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Qui, Abr

Emicida

  • Artistas mostram que será difícil calar a voz da resistência ao golpe; assista

    O rapper paulista Emicida fez um discurso emocionante em seu show deste sábado (7), em Brasília. Ele lembrou do tempo em que trabalhava numa pequena empresa e sofria racismo. Lembrou ainda que na iminência de Luiz Inácio Lula da Silva vencer a eleição, em 2002, o seu patrão fez piada dizendo que a esposa de Lula, dona Marisa Letícia, teria muito trabalho para limpar as janelas do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, na capital federal.

    Veja Emicida 

    “Desde aquele dia até o final da minha vida, nunca estarei do lado de alguém que ri de quem limpa janelas”, disse Emicida. De acordo com ele, a elite não suporta ver os mais pobres melhorarem de vida. E concluiu que “vai ser difícil nos calar”.

    Elza Soares também denunciou a prisão injusta de Lula em seu show em Buenos Aires – capital da Argentina – no sábado (7). “O meu país enfrenta um triste momento político e social”, afirmou a cantora carioca.

    “Querem matar nossos sonhos, querem prender nossas liberdades. Não irão conseguir. Lutarei por ela, lutarei por ele, lutarei por nós. Viva a democracia”, complementou.

    Elza Soares emociona 

    Já a paulista Ana Cañas cantou no acampamento em solidariedade ao ex-presidente em frente à sede da Polícia Federal, em Curitiba, capital do Paraná, e dedicou a Lula a canção hino da anistia de 1979, “O Bêbado e a Equilibrista”, de Aldir Blanc e João Bosco. “Lula Livre”, gritou ao final. E o público respondeu: “Eu Sou Lula”.

    Ana Cañas no acampamento em Curitiba  

    No mesmo sábado em que Lula se apresentou à PF, na saída do show de Maria Bethânia e Zeca Pagodinho, em Recife, capital de Pernambuco, o público saiu cantando “Olê, olê, olá Lula, Lula”.

    Pessoas cantam por Lula em Recife 

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB. Foto: José de Holanda

  • Emicida grava clipe com participação das Mães de Maio e pede respeito à juventude pobre

    A canção “Chapa” de autoria do rapper paulistano Emicida ganha clipe com a participação das Mães de Maio e viraliza na internet.

    O rapper conta ao Ponta Jornalismo que “os trabalhadores têm que agir, mano. Esse estalo, eu tive quando aquele moleque de 17 anos tomou um tiro de um policial, no Jardim Brasil, e ainda teve forças pra perguntar por que o cara tinha atirado nele” (leia a entrevista completa aqui).

    Ele se refere ao adolescente Douglas Rodrigues, morto por um PM em 2013, sem ter esboçado nenhuma reação à abordagem policial. Fato muito comum na periferia de São Paulo. Por isso, o clipe também apresenta dados da violência policial.

    Participam do vídeo cinco mulheres que contam suas histórias.  “Você vê, né, mano, a história dos filhos dessas senhoras é parecida. Parece que, se você não souber, é uma história só. Saiu de casa, foi abordado e… [faz sinal de tiro com as mãos]”, diz ele.

    O movimento Mães de Maio foi criado em 2006. Porque entre os dias 12 e 21 de maio houve ação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e a PM saiu às ruas e matou 564 pessoas. A falta de solução para essa chacina de “suspeitos”, deu origem ao movimento (saiba mais pelo Facebook do grupo aqui)

    crimes de maio 1

    “O Mães de Maio é um movimento de mulheres donas de casas, mas que aprendeu, ao longo desses anos, a trabalhar com esse sistema. E quando as donas de casa saem de suas casas e começam a militar perante o Brasil, acabam ultrapassando as fronteiras. O nosso grito é um grito que tem que ecoar porque nosso país é um país omisso”, Débora Maria Silva, fundadora do movimento.

    Chapa é um menino morto pela polícia. Os dados apresentados pelo vídeo são tão fortes quanto a letra da música. Em 10 anos, a PM paulista matou quase 12.000 jovens, na maioria absoluta negros, pobres, moradores da periferia, desarmados e sem passagem pela polícia.

    Assista o clipe 

    Chapa (Emicida)

    Chapa, desde que cê sumiu

    Todo dia alguém pergunta de você

    Onde ele foi? Mudou? Morreu? Casou?

    Tá preso, se internou, é memo? Por quê?

    Chapa, ontem o sol nem surgiu, sua mãe chora

    Não dá pra esquecer que a dor vem sem boi

    Sentiu, lutou, ei "Jhow" ilesa nada,

    Ela ainda tá presa na de que ainda vai te ver

    Chapa, sua mina sorriu, mas era sonho

    Quando viu, acordou deprê

    Levou seu nome pro pastor, rezou.

    Buscou em tudo, Face, Google, IML, DP

    (E nada)

    Chapa, dá um salve lá no povo

    Te ver de novo faz eles reviver

    Os pivetin' na rua diz assim:

    Ei tio, e aquele zica lá que aqui ria com nóiz, cadê?

    Chapa pode pá, to feliz de te trombar

    Da hora, mas deixa eu fala prucê

    Isso não se faz, se engana ao crê

    Que ninguém te ame e lá

    Todo mundo temendo o pior acontecer

    Chapa, então fica assim, jura pra mim que foi

    E que agora tudo vai se resolver

    Já serve, e eu volto com o meu peito leve

    Até breve, eu quero ver sua família feliz no rolê

    Mal posso esperar o dia de ver você

    Voltando pra gente

    Só voz avisar o quanto ama-te

    Você de um riso contente

    Vai ser tão bom, tipo São João

    Vai ser tão bom, que nem reveillon

    Vai ser tão bom, Cosme e Damião

    Vai ser tão bom, bom, bom

    Chapa, desde que cê sumiu

    Todo dia alguém pergunta de você

    Onde ele foi? Mudou? Morreu? Casou?

    Tá preso, se internou, é memo? Por quê?

    Chapa, ontem o sol nem surgiu, sua mãe chora

    Não da pra esquecer que a dor vem sem boi

    Sentiu, lutou, ei "Jhow" ilesa, nada

    Ela ainda tá presa na de que ainda vai te ver

    Chapa, sua mina sorriu, mas era sonho

    Quando viu, acordou deprê

    Levou seu nome pro pastor, rezou.

    Buscou em tudo, Face, Google, IML, DP

    (E nada)

    Chapa, dá um salve lá no povo

    Te ver de novo faz eles reviver

    Os pivetin' na rua diz assim:

    Ei tio, e aquele zica lá que aqui ria com nóiz, cadê?

    Chapa pode pá, to feliz de te trombar

    Da hora, mas deixa eu fala prucê

    Isso não se faz, se engana ao crê

    Que ninguém te ame e lá

    Todo mundo temendo o pior acontecer

    Chapa, então fica assim, jura pra mim que foi

    E que agora tudo vai se resolver

    (Vô menti prucê não mano

    Às vez eu acho de bobeira um retrato lá em casa

    Olho não aguenta não, enche de água)

    Mal posso esperar o dia de ver você

    Voltando pra gente

    Só voz avisar o quanto ama-te

    Você de um riso contente

    Vai ser tão bom, tipo São João

    Vai ser tão bom, que nem reveillon

    Vai ser tão bom, Cosme e Damião

    Vai ser tão bom, bom, bom

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

  • Mães se organizam e pedem justiça por filhos assassinados pelo Estado

    Ana Paula Oliveira (centro) e Débora Maria Silva (à direita) na inauguração do Memorial dos Crimes de Maio e do Genocídio Democrático em SP

    Desde 2014, o segundo domingo do mês de maio, data em que se comemora o Dia das Mães, ganhou significado de luta para a carioca Ana Paula Oliveira. Na próxima segunda-feira (14), o assassinato de seu filho, Jonathan de Oliveira Lima, completa quatro anos.

    “É uma data que, infelizmente, o comércio manipula, mas é importante ter um dia especial para celebrar; quando a gente perde um filho, principalmente no mês de maio, fica bastante pesado, difícil de se encarar”, relatou.

    Jonathan foi morto aos 19 anos por policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Manguinhos, no Rio de Janeiro (RJ), com um tiro nas costas. A versão oficial é que o rapaz teria trocado tiros com os PMs.

    “Senti como se eles estivessem matando meu filho de novo. Não basta só matar: tem que criminalizar, trocar as versões do que realmente aconteceu. E a gente vê isso, infelizmente, não só no Rio de Janeiro, mas em vários lugares do Brasil”, disse Ana Paula.

    A partir do ocorrido, ela começou uma busca por Justiça pelo assassinato, que ainda não foi julgado. “Quando a gente tem um filho arrastado do nosso convívio, a gente vai sendo levada por busca por justiça; por perpetuar a memória deles. É muito importante que mais pessoas conheçam e tenham entendimento que todos os dias são jovens mortos pelo simples motivo de serem pobres, negros e da periferia”, afirmou.

    Assim como ela, outras mães transformaram em militância a dor da perda prematura e injusta de seus filhos e encontram refúgio na empatia de uma rede de mulheres por todo o país.

    Se antes não compreendiam o funcionamento do Poder Judiciário, elas passaram a frequentar audiências no Ministério Público; se achavam que não compreendiam nada sobre política, hoje encabeçam manifestações e discursam em microfones nas ruas. É o que conta Rute Fiúza.

    Rute é mãe do adolescente Davi Fiúza, que sumiu após uma ação da Polícia Militar da Bahia no bairro de São Cristóvão, em Salvador, em outubro de 2014. Ele tinha 16 anos.

    “Eu estava muito na minha zona de conforto. Eu trabalhava no varejo, do trabalho para a casa. Mas eu via o que acontecia, eu me sensibilizava. Mas aí é diferente quando ocorre com a gente”, disse em entrevista ao Brasil de Fato.

    “Até então, eu não entendia nada, não sabia como funcionava nada. Inclusive, eu achava que eu era uma pessoa muito frágil. Eu não sabia que eu era tão forte. O desaparecimento dele me despertou.”

    Era das chacinas

    Uma das articulações mais conhecidas no Brasil é o Movimento Mães de Maio, de familiares das vítimas de ataques, envolvendo forças do Estado. A série de assassinatos vitimou mais de 500 pessoas em menos de dez dias em 2006. Eles ocorreram em uma suposta represália à ofensiva do Primeiro Comando da Capital (PCC) após a transferência de seus líderes

    Hoje, mais do que a busca por justiça aos próprios filhos, o movimento ampliou para a denúncia e o combate aos crimes do Estado ocorridos durante o período democrático, a “Era das Chacinas”.

    Débora Maria da Silva é uma das fundadoras do movimento. Ela chegou a ser hospitalizada após a morte de Edson Rogério da Silva. O rapaz, que trabalhava como gari, foi assassinado aos 29 anos no dia 15 de maio de 2006, depois de uma abordagem policial.

    “Quando meu menino morreu, a gente viu uma conexão, pela mídia, dos crimes. Uma semelhança muito contundente: encapuzados, que vinham de moto com garupa. Todos os crimes foram quase na mesma pegada”, lembrou.

    Na baixada santista, litoral de São Paulo, Débora foi atrás de familiares de outras vítimas e se articularam para denunciar os abusos da Polícia Militar. Passaram a ir aos órgãos públicos, como a Ouvidoria da Polícia MIlitar de São Paulo e o Conselho Estadual de Direitos da Pessoa Humana (Condepe), na capital paulista.

    “Eu nunca tinha subido para São Paulo. Eu era uma dona de casa que tinha aprendido só a cuidar dos meus filhos. Mas eu aceitei o desafio e vim”, disse.

    Foi em uma reunião no Condepe que Débora conheceu a jornalista Rose Nogueira, autora do livro Crimes de Maio. Rose apresentou à ela a obra e também a luta das Madres de Plaza de Mayo, que denunciam os desaparecidos durante a ditadura militar na Argentina.

    “Eu não conseguia ler o livro. Eu não queria encontrar o nome do meu filho ali, eu não aceitava. Mas eu olhava assim no vagão e fechava. Eu passei quase três meses para abrir o livro e achar o nome do meu filho. Ali eu vi o tamanho dessa luta. E depois eu fui pesquisar as Madres [da Plaza de Mayo] a fundo.”

    Outro exemplo de luta para elas foram as Mães de Acari, que se organizaram nos anos 1990 após a chacina em Magé, estado do Rio de Janeiro, que matou 11 jovens.

    Hoje, Débora viaja o Brasil e o mundo para trocar experiências com mulheres que passaram pela mesma perda. Ela também é integrante de um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que investiga os crimes de maio de 2006 no estado. Para Débora, a denúncia da truculência policial e do genocídio da população negra é uma missão deixada por seu filho.

    Encontro nacional

    Para trocar experiências e propor ações em âmbito nacional, as mães realizam em Salvador (BA), na próxima quarta-feira (16), III Encontro da Rede Nacional de Mães e Familiares de Vítimas do Terrorismo do Estado.

    Ouça a composição "Chapa" (Emicida e Xuxa Levy) 

    A novidade deste ano é o caráter internacional: integrantes de coletivos dos EUA, da Colômbia e da Palestina terão representantes no evento.

    As primeiras edições do encontro ocorreram em São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente. Para Rute Fiúza, que vive na capital baiana, levar o evento ao Nordeste amplia o debate para outras regiões do país.

    “Esse encontro, na verdade, é para que se dê visibilidade ao que acontece também fora do eixo Rio-São Paulo. Aqui também tem chacinas e mortos pelo Estado todos os dias”, disse.

    Em Fortaleza (CE), por exemplo, um toque de recolher imposto pela PM no bairro do Curió, em 2015, mudou a vida da cuidadora de idosos Edna Carla. Seu filho, o estudante Álef Cavalcante, de 17 anos, estava na rua com amigos e foi executado no que se tornou conhecido como a Chacina do Curió.

    “Eu não fui para luta logo. Passei três meses sem fazer nada. Eu só chorava e lamentava”, relatou.

    Álef sonhava em entrar no Exército e ser militar, como o avô. “Em nosso estado, em nosso país, temos várias mães órfãs. Você sabe que naquele dia das mães seu filho não vai chegar para dizer 'Mãe, eu te amo'. Essa mãe vai fechar a porta e ele não vai entrar. É uma luta muita grande.”

    Nóis por nóis

    Para Ana Paula Oliveira, o apoio das mães é o fortalecimento que elas encontram em si mesmas. “Estampar a foto dos nossos filhos no nosso peito e busca justiça pela memória deles e pela verdade dos fatos é uma forma da gente continuar exercendo nossa maternidade. Quando tenho a oportunidade de estar com outras mães, dizer que nossa luta vem dando resultado”, declarou.

    No caso de seu filho, depois de um ano, um dos policiais envolvidos no caso foi afastado de Manguinhos, local onde ela ainda vive.

    As mulheres relatam que a rede também é importante psicologicamente, já que a luta para comprovar a inocência de seus filhos pode ser árdua e extenuante, como afirma Rute Fiúza.

    “Eu tive síndrome do pânico. Antes eu achava que essas coisas eram pura frescura, na minha ignorância. Hoje eu sou prova viva e eu luto constantemente contra a depressão”, relatou.

    No dia 3 de maio, Vera Lúcia Gonzaga, outra fundadora do Movimento Mães de Maio, faleceu. Ela foi encontrada morta em sua casa, na periferia de Santos, litoral paulista. Vera perdeu seu genro, Eddie Joey Oliveira, e sua filha, Ana Paula Gongaza dos Santos, que estava grávida de nove meses, durante os crimes de maio de 2006.

    Sua morte é vista no movimento como mais uma consequência dos crimes de maio de 2006, afirma Débora Silva. “A morte da Vera abre um leque para mostrar que não são só nossos filhos que estão morrendo. As doenças oportunistas, o câncer estão acabando com essas mulheres; com seus órgãos reprodutores. Ela foi vítima de um sistema perverso”.

    Fonte: Brasil de Fato

  • Movimento hip-hop e artistas sergipanos defendem a democracia contra o ódio; assista

    Vários artistas do hip-hop brasileiro se manifestam contra a cultura do ódio e a candidatura do retrocesso. Emicida, Dexter, Rael, Rubia (RPW), Mano Brown, Tássia Reis, Rappin Hood, Thaíde, Criolo e muitos outros formam o Rap pela Democracia.

    De acordo com eles, o movimento hip-hop representa a cultura da periferia das grandes cidades e não contempla volta ao passado. “A máquina do tempo do hip hop anda pra frente”. Os artistas pedem para as pessoas comaprecerem às urnas, não anularem o voto e nem votar em branco e cravar o voto no candidato que defenda a democracia e a justiça.

    Já os artistas sergipanos criaram uma canção defendendo o voto em Fernando Haddad e Manuela D'Ávila como fundamental para o país continuar respirando liberdade e a juventude continuar sonhando com um futuro digno.

    Rap pela Democracia, se liga 

    Cante com os artistas sergipanos 

    “Respeite o seu semelhante, respeite a diversidade, respeite a democracia...O povo é força, sabedoria. É o que desperta o levantar de um novo dia”, canta o grupo Somos Democracia (Artista não vota em fascista). Neste sábado (20) ocorrem manifestações contra a cultura do ódio em todo o país. Todos pelo Brasil e pela democracia.

    Portal CTB

  • Pepe Mujica estará na 2ª Feira Nacional da Reforma Agrária em São Paulo. Aproveite!

    Começa nesta quinta-feira (4) a 2ª Feira Nacional da Reforma Agrária, no Parque da Água Branca (Avenida Francisco Matarazzo, 455 - Barra Funda), em São Paulo. Segundo o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), serão mais de 250 toneladas de alimentos saudáveis.

    A feira contará com 800 assentados, vindos das 24 unidades da federação onde o MST está organizado. A programação deste ano se estende até o domingo (7) e terá shows de Tulipa Ruiz, Emicida, Chico César, Targino Gondim e Tico Santa Cruz.

    Acompanhe a programação completa aqui.

    Os organizadores também garantem espaço para os novos talentos da MPB. Tem ainda a Feira Literária e a Culinária da Terra, que apresenta comidas típicas de todas as regiões do país, produzidos em plantações sustentáveis, sem agrotóxicos, garantem os organizadores da feira.

    Ouça Assentamento, de Chico Buarque, dedicada ao MST

    Além de todas essas atrações, a segunda edição da feira conta com a presença do ex-presidente do Uruguai, Pepe Mujica no seminário Alimentação Saudável, que terá também Bela Gil, Letícia Sabatella, o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha e o coordenador do MST, João Pedro Stedile.

    Veja aquia página do Facebook da feira.

    “Acho que essa feira vai atrair mais público. Na primeira feira, as pessoas ainda não estavam acostumadas. Muita gente decidiu ir por curiosidade. Agora eles já conhecem nossos produtos, sabem que não são produtos convencionais, são alimentos saudáveis, e por isso eu acho que essa feira vai ser ainda melhor do que a primeira”, afirma o assentado de Franco da Rocha (SP), Antônio Marcos da Silva.

    Portal CTB com informações do MST

  • Show pelas Diretas Já chega a São Paulo neste domingo (4). Compareça!

    O engajamento dos artistas começou no Rio de Janeiro no domingo (28). Mais de 100 mil pessoas levaram alegria para a praia de Copacabana para cantar, dançar e defender a democracia e barrar os retrocessos do “desgoverno” Temer.

    Confirme presença por aqui.

    A segunda jornada da campanha por Diretas Já será na capital paulista, no Largo da Batata, em Pinheiros, na zona oeste. “Faremos um ato político com arte onde as falas dos movimentos sociais e culturais que acontecerão longo do domingo vão abordar as Diretas Já e outras pautas nacionais de oposição ao desastroso governo Temer”, dizem os organizadores do SP pelas Diretas já.

    Do amor, de Tulipa Ruiz e Gustavo Ruiz

    A partir das 11h da manhã, diversos blocos de carnaval começarão a festa, que contará com a presença de Pitty, Tulipa Ruiz, Maria Gadú, Emicida, Criolo, Mano Brown, Chico César, Rael, Péricles, Otto, Edgard Scandurra e quem mais aparecer para defender a saída de Temer e eleições diretas para a Presidência já.

    Lembrando que nesta quarta-feira (31), a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou um projeto de emenda à Constituição, de autoria do senador José Reguffe, sem partido, do DF, prevendo eleição direta em caso de vacância do cargo de presidente. E na Câmara dos Deputados tramita a Proposta de Emenda à Constituição de autoria do deputado federal Miro Teixeira, da Rede-RJ.

    Final de tarde, de Edgar do Cavaco e Thiago Silva; canta Péricles 

    O movimento pelas Diretas Já ganhou a adesão de muitos artistas, após às graves denúncias contra Temer e a possibilidade de sua renúncia. Isso porque de acordo com a legislação vigente se ele sair, a eleição é indireta via Congresso Nacional.

    Rouxinol, de Rael 

    De acordo com os organizadores do SP Pelas Diretas Já, a campanha pretende dialogar com toda a sociedade, principalmente com os mais de 90% que se mostram a favor de eleições diretas e querem a saída de Temer.

    Leia mais

    Que seja para o bem a participação de artistas na vida política do país

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy