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Dom, Fev

Findect

  • Dirigente da Findect afirma que o governo quer acabar com os Correios

    O jornal O Estado de S. Paulo publicou neste sábado (5) uma nota que trouxe preocupação às trabalhadoras e trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). Na matéria “Correios vão fechar 513 agências e demitir 5,3 mil” (leia aqui), o diário paulista afirma que a estatal manteve em segredo a proposta de entregar ao setor privado um grande número de agências da ECT desde fevereiro.

    A direção da Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (Findect) promete mover todos os esforços para impedir mais essa ação de sucateamento e entrega do patrimônio público ao setor privado.

    “A Findect notificará a empresa e o governo federal contra essa decisão. Não aceitaremos que a empresa seja destruída e entregue de mão beijada à iniciativa privada, é inadmissível tal atitude da direção da ECT”, afirma Elias Diviza, vice-presidente da Findect.

    Leia a nota completa da Findect aqui.

    O atual presidente da ECT, Carlos Roberto Fortner tentou desmerecer o vazamento da notícia. Ele rebate o Estadão ao afirmar que “especular prematuramente a respeito de números sem conhecer o projeto de remodelagem da rede de atendimento não é apenas irresponsável e leviano: é uma prestação, antes de mais nada, de um desserviço ao cidadão” (veja a nota completa aqui), diz após reiterar que existem estudos para o que chama de “modernização” dos Correios.

    Rita Serrano, do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, acentua que “é assim que esse governo vem agindo nas empresas públicas, numa espécie de padrão: ao invés de realizar leilões, vai promovendo o desmonte da empresa com a retirada de direitos dos trabalhadores e demissões, precarizando o ambiente e as relações de trabalho e acabando com a qualidade do atendimento à população”.

    A nota do Estadão afirma ainda que “na lista (das agências a serem fechadas) há agências com alto faturamento. Em Minas, das 20 mais rentáveis, 14 deixarão de funcionar. Os clientes serão atendidos por agências franqueadas que funcionam nas proximidades das que serão fechadas”.

    A direção da Findect mostra que “não é a primeira vez que a empresa ameaça os trabalhadores com o fechamento de agências. Ela nunca desistiu de colocar isso em prática”. Por isso, de acordo com Diviza, a entidade “orienta os sindicatos a manterem ampla mobilização para irmos à luta a qualquer momento e defender os Correios público e 100% estatal”.

    Portal CTB

  • Findect obtém apoio internacional para denunciar BNY Mellon por fraude no Postalis

    A participação da Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (Findect) na 5ª Conferência da UNI Américas Postal e Logística nos Estados Unidos foi importante para reforçar a busca por soluções para problemas enfrentados pelos trabalhadores ecetistas, entre elas a crise financeira do Postalis provocada por ações nebulosas de dirigentes e pela gestão desastrosas das aplicações feitas pelo banco BNY Mellon

    A Conferência foi realizada entre 17 e 19 de abril foi em Nova Orleans, nos EUA. A UNI é um sindicato global, que possui um segmento destinado ao Setor Postal e Logística. A Findect foi representada pelo Secretário Jurídico José Rufino e o Secretário de Relações Internacionais Ronaldo Leite, que também é secretário nacional de Formação e Cultura da CTB.

    A conferência debateu importantes temas como o e-commerce, banco postal e os seus impactos sobre os trabalhadores.

    Na pauta ainda estavam temas fundamentais para o Brasil – como a crise do Postalis – e de que forma os sindicatos dos demais países poderiam ajudar os ecetistas no Brasil.

    Entrega de encomendas e segurança do trabalhador

    Na ocasião, Leite apresentou o painel Impactos do e-commerce sobre os trabalhadores dos Correios. Explicitou o crescente número de assaltos aos trabalhadores da ECT decorrentes da ampliação das entregas neste segmento pelos Correios, o que entre outros problemas, tem gerado um clima de tensão e insegurança no trabalhador, realçado pela ausência de ações efetivas da direção da empresa.

    O sindicalista carioca reafirmou que “as entregas do e-commerce são importantes para incrementar as receitas da empresa, mas não podemos desconsiderar o impacto sobre os trabalhadores de Correios. A cada dia 14 carteiros são assaltados, por vezes vítimas de sequestro-relâmpago. Nos primeiros 10 meses de 2017, somente no Estado do Rio de Janeiro, ocorreram 61 mil roubos de cargas dos Correios. Algo precisa ser feito para preservar a integridade dos trabalhadores”.

    BNY Mellon tem que ressarcir o Postalis

    Durante a conferência, Rufino, participou de um debate importante para os trabalhadores ecetistas – Fundos de Pensão – especificamente o caso do Postalis.

    Ele denunciou e detalhou toda a situação que levou nosso plano à intervenção e o impacto negativo das fraudes praticadas pelo Banco BNY Mellon na gestão dos recursos dos trabalhadores, o que levou a perdas de mais de oito bilhões de reais dos recursos destinados ao pagamento das pensões de aposentadoria dos ecetistas.

    Segundo Rufino, “só ingressando com uma ação judicial nos EUA para obrigar o Banco BNY Mellon a pagar o prejuízo causado aos trabalhadores dos Correios. Dessa forma salvaríamos o fundo de pensão (Postalis), evitaríamos que ele seja liquidado e deixe mais de 100 mil trabalhadores sem a complementação da aposentadoria. A Findect tem tomado todas as medidas para manter o direito dos trabalhadores”.

    Também participou deste painel o advogado Bartman, que falou sobre os crimes cometidos pelo Banco BNY Mellon contra o complemento de aposentadoria dos ecetistas.

    Solidariedade internacional

    No encontro foi aprovada uma resolução de solidariedade aos trabalhadores da ECT. Entre as ações concretas está a atitude por parte dos demais sindicatos dos Estados Unidos no sentido de não apenas de denunciar o BNY Mellon pela fraude que resultou em perdas para os ecetistas, como também orientou aos sindicatos a realizarem uma campanha junto aos fundos de pensão nos EUA para retirar o BNY Mellon da gestão destes fundos até que ele devolva o dinheiro da pensão dos ecetistas.

    Durante o encontro, Leite denunciou também a condenação e a prisão sem provas do ex-presidente Lula a intenção de retirá-lo das urnas nas eleições de 2018. Essa investida é mais um capítulo do golpe de 2016 orquestrado pelo empresariado e seus partidos, que entre outras coisas trouxe a atual onda de retirada de direitos dos trabalhadores e destruição e privatização de estatais lucrativas e fundamentais para a segurança e a soberania nacional, como os Correios e a Eletrobrás.

    A participação da Findect nesta Conferência foi de grande importância, pois demonstra o seu interesse em buscar soluções para problemas enfrentados pelos trabalhadores ecetistas, melhorias nas condições de vida e trabalho e reafirma o seu compromisso para com eles.

    Fonte: Findect

  • Sindicato dos Trabalhadores dos Correios no Maranhão filia-se à CTB

    Em Congresso do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares no Estado do Maranhão (Sintect-MA) realizado neste domingo (19), os delegados aprovaram - por ampla maioria - a filiação da entidade à Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). O evento, que ocorreu no Hotel Abeville, em São Luís, aprovou também a filiação à Federação Interestadual dos Empregados da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Findect).

    O presidente da CTB-MA, Joel Nascimento, participou de todo o Congresso, e avaliou como positivo o nível de integração e mobilização dos trabalhadores dos Correios. "A nova diretoria do Sintect-MA está de parabéns quanto a mobilização da categoria, em momento tão importante para o país", ressaltou.

    Segundo Joel, a chegada do Sintect-MA ao conjunto de de sindicatos filiados à CTB, reforça o quadro qualificado de trabalhadores e dirigentes que fazem a mobilização responsável e forte, frente aos ataques perpetrados pelo ilegítimo presidente Michel Temer, e pelo reacionário Congresso Nacional.

    O Congresso foi aberto pelo secretário-geral Sintect-MA, Márcio Martins. Ronaldo Martins (Sintect-RJ), Ricardo Adriane (Sintect-SP), Liége ( Secretária da Mulher do Sintect-MA), Marco Sant'Águida (Findect), Jovenilton (CTB-MA) e Telma Milhomem (Sintect-TO), também compuseram a mesa da abertura.

    sintect ma ctb

    Diversos temas foram abordados durante o encontro. Conjuntura política internacional, nacional e local; plano de privatização do governo, entrega matutina, dentre outros.

    Joel Nascimento falou durante a programação das apresentações. Na oportunidade, fez um histórico da origem da central e das entidades classistas filiadas. O assessor especial do governo do Maranhão e presidente licenciando da CTB-MA, Júlio Guterres, também prestigiou o evento.

    Trabalhadores de todo o estado do Maranhão participaram do evento. Os delegados foram eleitos durante assembleias setoriais realizadas pelo Sintect-MA.

    Márcio Rodrigo - CTB-MA

  • Sindicatos dos Correios do estado de São Paulo se mobilizam contra o fim da assistência médica

    Tende a piorar a crise que se instalou na Empresa Brasileira de Correios (ECT), que tem afetado diretamente os trabalhadores. A ECT parou de pagar a parte que lhe cabe no Postal Saúde e acumulou dívida de R$ 500 mi com os credenciados.

    Para evitar que a empresa acabe com esse direito dos ecetistas, os Sindicatos de São Paulo, Bauru, Campinas, Santos, Vale do Paraíba, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto definiram uma agenda de ações conjuntas com a categoria.

    "Não vamos permitir que um direito arduamente conquistado e merecido seja tirado dos Trabalhadores.”, afirmou José Aparecido Gandara, presidente do Sindecteb-Bauru e Presidente da Findect (Federação Nacional dos Sindicatos dos Correios).

    A empresa alega que o custo do plano médico da categoria é muito alto. Devido a isso, e aos problemas de caixa também alegados por ela, que seriam gerados por um suposto déficit nas contas, ela está dando calote no plano e deixando os credenciados sem pagamento.

    Uma comissão paritária constituída para discutir o plano de saúde tem estudado qual a melhor forma de gestão. Para os sindicalistas, a verdade é que as más gestões na Postal Saúde, aliadas a cultura de apadrinhamentos políticos, levaram à crise que se estendeu pelo país todo.

    Nesta sexta-feira (02), os dirigentes se reuniram com o presidente dos Correios para discutir a questão incluindo o pagamento da rede credenciada, DDA, OAI e entrega matutina.

    De acordo com Elias Diviza, presidente do Sintect-SP e vice-presidente da Findect , a reunião foi chamada pela própria ECT, diante da pressão dos trabalhadores e do Sindicato do Estado de São Paulo.

    O sindicalista convocou a categoria mais uma vez para a luta e ressaltou a importância da mobilização. "Não podemos esperar mais! A questão agora é a luta em defesa de um convênio médico de qualidade, que ampare o funcionário e sua família. Isso é vital em qualquer empresa, principalmente nos Correios, que é uma verdadeira fábrica de lesionados e aposentados precoces devido às más condições de Trabalho. Somente a união de toda a categoria e mobilização geral, vamos evitar as perdas em nossa assistência médica", conclamou Diviza.

    No próximo dia 07 de dezembro, os sindicatos se reúnem em assembleia para aprovar a deflagração de uma possível greve no dia 15 de dezembro em defesa da assistência médica da categoria.

    Cinthia Ribas - Portal CTB com Sintect-SP

  • Sintect-RJ critica postura da ECT após invasação ao CDD da Vila da Penha

    Nesta sexta-feira (09), trabalhadores dos Correios do CDD da Vila da Penha, no Rio de Janeiro, viveram momento de terror quando a unidade foi invadida por bandidos armados. Após a saída dos criminosos, aos gestores da ECT da unidade orientaram que voltassem ao trabalho, ignorando o trauma e a violência vivida naquele momento.

    Segundo os relatos, os criminosos renderam o motorista do caminhão que descarregava a carga na unidade por volta das 8 h. Em seguida, com o motorista já de refém, entraram na unidade ameaçando todos os trabalhadores. Os bandidos levaram além de encomendas, os pertences dos trabalhadores como celulares, dinheiro e documentos.

    O Sindicato dos Trabalhadores em Correios do Rio de Janeiro (Sintect-RJ) compareceu ao local prontamente para prestar auxílio à categoria. O diretor André Gasperoni detalhou que, além da violência vivida, em que trabalhadores tiveram a suas vidas em risco, outro fator surpreendeu negativamente:

    “Os gestores da unidade orientaram que voltassem ao trabalho. Um absurdo. O sindicato orientou os funcionários a não trabalharem e a todos fazerem a CAT. Depois de muita pressão dos trabalhadores e do sindicato, a direção da ECT liberou os funcionários e os mesmos farão os procedimentos necessários na próxima segunda feira”.

    O Sintect-RJ reitera sua posição contrária às atitudes arbitrárias da empresa que, não pensa na segurança e saúde física e mental de seus empregados. A ECT deixa a categoria à mercê da violência a partir do momento que não investe em políticas de segurança. Nós continuaremos cobrando ações eficazes da empresa para resguardar o trabalhador. Todas as medidas cabíveis serão tomadas. Essa situação não pode continuar.

    Portal CTB com Sintect-RJ

  • Sintect-SP convoca a categoria para a 14ª Marcha da Consciência Negra

    Contra o racismo e o genocídio! Por um projeto político de vida para o povo negro!

    O Dia Nacional da Consciência Negra será comemorado em São Paulo com um ato político e uma marcha por várias ruas da cidade

    Essa manifestação reúne o povo negro e todos não negros alinhados com a defesa da democracia, da igualdade e da justiça social. Expressa a denúncia do racismo, da discriminação e da intolerância que persistem na sociedade brasileira, em seus espaços sociais e privados.

    “Ir às ruas no dia 20 de novembro mês da consciência negra, é marchar a favor da construção de uma sociedade mais justa e igualitária“, afirma Ricardo Adriane (Nego Peixe), Secretário da Questão Racial da Findect.

    Nego Peixe e o companheiro Manoel Feitosa, Secretário da Questão Racial do Sintect-SP, convidam todos os trabalhadores e trabalhadoras da categoria a participarem da marcha. Para eles, mais que nunca é preciso ir às ruas em defesa da tolerância, da democracia, da distribuição de renda, porque o país vive uma escalada inédita de violência ideológica, imposição de idéias conservadoras, retrocessos históricos em direitos democráticos, sociais e trabalhistas.

    Por que a luta é de todos?

    Porque a luta é pelo fim do racismo, do genocídio do povo negro, do feminicídio, do machismo, do etnocídio, da lgbtfobia, do racismo religioso, do encarceramento em massa e todas as formas de violência e violação dos direitos humanos.

    É também para impedir a retirada de direitos do povo brasileiro, que anda a passos largos com o governo Temer e seus aliados no Congresso Nacional, encaminhando e aprovando tudo que as empresas e os empresários querem para aumentar seus lucros e aprofundar a desigualdade social e econômica no país.

    O Extermínio da juventude negra tem que parar!

    A violência policial age desenfreadamente e sem qualquer controle nas periferias e tem sua vítima predileta: jovens negros do sexo masculino. São cotidianas as incursões e abordagens da Polícia em que primeiro atira depois pergunta.

    O extermínio não mata apenas pela bala da Polícia Militar, pelo encarceramento em massa fruto de uma política de drogas das classes dominantes feita para prender negros e pobres. Na cadeia há um número assustador de pessoas presas sem terem tido julgamento.

    Enquanto isso não há política para fortalecer a educação e a inclusão no mercado de trabalho. Muito pelo contrário. As verbas da educação e demais áreas sociais só diminui.

    Que país está sendo construído hoje para as futuras gerações?

    Mulheres Negras resistem

    Outro trágico fenômeno que atua nas estruturas de nossa sociedade provocando graves crimes é o machismo. Por conta dele, a agressão de todo tipo contra mulheres quase sempre é considerada um assunto particular de família ou de menos importância e, portanto, ignorado pela polícia, governos, Ministério Público.

    Essa realidade encoraja agressores de toda a espécie, levando à banalização de casos como o feminicídio, que é o assassinato de mulheres motivado pelo fato das vítimas serem mulheres.

    As mulheres negras estão na ponta das estatísticas: são as mais pobres, que têm os menores salários, que mais sofrem violência e injustiças.

    Mas elas resistem e estarão nas ruas nesse 20 de novembro para mostrar o quanto são guerreiras e estão dispostas a mudar essa realidade brutalmente desigual.

    Fora Alckmin! Fora Doria!

    O holocausto racista é nacional, mas impulsionado com toda potência pelos governos de Geraldo Alckmin e Doria em São Paulo.

    A violência direcionada contra a população negra não poderia ser promovida pela polícia sem a colaboração dos promotores de justiça e juízes.

    No governo racista de Doria, uma de suas primeiras medidas foi a extinção da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, com a total supressão de políticas públicas para a população negra.

    Na educação, uma revisão dos direitos à educação no município retirou o direito dos alunos a terem uma educação étnico racial, um ataque direto à população negra.

    As leis de Desestatização também buscam um sucateamento da máquina e dos serviços públicos que fatalmente atingirão em sua maioria a população negra.

    Por um projeto político para o povo negro

    Numa sociedade desigual e opressora como a brasileira, é preciso um projeto político bem estruturado, que atinja todas as frentes de resistência, de forma a ampliar as políticas de reparação da desigualdade já existentes, como as cotas raciais nas universidades, e a criminalização do racismo.

    Um outro projeto político no qual a vida digna para a população negra seja o centro de uma sociedade anti-racista, e que contemple estruturalmente as mulheres negras.

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    Consciência Negra: população marcha em São Paulo contra o genocídio e o racismo

    Um projeto como esse somente pode se arquitetar tendo por base um mundo que ponha na centralidade a humanidade das pessoas e seus direitos primordiais como real igualdade, saúde e educação dignas, uma economia justa e que não vise à acumulação de riqueza sem fim e sem sentido, e um meio ambiente equilibrado.

    A mudança real parte do reconhecimento de que só a partir da interação dos elementos de raça, gênero e classe é que será possível a leitura da realidade brasileira e a consequente síntese para a atuação radical no enfrentamento às classes dominantes que tanto nos oprime.

    O 20 de novembro é o dia de relembrar a nossa resistência! Pela liberdade definitiva imediata de Rafael Braga! Pela Liberdade de Tatiane! Ambas pessoas negras encarceradas injustamente por serem pobres e pretos! Por justiça à Luanda Barbosa, João Victor, Leandro de Souza, Ricardo Nascimento, e todas as vítimas de chacinas nas periferias! Pelo fim do racismo religioso! Pelo fim do machismo!

     Serviço:

    O que: 14ª Marcha da Consciência Negra

    Quando: Segunda-feira (20)

                   Concentração a partir das 13h00.

    Onde: Vão do Masp – Av. Paulista

    Fonte: Sintect-SP

  • Trabalhadores dos Correios aprovam estado de greve contra retirada de assistência médica

    Trabalhadores e trabalhadoras da Empresa Brasileira de Correios (ECT) de sindicatos de São Paulo aprovaram, na noite da última quarta-feira (07), estado de greve contra a retirada da assistência médica da categoria.

    A categoria lotou assembleias em sete regiões do estado para repudiar a afirmação da direção da ECT, que alega não ter dinheiro para pagar a dívida de R$ 500 milhões que acumulou juntos aos credenciados.

    De acordo com os dirigentes, a situação está inviabilizando o atendimento dos funcionários e seus dependentes e colocando o convênio em risco de intervenção.

    Durante a assembleia, os dirigentes do Sintect-SP, Manoel Feitosa e Silvana Azeredo, membros da Comissão que estuda o plano de saúde, relataram o resultado das reuniões da e os balanços e documentos apresentados pela empresa para reforçar a afirmação de que o plano médico é muito caro, e que é preciso cobrar mensalidade ou aumentar o compartilhamento, além de reduzir o acesso de dependentes.

    “Isso é inaceitável porque significa a destruição de um direito conquistado pela categoria. E porque o trabalhador ecetista ganha muito pouco e não tem a mínima condição de pagar um convênio médico pra ele, e muito menos para os familiares. O convênio médico é um direito da categoria conquistado como muita luta, ao longo de vários anos; não podemos aceitar que a direção da empresa e o governo acabem com ele, como estão fazendo com a aposentadoria”, afirmou o diretor do SINTECT-SP Manoel Feitosa, que compõe a Comissão que estuda o plano de saúde.

    Uma próxima reunião está agendada para sexta-feira, 9 de dezembro, entre os representantes dos trabalhadores e da empresa. A categoria espera que uma solução imediata seja apresentada pela empresa.

    Na próxima quarta-feira, 14, os ecetistas voltam a se reunir em assembleia para deflagrar a greve a partir das 20h do dia 15.

    Cinthia Ribas com Sintect-SP