Sidebar

13
Ter, Nov

Eleições

  • Acontecem hoje (22) os primeiros debates para as prefeituras - só com quem se deu bem em 2014

    Na noite desta segunda-feira (22), acontecem os primeiros debates entre candidatos a prefeito nas diversas capitais brasileiras. A emissora a sediar o debate será a Bandeirantes, a partir das 22h30. Quem ligar a TV nesse horário, no entanto, vai se deparar com um confronto distorcido das posições políticas, sem a presença dos candidatos do PSOL, como Luiza Erundina (em São Paulo) e Marcelo Freixo (no Rio), e outros partidos minoritários.

    A justificativa para a aberração é uma decisão da própria Justiça Eleitoral, que na última sexta-feira (19) desobrigou as emissoras a darem espaço para essas legendas no rádio e na televisão. A regra decorre da Reforma Política levada adiante em 2015 pelo ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que determina obrigatoriedade do convite apenas aos candidatos cujos partidos tiverem pelo menos nove deputados federais. O PSOL tem seis.

    Essa alteração atinge em cheio o partido de Erundina, que perde o direito de participar dos debates mesmo nas cidades em que tem o candidato líder nas intenções de voto - caso de Porto Alegre, em que Luciana Genro lidera a disputa com mais de 20%. A única chance de reversão acontece se ao menos dois terços dos demais adversários concordarem com sua inclusão.

    O partido perde também grande parte de seu tempo de propaganda eleitoral gratuita, cuja duração passa a ser 90% proporcional à representação dos partidos na Câmara. Sem uma cota mínima, Erundina e mais 5 candidatos terão menos de 15 segundos para falar na TV em São Paulo.

    “Decisão antidemocrática”

    Para o PSOL, a nova lei eleitoral foi uma vingança de Eduardo Cunha pelo fato de a legenda ter entrado com o pedido de sua cassação como presidente da Câmara. "A decisão antidemocrática de impedir a participação do PSOL nos debates eleitorais é uma afronta às lutas do povo e à livre circulação de ideias. Tirar a voz de uma ex-prefeita, que está em terceiro lugar nas pesquisas, é a demonstração de que Marta, Dória, Olímpio e seus partidos são inimigos da democracia e não merecem governar São Paulo", escreveu Erundina no Facebook.

    De seus adversários, apenas o atual prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e o opositor Celso Russomano (PRB) concordaram com a inclusão da ex-prefeita no confronto televisivo. Os outros três adversários citados, Marta (PMDB), João Dória Jr. (PSDB) e Major Olímpio (SD), vetaram sua participação.

    O PSOL aguarda atualmente o resultado de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) protocolada no Supremo Tribunal Federal contra a reforma eleitoral de Cunha. O processo foi distribuído para a ministra Rosa Weber, e pleiteia uma medida liminar que garanta espaço nos debates em 2016, já que os deputados da atual legislatura foram eleitos em 2014, um ano antes de sua aprovação. Na petição, o partido argumenta que a nova regra só poderia começar a ser aplicada a partir de 2018, com uma nova composição parlamentar. Outros partidos, como o PV, também entraram com ações parecidas.

    Por Renato Bazan - Portal CTB

  • Candidatos de esquerda defendem a revogação da reforma trabalhista

    A esquerda deve iniciar a corrida presidencial deste ano apresentando pelo menos quatro concorrentes: Lula, que deve ser confirmado como candidato do PT até o dia 15; Ciro Gomes, pelo PDT; Manuela D´Ávila, que teve sua candidatura oficializada nesta quarta (1/8) em Convenção Nacional do PCdoB e Guilherme Boulos, pelo PSOL.

    Este quadro, porém, pode mudar em função de movimentos que objetivam unificar as forças de oposição para garantir um lugar no segundo turno e derrotar as forças conservadoras e de direita, representadas por Alckmin, Bolsonaro e Marina, entre outros presidenciáveis.

    Tanto Lula quanto Ciro, Manuela e Boulos defendem a revogação da reforma trabalhista e da Emenda Constitucional 95 que congelou os investimentos públicos por 20 anos, sacrificando a saúde, a educação e o desenvolvimento nacional.

    Portal CTB

  • Eleições 2018: perseguido e preso, Lula dispara e lidera com 39%

    Ex-presidente Lula confirma favoritismo e sobe sete pontos em relação a levantamento de abril, com 39% das intenções de voto para Presidência da República, segundo pesquisa Datafolha divulgada na madrugada desta quarta (22).

    Ele ratifica sua liderança já apontada nesta segunda (20) por pesquisas CNT/MDA e Ibope e supera em mais que o dobro o segundo colocado, Jair Bolsonaro, que tem agora 19% (tinha 15% em abril).

    A pesquisa também aponta que, em um eventual cenário em que a candidatura de Lula venha a ser impedida, seu virtual substituto, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad aparece com 4%. No entanto, 31% dos que dizem votar em Lula votariam em um nome apoiado por ele. E que outros 18% podem vir a fazê-lo.

    Eleição sem Lula?

    Os votos brancos e nulos somam 11%, com 3% de indecisos, em um cenário com o ex-presidente. Sem Lula, esses índices sobem respectivamente para 22% e 6%. Bolsonaro passa a liderar com 22%. Marina e Ciro dobram para 16% e 10%. E Alckmin também sobe para 9%. 

    Portal CTB - Com informações da RBA

    Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

  • Lula cresce e vai a 37,3% dos votos em pesquisa da CNT/MDA divulgada nesta segunda (20)

    ​A 137ª pesquisa presidencial da CNT/MDA, divulgada nesta segunda-feira (20), aborda as intenções de votos nas eleições de outubro em cenários de primeiro e segundo turnos, com e sem a presença de Lula.

    Este é o primeiro levantamento realizado pelo instituto desde o início oficial da campanha eleitoral 2018. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 18 de agosto de 2018. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões do país.

    Os resultados mostram crescimento e liderança do ex-presidente Lula na intenção de voto para presidente da República, com Jair Bolsonaro na segunda posição. O ex-presidente ganha em todos os quatro cenários simulados de segundo turno. 
     
    Outro dado levantado na pesquisa é a certeza do voto - entre os eleitores de Lula, 82,3% consideram o voto como definitivo. 
     
    Sem Lula 
     
    Caso o ex-presidente Lula seja impedido de concorrer a presidente da República, dos 37,3% que afirmam votar nele na pergunta estimulada, 17,3% iriam para Fernando Haddad.
     
    O restante dos votos se distribuiria da seguinte maneira: 11,9% para Marina Silva, 9,6% para Ciro Gomes, 6,2% para Jair Bolsonaro, 3,7% para Geraldo Alckmin, 0,8% para Guilherme Boulos, 0,7% para Alvaro Dias, 0,7% para Henrique Meirelles, 0,5% para Vera; 0,3% para Cabo Daciolo, 0,3% para João Amoêdo, 0,1% para João Goulart Filho.
     
    Nos cenários de 2º turno sem o ex-presidente Lula, observa-se empate técnico nas seis simulações realizadas, envolvendo os nomes de Jair Bolsonaro, Marina Silva, Geraldo Alckmin e Ciro Gomes. 
     
    A avaliação da atuação do presidente Michel Temer e a sua aprovação atingem os menores níveis da série histórica das pesquisas CNT de Opinião, realizadas desde 2001. É positiva para 2,7% dos entrevistados contra 78,3% de avaliação negativa. A aprovação do desempenho pessoal do presidente atinge 6,9% contra 89,6% de desaprovação
     

    Resumo dos resultados

    Eleição presidencial 2018 

    Lula: 37,3%
    Jair Bolsonaro: 18,8%
    Marina Silva: 5,6% 
    Geraldo Alckmin: 4,9% 
    Ciro Gomes: 4,1% 
    Alvaro Dias 2,7% 
    Guilherme Boulos: 0,9% 
    João Amoêdo: 0,8% 
    Henrique Meirelles: 0,8% 
    Cabo Daciolo: 0,4% 
    Vera: 0,3% 
    João Goulart Filho: 0,1% 
    José Maria Eymael: 0,0% 
    Branco/Nulo: 14,3% 
    Indecisos: 8,8%.
     
    • Entre os eleitores de Lula, 82,3% consideram o voto como definitivo e 17,7% consideram que pode mudar. 
    • Entre os eleitores de Jair Bolsonaro, 70,7% consideram o voto como definitivo e 29,3% consideram que pode mudar. 
    • Entre os eleitores de Marina Silva, 33,9% consideram o voto como definitivo e 66,1% consideram que pode mudar. 
    • Entre os eleitores de Geraldo Alckmin, 36,7% consideram o voto como definitivo e 63,3% consideram que pode mudar. 
    • Entre os eleitores de Ciro Gomes, 37,3% consideram o voto como definitivo e 62,7% consideram que pode mudar. 
    • Entre os eleitores de Alvaro Dias, 64,8% consideram o voto como definitivo e 35,2% consideram que pode mudar. 
     
    2º TURNO: Intenção de voto ESTIMULADA

    CENÁRIO 1: Lula 49,4%, Ciro Gomes 18,5%, Branco/Nulo: 27,2%, Indecisos: 4,9%.
    CENÁRIO 2: Lula 49,5%, Geraldo Alckmin 20,4%, Branco/Nulo: 25,2%, Indecisos: 4,9%.
    CENÁRIO 3: Lula 50,1%, Jair Bolsonaro 26,4%, Branco/Nulo: 19,1%, Indecisos: 4,4%.
    CENÁRIO 4: Lula 49,8%, Marina Silva 18,8%, Branco/Nulo: 26,7%, Indecisos: 4,7%.
    CENÁRIO 5: Jair Bolsonaro 29,4%, Ciro Gomes 28,2%, Branco/Nulo: 32,7%, Indecisos: 9,7%.
    CENÁRIO 6: Jair Bolsonaro 29,4%, Geraldo Alckmin 26,4%, Branco/Nulo: 35,0%, Indecisos: 9,2%.
    CENÁRIO 7: Jair Bolsonaro 29,3%, Marina Silva 29,1%, Branco/Nulo: 33,3%, Indecisos: 8,3%.
    CENÁRIO 8: Ciro Gomes 26,1%, Marina Silva 25,2%, Branco/Nulo: 40,0%, Indecisos: 8,7%.
    CENÁRIO 9: Marina Silva 26,7%, Geraldo Alckmin 23,9%, Branco/Nulo: 40,8%, Indecisos: 8,6%.
    CENÁRIO 10: Ciro Gomes 25,3%, Geraldo Alckmin 22,0%, Branco/Nulo: 42,6%, Indecisos: 10,1%.
     
    Portal CTB com informações da CNT/MDA
     
     
  • Mulheres derrotam Donald Trump em eleição histórica nos Estados Unidos

    A terça-feira (6) entra para a história dos Estados Unidos como o dia em que as mulheres derrotaram o presidente Donald Trump, eleito dois anos antes atacando as questões de gênero, os imigrantes e defendendo propostas racistas e xenófobas. As semelhanças com Jair Bolsonaro não param por aí. Trump também é acusado de utilização de fake news para derrotar a adversária democrata Hillary Clinton.

    “As estadunidenses se mobilizaram para avançar nas lutas por igualdade de direitos”, afirma Celina Arêas, secretária da Mulher Trabalhadora da CTB, com base em informações do jornal The New York Times. Com o resultado o Partido Democrata conquistou maioria na Câmara, mas se mantém em minoria no Senado. Nas duas casas legislativas, a representação feminina já ultrapassa os 20%.

    De acordo com as repórteres Susan Chira e Kate Zernike , “as mulheres participaram de grupos de base determinadas a reconquistar o controle democrata sobre a Câmara, e lotaram organizações que as prepararam para concorrer aos cargos. Como candidatas, elas quebraram regras e derrotaram a sabedoria política convencional”.

    Até o momento já eram 92 eleitas, em 435 parlamentares, superando o recorde anterior de 84 para a Câmara dos Representantes. “Como ativistas, expandiram a definição das questões femininas para além da educação e dos direitos reprodutivos, incluindo assistência médica, imigração, violência armada e proteção do meio ambiente”, assinalam as repórteres. No Senado foram eleitas 10 mulheres nas 35 vagas em disputa.

    camara dos representantes como era como fica v5

    Para Celina, o resultado da eleição da maior potência capitalista do mundo, significa “uma pedra no caminho dos projetos anti-imigração, belicista e armamentista, contra os direitos humanos de Trump”.

    Foram muitas boas novidades. Pelos democratas: em Massachusetts, Ayanna Pressley se tornou a primeira negra eleita. Rashida Tlaib, em Michigan e Ilhan Omar, em Minnesota serão as primeiras muçulmanas no Congresso. Sharice Davids derrubou um republicano no Kansas e Deb Haaland prevaleceu no Novo México, tornando-se as primeiras indígenas eleitas para o Congresso. No Tennessee, Marsha Blackburn, uma republicana, tornou-se a primeira mulher do estado eleita para o Senado.

    Kelly Dittmar, cientista política da agência de Rutgers, disse ao New York Times que "para algumas mulheres, isso significava não esperar a sua vez", enquanto “para outras, isso também significava concorrer de uma maneira que adotasse o gênero e a raça como um trunfo para a candidatura e a manutenção de escritórios, em vez de um obstáculo que precisam superar para ter sucesso no mundo da política eleitoral masculino".

    senado como era como fica v5 1

    Jared Polis foi eleito no Colorado como o primeiro governador de um estado estadunidense, assumidamente gay, também pelos democratas. “Ampla derrota para Trump, que viu suas plataformas principais ruírem”, analisa a sindicalista da CTB.

    Especialistas indicam polarização entre o eleitorado masculino e feminino, muito parecido com o fenômeno que aconteceu na eleição brasileira. “A luta das mulheres não vai parar enquanto houver discriminação, violência e preconceito. O resultado dessa eleição vai além dos números e traz grande signifido político para avançarmos na unidade em defesa da igualdade e do respeito a todas as pessoas”, finaliza Celina. Para ela, a reeleição de Trump em 2020 está comprometida "para o bem da humanidade".

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

  • Os EUA finalmente têm um candidato presidencial socialista - e ele está cada vez mais forte

    Nesta segunda-feira (1), os Estados Unidos começaram a primeira etapa da corrida presidencial que definirá, em outubro, o sucessor de Barack Obama - as eleições primárias dentro dos partidos democrata e republicano. As nomeações prévias foram votadas no estado de Iowa, mas o que era para ser um ritual de praxe se transformou em uma batalha de voto-a-voto quando o candidato socialista Bernie Sanders chegou ao empate com Hillary Clinton. Ele é atualmente senador pelo estado de Vermont.

    O precedente para um candidato socialista forte naquele país é o de Franklin Roosevelt, mais de 70 anos atrás. E ele acabou presidente. Não é à toa que a esquerda americana está em polvorosa.

    Conforme as urnas foram sendo abertas, o que era uma clara vitória para Hillary Clinton foi se acirrando até o empate. Na madrugada da terça-feira, três distritos desistiram de contar votos e decidiram seus vencedores em um literal cara-ou-coroa. Hillary, favorita do comando nacional dos democratas, levou os três, e acabou vencendo por 22 a 21 na contagem de delegados para a decisão final.

    O resultado, contudo, é imensamente favorável a Sanders. Até meses atrás, ele se encontrava com desvantagem eleitoral superior a 40%, comparado com Hillary, e conseguiu erguer sua campanha com ajuda intensa do voluntariado progressista. Empatar, portanto, é uma vitória extraordinária, amplificada pelo fato de Iowa ter peso crucial na formação de tendências para os estados seguintes. Em 2008, foi por este mesmo caminho que Barack Obama conseguiu sair de seus 7% iniciais para a presidência americana.

    Na semana que vem, a votação do estado de New Hampshire está cercada de expectativas de que Sanders vença, acelerando ainda mais a trajetória política de sua campanha. As últimas pesquisas indicam uma vantagem de 18% sobre a ex-primeira dama, fruto de um sistema regional que permite a participação de eleitores independentes - pessoas que se enxergam à esquerda, mas que discordam do centrismo de Hillary e não se ligariam a sua campanha. Esses podem reforçar a mensagem de “revolução política” que Sanders carrega em seus discursos.

    O resultado indica que, depois de um longo período de estigmatização, o socialismo americano finalmente está livre das comparações inconsistentes com a União Soviética a que foi submetido. A jornada de retorno surfa no pique de setores populares, estudantes, intelectuais, artistas e uma parte adormecida e desanimada da opinião pública americana, que vê o fosso das desigualdades sociais com reprovação. Os números não deixam dúvidas: Sanders é o vencedor absoluto entre os mais jovens (84%), entre os mais pobres (57%), entre eleitores independentes (69%) e entre todos aqueles que preferiam não se envolver com eleições anteriormente (59%).

    Com o sistema bizantino de decisão partidária dos EUA, ainda é impossível prever as chances de Sanders. Mesmo que ele vença a maioria das primárias, ainda caberá ao comando do Partido Democrata e seus “super delegados” darem os votos de minerva a esta corrida, que se provará apertada. Independente disso, está claro que a nova geração americana terá valores mais alinhados com a esquerda - um alívio, de fato, considerando a onda conservadora que varre a América do Sul.

    Por Renato Bazan, com informações do New York Times e da Associated Press

  • Sindicato dos Condutores de SP reforça mobilização para o #DiadoBasta

    Em plenária realizada nesta quinta (02), no Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (Sindmotoristas), os trabalhadores e trabalhadores dos diferentes modais de transporte debatem a centralidade da mobilização da sociedade para o dia 10 de Agosto, Dia do Basta!

    Representando a CTB, Zé Carlos Negrão, lembrou que "Somente com luta reverteremos essa agenda que condena milhões ao desemprego e miséria. Sofre todo mundo e o trabalhador e trabalhadora do Transporte já sente na pele o impacto do pacote do governo golpista".

    "A classe trabalhadora enfrenta uma conjuntura de grandes desafios. O Dia de Agosto será uma dia de luta para externarmos os ataques aos direitos que prejudicam o conjunto da sociedade. Estamos mobilizando a base para se somar nesta luta", afirmou Wagner Fajardo, coordenador geral do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, ao sinalizar que a entidade está firme na mobilização para o dia 10 de agosto.

    Ao ressaltar a importância da participação do setor de Transportes, Luiz Gonçalves, o Luizinho, presidente da Nova Central-SP,destacou que "a unidade será fundamental para a construção do dia 10 de agosto. E o setor de transportes é fundamental para tornar isso possível."

    ORIENTAÇÕES

    DIA 10 DE AGOSTO | Em todo o Brasil | Dia Nacional do Basta!

    O que é?

    Organizado pelas Centrais Sindicais, tem como objetivo paralisar os locais de trabalho e mobilizar as bases sindicais e os movimentos sociais em manifestações de PROTESTO contra o desemprego crescente, contra a retirada de direitos da classe trabalhadora, contra as privatizações, pela revoção da Emenda Constitucional 95 (EC95), da reforma trabalhista e da lei que libera a terceirização irrestrita. Além de alerta sobre a ameaça da Reforma da Previdência e os ataques à Democracia e ao Estado Democrático de Direito.

    Serviço

    Dia Nacional do Basta! - Em todo o Brasil
 - 10 de Agosto 

    São Paulo
    Em frente à Fiesp, às 10h

    Mais informações
    
Assessoria de Imprensa e Comunicação - (11) 98442-9245