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Seg, Jan

CTB - PA

  • Criada a Coordenação Nacional dos Vigilantes durante o Congresso da CTB

    Em reunião setorial, durante o andamento do 4º Congresso Nacional da CTB, foi criada a Coordenação Nacional dos Vigilantes para “organizar o setor a nível nacional e melhorar a nossa representatividade no movimento sindical”, diz Antônio Aquino, secretário-geral da CTB-PA e presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Carro Forte, Transporte de Valores e Escolta Armada do Estado Pará (Sindforte-PA).

    Aquino denuncia o descaso para com a segurança dos vigilantes. “Nós que cuidamos da defesa do patrimônio das empresas, muitas vezes não temos nem os equipamentos mínimos necessários para a nossa segurança, assim ficamos expostos demais”.

    Ele reclama também da terceirização ilimitada que prejudica ainda mais a categoria. “Com a terceirização a nossa situação fica ainda mais precária. Dormimos empregados e acordamos desempregados”.

    O sindicalista destaca a importância desse encontro para a luta pela criação de um Piso Salarial Nacional, a partir de uma organização de todos os sindicatos de vigilantes filiados à CTB. “Juntos seremos muito mais fortes”, conclui.

    Portal CTB

  • CTB Pará convoca base em defesa Justiça do Trabalho dia 21

    No próximo dia 21 de janeiro, centrais, juristas e magistrados se somam aos atos pelo Brasil em defesa da Justiça do Trabalho. O ato deverá ocorrer na Praça Brasil, em frente ao prédio do TRT8.

    "Compreendemos que o conjunto de medidas proposto pelo novo governo tem como foco desmontar a Justiça do Trabalho. Está que já vem sofrendo com desmonte, pós reforma trabalhista, em vigor há 13 meses", afirmou Cleber Rezende, presidente da CTB Pará, ao reiterar convocação para o ato.

    Ele lembra que "na relação capital/trabalho, a Justiça do Trabalho tem como função importante equilibrar as forças nesta relação, uma mediação fundamental para minimizar as perdas do trabalhador e da trabalhadora no processo de negociação, por exemplo. Portanto, estaremos nas ruas dia 21 juntos com aqueles que defendem este importante espaço". E completa: "Reiteramos a convocação a base da CTB, bem como ao conjunto da classe trabalhadora em nosso estado".

    Unidade por direitos

    A desembargadora Pastora Leal agradeceu a iniciativa da Amatra8 e do Sindjuf e também reafirmou “que apoiará sempre qualquer manifestação em defesa da Justiça do Trabalho, desde que ela seja pluralista e com representação de diversos segmentos da sociedade“.

    Para a presidente do TRT8, só com representatividade de todos os usuários da Justiça do Trabalho e manifestação livre de pensamento é que a democracia se consolida. “Esperamos que o ato promovido pela Amatra8 e pelo Sindjuf seja marcado pela liberdade de expressão e que represente perante a sociedade um compromisso na manutenção dos bons serviços que a Justiça do Trabalho mantém para população brasileira desde a sua criação”.

     

     

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    CTB Pará

  • CTB vence eleição no Sintmig, importante sindicato da construção civil no Pará

    O ano começou bem para a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). Com uma ampla mobilização de diversos sindicatos, a Chapa 1 – Sindicato É Pra Lutar, da CTB-PA venceu a eleição no Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção e Mobiliário de São Miguel do Guamá e Irituia (Sintmig).

    A chapa apoiada pela CTB teve 609 votos contra 392 da chapa da situação. “A mobilização feita pela CTB foi fundamental para a nossa vitória”, diz Genivaldo Santos Corrêa Gil, presidente eleito do Sintmig. “Certamente com essa parceria podemos realizar um grande trabalho”.

    presidente eleito sintmig para agradecendo votos

    Novo presidente do Sintmig, Gil, agradece a confiança

    Estavam aptos a votar 1.288 filiados e compareceram ás urnas 1.012 eleitores. “Nós mobilizamos um conjunto de sindicatos cetebistas para essa vitória. O Sintmig é um dos mais importantes sindicatos do nosso estado”, afirma Cleber Rezende, presidente da CTB-PA. A eleição ocorreu na sexta-feira (12) e a posse da chapa vitoriosa acontece no dia 12 de fevereiro.

    “Essa vitória se reveste de uma importância estratégica. O Sintmig terá, com essa nova direção, a tarefa de se incorporar com as diversas entidades do movimento sindical e social na luta pela retomada do desenvolvimento da região e do emprego e também nas demais lutas democráticas da cidade e no estado”, reforça Saulo Ribeiro, dirigente da CTB-PA.

    Gil afirma que “o Sintmig se juntará aos cetebistas no Pará na luta contra os ataques aos direitos da classe trabalhadora brasileira e, ao mesmo tempo, na luta pela garantia dos direitos trabalhistas e sociais da categoria em São Miguel do Guamá e Irituia”.

    Portal CTB

  • CTB-PA intensifica mobilizações no esquenta rumo à greve geral de 30 de junho

    A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Pará (CTB-PA) faz um balanço de suas atividades mais recentes rumo ao dia 30, quando as centrais sindicais irão parar o Brasil contra as reformas do desgoverno Temer.

    1. Reunião com sindicalista da educação na regional sul do SINTEPP, em Rio Maria

    No sábado (17), o presidente da CTB-PA, Cleber Rezende, participou da reunião do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará – SINTEPP/Regional Sul, realizada em Rio Maria, há 800 km da capital paraense, Belém. Momento que tratou das mobilizações rumo à greve geral com ações regionais sul do Estado, orientando as direções das subsedes do SINTEPP realizarem atividades conjuntas com os Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, as delegacias municipais do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde Públicos do Estado do Pará e demais organizações locais fortalecendo as atividades grevistas contra as reformas trabalhista e previdenciária, pelo fora Temer e por Eleições Diretas Já.

    2. Seminário Pela Democracia e Contra a Violência no Campo

    Já na segunda-feira (19), um conjunto de diretores da CTB e sindicatos de bases participaram, no Sindicato dos Bancários, em Belém, do seminário nacional "Por Democracia e Contra a Violência no Campo" paraense.
    Cleber Rezende, presidente da CTB-PA, registrou no seminário que “com o golpe político-jurídico-midiático os neoliberais, os latifundiários e antidemocráticos estão sentindo-se confiantes para implementar o desmonte do Estado Nacional, atacar os direitos trabalhistas e previdenciários, as conquistas sociais no Brasil e, no Pará ceifarem vidas de lideranças sindicais e populares”, a exemplo, da “chacina de 10 trabalhadores rurais em Pau D’Arco, sul do Pará” ocorrida em 24 de maio, “pelo braço do Estado, onde policiais militares e civis surpreenderam, capturam, torturaram e eliminaram as vitimas indefesas”, bem com na grande Belém, as “milícias atacam e matam trabalhadores, jovens e negros”, reafirmando ser “necessário retomar a democracia, barrar as reformas que estão em curso, afastando o governo ilegítimo de Temer, realizando eleições diretas já para colocar o Estado nacional a serviço dos brasileirose de um novo projeto nacional de desenvolvimento”.

    Participaram da mesa central do "Seminário Pela Democracia e Contra a Violência no Campo”: Cleber Rezende, presidente da CTB-PA; Darci Frigo, coordenador da Comissão Nacional de Direitos Humanos; Ibraim Rocha, Comissão de Direito Agrário da OAB-PA; Edmilson Rodrigues, deputado federal (PSOL-PA); Paulão, deputado federal (PT-AL); Nelson Tato, deputado federal (PT-SP); Beto Faro, deputado federal (PT-PA); Zé Geraldo, deputado federal (PT-PA); Euci Ana, presidenta da CUT-PA e Ulisses Manaças, da coordenação nacional do MST.

    ctb pa seminario 2017

    Durante o evento os artistas Osmar Prado e Dira Paes, do Movimento Nacional Humanos Direitos, fizeram emocionantes intervenções convocando o povo a resistir, lutar e derrubar o governo golpista de Michel Temer e retomar a democracia brasileira, bem como acabar com as violações de direitos humanos no Pará. O Evento terminou com um ato público na Praça da República, centro de Belém, convocando o povo paraense para a greve geral do dia 30.06.

    3. Rodoviários do Pará

    Os sindicalistas Cleber Rezende, presidente da CTB-PA e Marcão Fonteles, da CTB nacional participaram, no dia 21, de importante reunião de construção da greve geral com o setor de transporte público da região metropolitana de Belém e do Estado, reunindo com as direções dos Sindicatos dos Rodoviários de Belém - STTREPA, de Ananindeua e Marituba – SINTRAM e do intermunicipal - SINTRITUR.

    O vereador e presidente do Sindicato dos Rodoviários de Belém, Altair Brandão, reafirmou o compromisso da categoria rodoviária com a greve geral dizendo que “os rodoviários não ficará de fora desta luta contra as reformas trabalhista e previdenciária, pelo fim do governo Temer e por eleições diretas imediatamente, no Brasil, para o povo definir seus rumos”, finalizando, “os rodoviários estão firmes e fortes no dia 30”.

    4. Portuários e marítimos

    Na sexta-feira (23), a CTB reuniu com dirigentes do Sindicato dos Oficiais Mercantis – SINDMAR e Sindicato dos Portuários do Pará e Amapá tratando das mobilizações grevista para o dia 30.06. O comandante Darlei Pinheiro ressaltou “o papel estratégico da greve geral para a classe trabalhadora contribuir nas ações de pressão ao Congresso Nacional para que seja rejeitada as reformas trabalhista e da previdência por atentar contra os direitos dos brasileiros”.

    Já o presidente do SINDIPORTO Dalton, destacou que “a categoria portuária participou ativamente da greve geral do dia 28 de abril, da marcha à Brasília e estará com força total no próximo dia 30 parando suas atividades para reafirmar que não concordam com as reformas de Temer e nem com seu governo”.

    Além do presidente da CTB-PA Cleber Rezende, participou da reunião a sindicalista e diretora da CTB a companheira Márcia Pinheiro que afirmou “estas reuniões por ramos de atividades com as direções sindicais fortalece a presença da CTB e estrita relações com seus sindicatos de bases, rumo a uma grande participação dos CTBistas nas ações do dia 30”.

    5. Diálogo com o senador da república Paulo Rocha – PT-PA

    Na sede da CTB Pará realizou-se 10h30min da sexta-feira, 23/06, a "Manhã de Debates sobre a Reforma Trabalhista". Com a presença do Senador Paulo Rocha – PT/PA e Deputado Estadual Lélio Costa – PCdoB/PA, organizado pela CTB e CUT, com a presença das demais Centrais Sindicais, dezenas de sindicatos, entidades e lideranças sociais, debatendo a resistência contra os ataques aos direitos do povo, em especial a classe trabalhadora com a reforma trabalhista.

    O senador Paulo Rocha – PT-PA apresentou a conjuntura política e tramitação do projeto de reforma trabalhista no senado federal dialogando da necessidade “do movimento sindical buscar conversar com cada senador e senadora, em cada estado deste país, para garantir votos suficientes na comissão de constituição e justiça – CCJ para enterrar ali esta nefasta proposta de desmonte dos direitos trabalhistas e das organizações sindicais”, afirmando que “não será fácil, más que é possível na CCJ rejeitar a proposta e arquivar de vez sua tramitação”, visto que a rejeição na CCJ impede de ir ao plenário da casa, por fim, o senador inteirou “as reformas destruidoras de direitos serão barradas com a organização de uma poderosa greve geral no dia 30 de junho, é com o povo nas ruas gritando fora Temer e pedindo eleições diretas já”.

    Da esquerda para direita: Deputado Estadual Lélio Costa – PCdoB-PA, Senador Paulo Rocha – PT-PA, Cleber Rezende, presidente da CTB-PA, Euci Ana, presidenta da CUT-PA e Conceição Holanda, INTERSINDICAL-PA.

    6. Posse da diretoria do Sindicato dos Bancários do Pará

    Ainda na sexta-feira (23), às 21h o presidente da CTB-PA Cleber Rezende participou da solenidade de posse da diretoria do Sindicato dos Bancários do Pará, direção composta por cetebistas e Cutistas. Rezende destacou a importância para a CTB “compor a direção do Sindicato dos Bancários com os companheiros José Marcos – Marcão, Luiz Otávio e Djan Teixeira”, destacando serem “bravos companheiros que contribui e contribuirá com a organização da categoria bancária no Pará” e que a primeira grande tarefa da direção empossada “é participar organizadamente e com muita força, como de praxe, da poderosa greve geral no próximo dia 30 de junho, parando as atividades bancárias na capital e no interior contra as nefastas reformas previdenciária e trabalhista, contra a terceirização irrestrita que atinge de morte a carreira bancária por serem regidos pela CLT”, por fim, saudou a direção empossada e colocou a CTB “a disposição da luta bancária, e que o presidente Gilmar Santos, terá na CTB uma parceira de lutas”, enfatizou.

    7. Mobilização sindical no complexo industrial de Barcarena

    No sábado (24), às 10h30 a CTB-PA realizou reunião de mobilização para a greve geral, com as direções dos sindicatos do complexo industrial de Barcarena, que sedia as empresas Albrás e Alunorte de produção na área de metalurgia em processamento da bauxita para a produção de alumina.

    Cleber Rezende, presidente da CTB-PA, destacou que “os sindicatos em Barcarena tem uma importância central na greve geral do próximo dia 30, para parar a produção de alumina, bem como o porto de Vila do Conde”, um dos principais portos de exportação da região norte. ‘sendo fundamental uma ação articulada entre os sindicatos cetebistas como o SINDQUÍMICOS, SINTICOMBA, SINDIPORTO, SINDIGUAPOR, SINTDAC e SINDAVIBA em articulação com os demais sindicatos e organizações para a greve de defesa da classe trabalhadora, articulada com a luta local contra a violência urbana que assola Barcarena”.

    O presidente do Sindicato dos Químicos de Barcarena – SINDQUÍMICOS, Gilvandro Santa Brígida, se responsabilizou em articular e coordenar as tarefas, afirmando que “iremos realizar uma plenária sindical, social e estudantil, no SINDQUÍMICOS, com o conjunto das entidades para garantir a maior greve que Barcarena já vivenciou, parando todas as atividades do pólo industrial”. A expectativa é positiva rumo à greve da classe trabalhadora.

    8. Festa junina dos Rodoviários

    presidente do sindicato dos rodoviarios de belem strepa e vereador do pcdob altair branda

    Na tarde do último sábado (24), dia de São João, dirigentes da CTB-PA prestigiaram a festa junina do Sindicato dos Rodoviários de Belém. Os cetebistas Thiago Barbosa, vice-presidente da CTB-PA, as diretoras Sandy Gouveia e Márcia Pinheiro, bem como o presidente da Central, Cleber Rezende, presentes na festa conversaram com a categoria e mobilizaram para a greve geral do próximo dia 30 de junho. A festa foi maciça com atividades esportivas, danças e apresentações de grupos de quadrilha junina.

    O presidente do Sindicato dos Rodoviários de Belém - STREPA e vereador do PCdoB Altair Brandão, convocou a categoria rodoviária para participarem da greve geral para barrar as reformas trabalhista e previdenciária, afirmando que “elas não representam os anseios da classe trabalhadora brasileira, e nós, os trabalhadores do serviço de transporte público temos responsabilidades e muito a contribuir com a luta geral contra as reformas, pelo fora Temer e na defesa de eleições gerais e diretas para o povo brasileiro eleger seu presidente”. Brandão dialogou, ainda, com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Ananindeua e Maritubá – SINTRAM, presente no evento, dizendo “companheiro Huelen, a unidade e ação conjunta do STTREPA e SINTRAM poderá deixar a grande Belém totalmente paralisada na greve geral, temos que definir e montar nossa estratégia para o dia D”, conclui.

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    Fonte: CTB-PA

  • Mineradora norueguesa Hydro Alunorte anuncia suspensão de suas operações no Pará

    A refinaria de alumina Hydro Alunorte anuncia nesta quarta-feira (3), que a planta suspenderá totalmente sua operação. A decisão foi tomada após se verificar que a área de depósito de resíduos de bauxita 1 (DRS1) está próxima de atingir sua capacidade máxima, devido ao embargo que impede o uso do filtro prensa, tecnologia de última geração, e da recém-desenvolvida área de depósito de resíduos de bauxita (DRS2).

    A Alunorte está operando com 50% de produção desde março, após embargos das autoridades brasileiras. As autoridades ambientais confirmaram que não houve vazamento ou transbordamento das áreas de resíduos. Os embargos impediram a Alunorte de utilizar a mais nova área de depósito de resíduos de bauxita (DRS2), que estava em comissionamento em fevereiro, e a tecnologia de filtros prensa, que representam um investimento de mais de R$ 1 bilhão. O filtro prensa é a tecnologia mais moderna e sustentável para depositar resíduos de bauxita, reduzindo a área de armazenamento necessária e a pegada ambiental. A Alunorte desde o embargo fez esforços sem sucesso junto as autoridades para ter permissão para utilizar o filtro prensa, bem como o DRS2.

    Devido ao embargo, a Alunorte foi forçada a operar apenas o DRS1, que foi originalmente planejado para ser encerrado, e os filtros tambor menos eficientes. O DRS1 está, portanto, se aproximando de seu fim de vida mais rápido do que o previsto, forçando a Alunorte a tomar a decisão responsável de encerrar temporariamente 100% de suas operações. Isso terá efeito imediato na mina de bauxita de Paragominas, que também suspenderá 100% das operações. Tanto a Alunorte quanto a mina de Paragominas iniciaram o processo de desligamento com segurança.

    “Nosso time tem trabalhado duro nos últimos sete meses para manter operações seguras e preservar empregos. Este é um dia triste, pois temos a tecnologia mais avançada do mundo para continuar com operações seguras, que estamos impedidos de utilizar. Isso afetará empregos, comunidades, fornecedores e clientes”, diz John Thuestad, vice-presidente executivo de Bauxita & Alumina da Hydro.

    A Hydro está trabalhando em colaboração com os sindicatos e fará o máximo para reduzir as consequências para os empregados, mas a decisão de paralisar as operações da Alunorte e da Mineração Paragominas afetará empregos diretos e indiretos em ambas as unidades.

    Embora seja cedo demais para determinar o impacto total, a decisão de paralisar a Alunorte e a Mineração Paragominas terá consequências operacionais e financeiras significativas, potencialmente também para o portfólio de alumínio primário da Hydro, incluindo a Albras.

    “Continuaremos trabalhando de forma construtiva com as autoridades para suspender o embargo e retomar as operações, a fim de restabelecer a Alunorte como a maior refinaria de alumina do mundo”, diz Thuestad.

    Histórico

    Nos dias 16 e 17 de fevereiro, a cidade de Barcarena, onde está localizada a refinaria de alumina Alunorte, foi atingida por chuvas extremas que se estenderam pelos dias seguintes, causando alagamentos na região.

    Auditorias internas e externas confirmam que não houve vazamento ou transbordo dos depósitos de resíduo de bauxita e não há indícios de contaminação decorrentes do evento da chuva de fevereiro.

    Desde 1º de março, a Alunorte opera com uma redução de 50% na sua capacidade por determinação da Justiça, que acatou pedido da SEMAS. Consequentemente, a mina de bauxita de Paragominas e a Albras também reduziram suas produções em 50%.

    Tanto a refinaria quanto a mineradora concederam férias coletivas para cerca de mil empregados para mitigar os impactos da redução das atividades. Em julho, a Mineração Paragominas precisou suspender temporariamente os contratos de trabalho de 80 empregados e reduzir 175 posições terceirizadas.

    Em 5 de setembro, a Alunorte assinou dois acordos representando um marco para retomar as operações normais. Os contratos incluem um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) assinado entre a Alunorte - Alumina do Norte do Brasil SA, a Norsk Hydro do Brasil Ltda, o Ministério Público Federal (MPF), o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), o governo do estado do Pará, representado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS).

    Além disso, foi assinado um Termo de Compromisso (TC) social entre a Alunorte - Alumina do Norte do Brasil SA e o governo do estado do Pará. O TAC promove melhorias técnicas, auditorias, estudos e pagamentos de cartões de alimentos para famílias que vivem na área hidrográfica do rio Murucupi, enquanto o TC aborda esforços adicionais e investimentos relacionados ao desenvolvimento social das comunidades em Barcarena.

    Fonte: CTB-PA. Foto: Tarso Sarraf/O Liberal

  • No Pará, Centrais Sindicais define agenda de lutas

    Em reunião o fórum das Centrais Sindicais no Pará, com a presença da OAB/PA e DIEESE-PA, nesta segunda-feira (14) na sede do DIEESE, as entidades sindicais (CTB, CUT, UGT, CSB, CSP/Conlutas, INTERSINDICAL, FORÇA SINDICAL, NCST, CGTB) definiram uma agenda de lutas contra os ataques a classe trabalhadora pelo governo de Jair Bolsonaro.
     
    Os dirigentes debateram a conjuntura política identificando uma forte ofensiva contra os trabalhadores e trabalhadoras, aos interesses nacionais, ao ensino público, ao Estado laico, com as promessas das privatizações das estatais e bancos públicos, precarizações nas relações de trabalho, ofensiva contra a política de reajuste do salário mínimo, que estava previsto de R$ 1.006,00 no Orçamento de 2019, e foi reajustado em R$ 998,00.
     
    O salário mínimo que é utilizado, inclusive, nas negociações para os reajustes salariais de muitas categorias profissionais, na avaliação das Centrais e do DIEESE, sua desvalorização prejudica a todos e à economia nacional, pois diminui o consumo e a circulação do dinheiro do país. Ressaltando, ainda, a defesa da Justiça do Trabalho.
     
    A pauta principal da gestão de Bolsonaro passa a ser a Reforma da Previdência, o que exigirá das lideranças sindicais um esforço maior para impedir que a mesma seja aprovada.
     
    Outras medidas negativas, na avaliação das organizações, estão à extinção do Ministério do Trabalho, bem como colocar o movimento sindical sob a supervisão do Ministério da Justiça, a criminalização das entidades sociais como MST  e MTST, ataques a população indígena para entrega das terras ao agronegócio, e as ideologias machistas, racistas, LGBTfobicas, e na educação para atrasar ainda mais a consciência da classe, ausência na pauta econômica do governo federal de uma política econômica de retomada do desenvolvimento nacional com geração de empregos.
     
    Por fim os dirigentes ressaltaram a necessidade do movimento sindical, dos defensores dos direitos humanos e das organizações populares e sociais precisam construir a mais ampla unidade em defesa dos direitos trabalhistas, previdenciários, sociais e humanos, da democracia e da soberania nacional, formatando uma ampla jornada de lutas no Pará e no Brasil.
     
    Na agenda foram definidos pontos unitários, como:

     

    1. Construir e se somarem na luta em defesa da Justiça do Trabalho, com ato conjunto com a AMATRA, OAB/PA, no dia 21 de janeiro às 9h30min na sede do TRT 8ª Região, Praça Brasil – Belém;
    2. Realizar seminário da Previdência Social, pelo conjunto das Centrais Sindicais, no dia 08 de fevereiro de 2019;
    3. Buscar espaços nos meios de comunicações, rádio e TV, para colocar o debate da reforma de Previdência Social na visão da classe trabalhadora, bem como produzir material unificado de esclarecimento aos trabalhadores/as;
    4. Realizar audiência, ainda em janeiro, com o superintendente da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego – SRTE/PA, para debate as questões da classe trabalhadora e as novas atribuições do órgão no Pará;
    5. Realizar audiência, na primeira quinzena de fevereiro, com o governador Hélder Barbalho (MDB), para debater a política de desenvolvimento do Pará, a geração de empregos, a qualificação profissional, a criação do Conselho Estadual de Emprego do Estado, a defesa da estabilidade dos servidores públicos entre outras questões. Com divergência neste ponto, a CSP/Conlutas;
    6. Dia 18/01 às 9h no Sintepp, reunião da comissão de organização do Seminário da Reforma da Previdência Social.
     
    Agenda
     
    Dia 16/01 reunião do fórum das entidades sindicais dos servidores públicos do Pará, às 9h na sede do SindSaúde;
     
    Dia 16/01 às 9h, primeira audiência do Sintepp com a Seduc;
     
    Dia 17/01 às 9h na Escola Cordeiro de Farias, assembleia geral do Sintepp;
     
    Dia 04/02 campanha salarial do Senpa;
     
    Dia 22/02 das 8 as 13h no Sindicato dos Bancários do Pará, seminário em defesas dos bancos públicos, contra as privatizações.
     
    CTB Pará
  • Nota da CTB-PA em solidariedade aos trabalhadores e trabalhadoras da Hydro Alunorte

    A classe trabalhadora e o Sindicato dos Químicos de Barcarena (Sindiquímicos) são surpreendidos com a decisão da norueguesa Hydro Alunorte em suspender suas atividades na planta industrial de Barcarena, no Pará.

    Os governos municipal, estadual e federal, bem com os administradores da Hydro Alunorte precisam apresentar, conjuntamente, medidas imediatas para garantir os empregos e os direitos da classe trabalhadora local, em Barcarena.

    A suspensão das atividades, em 100%, gerarão sérias consequências econômicas e sociais diretas aos empregados da Hydro Alunorte e, indiretamente, para suas fornecedoras e o comércio regional. Tendo em vista que a cadeia produtiva, no Pará, envolve Paragominas, Oriximiná e Barcarena e são mais de 15 mil trabalhadores e trabalhadoras, diretamente prejudicados.

    Serão milhares de desempregados, extinções de rendas e consequências drásticas para a economia paraense, o que requer intervenções das autoridades para a reabertura e funcionamento da empresa e garantia dos empregos, o cumprimento, por parte da multinacional, das condicionantes ambientais, sociais e legais para seu regular funcionamento.

    Não concordamos que o elo mais fraco desta relação, os trabalhadores, paguem a fatura com a perda de seus postos de trabalho. A empresa e os governos são responsáveis por buscarem soluções imediatas para resguardar o funcionamento da planta industrial e os empregos diretos e indiretos em Barcarena e região.

    A CTB-PA manifesta total solidariedade aos trabalhadores e trabalhadoras, ao Sindiquímicos, às comunidades adjacentes e toda a cadeia produtiva afetada neste processo. E exige providencias para a retomada da normalidade do funcionamento do pólo industrial em Barcarena.

    Belém, 3 de outubro de 2018.

    Cleber Rezende
    Presidente da CTB-PA

    Manoel Paiva
    Secretário de Segurança, Saúde e Meio Ambiente - CTB-PA

  • Servidoras e servidores estaduais do Pará iniciam campanha salarial unificada

    As trabalhadoras e os trabalhadores do serviço público estadual do Pará iniciam a Campanha Salarial 2018 unificados. O primeiro evento de organização da luta ocorreu na quinta-feira (25), na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Pará, com um seminário sobre como melhorar o serviço público no estado e a vida dos servidores.

    "A CTB compreende a importância deste seminário para nivelar as informações e instrumentalizar aos dirigentes sindicais dos sindicatos do serviço público do Pará e assim intensificar a Campanha Salarial 2018 rumo ás lutas por melhores condições de trabalho e salariais”, afirma Cleber Rezende, presidente da CTB-PA.

    Para ele, o governo do estado alega não ter dinheiro para aumentar os salários, mas “concede isenções fiscais a grandes empresários. Com esse dinheiro poderia melhorar o serviço público no estado, começando pelos salários já defasados dos servidores”.

    O seminário foi proferido por Roberto Sena, economista do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e Antonio Catete, presidente do Sindicato dos Servidores do Fisco Estadual do Pará.

    Participaram do seminário, 22 entidades sindicais das servidoras e dos servidores públicos estaduais. Dessa maneira, acentua Rezende, “iremos fortalecer as organizações de representação sindical das trabalhadoras e trabalhadores públicos do estado”.

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    "Estamos dando início à campanha salarial dos servidores e pretendemos demonstrar que o governo não está falando a verdade quando diz que não tem recursos para reajustar os salários da categoria”, afirma Valdo Martins, presidente da Federação dos Servidores Públicos do Estado do Pará.

    De acordo com Martins, “Só de dívida ativa, que o governo não cobra das grandes empresas, são mais de R$ 16 bilhões, fora a renúncia fiscal que o governo concede para inúmeras empresas. Quem está com dificuldades financeiras não abre mão de tantos recursos, enquanto os servidores e o serviço público são penalizados. Por isso, vamos mobilizar a categoria até que o governo atenda nossas reivindicações".

    Rezende acredita que Sena e Catete deram uma “contribuição fundamental com dados importantes para a campanha salarial e que servirão para os embates nas mesas de negociações entre as entidades sindicais e o governo”.

    Para ele, a Federação dos Servidores cumpre bem o papel na "organização e reunião dos sindicatos estaduais do serviço público paraense, enfrentando todas as adversidades da conjuntura política e econômica no Pará e no Brasil, rumo a manutenção e ampliação de direitos aos trabalhadores do setor público e no fortalecimento dos serviços prestados à população paraense".

    A próxima reunião das servidoras e dos servidores públicos estaduais ocorre nesta quarta-feira (31), às 9h, na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará, (rua 16 de Novembro, 821, Cidade Velha, Belém). "Nesse novo encontro deverá sr definida uma pauta de reivindicações conjunta e unitária", afirma Rezende.

    Portal CTB

  • Sindicatos dos Servidores Públicos iniciam a campanha salarial 2019

    As entidades Sindicais dos Servidores Públicos do Pará, reunidas na última quarta-feira (09), na sede da CTB/Pará, deram início a campanha salarial 2019, o fórum que agrega os sindicatos do funcionalismo estadual liderados pela Federação dos Servidores Público do Pará (FSPEPA) iniciou os trabalhos de 2019 com uma avaliação dos governos recém empossados, Jair Bolsonaro (PSL) na presidência da República e Hélder Barbalho (MDB) no governo do Pará.

    Na avaliação do movimento sindical o presente ano será de muitas lutas para a preservação dos direitos da classe trabalhadora e na busca de obter alguma conquista aos servidores paraenses. Momento de implementação da Emenda Constitucional de nº 95 que limita os gastos e investimentos públicos nas áreas sociais, a busca de implementação de uma nova reforma da previdência social com retirada de diretos à aposentadoria, debate e ameaças pelo governo federal, de pôr o fim a estabilidade dos servidores públicos concursados entre tantas outras questões que leva a avaliação de retrocessos e a necessidade de muita unidade e luta da classe trabalhadora e de suas organizações representativas. 

    As entidades buscarão audiência com o novo governador Hélder Barbalho, para resgatar os compromissos de atendimento das reivindicações dos servidores assumidas durante o período eleitoral. Ressaltando Valdo Martins, presidente da FSPEPA, que “os avanços no atual governo dependerão do poder de mobilização da categoria, da unidade e capacidade de mobilização, coordenadas pelas entidades”.

     Marcos Afonso, vice-presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Civis do Pará (Sepub) e diretor da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB Pará), destacou que “iniciamos os trabalhos com unidade e luta na defesa dos interesses das servidoras e servidores públicos do Pará”, afirmando que são várias entidades sindicais e que “a unidade será o determinante neste momento da campanha salarial de 2019”, sendo fundamental a parceria e o respeito das bases de cada organização.

    O Fórum indicou a solicitação de audiência com o atual governador, para ainda este mês de janeiro, a realização de uma nova reunião dia 16/01 para definição das propostas que serão apresentadas ao governo, bem como a elaboração de um documento estabelecendo critérios para a participação das entidades no Fórum das Entidades dos Servidores Públicos Paraenses, buscando sua organização e fortalecimento entre outros encaminhamentos.

    CTB Pará

  • Sinticlepem realiza assembleia e apresenta prestação de contas de 2018

    O Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil Leve e Mobiliaria de Castanhal e Região (SINTICLEPEM) realizou no dia 16 dezembro assembleia de prestação de contas do exercício 2018 e confraternização de fim de ano.

    Na atividade ocorreu, ainda, sorteio de cestas-básicas para os sindicalizados e o presidente José Adailson, o Careca, fez um balanço das principais lutas desenvolvidas no presente ano de 2018.

    Edgar Oliveira, secretário de finanças do Sindicato, apresentou a prestação de contas, fez esclarecimentos e respondeu as perguntas surgidas na assembleia e ao final a categoria de operários e operárias aprovaram por unanimidade a prestação de contas do exercício 2018 do Sindicato.

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    O presidente do SINTICLEPEM, José Adailson, o Careca, avaliou como positivo os trabalhos realizados no ano de 2018, afirmando que “nossa diretoria, esteve presente nos canteiros de obras e em cada local de trabalho ouvindo as necessidades da categoria, buscando responder suas demandas e realizando campanha salarial com acordo de coletivo que resguardassem os direitos e conquistas”, ressaltando as dificuldades econômicas e a necessidade de “fortalecer cada vez mais o Sindicato, enquanto instrumento de representação da classe operária”, finalizou Careca.

    Cleber Rezende, presidente da CTB/Pará, em sua fala na assembleia, contextualizou os desafios para 2019, com a posse de Bolsonaro na presidência do Brasil, afirmando que “a resistência, coordenada pelas centrais sindicais, à reforma da previdência bem como na defesa de todos os direitos e conquistas da classe trabalhadora, a luta por empregos de qualidade e por melhores salários, na defesa da retomada do crescimento econômico e do desenvolvimento nacional”, reafirmando ainda, “a defesa da democracia, da soberania nacional, dos direitos fundamentais e dos movimentos sociais, sindical, das esquerdas e do povo brasileiro”.

    O presidente José Adailson, ainda agradeceu as presenças dos diretores de sua diretoria, bem como do sindicalista Ronilson Sales, secretário geral do SINDFORTE e do jovem Rafael Galvão, diretor da UJS.

    CTB Pará

  • Trabalhadoras domésticas sentem na pele a perversidade da reforma trabalhista de Temer

    Cena do filme Domésticas (2001), de Fernando Meirelles

    “Agora que estávamos melhor preparadas para lutar pela aplicabilidade da Lei das Domésticas, vem essa rasteira a nível nacional”, diz Lucileide Mafra Reis, vice-presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Pará (CTB-PA) e presidenta da Federação das Trabalhadoras Domésticas da Região Amazônica.

    Ela se refere à reforma trabalhista de Michel Temer, aprovada pelo Senado Federal, na terça-feira (11), e sancionada pelo presidente ilegítimo nesta quinta-feira (13). “Essa reforma é uma perda para o país e para toda a classe trabalhadora, mas as trabalhadoras domésticas são as que mais perderão porque estamos retrocedendo décadas”.

    Reis vê muita dificuldade para as trabalhadoras domésticas, que são mais de de 12 milhões no país e somente tiveram seus direitos trabalhistas regulamentados a partir de 1º de outubro de 2015. “Já sentimos retrocesso nas regiões mais afastadas dos centros urbanos e com certeza as dificuldades se tornarão ainda maiores neste país continental”.

    E para piorar, lembra ela, “os sindicatos estão perdendo a sua autonomia nas negociações. Como uma trabalhadora doméstica vai negociar como patrão nessas condições?”. Para ela, a possibilidade de pagar apenas pelas horas trabalhadas afetará a vida das trabalhadoras de maneira perversa.

    Assista: Domésticas, o filme (2001), de Fernando Meirelles 

     “Quem saía de casa às 5h da manhã, terá que sair às 3h se os patrões assim desejarem. Muito complicado para uma categoria que não tem relógio de ponto e ainda por cima tem uma proximidade muito grande com os patrões”, diz.

    A sindicalista paraense relata também o retrocesso na questão da exploração do trabalho infantil. “Com a lei conseguimos diminuir o número de meninas exploradas no serviço doméstico, mas desde o golpe na democracia, isso vem retornando, principalmente no Norte e Nordeste, onde a fiscalização é menor”.

    Para ela, se já era “difícil fazer os patrões respeitarem as leis, agora pode ficar impossível, ainda mais com o nível de desemprego crescente que estamos vivenciando. Precisaremos estar mais unidas do que nunca para conseguir o respeito à nossa lei, mesmo com todas as dificuldades”.

    Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy

  • Vitória da Chapa 1 Sintepp "Independente, Classista e de Luta"

    Ocorreram nos dias 12 e 13 de dezembro de 2018 as eleições para a Coordenação da Subsede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará - Sintepp em São Miguel do Guamá, no Pará, para a gestão no triênio 2019/2021, com duas chapas concorrentes. A chapa 1 Sintepp Independente, Classista e de Luta, venceu as eleições com 60% dos votos válidos, 257 votos contra 175 votos para a chapa 2 Sintepp de Cara Nova – Avançar na Luta com Renovação.

    O processo eleitoral foi marcado por forte disputa entra a Chapa 1 encabeçada por Saulo Ribeiro e Eliene Galis, que defendia um Sintepp independente e autônomo em relação ao governo e classista na luta e defesa dos interesses da categoria educacional, enquanto a chapa 02 encabeçada por Tânia Rodrigues e Marcelina Aparecida, representava um atrelamento e subordinação do Sintepp ao governo municipal, a “chapa branca”. Diferenças estas, visíveis nas eleições, nas formações das chapas e no forte envolvimento de servidores comissionados e temporários no processo eleitoral em favor da chapa 2.

    O novo coordenador geral eleito, Saulo Ribeiro, ressaltou que a vitória da chapa 1 “mostrou o quanto a organização dos trabalhadores e trabalhadoras precisa está afinada na busca da garantia de direitos e contra os retrocessos de nossas conquistas”, afirmando ainda, que “barramos a tentativa de infiltração do governo dentro sindicato” e que com “unidade e independência vamos avançar nas lutas e conquistas para toda a categoria”, finalizou Ribeiro.

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    O Coordenador da Secretaria Geral do Sintepp Estadual, prof. Thiago Barbosa, que também é Vice-Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB/Pará, lembrou que nos tempos atuais, há a tentativa de sabotagem e interferência dos Governos nas entidades representativas de classe e que com este resultado das eleições o “nosso Sindicato continuará nas mãos dos trabalhadores e trabalhadoras, e continuará fazendo o trabalho de cobrar e fiscalizar a aplicação dos recursos na educação”. Por fim, Barbosa, afirmou que a eleição do SINTEPP Subsede São Miguel do Guamá “foi um belo exemplo de luta e determinação do conjunto dos integrantes da Chapa 1 e seus apoiadores, que impuseram uma derrota histórica para o atraso”.

    A atual Coordenadora Geral do Sintepp subsede do São Miguel do Guamá, Ivone Brasil, afirmou estar "confiante na continuidade de uma gestão democrática, classista e autônoma em relação a secretária de educação e com capacidade de negociação com o governo para ampliar e manter direitos", bem como, de avançar na "melhoria da subsede para atender com conforto e qualidade aos sindicalizados", em referência a reforma da sede administrativa do Sintepp, que ela implementou nos últimos anos.

    Na comemoração da vitória, Saulo Ribeiro, agradeceu aos filiados e filiadas do Sintepp pelos votos recebidos, os membros de sua chapa, os apoios recebidos de dirigentes de outras organizações que estiveram nas eleições e nos trabalhos de campanha, de mesários e da comissão eleitoral, ressaltando o apoio da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil-CTB/Pará, e em nome do presidente Cleber Rezende, agradeceu todos da Central; em nome do Thiago Barbosa agradeceu as Coordenações Estadual e Regional do SINTEPP, os dirigentes do Sindicato da Construção Civil – SINTIMIG, Sindicato dos Trabalhadores em Carro Forte – SINDFORTE, Sindicato dos Servidores Públicos do Pará – SEPUB e a brava juventude da UJS, bem como ao vereador prof. Alfredo Borges.

    CTB Pará