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Dom, Jun

Dia Nacional de Luta

  • Reunidos na manhã desta sexta-feira (29) na sede nacional da Força Sindical os dirigentes das centrais sindicais decidiram realizar em São Paulo um 1º de Maio unificado, ao mesmo tempo em que orientaram as direções estaduais a caminhar na mesma direção. Os atos deverão destacar a luta contra a proposta de reforma da Previdência do governo Bolsonaro e por medidas emergenciais contra o desemprego em massa.

    Para o Secretário-Geral da CTB, Wagner Gomes, o evento deste ano será histórico e uma grande demonstração de força na luta em defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, por uma previdência e aposentadoria justas, por mais emprego e salário decente.

    Os sindicalistas deliberaram lançar o abaixo assinado contra a reforma na próxima quinta-feira (4), às 10 horas, na Praça Ramos, centro da capital paulista. Participaram da reunião lideranças da CTB, CUT, Força Sindical, UGT, NCST, CGTB, Intersindical e Conlutas. As centrais também divulgaram o relatório da reunião realizada na terça-feira (26). Leia abaixo:

    Dia Nacional de Luta

    Os trabalhadores e o conjunto do movimento sindical realizaram, no passado dia 22 de março, uma grande jornada de mobilizações no Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência Pública e da Aposentadoria. Em mais de 120 municípios, em todos os Estados da Federação, foram realizadas ações unitárias convocadas pelas centrais sindicais, atos públicos massivos, paralisações e assembleias nos locais de trabalho etc., que mobilizaram os trabalhadores do setor privado, servidores públicos, trabalhadores do campo, aposentados, numa clara demonstração de que o projeto de reforma da previdência do presidente Bolsonaro não terá vida fácil e que é possível derrotá-lo na luta e na mobilização crescente dos trabalhadores e de todo o povo.

    Ao mesmo tempo que saudamos e cumprimentamos os dirigentes e ativistas sindicais de todo o país pelo êxito das mobilizações do 22 de março, conclamamos a todos para fortalecer e intensificar a luta unitária contra a reforma da previdência. Nesse sentido, é fundamental:

    • Constituir Comitês em Defesa da Previdência Social e da Aposentadoria, amplos e unitários, articulando o movimento sindical, os movimentos populares e outros setores sociais (igrejas, movimento de moradores, culturais etc.) nos municípios e em todas as capitais dos Estados, para dar capilariedade e organizar a luta em todo território nacional;
    • Contatar os deputados e senadores de cada Estado, visando esclarecer o posicionamento sindical sobre a reforma da previdência, controlar e publicizar a posição de cada parlamentar sobre o tema junto à sua base eleitoral;
    • Investir pesadamente na comunicação com os trabalhadores, visando esclarecer os efeitos nefastos da reforma da Previdência do Bolsonaro sobre os direitos dos trabalhadores da cidade e do campo, dos servidores públicos, dos aposentados, dos idosos, dos jovens, utilizando-se de todos as mídias disponíveis, a imprensa sindical, as rádios e TVs. comunitárias, as redes sociais e o WhatsApp, como forma de romper o cerco midiático pró-reforma;
    • Iniciar, prontamente, a organização do 1º de Maio unificado em todo o país, centrado na luta em Defesa da Previdência Social e da Aposentadoria, com grandes atos nas capitais dos Estados e nos municípios;
    • Participar ativamente da coleta de assinaturas no abaixo-assinado que será lançado pela centrais sindicais contra a reforma da Previdência. O objetivo é coletar milhões de assinaturas em defesa da Previdência Social e da Aposentadoria. As centrais sindicais disponibilizarão, no menor prazo possível, os formulários do abaixo-assinado e uma cartilha sobre a reforma da Previdência;
    • Ampla utilização da Calculadora da Aposentadoria, do DIEESE, importante para comprovar, a cada trabalhador, o impacto negativo da reforma sobre sua aposentadoria. Acionar a calculadora no endereço https://www.dieese.org.br/calculadoraReformaPrevidencia.html;
    • Divulgar e participar da 15ª Jornada Nacional de Debates do DIEESE e Centrais Sindicais, edição que terá como tema a PEC 6/2019 da Reforma da Previdência - a ser realizada em todas as capitais dos Estados. Verificar o calendário da Jornada na página do DIEESE, www.dieese.org.br;

    Abaixo segue calendário das ações unificadas das centrais sindicais na luta contra a reforma da Previdência:

    • Dia 4 de abril – lançamento do abaixo assinado contra a reforma da previdência na Pça. Ramos, São Paulo/SP, 10h00. Será distribuída a Cartilha e montadas mesas para divulgar a Calculadora da Aposentadoria, do DIEESE;
    • Dia 9 de abril – ação conjunta dos dirigentes sindicais junto aos parlamentares no aeroporto de Brasília;
    • Dia 26 de abril – greve nacional dos professores, organizar em todo o país a solidariedade à greve;
    • Dia 1º de maio – atos unificados em todo o país, em Defesa da Previdência Social e da Aposentadoria.

    Vamos à luta! Com organização e mobilização é possível derrotar a reforma da Previdência do Bolsonaro.

    Recebam nossas cordiais saudações sindicais!

    Atenciosamente,

    Vagner Freitas – Presidente da CUT

    Miguel Eduardo Torres – Presidente da Força Sindical

    Ricardo Patah – Presidente da UGT

    Adilson Araújo – Presidente da CTB

    Antonio Neto – Presidente da CSB

    José Calixto Ramos – Presidente da NCST

    Ubiraci Dantas de Oliveira – Presidente da CGTB

    Atnágoras Lopes – Executiva Nacional da CSP-Conlutas

    Edson Carneiro (Índio) – Secretário-geral da Intersindical – CCT

  • O Dia Nacional de Lutas, Paralisações e Greves de 25 de novembro acontece em resposta à iminência da votação da "PEC do Fim do Mundo" no Senado. A data faz parte do Novembro de Lutas, um período de intensa mobilização dos trabalhadores contra o pacote de maldades do governo golpista de Michel Temer.

    Por todo o Brasil, diversas categorias convocarão paralisações e atos em defesa dos direitos sociais e trabalhistas dos brasileiros. Além da classe trabalhadora, os movimentos sociais e estudantis também se mobilizam para participar do grande ato.

  • De acordo com Ailma Maria de Oliveira, presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Goiás (CTB-GO), o ato desta quarta-feira (15) – Dia Nacional de Luta – representa um marco em Goiás.

    “A CTB defende a unidade de toda a sociedade civil organizada para derrotar o governo golpista de Michel Temer”, diz Oliveira. “A paralisação desta quarta-feira pode atingir seus objetivos e conseguir barrar essa proposta esdrúxula de reforma da previdência”.

    Ela explica ainda que além do ato, ocorrerão diversas audiências e debates em todo o estado. “Já temos o comprometimento de três deputados federais de Goiás votarem contra essa reforma”.

    Há 2 anos, foi criado o Fórum Goiano Contra a Reforma da Previdência com o objetivo de unir todos os setores afetados pela reforma. “O fórum mobiliza e joga muito peso nos debates e na comunicação contra a reforma da previdência, principalmente nas três esferas do serviço público”, acentua Oliveira.

    Ela conta que as maiores mobilizações ocorrem em Anápolis (Praça do Ancião), às 9h e na capital Goiânia (Praça Cívica), às 10h. “Em Anápolis, inclusive os profissionais das escolas particulares engrossam o protesto”.

    A sindicalista garante ainda que muitos representantes de diversas entidades rumam à capital federal. “A ordem é ocupar Brasília. Essa reforma não passará. Vamos derrotar o golpista Temer”.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • A atriz Lívia La Gatta, dona da personagem Consuelo, dá dicas de como as mulheres podem contribuir para a economia brasileira sair da crise. De maneira irônica, ela mostra como o discurso do presidente Michel Temer no Dia Internacional da Mulher, contribuiu para isso.

    Acompanhe as fundamentais dicas de Consuelo: 

    Já a estudante secundarista Ana Júlia Ribeiro, que se destacou no ano passado em discurso histórico na Assembleia Legislativa do Paraná sobre a ocupação de escolas e a luta pela educação pública, convoca as pessoas para participarem do Dia Nacional de Luta, na quarta-feira (15).

    Assista à convocação da jovem Ana Júlia Ribeiro: 

    Vídeo dos Jornalistas Livres conta com diversos depoimentos de mulheres atacando o discurso provocativo do presidente golpista na quarta-feira (8). “Temer, migo, seu louco! Eu poderia falar horas sobre todas as engenheiras, cientistas, tecnólogas do Brasil, todas as mulheres maravilhosas que romperam barreiras há séculos”, disse a jornalista Marina.

    Veja e reflita sobre o recado que as mulheres dão a Temer: 

    Para fazer compras aproveite as ofertas somente para as mulheres, do Supermercado Temer's. "Eu não sei o preço, mas a Marcela sabe".

    Assista o vídeo de Vozdobrasil Chicolobo: 

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Em dia de protestos por todo o país. Assim foi marcada esta sexta-feira (22/03). Organizadas pelas centrais sindicais, as manifestações alertam para os prejuízos que a reforma da Previdência causam aos brasileiros. Em Salvador, a mobilização começou cedo. Às 9h, os manifestantes se reuniram na Rótula do Abacaxi. De lá, caminharam até a região do Iguatemi.

    O Sindicato dos Bancários da Bahia somou forças para denunciar o desmonte da Previdência Pública, fim das aposentadorias e da proteção social para idosos, pensionistas e pessoas com deficiência. Ao contrário do que o governo e a mídia dizem, a reforma não vai melhorar o país. Pelo contrário.

    O sistema de capitalização vai elevar as desigualdades sociais, o desemprego e a miséria. O sistema financeiro é o principal beneficiado. O alerta foi dado pelo presidente do Sindicato dos Bancários, Augusto Vasconcelos. "O interesse dos bancos não pode ser maior do que o interesse da nação. Estamos aqui em defesa dos trabalhadores", concluiu.

    Além do modelo de capitalização, o governo quer aumentar a idade para aposentadoria - 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres) -, e o tempo de contribuição. Para ter direito a 100% do benefício, o brasileiro teria de contribuir por 40 anos.

     

    Fonte: bancariosbahia.org.br

  • O Dia Nacional de Luta, nesta quarta-feira (15) levou 10 mil pessoas a marchar pelas ruas da capital de Santa Catarina, Florianópolis. De acordo com o Portal Catarinas as mobilizações em locais de trabalho, diálogo com a população, assembleias de categorias e protestos começaram logo cedo e à tarde culminou com uma grande marcha pelo centro da capital.

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    Bancários saem às ruas de Chapecó

    Diversas centrais sindicais e movimentos sociais se fizeram presentes em diversas cidades. Segundo o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Santa Catarina (CTB-SC), Odair Rogério da Silva, ocorreram grandes atos em Joinville, Chapecó, entre outras dezenas de cidades pelo interior do estado.

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    Trabalhadoras e trabalhadores dos Correios cruzaram os braços, aqui em Joinville

    “A classe trabalhadora começou a sua reação ao golpe contra a democracia, que quer acabar com os nossos direitos, tornando-nos verdadeiros escravos do capital em pleno século 21”, diz Silva. “Queremos nos aposentar com dignidade”.

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    Sintaema também parou em todo o estado

    Portal CTB com informações de Anderlize Abreu e do Portal Catarinas

  • Lançamento ocorrerá na Praça Ramos, às 10 horas da próxima terça-feira (2), com o concurso da Calculadora da Aposentadoria do Dieese, que será usado para mobilizar e esclarecer a população sobre a proposta de reforma do governo Bolsonaro.

    Dirigentes das centrais sindicais (CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central, CGTB, Intersindical e Conlutas) se reuniram na manhã desta terça-feira (26) na sede do Dieese em São Paulo para avaliar os atos do último dia 22 e definir os próximos passos da jornada nacional de luta em defesa da aposentadoria e da Previdência Social. Os sindicalistas reiteraram a disposição de “construir a greve geral”, embora haja consenso de que ainda não chegou a hora de indicar uma data para a paralisação.

    O Dia Nacional de Luta contra a reforma da Previdência encaminhada por Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional foi considerado por todos como “extremamente positivo”. O secretário-geral da CTB, Wagner Gomes, declarou que as manifestações da última sexta-feira (22) “superaram as expectativas mais otimistas” e demonstraram uma forte unidade do movimento sindical brasileiro.

    Notícias alvissareiras

    Foram realizadas manifestações em mais de 120 cidades brasileiras, incluindo as capitais de todos os estados, além do Distrito Federal. No dia o tema Previdência foi o mais comentado no Twitter e, conforme noticiou a jornalista Mônica Bergamo (colunista da Folha de São Paulo) o apoio à proposta do governo “despencou nas redes sociais”.

    O destaque coube a São Paulo, onde ocorreram atos em dezenas de cidades. Na capital, os professores fizeram greve, houve uma paralisação relâmpago dos condutores, que travaram a saída dos ônibus na madrugada, os metroviários trabalharam com mensagens em coletes contra a reforma, os operários de São Bernardo do Campo saíram em caminhada pela manhã. O Dia de Luta foi encerrado com uma grande concentração na Avenida Paulista. Participaram mais de 60 mil pessoas.

    Em sintonia com os atos patrocinados pelas centrais, com apoio dos movimentos sociais e partidos de esquerda, os últimos dias da semana propiciaram outras notícias alvissareiras, favoráveis à causa da classe trabalhadora. Os conflitos intestinos no entorno do governo e da reforma, com notáveis duelos entre Maia, Bolsonaro e Moro, entre outros, revelaram o crescimento da probabilidade de derrota da reforma ansiada pelos banqueiros, que estão de olho grande nos recursos bilionários mobilizados pelo sistema previdenciário e querem a privatização, por meio da capitalização.

    Convencer os parlamentares

    A prisão sem respaldo legal do ex-presidente Temer, um espetáculo midiático com o qual a Lava Jato tentou abafar um escândalo de R$ 2,5 bilhões, também provocou estragos e divisões no outro campo desta batalha, indignando líderes e integrantes do MDB.

    Os sindicalistas prometem associar o trabalho de esclarecimento e conscientização das bases com ações unitárias para pressionar e convencer parlamentares a rejeitar o retrocesso travestido de reforma.

    Com este objetivo, as centrais aprovaram a organização de uma manifestação unitária no dia 9 de abril no aeroporto de Brasília, ocasião em que os parlamentares serão abordados, “carinhosamente e sem ofensas” a julgar pelas palavras de um sindicalista presente à reunião. “Não queremos ofender, mas convencer os parlamentares a não votarem contra os interesses do nosso povo”.

    O esforço de esclarecimento das bases deve ser intensificado, com a ocupação de praças e locais públicos, a edição de uma cartilha sobre o tema, panfletagem, assembleias e conversas ao pé do ouvido nos locais de trabalho, de moradia, estudo e lazer.

    “Precisamos informar o trabalhador que já está trabalhando que ele será afetado, o prejuízo não virá apenas para os que estão ingressando no mercado de trabalho como muitos estão imaginando”, comentou Wagner Gomes. Os sindicatos ligados à Contag, presentes em quase todas as cidades do país, estão dialogando com prefeitos e autoridades locais sobre os efeitos perversos da reforma para os municípios, sobretudo os mais pobres, que dependem das aposentadorias para girar as modestas economias.

    No dia 2 de abril será lançado em São Paulo o abaixo assinado contra a reforma de Bolsonaro. A Calculadora da Aposentadoria do Dieese, que permite ao peão estimar e comparar o tempo que falta para adquirir o direito à aposentadoria e o valor do benefício pelas regras atuais e de acordo com a proposta do governo, será usado para evidenciar aos olhos do povo os prejuízos que serão impostos à classe trabalhadora se a reforma for aprovada no Congresso Nacional.

    Umberto Martins

  • As centrais sindicais estão ultimando os preparativos para o Dia Nacional de Luta e Paralisações contra a PEC 06/2019, que altera as regras da Previdência Social, dificultando ainda mais a vida da classe trabalhadora, e abre caminho à privatização do sistema com a instituição do regime de capitalização.

    Na próxima terça (19) técnicos do Dieese promovem em conjunto com as centrais a 15ª Jornada Nacional de Debates, tendo por tema a PEC 06. O evento ocorrerá no auditório do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, localizado na rua Galvão Bueno, 782.

    O objetivo é subsidiar os dirigentes sindicais para enfrentar o debate sobre o tema, que não será tão simples, uma vez que o governo e a mídia hegemônica desencadearam uma campanha mentirosa e terrorista sobre o caráter e a suposta necessidade inadiável da reforma.

    Na quarta (20) será relançada em Brasília a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social. A frente, coordenada por Paulo Paim no Senado e Arnaodo Faria de Sá na Câmara, conta com o apoio de 102 entidades representativas da sociedade civil.

    Comunicação

    Jornalistas e outros profissionais da área de comunicação das centrais sindicais estiveram reunidos nesta sexta-feira (15) na sede do Dieese em São Paulo para definir uma estratégia unificada de propaganda. A ideia é providenciar na internet uma página com o objetivo de centralizar as informações, artigos e reportagens sobre a mobilização.

    A calculadora criada pelo Diesse para estimar tempo e valor das aposentadorias proposta na reforma em contraposição às regras atuais também já vem sendo utilizado como um eficicaz instrumento de abordagem e esclarecimeneto dos trabalhadores e trabalhadoras sobre os impactos da PEC 06.

    As centrais também devem divulgar nos próximos dias um panfleto unitário sobre o tema. “A proposta de reforma da Previdência do governo federal não combate as desigualdades nem acaba com os privilégios. Ela retarda a concessão da aposentadoria e reduz o valor dos benefícios”, sustentam os sindicalistas, que identificaram vários retrocessos na proposta encaminhada por Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional:

    Segue abaixo link para download do material de divulgação para o dia 22 de Março.

    Clique aqui

    • A reforma acaba com a aposentadoria por tempo de contribuição;
    • Impõe a obrigatoriedade de idade mínima para aposentadoria de 65 anos para os homens e 62 para as mulheres;
    • Aumenta o tempo de contribuição de 15 para 20 anos.
    • Muda o cálculo do valor do benefício. Ao invés de contabilizar 80% dos salários mais altos que você recebeu na vida, como é hoje; vai contabilizar todos os seus salários, desde os primeiros.
    • E quem quiser receber o valor integral do benefício terá de trabalhar e contribuir durante 40 anos. O governo quer que você contribua mais cinco anos e receba um benefício menor.

    Ataque às mulheres

    “As professoras do setor público terão de trabalhar mais dez anos e contribuir mais para se

    aposentar com benefício parcial”, destaca o documento das centrais. “Hoje, elas se aposentam com 50 anos de idade e 25 anos de contribuição. O governo quer que se aposentem com 60 anos e 30 anos de contribuição. O governo também quer aumentar a idade mínima de aposentadoria das trabalhadoras rurais de 55 anos para 60 anos de idade e o tempo de contribuição de 15 para 20 anos.”

    Outro aspecto criticado é a restrição da concessão do abono salarial do PIS/Pasep apenas a quem ganha até um salário mínimo. Hoje, quem recebe até dois salários mínimos tem direito ao abono, equivalente a 1 salário mínimo ao ano. É mais desigualdade! É mais pobreza!

    Privatização

    Se a PEC for aprovada, segundo os sindicalistas, a Previdência vai ser privatizada e a poupança dos trabalhadores e trabalhadoras será transferida aos bancos. Isto ocorrerá através do regime de capitalização, que obriga o trabalhador a abrir uma conta, pagar taxas de administração e depositar todo mês para se aposentar. Patrão e o governo não vão mais contribuir.

    O governo mente quando diz que essas medidas são necessárias porque a Previdência Social está quebrada e a reforma pode economizar R$ 1 trilhão em 10 anos. Isso é mentira! A Previdência não está quebrada. Eles querem economizar colocando a conta nas costas do

    trabalhador e dos mais pobres.

    Os recursos financeiros da Previdência Social vêm sendo desviados há décadas. Quando o governo desonera uma empresa, ele está desviando. Quando o governo isenta um setor, ele também está desviando o dinheiro dos cofres do INSS. Os empresários também metem a mão no dinheiro do INSS quando sonegam e embolsam o que foi descontado do salário do trabalhador ao invés de contribuir com a Previdência. A sonegação, feita por grandes empresas como Bradesco e JBS, chega a R$ 450 bilhões - mais que o dobro do suposto rombo nas contas da Previdência em 2018.

    A verdade, omitida pelo governo e a mídia hegemônica, é que o desequilíbrio das contas públicas tem origem no pagamento dos juros da dívida pública, o que consom nada menos do que metade do Orçamento da União, muito mais do que os investimentos em seguridade e educação. Neste absurdo não se fala e muito menos se mexe porque envolve interesses poderosos, sobretudo dos banqueiros.

    As Centrais Sindicais reafirmam que não aceitam proposta que retire, diminua ou flexibilize os direitos sociais assegurados pela Seguridade Social! Anunciam a disposição de ir à luta para defender a aposentadoria pública e estão convencidas de que é possível derrotar “mais esse ataque” e concluem com um alerta ao trabalhador: reaja agora ou morra trabalhando!

     

    Confira aqui os locais onde acorrerão atos nos estados

    Atos pelo Brasil

  • No Dia Nacional de Luta, nesta sexta-feira (10), milhares de trabalhadoras e trabalhadores protestaram contra a reforma trabalhista que entra em vigor neste sábado, na Praça da Sé, centro de São Paulo. Estiveram presentes militantes de oito centrais sindicais e diversos movimentos sociais.

    “Estão impondo uma agenda ultraliberal no país que liquida com a CLT e rasga a Constituição”, afirma Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). “Estão promovendo um assalto deslavado ao país, entregando o pré-sal, as nossas maiores estatais e as riquezas nacionais”, complementa.

    Cerca de 500 educadoras e educadores interromperam o 13º Congresso do Sedin (Sindicato dos Educadores da Infância) e compareceram à Praça da Sé para exigir a revogação da reforma trabalhista e da terceirização ilimitada e o arquivamento da reforma da previdência.

    Adilson Araújo repudia o jornal O Estado de S. Paulo que chamou os sindicalistas de preguiçosos, assista: 

    “Deixamos o nosso Congresso porque é fundamental estarmos nas ruas com toda a classe trabalhadora para barrar tantos retrocessos”, diz Claudete Alves, presidenta do Sedin. Ela explica que “a educação está sofrendo um dos maiores ataques da história com cortes de verbas, desvalorização profissional e propostas de censura ao trabalho docente”.

    Araújo destaca a unidade das centrais sindicais e dos movimentos sociais. “A chave da vitória está na unidade da classe trabalhadora para impedir que o capital continue tirando mais direitos de quem produz a riqueza do país”.

    Por volta das 11h, as educadoras e educadores retornaram para o seu Congresso, mas o ato continuou na praça. Com grande participação da CTB foi iniciada uma marcha até a avenida Paulista e encerramento do protesto no histórico vão do Masp.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy. Foto: Joanne Mota

  • “Estamos mobilizando as trabalhadoras e trabalhadores do Maranhão para um ato unificado nesta sexta-feira (10) contra todas as reformas promovidas pelo governo golpista de Michel Temer”, afirma Joel Nascimento, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Maranhão (CTB-MA).

    Com a participação de todas as centrais sindicais, movimentos sociais e populares, a partir das 5h da manhã, o povo promete tomar a Barragem do Bacanga, na capital São Luís. “Mais uma vez saímos às ruas contra a reforma da previdência e pela revogação da Emenda Constitucional 95, da reforma trabalhista, da terceirização ilimitada e da reforma do ensino médio”, diz Nascimento.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Sindicatos cetebistas participam ativamente dos protestos, em Fortaleza, contra as reformas do governo golpista de Michel Temer na manhã desta sexta-feira (10) – Dia Nacional de Luta – contra a reforma trabalhista que entra em vigor neste sábado.

    O Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente do Ceará (Sindiagua-CE) “levantou a bandeira contra a privatização da água disfarçada de Parceria Público Privada (PPP) e também se uniu à luta contra desmonte da previdência, contra a reforma trabalhista e pelo fim do trabalho escravo”, diz Jadson Pontes, presidente do Sindiagua-CE.

    sindiagua ce dianacionaldeluta 2017 11 10

    Já Marta Brandão, presidenta do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Ceará (Sindsaúde-CE), afirma a importância de se fortalecer a luta contra os retrocessos.

    Organizado pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, o protesto lotou as ruas de Fortaleza, capital do Ceará. “Além de lutarmos pela revogação da reforma trabalhista, estamos nas ruas para garantir uma saúde pública de qualidade para todas as brasileiras e brasileiros”, afirma Marta Brandão, presidenta do Sindsaúde-CE.

    Portal CTB

  • A capital do Pará, Belém, foi tomada para o lançamento da “Caravana da Transparência: Quem disse que não tem dinheiro?”, neste domingo (3). Cleber Rezende, presidente da CTB-PA, afirma que a caravana “mostrou a disposição de luta dos paraenses pela transparência e contra a reforma da previdência. Amanhã (terça-feira, 5) estaremos nas ruas para resistir ao desmonte da Previdência e pela revogação da reforma trabalhista”.

    De acordo com os organizadores, Belém foi escolhida para o lançamento da caravana que exige transparência na gestão da coisa pública. Organizada pela Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco) em parceria com o Sindicato dos Servidores do Fisco Estadual do Pará (Sindifisco-PA), o ato levou centenas de militantes ás ruas contra a sonegação fiscal.

    Os sindicalistas explicam que estão denunciando o descumprimento da Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/11) e quer que sejam tomadas medidas efetivas para a execução fiscal da dívida ativa tributária.

    Antônio Catete, presidente do Sindifisco-PA, explica que “o montante da dívida ativa tributária do estado alcança os R$ 16 bi. O orçamento do Pará em 2016 foi de R$ 24 bilhões, ou seja, temos 2/3 deste total sonegados. Se o estado conseguisse recuperar ao menos 10% dos valores inscritos na dívida, não faltariam recursos para aplicar em saúde, educação e segurança”.

    ctb pa sonegadores

    Levantamento feito pela Fenafisco, aponta que 20 estados da federação não divulgam informações sobre os contribuintes inscritos na dívida ativa e os respectivos valores devidos. Charles Alcantara, presidente do Fenafisco, argumenta contra as informações governamentais de que não tem dinheiro.

    “Quem disse que não tem dinheiro? Tem dinheiro sim! É preciso que a Procuradoria Geral do Estado execute as grandes empresas. Menos de 1% da dívida ativa do Pará é recuperada anualmente. Em 2016, apenas R$ 128 milhões, de um universo de R$ 16 bilhões foram cobrados. Quando o Estado não cobra, ele pune toda a sociedade”, afirma.

    Inclusive circula pela internet uma petição pública cobrando o retorno do dinheiro sonegado aos cofres públicos. De acordo com o texto do abaixo-assinado. O montante sonegado, seria possível construir “3.300 Escolas de Ensino Profissionalizantes ou 11.400 Unidades de Pronto Atendimento de Saúde, por exemplo. Daria para pagar o piso dos professores, reformar delegacias e melhorar a vida de todos os que vivem no Pará”.

    Acesse esse link e assine: 

    http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR103428

    “A CTB-PA apoia integralmente esta campanha para obrigar os sonegadores a pagar o que devem e assim tirar os estados da penúria e colaborar para o país sair da crise”, diz Rezende. Por isso, complementa, “amanhã (5) todos às ruas por nenhum direito a menos”.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy com Fenafisco e Sindifisco-PA

  •  A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Roraima (CTB-RR) e o Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Boa Vista (Sitram) realizarão um ato público contra a reforma da previdência nesta terça-feira (5) - Dia Nacional de Luta. O ato será em frente ao Sitram (Av. Princesa Isabel, 3776, Santa Tereza) zona oeste de Boa Vista, capital de Roraima, a partir das 8h da manhã.

    “Não podemos aliviar. Eles suspenderam a votação da reforma prevista para o dia 6. Mas se a votação acontecer e for aprovada, o Brasil vai parar”, destacou a presidenta da CTB-RR, Lucinalda Coelho.

    Para a presidenta, a população precisa ter mais conhecimento sobre os impactos desta reforma. “Seremos uma geração de idosos desempregados, sem aposentadoria e doentes. Neste momento não podemos deixar o conformismo tomar conta. Precisamos lutar, nos unir”.

    O ato terá carro de som explicando para quem passar pela avenida Princesa Isabel os impactos dessa reforma. “As manifestações se concentram sempre no centro da capital e o trabalhador que pega pesado, que não come direito, que não vê TV e que não tem tempo pra se informar melhor fica esquecido na zona Oeste da capital, pretendemos levar conhecimento para estes trabalhadores. A nossa arma é o conhecimento e a resistência”, explicou a presidenta do Sitram, Sueli Cardozo, sobre o local da manifestação.

    Fonte: CTB-RR

     

  • A batalha em defesa da Previdência Social, contra a reforma proposta pela dupla Bolsonaro/Guedes, está esquentando e vai contar com manifestações em todo as regiões do país, com dezenas de capitais e municípios mobilizados na próxima sexta-feira, 22 de março. Conforme os dirigentes das centrais, será um dia de luta e alerta que inaugura uma jornada de luta que prosseguirá até a votação final da PEC 06/2019 no Congresso Nacional e deve culminar com a decretação de uma greve geral.

    Veja abaixo a lista de atividades do Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência Social e lutas em curso por estado, local e horário:

    Acre, Capital: Palácio do Rio Branco, às 8h          

    Alagoas, Capital: Praça Centenário, às 15h

    Arapiraca: Praça da Prefeitura, às 9h     

    Amapá, Capital: Ato unificado na Praça da Bandeira, às 9h          

    Amazonas, Capital: Concentração na Praça da Polícia, às 15h, seguindo em passeata para a Praça da Matriz (Centro) às 16h       

    Bahia, Capital: Rótula do Abacaxi, 9h. Em Feira de Santana o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB) declarou greve desde 11/03/2019

    Professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) estão parados desde o dia 13/03/2019

    Haverá assembleias para deliberar sobre a greve nas Universidades do Estado da Bahia (UNEB), Estadual de Feira de Santana (UEFS) e Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) no dia 21/03/2019

    Ceará, Capital: Praça da Imprensa (Dionísio Torres), às 8h

    Juazeiro do Norte: Ato no Giradouro, às 16h

    Iguatu: Ato com concentração na Praça da Caixa Econômica, às 8h

    Sobral: Praça de Cuba, às 7h30

    Chorozinho: Praça da EEF Padre Enemias, às 8h

    Morada Nova (ato regional): Praça da Matriz, às 7h

    Russas: Praça Monsenhor João Luiz, às 7h

    Aracati: Praça do Prazeres, às 8h

    Jaguaruana: Praça da Prefeitura, às 9h

    Itaiçaba: EEF Dulcineia Gomes Dinis, às 7h

    Solonopole: Ginásio Poliesportivo, às 9h30

    Pereiro: Praça da Matriz, às 7h

    Itapipoca: Praça dos Motoristas, às 8h

    Tianguá: Praça dos Eucaliptos, às 8h

    Acopiara: Praça da Matriz, às 8h

    Paracuru: Sindicato Rural, às 8h

    Crateús: Coluna da Hora, às 7h

    Camocim: Pracinha do Amor, às 8h

    Paraipaba: Praça do Hospital, às 15h30

    Martinópole: Galpão dos Feirantes, às 16h

    Jaguaribe: Praça do Fórum, às 16h - Os professores da Rede estadual e municipal de Fortaleza também aprovaram paralisação de 24 horas neste dia. Os trabalhadores da construção civil também farão paralisações. Haverá ainda atrasos nas saídas das garagens promovidos pelos condutores. Paralisam também judiciários, servidores da Defesa Civil e dentistas, enfermeiros, e trabalhadores do MPE

    Em Caucaia o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Caucaia (Sindsep) informa greve desde o dia 14/03/2019.

    Distrito Federal: Praça Zumbi dos Palmares (SDS), às 17h. As entidades farão eventos internos, atos e paralisações

    Espírito Santo, Capital: Caminhada de Jucutuquara até o Palácio Anchieta, às 8h              

    Goiás- Ato perto da Serra Dourada, na altura do KM 153 da BR, às 6h. Professores da Universidade Estadual de Goiás (UEG) em greve desde o dia 12/03/2019.

    Maranhão, Capital: INSS no Parque Bom Menino (Centro), às 8h

    Imperatriz: Praça de Fátima, às 8h          

    Mato Grosso, Capital: Praça Ipiranga, às 16h      

    Mato Grosso do Sul, Capital: Praça do Rádio Clube, às 9h. Em todo o estado a FETEMS realizou assembleias em que foi aprovada a proposta de greve geral no dia 22

    Minas Gerais, Capital: Ato na Praça Sete, às 17h

    Ouro Preto: Panfletagem

    Montes Claros: Praça do Automóvel Clube, às 16h

    Cidade de Timóteo: Praça 1º de Maio, às 17h

    Coronel Fabriciano: Praça da Rodoviária, às 9h

    Ipatinga: Praça 1º de Maio, às 14h

    João Monlevade: Praça do Povo, às 9h. Na parte da manhã, sindicalistas e militantes percorrerão com carro de som os bairros Barreiro e Venda Nova, na capital, fazendo panfletagens

    Em São João Del Rei, haverá assembleia com atraso do turno e administrativo em fábrica metalúrgica. Os docentes da ADUFSJ votaram paralisação o dia todo. Servidores de Santa Cruz de Minas agendaram panfletagem em todos os locais de trabalho. No setor têxtil tem panfletagem e agitação em fábrica da categoria

    Em Tiradentes também está programada panfletagem e agitação dos servidores municipais. Os sindicatos na cidade planejam ainda um ato público, com horário e local a confirmar

    Em Itajubá haverá panfletagens e assembleias nas fábricas metalúrgicas

    Pará       Capital: Concentração no Banco do Brasil da Ponte Vargas às 7h30, com caminhada até o INSS da Av. Nazaré às 9h

    Praça da República, 9h

    Marabá: Em frente ao INSS (manhã), Seminário sobre reforma da Previdência na Faculdade Carajás, às 15h

    Parauapebas: Praça de eventos no bairro Cidade Nova, às 6h.

    Em Belém, os trabalhadores da educação estadual aprovaram paralisação no dia 22/3. O Sindtifes (técnicos da UFPA) também. Operários da construção civil irão parar por 2h em alguns canteiros de obras.

    Paraíba. Em João Pessoa a ADUFPB faz assembleia nesta quarta (20), com indicativo de paralisação no dia 22

    Paraná, Capital: Concentração na Boca Maldita, às 9h; ato e panfletagem no INSS da Rua João Negrão, às 11h    Em União da Vitória o Sindicato do Magistério da Rede Municipal de União da Vitória, declarou greve desde o dia 12/03/2019.

    Pernambuco, Capital: Praça do Derby, às 15h    Os trabalhadores do Sintufepe/SS - UFPE aprovaram paralisação e participação no ato

    Piauí, Capital: INSS (Praça Rio Branco), às 8h. Professores da Universidade Estadual do Piauí (Uespi) em greve desde o dia 18/03/2019

    Rio de Janeiro, Capital: Candelária, com caminhada até a Central do Brasil, 16h.                Petroleiros programam ato no CENPES e no Edise e assembleias no TABG e TEBIG. Trabalhadoras(es) das redes municipal e estadual de educação do Rio aprovaram paralisação a partir das 12h, com a realização de assembleia unificada às 14h, na Praça XV, com pauta única sobre a Reforma da Previdência

    Foi aprovada ainda paralisação de categorias organizadas pela Aduff (Associação dos Docentes da Universidade Federal Fluminense) e Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais em Educação do Rio de Janeiro). Os trabalhadores organizados pelo Sintuff (Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal Fluminense) também paralisam neste dia.

    Rio Grande do Norte, Capital: INSS da Rua Apodi, nº 2150, às 15h e segue para a Praça dos Três Poderes

    Mossoró: Manifestação na base da Petrobrás, às 6h, e concentração no INSS, às 8h e passeata pelas ruas do centro da cidade  Na capital os trabalhadores estaduais da Saúde estão em greve há mais de 40 dias. Na sexta, programam atividades/debate em frente ao Hospital Walfredo Gurgel. Os trabalhadores municipais da Saúde realizam assembleia às 9h. O Sintest programa aula pública na UFRN. O Sindprevs promoverá atividade de formação no sindicato e os bancários planejam atraso na abertura de agências no centro da cidade. O Sinte aprovou dia estadual de paralisação

    Em Mossoró o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (Sindiserpum) informa greve desde o dia 08/03/2019

    Em Marcelino Vieira os professores estão em greve desde 28/02/2019

    Rio Grande do Sul, Capital: Esquina Democrática, às 18h

    Caxias do Sul: Praça Dante Aligheri, às 17h

    Santa Maria: Praça Saldanha Marinho, às 17h30

    Pelotas: Mercado Público às 18h

    Passo Fundo: Esquina Democrática, às 17h. Na capital o Conselho Geral do CPERS aprovou paralisação nesta sexta

    Rondônia, Capital: Praça Marechal Rondon, a partir das 17h       

    Roraima: sem informação                          

    Santa Catarina, Capital: Ticen, às 17h

    Blumenau: Em frente ao INSS, às 10h

    Joinville: Praça da Bandeira, às 14h

    Criciúma: Calçadão da Praça Nereu Ramos, às 13h30

    Itajaí: Ato em frente à Igreja Matriz, às 16h

    Lages: Aulão popular sobre a Reforma da Previdência, no Calçadão Tiago Fiúza de Carvalho, às 17h00    Na capital os trabalhadores do Sintrajud fazem paralisação nesta sexta. O Sinte-SC também está chamando paralisação.

    São Paulo, Capital: MASP, às 17h

    São Carlos: Pça em frente ao Mercado Municipal, às 9h

    Bauru: Audiência Pública na Câmara, às 14h

    Campinas: Ato dos Servidores Públicos no Largo do Rosário, às 10h; Concentração para o ato e panfletagem na rua 13 de Maio e terminais de ônibus, às 16h30; Ato político, às 18h

    Grande ABC: Caminhada com saída na porta da Mercedes Benz e da Ford, às 7h

    São José dos Campos: Praça Afonso Pena, às 10h

    Mogi das Cruzes: Largo do Rosário (Praça da Marisa), às 10h

    Ribeirão Preto: Concentração na Esplanada Dom Pedro II, às 17h

    Osasco: Ato público em frente à Estação de trem de Osasco, às 9h

    Carapicuíba: Ato público em frente à estação de Carapicuíba, às 5h30

    Ato público no Calçadão, às 9h. Na capital paulista metroviários farão manifestação usando coletes contra a reforma ao longo de todo o dia 22

    Em São José dos Campos e região, os metalúrgicos preparam mobilizações nas fábricas da categoria desde as primeiras horas do dia 22/3

    Sergipe Capital: Ato com concentração em frente à Deso, na Rua Campo do Brito, às 15h            

    Tocantins, Capital: Ato em frente ao INSS (sem informação sobre o horário). Em Formoso do Araguaia categoria dos professores estão em greve desde o dia 26/02/2019.

  • A batalha em defesa da Previdência Social, contra a reforma proposta pela dupla Bolsonaro/Guedes, está esquentando e vai contar com manifestações em todo as regiões do país, com dezenas de capitais e municípios mobilizados na próxima sexta-feira, 22 de março. Conforme os dirigentes das centrais, será um dia de luta e alerta que inaugura uma jornada de luta que prosseguirá até a votação final da PEC 06/2019 no Congresso Nacional e deve culminar com a decretação de uma greve geral.

    Veja abaixo a lista de atividades do Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência Social e lutas em curso por estado, local e horário:

    Acre, Capital: Palácio do Rio Branco, às 8h          

    Alagoas, Capital: Praça Centenário, às 15h

    Arapiraca: Praça da Prefeitura, às 9h     

    Amapá, Capital: Ato unificado na Praça da Bandeira, às 9h          

    Amazonas, Capital: Concentração na Praça da Polícia, às 15h, seguindo em passeata para a Praça da Matriz (Centro) às 16h       

    Bahia, Capital: Rótula do Abacaxi, 9h. Em Feira de Santana o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB) declarou greve desde 11/03/2019

    Professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) estão parados desde o dia 13/03/2019

    Haverá assembleias para deliberar sobre a greve nas Universidades do Estado da Bahia (UNEB), Estadual de Feira de Santana (UEFS) e Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) no dia 21/03/2019

    Ceará, Capital: Praça da Imprensa (Dionísio Torres), às 8h

    Juazeiro do Norte: Ato no Giradouro, às 16h

    Iguatu: Ato com concentração na Praça da Caixa Econômica, às 8h

    Sobral: Praça de Cuba, às 7h30

    Chorozinho: Praça da EEF Padre Enemias, às 8h

    Morada Nova (ato regional): Praça da Matriz, às 7h

    Russas: Praça Monsenhor João Luiz, às 7h

    Aracati: Praça do Prazeres, às 8h

    Jaguaruana: Praça da Prefeitura, às 9h

    Itaiçaba: EEF Dulcineia Gomes Dinis, às 7h

    Solonopole: Ginásio Poliesportivo, às 9h30

    Pereiro: Praça da Matriz, às 7h

    Itapipoca: Praça dos Motoristas, às 8h

    Tianguá: Praça dos Eucaliptos, às 8h

    Acopiara: Praça da Matriz, às 8h

    Paracuru: Sindicato Rural, às 8h

    Crateús: Coluna da Hora, às 7h

    Camocim: Pracinha do Amor, às 8h

    Paraipaba: Praça do Hospital, às 15h30

    Martinópole: Galpão dos Feirantes, às 16h

    Jaguaribe: Praça do Fórum, às 16h - Os professores da Rede estadual e municipal de Fortaleza também aprovaram paralisação de 24 horas neste dia. Os trabalhadores da construção civil também farão paralisações. Haverá ainda atrasos nas saídas das garagens promovidos pelos condutores. Paralisam também judiciários, servidores da Defesa Civil e dentistas, enfermeiros, e trabalhadores do MPE

    Em Caucaia o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Caucaia (Sindsep) informa greve desde o dia 14/03/2019.

    Distrito Federal: Praça Zumbi dos Palmares (SDS), às 17h. As entidades farão eventos internos, atos e paralisações

    Espírito Santo, Capital: Caminhada de Jucutuquara até o Palácio Anchieta, às 8h              

    Goiás- Ato perto da Serra Dourada, na altura do KM 153 da BR, às 6h. Professores da Universidade Estadual de Goiás (UEG) em greve desde o dia 12/03/2019.

    Maranhão, Capital: INSS no Parque Bom Menino (Centro), às 8h

    Imperatriz: Praça de Fátima, às 8h          

    Mato Grosso, Capital: Praça Ipiranga, às 16h      

    Mato Grosso do Sul, Capital: Praça do Rádio Clube, às 9h. Em todo o estado a FETEMS realizou assembleias em que foi aprovada a proposta de greve geral no dia 22

    Minas Gerais, Capital: Ato na Praça Sete, às 17h

    Ouro Preto: Panfletagem

    Montes Claros: Praça do Automóvel Clube, às 16h

    Cidade de Timóteo: Praça 1º de Maio, às 17h

    Coronel Fabriciano: Praça da Rodoviária, às 9h

    Ipatinga: Praça 1º de Maio, às 14h

    João Monlevade: Praça do Povo, às 9h. Na parte da manhã, sindicalistas e militantes percorrerão com carro de som os bairros Barreiro e Venda Nova, na capital, fazendo panfletagens

    Em São João Del Rei, haverá assembleia com atraso do turno e administrativo em fábrica metalúrgica. Os docentes da ADUFSJ votaram paralisação o dia todo. Servidores de Santa Cruz de Minas agendaram panfletagem em todos os locais de trabalho. No setor têxtil tem panfletagem e agitação em fábrica da categoria

    Em Tiradentes também está programada panfletagem e agitação dos servidores municipais. Os sindicatos na cidade planejam ainda um ato público, com horário e local a confirmar

    Em Itajubá haverá panfletagens e assembleias nas fábricas metalúrgicas

    Pará       Capital: Concentração no Banco do Brasil da Ponte Vargas às 7h30, com caminhada até o INSS da Av. Nazaré às 9h

    Praça da República, 9h

    Marabá: Em frente ao INSS (manhã), Seminário sobre reforma da Previdência na Faculdade Carajás, às 15h

    Parauapebas: Praça de eventos no bairro Cidade Nova, às 6h.

    Em Belém, os trabalhadores da educação estadual aprovaram paralisação no dia 22/3. O Sindtifes (técnicos da UFPA) também. Operários da construção civil irão parar por 2h em alguns canteiros de obras.

    Paraíba. Em João Pessoa a ADUFPB faz assembleia nesta quarta (20), com indicativo de paralisação no dia 22

    Paraná, Capital: Concentração na Boca Maldita, às 9h; ato e panfletagem no INSS da Rua João Negrão, às 11h    Em União da Vitória o Sindicato do Magistério da Rede Municipal de União da Vitória, declarou greve desde o dia 12/03/2019.

    Pernambuco, Capital: Praça do Derby, às 15h    Os trabalhadores do Sintufepe/SS - UFPE aprovaram paralisação e participação no ato

    Piauí, Capital: INSS (Praça Rio Branco), às 8h. Professores da Universidade Estadual do Piauí (Uespi) em greve desde o dia 18/03/2019

    Rio de Janeiro, Capital: Candelária, com caminhada até a Central do Brasil, 16h.                Petroleiros programam ato no CENPES e no Edise e assembleias no TABG e TEBIG. Trabalhadoras(es) das redes municipal e estadual de educação do Rio aprovaram paralisação a partir das 12h, com a realização de assembleia unificada às 14h, na Praça XV, com pauta única sobre a Reforma da Previdência

    Foi aprovada ainda paralisação de categorias organizadas pela Aduff (Associação dos Docentes da Universidade Federal Fluminense) e Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais em Educação do Rio de Janeiro). Os trabalhadores organizados pelo Sintuff (Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal Fluminense) também paralisam neste dia.

    Rio Grande do Norte, Capital: INSS da Rua Apodi, nº 2150, às 15h e segue para a Praça dos Três Poderes

    Mossoró: Manifestação na base da Petrobrás, às 6h, e concentração no INSS, às 8h e passeata pelas ruas do centro da cidade  Na capital os trabalhadores estaduais da Saúde estão em greve há mais de 40 dias. Na sexta, programam atividades/debate em frente ao Hospital Walfredo Gurgel. Os trabalhadores municipais da Saúde realizam assembleia às 9h. O Sintest programa aula pública na UFRN. O Sindprevs promoverá atividade de formação no sindicato e os bancários planejam atraso na abertura de agências no centro da cidade. O Sinte aprovou dia estadual de paralisação

    Em Mossoró o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (Sindiserpum) informa greve desde o dia 08/03/2019

    Em Marcelino Vieira os professores estão em greve desde 28/02/2019

    Rio Grande do Sul, Capital: Esquina Democrática, às 18h

    Caxias do Sul: Praça Dante Aligheri, às 17h

    Santa Maria: Praça Saldanha Marinho, às 17h30

    Pelotas: Mercado Público às 18h

    Passo Fundo: Esquina Democrática, às 17h. Na capital o Conselho Geral do CPERS aprovou paralisação nesta sexta

    Rondônia, Capital: Praça Marechal Rondon, a partir das 17h       

    Roraima: Boa Vista, às 9 horas no auditório jornalista Alexandre Borges da UFRR; ato na Assembleia Legislativa às 16 horas                   

    Santa Catarina, Capital: Ticen, às 17h

    Blumenau: Em frente ao INSS, às 10h

    Joinville: Praça da Bandeira, às 14h

    Criciúma: Calçadão da Praça Nereu Ramos, às 13h30

    Itajaí: Ato em frente à Igreja Matriz, às 16h

    Lages: Aulão popular sobre a Reforma da Previdência, no Calçadão Tiago Fiúza de Carvalho, às 17h00    Na capital os trabalhadores do Sintrajud fazem paralisação nesta sexta. O Sinte-SC também está chamando paralisação.

    São Paulo, Capital: MASP, às 17h

    São Carlos: Pça em frente ao Mercado Municipal, às 9h

    Bauru: Audiência Pública na Câmara, às 14h

    Campinas: Ato dos Servidores Públicos no Largo do Rosário, às 10h; Concentração para o ato e panfletagem na rua 13 de Maio e terminais de ônibus, às 16h30; Ato político, às 18h

    Grande ABC: Caminhada com saída na porta da Mercedes Benz e da Ford, às 7h

    São José dos Campos: Praça Afonso Pena, às 10h

    Mogi das Cruzes: Largo do Rosário (Praça da Marisa), às 10h

    Ribeirão Preto: Concentração na Esplanada Dom Pedro II, às 17h

    Osasco: Ato público em frente à Estação de trem de Osasco, às 9h

    Carapicuíba: Ato público em frente à estação de Carapicuíba, às 5h30

    Ato público no Calçadão, às 9h. Na capital paulista metroviários farão manifestação usando coletes contra a reforma ao longo de todo o dia 22

    Em São José dos Campos e região, os metalúrgicos preparam mobilizações nas fábricas da categoria desde as primeiras horas do dia 22/3

    Sergipe Capital: Ato com concentração em frente à Deso, na Rua Campo do Brito, às 15h            

    Tocantins, Capital: Ato em frente ao INSS (sem informação sobre o horário). Em Formoso do Araguaia categoria dos professores estão em greve desde o dia 26/02/2019.

  • Nesta manhã de sexta dia 22, os Trabalhadores e Trabalhadoras de Feira de Santana na Bahia, foram às ruas contra a Reforma da Previdência em defesa do direito de se aposentar e por uma aposentadoria digna.

  • A sexta-feira, 22 de março, Dia Nacional de Luta contra a reforma da Previdência do governo Bolsonaro, superou as expectativas dos organizadores e foi marcada por manifestações de massa em todo o país. São Paulo madrugou agitada por uma paralisação relâmpago dos ônibus na capital e manifestações em dezenas de cidades, com destaque para o ABC paulista. Em São Bernardo sindicalistas e trabalhadores realizaram uma passeata pela manhã, com concentração diante da Ford para protestar contra a direção da empresa, que anunciou o fechamento da fábrica na cidade, o que significa a destruição de 3 mil postos de trabalho diretos e milhares de outros indiretos. 

     

    Os presidentes das centrais reiteraram a decisão de dar continuidade à luta em defesa da Previdência Pública e das aposentadorias, ameaçadas pelo projeto encaminhado por Bolsonaro ao Congresso, cujo maior objetivo é a privatização do sistema previdenciário, uma ambição dos banqueiros.

      

    “Vamos continuar mobilizando e vamos construir as condições para deflagração de uma greve geral”, declarou Adilson Araújo, presidente da CTB. “Estou convencido de que podemos e vamos sair vitoriosos desta grande batalha. Derrotamos o propósito de Michel Temer neste sentido e agora repetiremos a dose com a proposta do Bolsonaro e Paulo Guedes, que é ainda mais perniciosa para a classe trabalhadora”.

    O Dia de Luta, convocado unitariamente pelas centrais sindicais e considerado exitoso, contou com paralisações de motoristas, professores e outras categorias. Em São Paulo, foi encerrado no início da noite com um ato político que reuniu mais de 60 mil pessoas na Avenida Paulista. Manifestações de protestos, incluindo paralisações, foram promovidas em todas as capitais do país e em cerca de 130 cidades.

  • Representantes de diferentes centrais sindicais se reuniram nesta terça-feira (13) na sede nacional da CTB para discutirem os próximos passos no enfrentamento do governo golpista de Michel Temer.

    A reunião com a participação de representantes da CTB, da CUT, da Força Sindical, da CSP-Conlutas, da Intersindical e da Nova Central tratou especificamente da proposta do ato nacional em defesa dos direitos trabalhistas, organizado para o dia 22.

    “Do ponto de vista da pauta, esta muito claro que o que une o movimento sindical é a defesa dos direitos da classe trabalhadora”, analisou Adilson Araújo, presidente da CTB. “A classe trabalhadora sofre um drama pelas consequências da grave crise econômica. As medidas conservadoras adotadas por Temer tem rebatimento direto na vida dos trabalhadores, sobretudo nesse estágio de elevado desemprego. Diante dessa agenda ultraliberal, o fórum das centrais buscam efetivamente responder com uma agenda unitária”, continuou.

    Ficou definido que o novo Dia Nacional de Luta da classe trabalhadora será realizado em todo o país no próximo dia 22 (quinta-feira). Pela manhã, dezenas de fábricas e indústrias farão uma paralisação preparatória para o ato, que será continuada no período da tarde pelos funcionários públicos em todos os estados.

    Programação preliminar

    Em São Paulo, onde ocorrerá o ato mais numeroso, a concentração se dará a partir das 10h em a Fiesp, momento em que as centrais entregarão pauta em defesa dos direitos sociais e trabalhistas; às 11h, está previsto o início do ato político; às 14h, a manifestção seguirá para a frente do Masp. As lideranças sindicais de todas as centrais se alternarão no uso do microfone para denunciar a agenda regressiva imposta pelo governo Temer e exigir respeito nas negociações das reformas da Previdência e trabalhista.

    O que pensam as outras centrais

    Joaninha, da CSP-Conlutas: “Nós conversamos aqui sobre a necessidade de construção da unidade do conjunto de trabalhadores deste país. Nós viemos articular, para o dia 22, um ato das centrais na parte da manhã, que continua à tarde com os servidores, e também fortalecer o dia 29, que já está sendo indicado como a greve dos metalúrgicos em caráter nacional. Nesse sentido, eu acho bastante importante as centrais se pronunciarem em apoio às greves que estão ocorrendo, para que a gente possa impor uma derrota a todos os projetos que estão no Congresso Nacional ou ainda irão, que vêm no objetivo de tirar direitos dos trabalhadores”.

    Luisinho, presidente da Nova Central-SP: “A ideia é fazer uma grande manifestação em nível nacional, e aqui em São Paulo uma grande mobilização, envolvendo as categorias que puderem parar e fazer um grande ato na Paulista e demarcar, na conjuntura, que não abrimos mão dos nossos direitos. Nenhum direito a menos, não importa que governo seja! Isso é o norte dessa reunião”.

    Nilsa Pereira, Intersindical: “Nós estamos fazendo um processo de resistência neste momento, em que o Brasil está sob um governo que não foi eleito pelo povo brasileiro, que cumpre uma pauta de direita e atrasada. A unidade de ação e a unidade política do movimento sindical e do movimento social é que vão garantir a não-retirada dos nossos direitos e, se possível, avanços”.

    Douglas Izzo, presidente da CUT-SP: “O dia 22 vai ser um esquenta para a greve geral que nós estamos construindo para o segundo semestre. É uma demonstração de unidade das centrais para poder conter os ataques que estão colocados sobre a classe trabalhadora. Vai ser um momento importante, em que os trabalhadores mostrarão sua força em todo o país, paralisando as atividades e construindo atos unitários”.

    João Carlos Juruna, secretário-geral da Força Sindical: “Eu creio que essa agenda unitária com as centrais sindicais é importante, porque conseguimos unir trabalhadores do setor industrial e trabalhadores do setor público. Isso é bom porque a reforma da Previdência e a reforma trabalhista com certeza pode trazer prejuízo a todos nós. Às 10h, entregaremos as pautas do metalúrgicos e dos químicos, faremos o nosso debate e daremos continuidade com os servidores públicos. Essa unidade é fundamental porque se o governo nos chama para negociação, só tem força quem tem organização lá embaixo, nos locais de trabalho”.

    Portal CTB

  • Representantes da Frente Brasil Popular e Povo Sem Medo estiveram reunidos nesta quarta-feira (20), na sede da CTB nacional, em São Paulo, para decidir sobre os próximos passos do movimento de resistência ao golpe em marcha no Brasil.

    Com a presença do presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, Adilson Araújo, do presidente da Central Única dos Trabalhadores, Vagner Freitas, do coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Gilherme Boulos e de dezenas de representantes de diversas outras entidades, a reunião decidiu que os atos no Dia do Trabalhador - 1º de maio - serão unificados e de denúncia ao golpe que a direita tenta dar no país para atacar as conquistas da classe trabalhadora.

    "O objetivo é deixar claro que os trabalhadores e trabalhadoras não aceitam cortes em seus direitos e não reconhece nenhum governo que tome de assalto o poder, destituindo uma presidente eleita pelo voto popular", diz Adilson Araújo.

    Para ele, a resistência que tomou as ruas de todo o país, não pode parar. "Esse movimento tem que se fortalecer ainda mais e permanecer nas ruas para impedir retrocesso e fazer o Brasil avançar".

    Boulos questiona o que fazer diante de um "Congresso extremamente conservador como o que temos". Ele mesmo conclui que somente "nas ruas poderemos derrotar o golpe e impor uma agenda mais favorável aos trabalhadores".

    A reunião definiu a divulgação de uma declaração política conjunta das duas frentes para ser amplamente divulgada em todo o mundo, denunciando o golpe.

    Além disso, várias ações estão sendo planejadas, como bloqueio de estradas, panfletagens em grandes concentrações urbanas e todo o tipo de mobilização que possa mostrar que vai ter luta.

    "Neste 1º de maio, as duas frentes estarão mais uma vez juntas para construir unitariamente um Dia Nacional de Luta e mostrar aos senadores que nenhum governo ilegal e ilegítmo terá sossego neste país", afirma Adilson.

    Portal CTB

     

     

     

  • “A CTB-GO convoca todos os trabalhadores e trabalhadoras de Goiás a sair às ruas nessa sexta-feira (10) para darmos um basta nos desmandos desse governo corrupto de Michel Temer que atenta todos os dias contra os direitos sociais, conquistados pelo povo brasileiro com muita luta”, diz Railton Souza, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Goiás (CTB-GO).

    Durante todo o dia ocorrerão diversas manifestações e paralisações convocando para o ato unificado às 16h, na Praça do Bandeirante, no centro de Goiânia. Ele afirma que “a CTB-GO juntamente com as demais centrais, sindicatos e movimentos sociais populares prometem um grande protesto para barrar os retrocessos contra os interesses da classe trabalhadora e do país”.

    Está sendo distribuído material de divulgação do Dia Nacional de Luta em todo o estado, principalmente na capital para “acordarmos o Brasil para a resistência ao desmonte do Estado e dos direitos trabalhistas, sociais e individuais. Nenhum direito a menos é a nossa palavra de ordem”, conclui Souza.

    Veja o jornal do Dia Nacional de Luta, imprima e divulgue você também aqui.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Em seu 32º Congresso, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) agendou para esta quarta-feira (15), “o início de um movimento de paralisação e mobilização contra o desmanche da escola pública no país”, informa Isis Tavares, presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Amazonas (CTB-AM).

    “Já estávamos centrados no combate à reforma da previdência, porque as trabalhadoras e trabalhadores em educação perdem a aposentadoria especial de 25 anos de contribuição”, relata a sindicalista que também é dirigente da CNTE. Assim , reforça, "estaremos nas ruas contra a reforma da previdência".

    Ela explica que a função de docente é extremamente desgastante e estressante, porque “lidamos com seres humanos em formação. Os profissionais, diz, "sofrem uma carga emocional e psicológica muito grande, principalmente com a falta de estrutura que vivenciamos nas escolas públicas”.

    A CNTE conta com 50 sindicatos de profissionais do ensino básico em todo o país, abarcando mais de 4 milhões de representados. “Também estamos paralisando as atividades contra a reforma do ensino médio, totalmente contra os interesses de quem trabalha”.

    Para Tavares, a incorporação da greve geral das educadoras e educadores ao Dia Nacional de Luta com adesão das centrais sindicais, “só fortalece o movimento em defesa da educação pública, que é a melhor maneira de ascensão social para os mais pobres”.

    A presidenta da CTB-AM define ainda que a paralisação dos docentes nesta quarta-feira é também para barrar o projeto “Escola Sem Partido”, que visa “amordaçar os profissionais da educação e impedir que os estudantes possam debater duas demandas”.

    cnte greve geral marco 2017 avatar 2 1

    “Na realidade”, ressalta ela, “todas as reformas do governo golpista são elos para liquidar com as conquistas que a classe trabalhadora teve na última década”. Ela se refere à Proposta de Emenda à Constituição (PEC 55), que congela os investimentos em educação e saúde públicas por 20 anos, assim como os salários dos servidores públicos.

    Além dessa PEC, a sindicalista cita a entrega da exploração do pré-sal à petrolíferas estrangeiras, através do Projeto de Lei do Senado 131, do senador José Serra (PSDB-SP), tirando ao menos R$ 360 bilhões da educação pública. Entre todos os projetos contra os interesses nacionais e que acabam com a democracia.

    Tavares fala também sobre o Piso Nacional do Magistério, atualmente no valor de R$ 2.298, 80, que segundo o próprio Ministério da Educação (MEC) 44,9% dos municípios não pagam esse valor aos seus profissionais da área.

    “Esse piso está muito aquém das necessidades das trabalhadoras e trabalhadores da educação. E ainda por cima metade dos prefeitos afirmam não ter dinheiro para pagar seus profissionais, o que mostra o descaso com essa área tão estratégica ao desenvolvimento nacional”.

    Para a professora amazonense, os projetos desse governo para a educação significam o fim do sonho da juventude da classe trabalhadora em ingressar na faculdade e os joga no mercado de trabalho totalmente sem preparação nenhuma.

    “Vai aumentar o exército de reserva de mão de obra, rebaixando os salários e precarizando ainda mais a vida da juventude no país”. Por isso, “é essencial a adesão em massa dos profissionais da educação nesta paralisação de quarta-feira”, defende.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy. Arte do destaque é da Contee

  • As centrais sindicais e os movimentos sociais pararam a capital mineira, Belo Horizonte, no Dia Nacional de Luta, nesta quarta-feira (15). De acordo com os organizadores, mais de 200 mil manifestantes levaram para as ruas palavras de ordem contra as mudanças na previdência, que só permitem se aposentar com a idade mínima de 65 anos, tanto homens, quanto mulheres.

    Além dessa multidão que exige a saída do presidente golpista Michel Temer, em BH, outros milhares de mineiros marcharam em diversas cidades do interior do estado. Como em Uberaba, onde foi ocupada a Câmara de Vereadores, Governador Valadares, que teve paralisação dos trabalhadores e trabalhadoras dos transportes, Betim e Lavras.

    Manifestação toma conta das ruas de Uberaba:

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    Transporte público parou em Governador Valadares:

    garagem de onibus governador valadares 15m

    Manifestantes agitam Betim:

    ctb mg betim 15m

    Em Lavras, o protesto foi em frente ao INSS:

    ctb mg lavras 15m

    Portal CTB, com informações de Mariana Arêas

  • Por Altamiro Borges

    O Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência, na sexta-feira (22), superou as expectativas mais otimistas das centrais sindicais. Segundo levantamento parcial, o protesto unitário teve atos, marchas e panfletagens em mais de 120 cidades – a previsão inicial era de que as manifestações ocorressem nas 26 capitais e em cerca de 50 municípios de grande porte. Além de ter se espalhado pelo país, os protestos também contaram com expressiva adesão, lotando praças e avenidas.

    O ato na Avenida Paulista, no centro de São Paulo, reuniu mais de 60 mil pessoas. O clima foi de revolta contra o golpe orquestrado pelo laranjal de Jair Bolsonaro, que extingue a aposentadoria de milhões de brasileiros e reduz os benefícios de outros milhões, e de preparação para a greve geral – que já é consenso entre todas as noves centrais sindicais do país. Apesar do sucesso surpreendente dos protestos, a mídia privatista optou por ofuscar a iniciativa unitária do sindicalismo.

    Os jornalões não deram manchetes para as manifestações e optaram por minúsculas notas – a maioria delas, totalmente anódinas. A Folha de S.Paulo – que brigou com o miliciano Jair Bolsonaro, mas apoia a sua iniciativa de matar de fome os aposentados – deu relatos das manifestações em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. No caso do ato na Avenida Paulista, o jornal relata que “segundo a organização, 60 mil pessoas foram à manifestação. A Polícia Militar fala em 15 mil”. O protesto também não mereceu destaque no oligárquico e decadente Estadão e no rentista O Globo.

    O pior da “cobertura jornalística”, porém, ocorreu nas emissoras de rádio e televisão. Diferentemente da linha editorial adotada durante as marchas golpistas pelo impeachment de Dilma Rousseff, nas quais essas concessões públicas foram usadas ilegalmente para excitar os “midiotas”, agora não houve qualquer destaque às mobilizações contra o golpe dos rentistas na aposentadoria. O Jornal Nacional da TV Globo, o principal telejornal do país, fez um registro quase invisível do protesto das centrais sindicais. E ainda tem gente que acredita na “neutralidade” da mídia patronal e rentista.

  • Com a participação de todas as centrais sindicais e movimentos sociais, as ruas de Rio Branco, capital do Acre, ficaram coloridas no Dia Nacional de Luta contra as reformas do desgoverno Michel Temer. “A manifestação está bonita com participação ampla para barrar as medidas desse governo contra a classe trabalhadora”, diz José Uchoa, presidente da CTB-AC.

    Ele explica que “o desmonte da CLT, a terceirização irrestrita, a reforma da previdência e os ataques à educação e saúde públicas estão obrigando os setores democráticos e populares a darem uma resposta contundente para evitar ainda mais massacres”.

    Portal CTB

  • A Polícia Militar reprimiu manifestação promovida pelos estivadores em Santos, litoral sul de São Paulo, nesta manhã no Dia Nacional de Luta, que leva milhares às ruas de todo o país.

    De acordo com os Jornalistas Livres, a tropa da PM usou balas de borracha e bombas de gás lacrimogênio contra a manifestação pacífica, que reivindica o arquivamento da PEC 287, conhecida com reforma da previdência.

    Assista vídeo dos Jornalistas Livres: 

    Portal CTB