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21
Seg, Jan

Escola RJ em Luta

  • Governo Bolsonaro cria atalho para desmonte da Previdência Social

    A equipe econômica do governo Jair Bolsonaro cria atalho e avança com o desmonte da Previdência Social. De acordo com informações o atalho se concentra da regra de transição de 10 a 12 anos.

    Ainda que seja menor que os 21 anos da proposta de Michel Temer, a reforma em estudo é mais dura. E ainda não há um cálculo do impacto financeiro da proposta em formulação pela equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes.

    No modelo traçado pela equipe de Guedes, o regime do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e o sistema previdenciário dos servidores públicos teriam, após 12 anos, as mesmas regras de idade mínima.

     

    Fevereiro

    A expectativa no governo é que o texto final seja enviado ao Congresso na primeira quinzena de fevereiro. 

    Portal CTB - Com informações da Folha de São Paulo

  • Secundaristas ocupam escolas em solidariedade à greve dos profissionais da educação

    De acordo com o movimento Escola RJ em Luta (acompanhe a página no Facebook aqui) já são oito colégios ocupados no Rio de Janeiro desde que teve início a greve das educadoras e educadores da rede pública estadual em 2 de março.

    “Nossa escola está sucateada, reforma paralisada, com entulho espalhado, parte do telhado da quadra caiu, salas superlotadas, aparelhos de ar condicionado que são alugados e permanecem quebrados, infiltração por todos os lados, bosque cheio de caramujos e um único banheiro para todo colégio”, denuncia Pablo Miceli, diretor de Comunicação da Associação Municipal dos Estudantes Secundaristas do Rio de Janeiro (Ames).

    Já a presidenta da Ames, Isabela Queiroz, afirma que “outro grande problema que os estudantes não deixarão de fora das ocupações é a luta por mais autonomia e gestão democrática. Votar para eleger o diretor da escola é avançar na inclusão democrática dentro das escolas, realizar congressos escolares, incluir a comunidade escolar para atuar nos espaços de decisão”.

    Os profissionais de educação reclamam da falta de reajuste no ano passado, parcelamento do 13º salário em cinco vezes e a mudança do pagamento para o sétimo dia útil de cada mês.

    Além disso, diz o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe-RJ) que “as condições de trabalho nas escolas vêm se deteriorando, por isso, nossa greve é a defesa do serviço público, gratuito, de qualidade e universal e do nosso plano de carreira e aposentadoria”.

    Entre outros itens a pauta de reivindicações entregue ao governo contempla:

    - Reajuste salarial já;
    - Contra o reajuste do percentual descontado para a previdência e pacote de reforma do regime previdenciário dos profissionais de educação;
    - Retorno do calendário anterior de pagamento;
    - Fim do parcelamento de salários;
    - Pagamento integral do décimo terceiro salário;
    - Realização de concurso público para funcionários técnico-administrativos;
    - Plano unificado de cargos e salários e formação em serviço para os funcionários.

    Os estudantes apoiam integralmente a paralisação e combatem o corte de R$ 18,4 bilhões efetuados no orçamento da educação pública no estado.

    A Casa da Juventude e a Rede Emancipa RJ elaboraram o Manual de Mobilização Estudantil e Ocupação de Escolas par dar suporte ao movimento. Na apresentação, o manual diz “como organizar manifestações de ruas, direitos da juventude, como ocupar sua escola, guia prático de comunicação, dentre muitas outras coisas”.

    O Sepe-RJ garante que a greve tem adesão superior a 70% da categoria e vem crescendo. As professoras e professores agradecem a solidariedade dos estudantes.

    Portal CTB com Ubes e Escola RJ em Luta