Sidebar

24
Seg, Jun

Dia das Mães

  • - Oi Letícia como vai? Quanto tempo a gente não se fala hein?

    - É amiga a vida tá uma correria...

    - Então me conta as novidades. Que faz aqui neste shopping?

    - Creio que o mesmo que você. Comprando presente para essa data consumada pelo capitalismo para comprarmos presentes para as mães.

    - Sim, mas mãe é mãe...

    - Eh Helena, sempre com seus clichês. Ainda não perdeu essa mania 20 anos após termos saído do colégio?

    - Ah me veio à cabeça.

    - Vamos parar para almoçar e botar o papo em dia. Sinto falta de sua amizade.

    - Você também me faz falta. Mas você não vai comprar presente para a sua mãe?

    - Impossível. Meu filho me mata se eu não presentear a avó.

    - Puxa nem sabia que você tinha casado!

    - É faz uns 7 anos. O menino tem 5 e está com o pai agora escolhendo um presente para mim e um para a minha sogra.

    - Eu também casei, mas já me separei. Tenho um casal. É difícil ser mãe sozinha.

    - Nossa sempre achei em você um enorme talento para ser mãe. Jamais pensaria ouvir isso de você.

    - Lembra-se dos planos que fazíamos no colégio de nunca engravidar para não sermos megeras como nossas mães?

    - Verdade, mas havia muito exagero para impressionar a turma. Minha mãe sempre foi uma guerreira, sempre a admirei muito.

    - Nossa agora quem está espantada sou eu. Não posso acreditar no que estou ouvindo.

    - Aquelas coisas eram papos de criança.

    - Não, de adolescentes. Hahahahahahaha

    - Verdade. E a tua mãe como está?

    - Muito bem. Depois que meu pai morreu, ela se enfiou nos livros e parece que acordou para a vida.

    - Engraçado. Ela era tão Amélia...

    - Mas nos últimos tempos se rebelou. Meu pai é que ficou dependente dela. Se bem que acho que sempre foi. E a tua mãe ainda faz aquela torta de frango inigualável?

    - Deve estar preparando uma para o domingo.

    - Ela não para nem no dia dela?

    - Ela é feliz assim... Sabe se eu pudesse daria o maior presente do mundo para o maior amor do mundo, mas ela se contenta com qualquer coisa. É difícil escolher.

    - Você e seus clichês. Mas é verdade minha veinha também merece o maior presente do mundo. Que ela nos deu o maior amor do mundo. Afinal mãe é mãe...

    - Esses clichês são meus pô!

    - Hahahahahahaha

    - Hahahahahaha

    - Há certos clichês carregados de eternas verdades.

    Por Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

    Em tempo: Esse texto é uma tentativa do Portal CTB de prestar uma homenagem às mães guerreiras deste país.

  • Ana Paula Oliveira (centro) e Débora Maria Silva (à direita) na inauguração do Memorial dos Crimes de Maio e do Genocídio Democrático em SP

    Desde 2014, o segundo domingo do mês de maio, data em que se comemora o Dia das Mães, ganhou significado de luta para a carioca Ana Paula Oliveira. Na próxima segunda-feira (14), o assassinato de seu filho, Jonathan de Oliveira Lima, completa quatro anos.

    “É uma data que, infelizmente, o comércio manipula, mas é importante ter um dia especial para celebrar; quando a gente perde um filho, principalmente no mês de maio, fica bastante pesado, difícil de se encarar”, relatou.

    Jonathan foi morto aos 19 anos por policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Manguinhos, no Rio de Janeiro (RJ), com um tiro nas costas. A versão oficial é que o rapaz teria trocado tiros com os PMs.

    “Senti como se eles estivessem matando meu filho de novo. Não basta só matar: tem que criminalizar, trocar as versões do que realmente aconteceu. E a gente vê isso, infelizmente, não só no Rio de Janeiro, mas em vários lugares do Brasil”, disse Ana Paula.

    A partir do ocorrido, ela começou uma busca por Justiça pelo assassinato, que ainda não foi julgado. “Quando a gente tem um filho arrastado do nosso convívio, a gente vai sendo levada por busca por justiça; por perpetuar a memória deles. É muito importante que mais pessoas conheçam e tenham entendimento que todos os dias são jovens mortos pelo simples motivo de serem pobres, negros e da periferia”, afirmou.

    Assim como ela, outras mães transformaram em militância a dor da perda prematura e injusta de seus filhos e encontram refúgio na empatia de uma rede de mulheres por todo o país.

    Se antes não compreendiam o funcionamento do Poder Judiciário, elas passaram a frequentar audiências no Ministério Público; se achavam que não compreendiam nada sobre política, hoje encabeçam manifestações e discursam em microfones nas ruas. É o que conta Rute Fiúza.

    Rute é mãe do adolescente Davi Fiúza, que sumiu após uma ação da Polícia Militar da Bahia no bairro de São Cristóvão, em Salvador, em outubro de 2014. Ele tinha 16 anos.

    “Eu estava muito na minha zona de conforto. Eu trabalhava no varejo, do trabalho para a casa. Mas eu via o que acontecia, eu me sensibilizava. Mas aí é diferente quando ocorre com a gente”, disse em entrevista ao Brasil de Fato.

    “Até então, eu não entendia nada, não sabia como funcionava nada. Inclusive, eu achava que eu era uma pessoa muito frágil. Eu não sabia que eu era tão forte. O desaparecimento dele me despertou.”

    Era das chacinas

    Uma das articulações mais conhecidas no Brasil é o Movimento Mães de Maio, de familiares das vítimas de ataques, envolvendo forças do Estado. A série de assassinatos vitimou mais de 500 pessoas em menos de dez dias em 2006. Eles ocorreram em uma suposta represália à ofensiva do Primeiro Comando da Capital (PCC) após a transferência de seus líderes

    Hoje, mais do que a busca por justiça aos próprios filhos, o movimento ampliou para a denúncia e o combate aos crimes do Estado ocorridos durante o período democrático, a “Era das Chacinas”.

    Débora Maria da Silva é uma das fundadoras do movimento. Ela chegou a ser hospitalizada após a morte de Edson Rogério da Silva. O rapaz, que trabalhava como gari, foi assassinado aos 29 anos no dia 15 de maio de 2006, depois de uma abordagem policial.

    “Quando meu menino morreu, a gente viu uma conexão, pela mídia, dos crimes. Uma semelhança muito contundente: encapuzados, que vinham de moto com garupa. Todos os crimes foram quase na mesma pegada”, lembrou.

    Na baixada santista, litoral de São Paulo, Débora foi atrás de familiares de outras vítimas e se articularam para denunciar os abusos da Polícia Militar. Passaram a ir aos órgãos públicos, como a Ouvidoria da Polícia MIlitar de São Paulo e o Conselho Estadual de Direitos da Pessoa Humana (Condepe), na capital paulista.

    “Eu nunca tinha subido para São Paulo. Eu era uma dona de casa que tinha aprendido só a cuidar dos meus filhos. Mas eu aceitei o desafio e vim”, disse.

    Foi em uma reunião no Condepe que Débora conheceu a jornalista Rose Nogueira, autora do livro Crimes de Maio. Rose apresentou à ela a obra e também a luta das Madres de Plaza de Mayo, que denunciam os desaparecidos durante a ditadura militar na Argentina.

    “Eu não conseguia ler o livro. Eu não queria encontrar o nome do meu filho ali, eu não aceitava. Mas eu olhava assim no vagão e fechava. Eu passei quase três meses para abrir o livro e achar o nome do meu filho. Ali eu vi o tamanho dessa luta. E depois eu fui pesquisar as Madres [da Plaza de Mayo] a fundo.”

    Outro exemplo de luta para elas foram as Mães de Acari, que se organizaram nos anos 1990 após a chacina em Magé, estado do Rio de Janeiro, que matou 11 jovens.

    Hoje, Débora viaja o Brasil e o mundo para trocar experiências com mulheres que passaram pela mesma perda. Ela também é integrante de um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que investiga os crimes de maio de 2006 no estado. Para Débora, a denúncia da truculência policial e do genocídio da população negra é uma missão deixada por seu filho.

    Encontro nacional

    Para trocar experiências e propor ações em âmbito nacional, as mães realizam em Salvador (BA), na próxima quarta-feira (16), III Encontro da Rede Nacional de Mães e Familiares de Vítimas do Terrorismo do Estado.

    Ouça a composição "Chapa" (Emicida e Xuxa Levy) 

    A novidade deste ano é o caráter internacional: integrantes de coletivos dos EUA, da Colômbia e da Palestina terão representantes no evento.

    As primeiras edições do encontro ocorreram em São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente. Para Rute Fiúza, que vive na capital baiana, levar o evento ao Nordeste amplia o debate para outras regiões do país.

    “Esse encontro, na verdade, é para que se dê visibilidade ao que acontece também fora do eixo Rio-São Paulo. Aqui também tem chacinas e mortos pelo Estado todos os dias”, disse.

    Em Fortaleza (CE), por exemplo, um toque de recolher imposto pela PM no bairro do Curió, em 2015, mudou a vida da cuidadora de idosos Edna Carla. Seu filho, o estudante Álef Cavalcante, de 17 anos, estava na rua com amigos e foi executado no que se tornou conhecido como a Chacina do Curió.

    “Eu não fui para luta logo. Passei três meses sem fazer nada. Eu só chorava e lamentava”, relatou.

    Álef sonhava em entrar no Exército e ser militar, como o avô. “Em nosso estado, em nosso país, temos várias mães órfãs. Você sabe que naquele dia das mães seu filho não vai chegar para dizer 'Mãe, eu te amo'. Essa mãe vai fechar a porta e ele não vai entrar. É uma luta muita grande.”

    Nóis por nóis

    Para Ana Paula Oliveira, o apoio das mães é o fortalecimento que elas encontram em si mesmas. “Estampar a foto dos nossos filhos no nosso peito e busca justiça pela memória deles e pela verdade dos fatos é uma forma da gente continuar exercendo nossa maternidade. Quando tenho a oportunidade de estar com outras mães, dizer que nossa luta vem dando resultado”, declarou.

    No caso de seu filho, depois de um ano, um dos policiais envolvidos no caso foi afastado de Manguinhos, local onde ela ainda vive.

    As mulheres relatam que a rede também é importante psicologicamente, já que a luta para comprovar a inocência de seus filhos pode ser árdua e extenuante, como afirma Rute Fiúza.

    “Eu tive síndrome do pânico. Antes eu achava que essas coisas eram pura frescura, na minha ignorância. Hoje eu sou prova viva e eu luto constantemente contra a depressão”, relatou.

    No dia 3 de maio, Vera Lúcia Gonzaga, outra fundadora do Movimento Mães de Maio, faleceu. Ela foi encontrada morta em sua casa, na periferia de Santos, litoral paulista. Vera perdeu seu genro, Eddie Joey Oliveira, e sua filha, Ana Paula Gongaza dos Santos, que estava grávida de nove meses, durante os crimes de maio de 2006.

    Sua morte é vista no movimento como mais uma consequência dos crimes de maio de 2006, afirma Débora Silva. “A morte da Vera abre um leque para mostrar que não são só nossos filhos que estão morrendo. As doenças oportunistas, o câncer estão acabando com essas mulheres; com seus órgãos reprodutores. Ela foi vítima de um sistema perverso”.

    Fonte: Brasil de Fato

  • A greve nacional da Educação contra a reforma da Previdência e os cortes no orçamento das universidades anunciados pelo governo Bolsonaro, temperada por manifestações em todos os estados da federação e no DF, confirmou as mais otimistas expectativas dos seus organizadores e faz desta quarta-feira, 15 de maio, um dia histórico para o povo brasileiro. Ocorreram manifestações em pelo menos 116 cidades, segundo levantamento do G1.

    A manhã nasceu agitada pelos atos contra o governo da extrema direita, convocados pelas entidades representativas dos professores, estudantes, centrais sindicais e movimentos sociais mobilizados pela Frente Brasil Popular e Frente Brasil Sem Medo. Em Belo Horizonte (MG) uma multidão estimada em 200 mil pessoas marchou até a Praça Raul Soares, palco da manifestação política em defesa das aposentadorias e das universidades.

    Em Brasília, foram 50 mil. No Pará, milhares se reuniram no protesto realizado em Belém. Outras cidades do estado também foram animadas pela mobilização. Em São Paulo, secundaristas de escolas particulares iniciaram uma passeata às 6 horas, saindo de Higianólolis e percorrendo o centro da cidade até a Avenida Paulista para engrossar a grande manifestação convocada para a tarde (a partir das 14 horas) no vão do Masp.

    Em Campinas (SP) cerca de 5 mil pessoas participavam da manifestação por volta das 11 horas. O ato em Ribeirão Preto (SP) também reuniu milhares. Em Salvador (BA) pelo menos 20 mil pessoas participaram da passeata que saiu da Casa do Campo Grande até a Praça Castro Alves. Em Fortaleza (CE) os protestos começaram às 5 horas com uma caminhada até a reitoria da Universidade Federal do Ceará.

    Veja abaixo um balanço provisório publicado com base em informações das agências:

    greveeducacao03

    greveeducacao05 

    greveeducacao02 

    greveeducacao06 

     

     

    São Paulo

    Na capital paulista, estudantes e professores da Universidade de São Paulo (USP) — que é estadual, mas foi afetada pela suspensão de bolsas de pós-graduação — fecharam uma das entradas da instituição, na Zona Oeste da cidade. Eles seguravam cartazes que criticavam, além dos bloqueios na educação, a reforma da Previdência.

    Estudantes secundaristas também faziam manifestação, pouco depois das 7h, pelas ruas de Higienópolis, bairro nobre da região central de São Paulo.

    Em Campinas, no interior do estado, a avenida que dá acesso aos câmpus da Unicamp e da PUC-Campinas foi bloqueada no início da manhã estudantes que levaram faixas e cartazes e sentaram no chão. Em seguida, manifestantes encheram o Largo do Rosário. Em Sorocaba, também no interior, ao menos uma escola e uma faculdade ficaram sem aula.

    Em Santos, no litoral, petroleiros também se juntaram ao movimento, que também incluiu a defesa das refinarias e o protesto contra a privatização e a reforma da Previdência. Em Bauru, estudantes e professores protestaram em ato em frente à Câmara Municipal. Estudantes e servidores de Boituva também participaram de ação na Praça da Matriz.

    Também no interior, estudantes da USP e da Unesp fizeram atos em Ribeirão Preto e em Jaboticabal.

    O maior ato do estado, e talvez do país, deve ocorrer à tarde, a partir das 14 horas, no vão do Masp, Avenida Paulista, com concentração e caminhada até a Assembleia Legislativa.

    Rio de Janeiro

    No Rio, universidades e escolas suspenderam as atividades para protestar. No início da manhã, não havia movimentação em escolas tradicionais como o Colégio Pedro II. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Estadual da Zona Oeste (Uezo) e a Universidade Estadual do Rio de Janeiro estão entre as que confirmaram paralisação.

    Bahia

    Na Bahia, escolas públicas e particulares de Salvador amanheceram sem aula. A suspensão das atividades ocorre somente nesta quarta, como parte da ação nacional contra os bloqueios na educação e contra a reforma da Previdência. Estudantes e professores fizeram protesto no Centro da cidade. Segundo organizadores, eram 50 mil pessoas. A PM não divulgou estimativa de público até a última atualização desta reportagem.

    Ceará

    Em Fortaleza, um grupo de estudantes de instituições federais do Ceará bloqueou a Avenida da Universidade, no Bairro Benfica. O ato começou por volta das 5h, e participantes seguravam faixas e cartazes com mensagens como "Não fechem nossa universidade". Por volta de 7h20, os estudantes desbloquearam a via e seguiram para outro protesto no Centro de Fortaleza.

    Minas Gerais

    Em Belo Horizonte, estudantes do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet) começaram a se concentrar às 7h para uma manifestação na Avenida Amazonas, no bairro Nova Suíça. Eles carregavam faixas com dizeres como "Luto pela educação" e "A aula hoje é na rua".

    Em Viçosa, milhares enfrentaram as chuvas para participar do ato contra a reforma da Previdência e em defesa da Educação realizado pela manhã.

    Sergipe

    Em Aracaju, os manifestantes bloquearam um dos acessos ao campus da Universidade Federal de Sergipe. Estudantes também se concentraram na porta do Instituto Federal de Sergipe (IFS).

    Tocantins

    Em Palmas, estudantes fecharam o portão de entrada da Universidade Federal do Tocantins e da Universidade Estadual do Tocantins. Com cartazes e latas, os manifestantes faziam barulho e gritam palavras de ordem pedindo mais atenção para educação.

    Pernambuco

    Em Pernambuco, houve paralisação de professores de universidades federais. Na Zona Oeste do Recife, professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) fizeram atendimento à população gratuitamente, como formar de conscientizar sobre a importância do serviço prestado. Em Caruaru, no Agreste pernambucano, e em Serra Talhada, no Sertão, manifestantes também foram às ruas.

    Distrito Federal

    No DF, escolas da rede pública de ensino suspenderam as aulas nesta manhã. Na Esplanada dos Ministérios, manifestantes se reuniram em frente à Biblioteca Nacional e seguiram pela via em direção à Praça dos Três Poderes. Por volta de 11h20, os organizadores falavam em 50 mil pessoas.

    Paraíba

    Na Paraíba, instituições públicas de ensino básico, fundamental, médio e superior suspenderam as atividades. Além da capital, João Pessoa, cidades como Campina Grande, Sousa e Areia tiveram protestos.

    Rio Grande do Sul

    No Rio Grande do Sul, escolas e universidades paralisaram. Só na região de Santa Maria, foram pelo menos 50 escolas municipais e estaduais que amanheceram sem aulas. Estudantes da Universidade Federal de Santa Maria bloquearam uma via da cidade. A Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (Fetag/RS) promoveu uma manifestação com apoio dos estudantes, professores, trabalhadores urbanos, CTB e Fecosul. Todos juntos contra a reforma da previdência de Bolsonaro.

    Maranhão

    Em São Luís, manifestantes bloquearam a Avenida dos Portugueses. A presidente da Associação dos Professores da Ufma, Sirliane Paiva, afirmou que o corte invibializa o progresso do ensino público.

    Alagoas

    Em Maceió, integrantes de entidades sindicais, professores, funcionários e alunos do ensino público federal, estadual e municipal realizaram protesto nesta manhã no bairro do Farol.

    Rio Grande do Norte

    Escolas estaduais do Rio Grande do Norte suspenderam as aulas como forma de adesão ao protesto nacional.

    Piauí

    Em Teresina, estudantes universitários e secundaristas ocuparam a Praça Rio Branco, no Centro, e seguiram até o prédio da prefeitura.

    Goiás

    Em Goiás, escolas e universidades suspenderam as aulas por conta dos atos. Além da capital, Goiânia, cidades como Jataí e Catalão também tiveram protestos.

    Paraná

    Em Curitiba, manifestantes se reuniram em frente ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), na praça Santos Andrade.

    Santa Catarina

    Em Santa Catarina, houve manifestações de professores e estudantes em cidades como Florianópolis e Itajaí.

    Amazonas

    Em Manaus, servidores e alunos da Universidade Federal do Amazonas fizeram ato na Avenida Rodrigo Otávio, Zona Sul da cidade. Duas faixas da via foram bloqueadas pelos manifestantes.

    Acre

    Em Rio Branco, funcionários e estudantes da Universidade Federal do Acre fizeram um café da manhã na rua e fecharam o principal acesso à instituição.

    Mato Grosso do Sul

    Escolas municipais e estaduais, além de instituições federais em Mato Grosso do Sul aderiram à greve de um dia contra os bloqueios na educação.

    Roraima

    Em Boa Vista, professores, técnicos e estudantes da Universidade Federal de Roraima (UFRR), fecharam os portões da instituição. Além da UFRR, participam do ato o Instituto Federal de Roraima (IFRR) e parte da Universidade Estadual (UERR). O Colégio de Aplicação da UFRR e a Escola Agrotécnica também paralisaram.

    Pará

    No Pará, as universidades federais paralisaram as atividades. As centrais sindicais organizaram um ato para unificar as diversas categorias da educação e aliados contra o bloqueio de recursos para o setor. Também houve atos em cidades como Marabá e Santarém.

    Mato Grosso

    Instituições federais, estaduais e municipais de educação em Mato Grosso também aderiram à mobilização nacional.

    Espírito Santo

    Em Vitória, estudantes e professores da rede estadual de ensino seguiram em protesto da Praça do Papa em direção à Assembleia Legislativa do Espírito Santo.

    Rondônia

    Estudantes e professores do Instituto Federal de Rondônia (Ifro) fizeram um manifesto no campus do Ifro de Guajará-Mirim (RO), na fronteira com a Bolívia. Os alunos e servidores se reuniram no Ifro e logo depois caminharam até a rotatória principal da cidade.

    Amapá

    Estudantes, professores e servidores protestaram no campus Macapá da Universidade Federal do Amapá (Unifap). Com faixas, cartazes e caixas de som, o grupo fechou a entrada da universidade, localizada na Zona Sul da capital.