contra a reforma previdenciária, luta por geração de empregos e distribuição de renda, a defesa da soberana nacional", reafirmo que "só haverá desenvolvimento econômico e social com um novo projeto nacional de desenvolvimento para o Brasil", finalizou o presidente Careca.

    Edgar Gomes, diretor da CTB Pará e do Sinticlepem, ressaltou que "nós da CTB desenvolvemos o sindicalismo classista, realizamos as visitas as bases, conversamos com os trabalhadores e trabalhadoras para definição e implementação da campanha salarial, é nas bases que vamos derrotar a Reforma da Previdência, a medida provisória (MP 873) de Bolsonaro que asfixia os sindicatos para eliminar a representação da classe trabalhadora" destacando, Edgar, disse "lutaremos e venceremos a atual conjuntura política adversa e construiremos novos caminhos de retomada da geração de empregos e garantia dos direitos trabalhistas e previdenciárias dos trabalhadores e trabalhadoras da construção civil e mobiliário e brasileiros".

  • O Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil Leve e Mobiliaria de Castanhal e Região (SINTICLEPEM) realizou no dia 16 dezembro assembleia de prestação de contas do exercício 2018 e confraternização de fim de ano.

    Na atividade ocorreu, ainda, sorteio de cestas-básicas para os sindicalizados e o presidente José Adailson, o Careca, fez um balanço das principais lutas desenvolvidas no presente ano de 2018.

    Edgar Oliveira, secretário de finanças do Sindicato, apresentou a prestação de contas, fez esclarecimentos e respondeu as perguntas surgidas na assembleia e ao final a categoria de operários e operárias aprovaram por unanimidade a prestação de contas do exercício 2018 do Sindicato.

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    O presidente do SINTICLEPEM, José Adailson, o Careca, avaliou como positivo os trabalhos realizados no ano de 2018, afirmando que “nossa diretoria, esteve presente nos canteiros de obras e em cada local de trabalho ouvindo as necessidades da categoria, buscando responder suas demandas e realizando campanha salarial com acordo de coletivo que resguardassem os direitos e conquistas”, ressaltando as dificuldades econômicas e a necessidade de “fortalecer cada vez mais o Sindicato, enquanto instrumento de representação da classe operária”, finalizou Careca.

    Cleber Rezende, presidente da CTB/Pará, em sua fala na assembleia, contextualizou os desafios para 2019, com a posse de Bolsonaro na presidência do Brasil, afirmando que “a resistência, coordenada pelas centrais sindicais, à reforma da previdência bem como na defesa de todos os direitos e conquistas da classe trabalhadora, a luta por empregos de qualidade e por melhores salários, na defesa da retomada do crescimento econômico e do desenvolvimento nacional”, reafirmando ainda, “a defesa da democracia, da soberania nacional, dos direitos fundamentais e dos movimentos sociais, sindical, das esquerdas e do povo brasileiro”.

    O presidente José Adailson, ainda agradeceu as presenças dos diretores de sua diretoria, bem como do sindicalista Ronilson Sales, secretário geral do SINDFORTE e do jovem Rafael Galvão, diretor da UJS.

    CTB Pará

  • O Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Ananindeua e Marituba no Pará - SINTRAM, nesta segunda-feira (01/04), em assembleia geral da categoria, prosseguiu os trabalhos da campanha salarial de data-base 2019/2020. Assembleia foi realizada na sede do sindicato.

    Os trabalhadores rodoviários discutiram sobre assuntos relacionados às melhorias para categoria rodoviário, passando pelo reajuste salarial, melhores condições de trabalhos, pagamentos das horas extras, ponto biométrico, fim dos assédios morais, melhorias e renovação da frota para melhor atender os usuários do transporte público, ajustes na jornada de trabalho entre outros pontos.

    Huelem Ferreira, presidente do SINTRAM, ressaltou que a categoria "mais uma vez mostrou sua força ao unificar todos os trabalhadores na defesa da pauta da campanha da categoria".

    Ferreira, ainda destacou a paralização que teve na empresa Fênix transportes, na sexta-feira (29/03), quando "a empresa assinou um acordo que foi protocolado pelo Sindicato no MP (Ministério Público), afirmando um compromisso e se responsabilizando em corrigir as irregularidades na empresa para atender os anseios dos funcionários".

    Na assembleia geral o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB Pará, Cleber Rezende, ao falar para a categoria, frisou a conjuntura política de ataques à classe trabalhadora, dizendo que "a Reforma da Previdência, do governo Bolsonaro é para impedir que os trabalhadores e trabalhadoras tenham acesso a aposentadoria, e os rodoviários perdem a aposentadoria especial".

    Rezende, ainda informou que a "MP 873 buscar asfixiar as organizações sindicais e neutralizar a resistência a reforma da previdência, más que vamos resistir nas ruas e nas negociações institucionais", por fim, colocou a CTB Pará e seus sindicatos de bases "a disposição da campanha salarial da categoria rodoviária".

    Além da CTB, o SINDFORTE, representado pelos diretores Jonh Souza Souza e Bira Sales, que também compõe a direção da Central no Pará, estiveram presentes.

    A próxima tarefa da diretoria do SINTRAM é apresentar a pauta a patronal para avançar nas negociações em defesa dos direitos da categoria.

  • Cena do filme Domésticas (2001), de Fernando Meirelles

    “Agora que estávamos melhor preparadas para lutar pela aplicabilidade da Lei das Domésticas, vem essa rasteira a nível nacional”, diz Lucileide Mafra Reis, vice-presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Pará (CTB-PA) e presidenta da Federação das Trabalhadoras Domésticas da Região Amazônica.

    Ela se refere à reforma trabalhista de Michel Temer, aprovada pelo Senado Federal, na terça-feira (11), e sancionada pelo presidente ilegítimo nesta quinta-feira (13). “Essa reforma é uma perda para o país e para toda a classe trabalhadora, mas as trabalhadoras domésticas são as que mais perderão porque estamos retrocedendo décadas”.

    Reis vê muita dificuldade para as trabalhadoras domésticas, que são mais de de 12 milhões no país e somente tiveram seus direitos trabalhistas regulamentados a partir de 1º de outubro de 2015. “Já sentimos retrocesso nas regiões mais afastadas dos centros urbanos e com certeza as dificuldades se tornarão ainda maiores neste país continental”.

    E para piorar, lembra ela, “os sindicatos estão perdendo a sua autonomia nas negociações. Como uma trabalhadora doméstica vai negociar como patrão nessas condições?”. Para ela, a possibilidade de pagar apenas pelas horas trabalhadas afetará a vida das trabalhadoras de maneira perversa.

    Assista: Domésticas, o filme (2001), de Fernando Meirelles 

     “Quem saía de casa às 5h da manhã, terá que sair às 3h se os patrões assim desejarem. Muito complicado para uma categoria que não tem relógio de ponto e ainda por cima tem uma proximidade muito grande com os patrões”, diz.

    A sindicalista paraense relata também o retrocesso na questão da exploração do trabalho infantil. “Com a lei conseguimos diminuir o número de meninas exploradas no serviço doméstico, mas desde o golpe na democracia, isso vem retornando, principalmente no Norte e Nordeste, onde a fiscalização é menor”.

    Para ela, se já era “difícil fazer os patrões respeitarem as leis, agora pode ficar impossível, ainda mais com o nível de desemprego crescente que estamos vivenciando. Precisaremos estar mais unidas do que nunca para conseguir o respeito à nossa lei, mesmo com todas as dificuldades”.

    Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy

  • Ocorreram nos dias 12 e 13 de dezembro de 2018 as eleições para a Coordenação da Subsede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará - Sintepp em São Miguel do Guamá, no Pará, para a gestão no triênio 2019/2021, com duas chapas concorrentes. A chapa 1 Sintepp Independente, Classista e de Luta, venceu as eleições com 60% dos votos válidos, 257 votos contra 175 votos para a chapa 2 Sintepp de Cara Nova – Avançar na Luta com Renovação.

    O processo eleitoral foi marcado por forte disputa entra a Chapa 1 encabeçada por Saulo Ribeiro e Eliene Galis, que defendia um Sintepp independente e autônomo em relação ao governo e classista na luta e defesa dos interesses da categoria educacional, enquanto a chapa 02 encabeçada por Tânia Rodrigues e Marcelina Aparecida, representava um atrelamento e subordinação do Sintepp ao governo municipal, a “chapa branca”. Diferenças estas, visíveis nas eleições, nas formações das chapas e no forte envolvimento de servidores comissionados e temporários no processo eleitoral em favor da chapa 2.

    O novo coordenador geral eleito, Saulo Ribeiro, ressaltou que a vitória da chapa 1 “mostrou o quanto a organização dos trabalhadores e trabalhadoras precisa está afinada na busca da garantia de direitos e contra os retrocessos de nossas conquistas”, afirmando ainda, que “barramos a tentativa de infiltração do governo dentro sindicato” e que com “unidade e independência vamos avançar nas lutas e conquistas para toda a categoria”, finalizou Ribeiro.

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    O Coordenador da Secretaria Geral do Sintepp Estadual, prof. Thiago Barbosa, que também é Vice-Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB/Pará, lembrou que nos tempos atuais, há a tentativa de sabotagem e interferência dos Governos nas entidades representativas de classe e que com este resultado das eleições o “nosso Sindicato continuará nas mãos dos trabalhadores e trabalhadoras, e continuará fazendo o trabalho de cobrar e fiscalizar a aplicação dos recursos na educação”. Por fim, Barbosa, afirmou que a eleição do SINTEPP Subsede São Miguel do Guamá “foi um belo exemplo de luta e determinação do conjunto dos integrantes da Chapa 1 e seus apoiadores, que impuseram uma derrota histórica para o atraso”.

    A atual Coordenadora Geral do Sintepp subsede do São Miguel do Guamá, Ivone Brasil, afirmou estar "confiante na continuidade de uma gestão democrática, classista e autônoma em relação a secretária de educação e com capacidade de negociação com o governo para ampliar e manter direitos", bem como, de avançar na "melhoria da subsede para atender com conforto e qualidade aos sindicalizados", em referência a reforma da sede administrativa do Sintepp, que ela implementou nos últimos anos.

    Na comemoração da vitória, Saulo Ribeiro, agradeceu aos filiados e filiadas do Sintepp pelos votos recebidos, os membros de sua chapa, os apoios recebidos de dirigentes de outras organizações que estiveram nas eleições e nos trabalhos de campanha, de mesários e da comissão eleitoral, ressaltando o apoio da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil-CTB/Pará, e em nome do presidente Cleber Rezende, agradeceu todos da Central; em nome do Thiago Barbosa agradeceu as Coordenações Estadual e Regional do SINTEPP, os dirigentes do Sindicato da Construção Civil – SINTIMIG, Sindicato dos Trabalhadores em Carro Forte – SINDFORTE, Sindicato dos Servidores Públicos do Pará – SEPUB e a brava juventude da UJS, bem como ao vereador prof. Alfredo Borges.

    CTB Pará