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Sex, Jul

desmonte do estado

  • "A CTB condena o fim do Ministério de Trabalho e alerta que a sua extinção significará a descriminalização e institucionalização do trabalho análogo à escravidão e o fim das listas sujas de empresas que submetem seus empregados a condições degradantes", declarou o presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, ao comentar a declaração do 

    ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, desta segunda-feira (3), na qual reafirmou a extinção do MTE a partir de 1º de janeiro, quando o presidente Jair Bolsonaro assume o Executivo nacional.

     

     

    Em entrevista à Rádio Gaúcha nesta manhã, Onyx explicou que as atuais atividades da pasta serão distribuídas entre os ministérios da Justiça, da Economia e da Cidadania. Segundo ele, tanto as concessões de cartas sindicais quanto a fiscalização das condições de trabalho ficarão a cargo da equipe de Sergio Moro (Justiça). Sob o guarda-chuva de Paulo Guedes (Economia) e Osmar Terra (Cidadania) serão divididas as políticas de emprego, contemplando ações voltadas para o empregador e para empresários.

    "São lamentáveis as declarações do porta-voz da gestão Bolsonaro esse desmonte compromete um trabalho de 88 anos e vai na contramão da luta por um Brasil democrático e justo. Embora esvaziado ao longo dos últimos 2 anos, o MTE desempenha importante papel na promoção do emprego e do desenvolvimento nacional bem como na progressiva humanização das relações sociais de produção, hoje submetidas a um brutal retrocesso", complementa o dirigente nacional.
    E afirma: "É ficando óbvio que o governo de extrema direita vai redobrar a ofensiva contra a classe trabalhadora, ampliar a retirada de direitos e fechar os canais de diálogo e denúncia, já bastante fragilizados por Michel Temer".
     
    Portal CTB
  • "A CTB condena o fim do Ministério de Trabalho e alerta que a sua extinção significará a descriminalização e institucionalização do trabalho análogo à escravidão e o fim das listas sujas de empresas que submetem seus empregados a condições degradantes", declarou o presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, ao comentar a declaração do 

    ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, desta segunda-feira (3), na qual reafirmou a extinção do MTE a partir de 1º de janeiro, quando o presidente Jair Bolsonaro assume o Executivo nacional.

     

     

    Em entrevista à Rádio Gaúcha nesta manhã, Onyx explicou que as atuais atividades da pasta serão distribuídas entre os ministérios da Justiça, da Economia e da Cidadania. Segundo ele, tanto as concessões de cartas sindicais quanto a fiscalização das condições de trabalho ficarão a cargo da equipe de Sergio Moro (Justiça). Sob o guarda-chuva de Paulo Guedes (Economia) e Osmar Terra (Cidadania) serão divididas as políticas de emprego, contemplando ações voltadas para o empregador e para empresários.

    "São lamentáveis as declarações do porta-voz da gestão Bolsonaro esse desmonte compromete um trabalho de 88 anos e vai na contramão da luta por um Brasil democrático e justo. Embora esvaziado ao longo dos últimos 2 anos, o MTE desempenha importante papel na promoção do emprego e do desenvolvimento nacional bem como na progressiva humanização das relações sociais de produção, hoje submetidas a um brutal retrocesso", complementa o dirigente nacional.
    E afirma: "É ficando óbvio que o governo de extrema direita vai redobrar a ofensiva contra a classe trabalhadora, ampliar a retirada de direitos e fechar os canais de diálogo e denúncia, já bastante fragilizados por Michel Temer".
     
    Portal CTB
  • As centrais sindicais convocam toda a sua base e conjunto da classe trabalhadora para Ato Nacional em Defesa do Ministério do Trabalho na próxima terça (11), em todo o Brasil, nas portas das Superintendência do Trabalho, antigas DRTs.

    "A CTB convoca toda a sua base para se somar aos atos pelo Brasil contra o fechamento do Ministério do Trabalho, que durante 88 anos desempenhou importante papel na promoção do emprego, do desenvolvimento nacional e na progressiva humanização das relações sociais de produção, hoje submetidas a condições cada vez mais degradantes”, destacou o presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, ao reforçar convocatória.

    Em São Paulo, o ato ocorrerá na porta da Superintendência do Trabalho - antiga DRT.

    Serviço

    Dia 11/12/2018
    Horário: a partir das 10h
    Manifestação das Centrais Sindicais contra o fechamento do Ministério do Trabalho.
    Local: Superintendência do Trabalho/antiga DRT
    Rua Martins Fontes, 109.

    Mais informações:

    Assessoria de Imprensa e Comunicação: (11) 9 8442-9245

    Portal CTB

  • A Eletrobras informou que a decisão da 49ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, que tornou sem efeito a assembleia referente à venda de distribuidoras da companhia, foi suspensa. Diante disso, o processo de desestatização de distribuidoras controladas pela estatal segue livremente. Quatro já foram vendidas neste ano. 

    Restam para serem privatizadas as unidades de Amazonas, com leilão marcado para 10 de dezembro, e a de Alagoas, que ainda está com processo suspenso pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal.

    A Eletrobras é uma gigante brasileira, formada por centenas de empresas que atuam em todas as três fases da cadeia produtiva do setor. O plano é diminuir a participação do Estado emitindo novas ações e diminuindo a fatia do setor público para capitalizar a companhia.

    Os principais interessados no negócio são as empresas européias e chinesas do setor que dificilmente aceitariam compartilhar a gestão. Ou seja, o formato de privatização do governo apenas irá tirar a soberania do país em decidir os preços, deixando o consumidor pagar pela conta que deve ficar ainda mais cara. 

    Fonte: Bancários da Bahia

  • "Somos 100% Petrobras", avisaram os petroleiros e petroleiras que acompanharam audiência pública na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados Federais nesta terça (04).

    Na oportunidade foi alertado sobre a importância estratégica do refino de petróleo para o país e para a Petrobrás. A Brigada Petroleira, que vem atuando em Brasília contra o PLC 78, acompanhou o debate.

    O deputado Bohn Gass (PT-RS), um dos requerentes da audiência, fez duras críticas ao discurso em defesa da privatização da estatal e destacou pelos menos três mentiras que sustentaram o discurso contra a manutenção da empresa estatal.

    "A primeira lorota é de que privatizando vai angariar recursos para o Estado. Mentira. Porque vendem a preço de banana, não têm nenhum recurso que viria para o tal do caixa. Segunda falácia: vai ter eficiência. Imagina a empresa privada falando da Petrobras, que é uma empresa pública, que foi premiada no mundo porque foi a maior, por exemplo, de prospecção no fundo do mar. E terceiro grande engodo: os preços para o consumidor vão ser menores", observou Gass.

    Os parlamentares presentes manifestaram preocupação com a possível privatização do setor pela Petrobras e defendem um amplo debate nacional sobre o tema. “Os desinvestimentos em refino distanciaram a Petrobras de seu objeto social, que tem foco na integração das atividades e na cadeia de agregação de valor”, destacaram.

    Portal CTB - Com informaçõe da FUP

  • A prefeita de Cascavel, no Ceará, Francisca Ivonete, encaminhou à Câmara Municipal mensagem que prevê a extinção de cargos públicos considerados atividades meio para ampliar a terceirização no município.

    Acontece que o Projeto de Lei decorrente desta mensagem lista vários cargos de atividades fim tanto na área da saúde como na educação. Estão na guilhotina cargos de auxiliar de enfermagem, técnico de enfermagem, auxiliar de laboratório, auxiliar de farmácia, auxiliar de saúde mental, motorista de ambulância e secretário escolar. 

    O Sindsaúde faz denúncia nesta manha à Promotoria de Cascavel e também entrega uma carta aberta aos vereadores deste município, fazendo um alerta para a gravidade da situação e pedindo a rejeição desta proposta legislativa.

    Para o Sindsaúde, é urgente evitar que o ingresso de servidores por concurso público seja substituído por contratos temporários e terceirizados, o que aumenta as chances de indicações por apadrinhamento, precarização das relações trabalhistas e sucateamento dos serviços prestados.

    cascavel mansagem fim dos cargos 04 12 18

    Fonte: Sindsaúde

  • Em apenas quatro meses de mandato, Bolsonaro dá diversas demonstrações de que a educação não é prioridade. Ao invés de investimentos, o brasileiro só tem perdas. Após anunciar cortes de 30% nas universidades federais, agora o governo suspende todas as bolsas de pesquisa no país.

    O bloqueio das bolsas de mestrado e doutorado oferecidas pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) pegou as universidades de surpresa. A medida penaliza o ensino superior, a pós-graduação e a ciência nacional.

    O corte das bolsas atinge diretamente os estudantes aprovados em processos seletivos concluídos ou em andamento, que vão ingressar nas pesquisas das teses. O Capes ainda não informou quantos estudantes foram atingidos, mas é certo que as pesquisas ficarão inviabilizadas, prejudicando desenvolvimento cientifico do país.

     

    Com informações de bancariosbahia.org.br

  • Reafirmando a máxima desmonta e depois privatiza, o Ministério das Cidades cortou R$ 2 bilhões do orçamento para projetos de saneamento básico, em 2018.

    De acordo com dados do próprio Ministério, até o final de agosto, foram contratados R$ 783,26 milhões em serviços e obras. 

    Realidade nacional

    Dados são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que apenas 38,2% possui política de saneamento básico. Para se ter uma ideia dos 5.570 municípios brasileiros apenas 2.126 têm abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais e manejo de resíduos sólidos. 

    Portal CTB