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Dom, Maio

Dia Nacional de Lutas

  • “A classe trabalhadora não foge à luta. Por isso, no dia 5 (terça-feira) Fortaleza vai ficar pequena para tanta gente que quer se aposentar e receber benefícios que garantam vida digna”, diz Luciano Simplício, presidente da CTB-CE.

    O protesto está marcado para às 8h no cruzamento das ruas 13 de maio e da Universidade, no centro de Fortaleza. “As centrais sindicais se uniram para combater as propostas de reforma da previdência e a retirada de direitos fundamentais para a vida de quem trabalha”, conclui Simplício.

    Portal CTB

  • As centrais sindicais CTB, CUT, UGT E CSP Conlutas farão um protesto nessa sexta-feira (25), a partir das 6 horas, na frente do Tecarmo/Petrobras, Zona Sul de Aracaju, para dizer não à PEC 55 - também conhecida como a PEC do Fim do Mundo (leia aqui) - que será votada no Senado Federal no dia 29 deste mês e ao desmonte da Petrobras e do Banco do Brasil, impostos pelo governo Temer. "Essa PEC é um enorme retrocesso para o movimento sindical e para a sociedade brasileira. Um retrocesso que vai atingir as futuras gerações", avalia Edival Góes, presidente da CTB-SE. Serão 20 anos com investimentos para a educação e a saúde públicas travados no Orçamento da União, enquanto a população aumenta e envelhece.

    A PEC terá um impacto negativo também na renda do trabalhador. Nos últimos 13 anos, houve um incremento no salário mínimo o que trouxe um efeito positivo para a economia, principalmente nos municípios que dependem da renda dos aposentados. "A PEC da maldade deixará de fazer essa correção e isso vai afetar diretamente a economia brasileira. Nós não acreditamos que os juros e os investimentos na Bolsa de Valores consigam segurar esse crescimento econômico que só ocorre quando há valorização do trabalho", assegura o dirigente sindical.

    Para Edival, o povo brasileiro tem que tomar consciência de que essa PEC 55 é nefasta e retira todos os direitos conquistados pelo povo na Constituição de 1988. “Esse governo transitório e ilegítimo tem conseguido promover essas alterações na Constituição, acordadas em jantares pagos com o dinheiro público, numa rapidez nunca vista na história do País, e golpeia o povo brasileiro com a perda de todos os seus direitos", afirma Edival.

    Tão ruim quanto a PEC 55 é o desmonte imposto por esse governo à Petrobras e ao Banco do Brasil. "Esse presidente sem voto quer vender nossas estatais e bancos públicos a preço de banana. Por isso, nós das centrais sindicais estamos envidando todos os esforços para levar essas informações para a sociedade, mas é preciso também haver uma mobilização do povo", diz. Ele conclama os sergipanos a demonstrar sua indignação e fazer contato pelas redes sociais com os três senadores que representam o Estado - Maria do Carmo, Eduardo Amorim e Antônio Carlos Valadares - para que eles se posicionem e votem contra essa PEC e o desmonte das estatais e bancos públicos brasileiros.

    Niúra Belfort - CTB-SE

  • O Dia Nacional de Lutas, nesta terça-feira (5), levou mais de 2 mil pessoas à ruas de Maceió contra a reforma da previdência de Michel Temer. As manifetaçõe começaram cedo e não pararam. "O ato foi marcado por muita disposição, mostrandoque mesmo com o recuo da Greve Geral por parte de algumas centrais, não esmoreceu o movimento", diz Nivaldo Mota, vice-presidente da CTB-AL.

    dia 5 ctb al maceio 2

    As palavras de ordem mais repetidas pelos alagoanaos foram: "Fora Temer" e " Se botar pra votar a Reforma da Previdência, Paramos o Brasil".

    Portal CTB

  • A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Maranhão (CTB-MA) mobiliza a classe trabalhadora, juntamente com as outras centrais sindicais na sexta-feira (10), véspera de entrada em vigor da reforma trabalhista, que destrói os direitos da classe trabalhadora. O Dia Nacional de Lutas promete no estado.

    “A mobilização é geral no Maranhão para a realização de um grande protesto contra essa reforma trabalhista, que é praticamente a volta da escravidão”, afirma Joel Nascimento, presidente da CTB-MA.

    De acordo com ele, “os patrões e o governo federal estão festejando o fim da CLT”. Por isso, diz, “a classe trabalhadora precisa se unir e se organizar para que os nossos direitos trabalhistas sejam devolvidos. Precisamos resistir a todo custo”.

    Veja a programação do dia 10 de novembro no Maranhão

    Nascimento conta que a mobilização está forte no estado com a participação de todas as centrais sindicais maranhenses, os movimentos sociais e vários partidos de esquerda e democráticos.

    “Na sexta-feira (27) fizemos uma grande mobilização em defesa do servidor público em São Luís. A nossa preparação para o dia 10 está de vento em pompa”, afirma Nascimento.

    Portal CTB

  • “Os cariocas garantem muita resistência à reforma da previdência no Dia Nacional de Lutas, nesta terça-feira (5)”, diz Paulo Sérgio Farias, o Paulinho, presidente da CTB-RJ. A partir das 14h, as centrais sindicais e os movimentos sociais farão ato em frente ao INSS, à rua Pedro Lessa, no centro da Cidade Maravilhosa.

    “A sociedade está se mobilizando para defender o seu direito a uma aposentadoria digna. A CTB vai para as ruas para barrar os retrocessos e em defesa de avanços nos direitos trabalhistas. Não queremos escravidão”, afirma.

    Já ás 16h será a vez da Candelária ficar lotada. “A CTB mostra que é de luta. Não tem arrego, mesmo sem votação da reforma da previdência nesta quarta (6), precisamos mostrar unidade para o governo saber que vai ter luta”, garante Kátia Branco, secretária da Mulher da CTB-RJ.

    Paulinho lembra que haverá solenidade na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro na segunda-feira (11), às 9h para comemorar os 10 anos da central que mais cresce no Brasil, “a nossa CTB”, diz.

    Portal CTB 

  • A luta contra a reforma da previdência teve mais um capítulo nesta terça-feira (5), no Rio de Janeiro. Ato convocado pelas centrais sindicais e pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo transformou a data em um grande Dia Nacional de Lutas por todo o país.

    No Rio de Janeiro foram mais de 10 mil manifestantes no histórico palco da Praça da Candelária, no centro da Cidade Maravilhosa. A CTB marcou presença e mostrou mais uma vez que o povo brasileiro é contra essa nefasta proposta que, na prática, acaba com a aposentadoria.

    “Apesar da mídia golpista esconder essa vergonha que é essa chantagem e essa descarada compra de votos para votar a reforma da previdência, o povo já percebeu a podridão que é esse governo e a bancada comandada pelo presidente da Câmara (Rodrigo Maia)”, diz Paulo Sérgio Farias, o Paulinho, presidente da CTB-RJ.

    Por isso, diz ele, “neste dia 5, milhares foram às ruas mais uma vez para dizer que não vão aceitar essa votação”. Paulinho reforça ainda que “é fundamental a unidade na mobilização da classe trabalhadora, não há outro caminho a não ser a luta, a não ser a denúncia contra esse crime contra o povo”.

    Logo no começo da tarde, a militância da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Rio de Janeiro (CTB-RJ) e da União da Juventude Socialista (UJS) realizaram um ato em frente à sede do INSS, na Rua Pedro Lessa, no centro da cidade.

    “Nós estamos aqui para denunciar essa reforma da previdência que causa inúmeros prejuízos aos trabalhadores e especialmente às trabalhadoras, que já sofrem com uma dupla jornada e que terão seu direito à aposentadoria inviabilizado pela proposta desse governo golpista”, afirma Kátia Branco, secretária da Mulher Trabalhadora da CTB-RJ.

    Ela lembra ainda que estamos  nos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres e "a mulherada se mantém firme contra todo o tipo de violência e discriminações".

    A luta contra a reforma da previdência mobilizou diversas categorias, tanto do setor público, quanto do setor privado, que lutam contra essa medida que coloca em risco a aposentadoria de milhões de trabalhadores e trabalhadoras. Dentre elas, se destacam os servidores públicos que são os maiores prejudicados com essa proposta.

    “É muito importante manter as manifestações contra a reforma da previdência. O governo está com dificuldades de conseguir os votos para aprova-la e temos que levar essas manifestações para a porta da casa dos deputados federais. Essa reforma atinge principalmente os servidores públicos e nós sabemos que ela não é necessária pois a auditoria já provou que não existe déficit na Previdência”, afirma Marco Correa da Silva, presidente da Federação dos Servidores Públicos Municipais do Estado do Rio de Janeiro (Fesep-RJ) e dirigente da CTB-RJ.

    No fim da tarde, milhares de trabalhadores e trabalhadoras se reuniram na tradicional Praça da Candelária, onde iniciaram uma grande manifestação popular em defesa da aposentadoria e contra os retrocessos. “Fora Temer” se tornou mais que uma palavra de ordem.

    “Mesmo com o governo tentando dar uma pernada, dizendo que não ia ter votação para tentar desmobilizar a manifestação, a classe trabalhadora está na rua com a CTB e as demais centrais, para barrar a reforma da previdência”, diz José Carlos Madureira, secretário de Políticas Sociais da CTB-RJ.

    A manifestação saiu em passeata pela Avenida Rio Branco até a Cinelândia, onde o ato foi encerrado com falas das centrais sindicais e das frentes envolvidas. Paulinho ressalta a força da manifestação carioca.

    “Apesar do pessimismo de uns e da arrogância de outros o dia de hoje, 5 de dezembro, foi uma grande demonstração de força da classe trabalhadora que foi às ruas e à luta. Enquanto o governo continua com sua chantagem e comprando voto com o dinheiro do povo. Mostramos que a luta vale a pena e vamos vencer”, conclui.

    José Roberto Medeiros - CTB-RJ e Marcos Aurélio Ruy - Portal CTB

     

  • A CTB-PE participa do Dia Nacional de Lutas, nesta terça-feira (5), juntamente com as outras centrais sindicais e os movimentos sociais contra a reforma da previdência. “Estaremos nas ruas mais uma vez para denunciar as manobras desse governo golpista contra os nossos interesses”, afirma Helmilton Beserra, presidente da CTB-PE.

    De acordo com ele, “a reforma da previdência acaba coma possibilidade de aposentadoria digna e a reforma trabalhista quer restabelecer a escravidão”, diz. “A classe trabalhadora precisa estar unida para impedir mais retrocessos ainda. Estão entregando nossas riquezas nacionais, acabando com a educação e a saúde públicas, onde vamos parar desse jeito?”, questiona.

    O Dia Nacional de Lutas pernambucano começa às 15h, na praça do Derby, centro de Recife. A CTB-PE convida todas as pessoas que desejam uma aposentadoria digna e trabalho decente, com bons salários. “Se você faz parte desse time, compareça”, diz Beserra.

    Portal CTB

  • Valéria Morato, presidenta da CTB-MG e do Sindicato dos Professores de Minas Gerais, discursa na manifestação do Dia Nacional de Lutas,na Praça 7 em Belo Horizonte. Ela diz que as trabalhadoras e os trabalhadores estão na praça para contar á população "o que não passa na televisão". A sindicalista conta ainda que o governo golpista de Michel Temer gasta R$ 90 milhões em "propaganda enganosa" sobre a necessidade da reforma da previdência nos moldes em que os empresários querem.

    Morato cita que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência no Senado "comprovou que não existe déficit na Previdência". Por isso, reforça, "precisamos pressionar os deputados federais a votarem contra essa reforma, porque não votamos neles para retirarem nossos direitos".  

    Ela lembra que estamos no meio dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres e que "essa reforma da previdência é uma das formas mais violentas contra as mulheres, contra as mulheres pensionistas". E saibam os aposentados que com a reforma "a aposentadoria diminui em média 30%", assim nem que já está aposentado fica livre de perdas.

     "Estamos nas ruas para barrar os retrocessos que esse governo está promovendo no mundo do trabalho e no país. Precisamos garantir as eleições e votar em pessoas comprometidas com a classe trabalhadora, porque poderemos ficar sem saúde pública, educação pública e ainda teremos que pagar por tudo isso sem ter emprego", afirma Morato.

     Portal CTB

  • Os 75 municípios de Sergipe amanheceram sem aula nesta terça-feira (5), porque os docentes cruzaram os braços, por 24h, contra a reforma da previdência pretendida pelo governo golpista de Michel Temer. “Se botar pra votar o Brasil vai parar”, dizem os manifestantes.

    As centrais sindicais e os movimentos sociais marcaram esse dia de lutas para informar à sociedade os malefícios dessa reforma que acaba com a aposentadoria. “Preparamos essa manifestação com unidade e muita disposição de resistência”, afirma Adêniton Santos, presidente da CTB-SE.

    Já de madrugada, os manifestantes ocuparam as entradas das garagens de ônibus, com isso a Grande Aracaju ficou sem transporte coletivo. Ainda bem cedo o acesso à Aracaju pela BR-101 foi bloqueado pela Polícia Rodoviária Federal. De acordo com informações locais, quase de 3 mil motoristas e cobradores aderiram aos protestos.

    bloqueio br 101 aracaju

    Outras ruas e avenidas também foram bloqueadas. O acesso a São Cristóvão pela Avenida Marechal Rondon ficou fechado por horas, paralisando totalmente o tráfego de veículos. Em vários outros municípios ficou tudo parado, como em Nossa Senhora do Socorro.

    Os servidores da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Endagro) também paralisaram as atividades neste Dia Nacional de Lutas. Porque “todas e todos querem se aposentar e recuperar os direitos que a reforma trabalhista retira”, diz Santos. O comércio da capital Aracaju também ficou parcialmente parado.

    Santos diz ainda que “a adesão à greve provou que a decisão de não suspender a paralisação foi a mais correta”, isso porque “não podemos desistir da luta. O governo já disse que vai colocar em votação (a reforma da previdência), mas, hoje (5/12), o sergipano mostrou que não aceita essa reforma”.

    Para o sindicalista, "a população nos apoiou, reconhecendo que a nossa luta é justa. Precisamos ficar atentos para dar o troco no ano que vem não elegendo o deputado ou senador que votar a favor dessa reforma. Em Sergipe, podemos considerar que a greve foi um sucesso".

    Portal CTB com informações de Niúra Belfort