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Sáb, Fev

Internet

  • “Foi construída uma farsa sem igual e a roubalheira prossegue”, diz paródia sobre o golpe

    Viraliza na internet, um clipe com uma paródia da música “La Bomba” (“A Bomba”), dos Braga Boys e gravada pelo grupo É o Tchan.

    A paródia "Melô do Golpe" diz que “foi construída uma farsa sem igual’ e “a roubalheira prossegue”, porque “eles pensam que a gente é jegue”.

    Mas “ta na cara que isso é golpe”, “tomar o poder é golpe”, pior ainda, “para escapar de processo é golpe”. E “o Cunha é o chefe”.

    Afinal, “tudo o que passa na Globo é golpe”. Eles querem “que se exploda a nação”, então “é golpe”.

    Assista o clipe e morra de rir e ainda reflita sobre o humor dessa criação inteligente, porque impeachment sem crime de responsabilidade é golpe!

     

    Portal CTB

  • “Muito obrigada por roubar o Brasil inteiro”, diz passageira a Eduardo Cunha

    Viraliza nas redes sociais um vídeo onde uma passageira, de um voo do Rio de Janeiro para São Paulo, diz ao deputado federal cassado Eduardo Cunha: “Senhor Eduardo Cunha muito obrigada por roubar o Brasil inteiro (...) Quero que o senhor apodreça na cadeia”.

    Assista o escracho em Eduardo Cunha 

    Em show em Nova York, o cantor e compositor paulista Criolo incluiu no roteiro um projetor com os dizeres “Fora Temer”, seguido de “Diretas Já”, depois por “É Golpe”, “Pelo fim do foro privilegiado”, "pelo fim da pensão vitalícia" até que no final aparece “A luta é hoje” porque “Amanhã é tarde” e o show prossegue.

    Veja o espetáculo de Criolo 

    Em show de Caetano Veloso e Gilberto Gil em São Paulo, mais uma vez o público acompanhou a música Odeio, de Caetano. Quando o cantor baiano canta “odeio você” o público responde Temer.

    Acompanhe os cantores baianos Gil e Caetano

    Portal CTB

  • China anuncia pesquisa para criação de Internet 5G

    O Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China anunciou nesta quinta-feira (7) que investirá no desenvolvimento da tecnologia de quinta geração de Internet móvel - popularmente apelidada de "5G", em referência ao 4G atual. O calendário do governo chinês prevê que o projeto seja concluído até 2018, com prestadores de serviços e telecomunicações preparados para o mercado já em 2020.

    A expectativa entre especialistas é que, quando concluída, a malha 5G consiga prover velocidades até 10 vezes maiores que o atual padrão de rede móvel - na prática, isso significaria que um vídeo em alta definição, que hoje é baixado em 10 minutos, teria o tempo de download diminuído para 8 segundos. Além disso, por causa de modernizações no roteamento dos sinais, a rede super-rápida aumentaria em 1.000 vezes o número de conexões disponíveis em cada antena.  

    "O objetivo da investigação será apoiar a pesquisa e o desenvolvimento de padrões globais 5G e promover o setor de telecomunicações", disse Cao Shumin, chefe da equipe de pesquisa e desenvolvimento de 5G subordinado ao ministério. "A China tem feito progressos em algumas áreas de investigação essenciais relacionadas com a tecnologia 5G", disse o engenheiro-chefe do ministério, Zhang Feng. Desde 2013, eles têm sido dois dos principais membros da força-tarefa formada pelo ministério para o assunto.

    O desenvolvimento de uma malha de comunicação que supere o protocolo LTE atual (4G) é de grande interesse para a China, que é o país com o maior número de internautas no mundo. O censo mais recente do país mostrou que nada menos que 905 milhões de usuários usam a rede de Internet móvel do país - dentre esses, cerca de 380 milhões são usuários de 4G. Com todas as principais companhias nacionais de telecomunicação envolvidas no projeto, espera-se inclusive o lançamento de uma versão prévia do 5G (chamada "Pré-5G") em território chinês já em 2016.

    Com informações da agência Xinhua

  • Em 2017, precisamos ouvir (de verdade) as feministas

    Um pouco antes das festas de final de ano foi bastante circulada, pelas redes sociais, a imagem de um tweet que convocava feministas a arruinarem as ceias familiares com nossas opiniões.

    Houve quem tenha utilizado o meme de forma séria, genuinamente desejando coragem para as amigas.

    Houve quem o tenha compartilhado sarcasticamente, no melhor estilo “se não for para incomodar nem vou”.

    E também houve quem tenha questionado sua validade, declarando que a última coisa que queriam era estragar as festas em família.

    O debate na internet por vezes lembra aquela canção popular imortalizada pelo Trio Irakitan, A Velha a Fiar, na qual sempre há uma pessoa ou animal tentando incomodar outra pessoa ou animal, enquanto a velha segue fiando sem pestanejar.

    Logicamente não há nada de errado no afã de criticar ou problematizar certas questões (afinal os feminismos se constituem precisamente disso), tampouco viso aqui culpabilizar as redes que, apesar das bolhas algorítmicas, têm valor precisamente por possibilitarem que muitas vozes oriundas de grupos histórica e sistematicamente excluídos encontrem vazão.

    Tudo na internet é problematizado à exaustão, e para seguir navegando as redes, o espírito precisa se assemelhar ao da velha da música, que fia sem parar apesar do acúmulo de chateações geradas por outrem.

    O debate acerca de certos assuntos e perspectivas, para algumas pessoas, pode parecer amolação – mas para quem os propõe tê-los é uma questão de sobrevivência.

    Cabe continuar não apenas fiando, mas prestando atenção no que é dito, para que seja então possível pensar a respeito de colocações que podem parecer alheias, mas que podem significar risco de morte.

    Mas minha intenção não é discorrer sobre a internet, e sim sobre a falta de escuta e reflexão que pode ser percebida em conversas que acontecem não somente ali, mas também offline.

    O que pretendo argumentar é que como feministas, quer estejamos ou não propositadamente dispostas a desestabilizar a tradição machista, o fazemos simplesmente ao termos a coragem de expressar nossas perspectivas, ainda que nossa intenção seja pacífica.

    Chacina de Campinas

    Foi Djamila Ribeiro quem disse que são aqueles que mais precisam escutar os argumentos de quem aponta opressão sistêmica os que menos querem ouvir sobre o assunto.

    Na virada do ano o país foi chocado com notícias sobre a Chacina de Campinas, e tão logo feministas começaram a apontar o óbvio, os ataques a nós começaram.

    O assassinato coletivo foi não apenas cometido, mas planejado a partir da perspectiva misógina de seu perpetrador. O que aconteceu foi um feminicídio, e esta interpretação sobre o fato não constitui o falacioso “mimimi” feminista: ela é facilmente verificável ao analisarmos o conteúdo da carta póstuma do assassino, cuja descrição da ex-esposa é claramente misógina.

    Os números também sustentam essa afirmação: a cada onze minutos uma mulher é estuprada no Brasil, que também é o quinto país do mundo onde mais se matam mulheres de acordo com Mapa da Violência 2015, e o campeão mundial de assassinatos de travestis e transexuais segundo pesquisa ONG Transgender Europe.

    Não é leviano utilizar esta tragédia para sustentar o argumento de que os pontos de vista feministas – os mesmos que causam tanta comoção a ponto de “arruinarem” encontros familiares – são silenciados justamente por serem desconfortáveis.

    Protesto de mulheres

    Cada vez que uma feminista resiste e se expressa de forma contrária aos comentários e atitudes machistas embutidas do cotidiano – seja em família, no trabalho ou nas redes sociais – ela vai enfrentar fortes reações de silenciamento.

    Sem a abertura para falar, e sem que exista possibilidade de escuta por parte daqueles cujas vidas não estão em risco por conta do próprio gênero, jamais teremos a possibilidade de reverter o quadro de violência e morte que assombra as vidas de todas nós.

    Os canais formais não protegem as mulheres. A mídia é muito rápida em questionar o passado e o caráter de mulheres que denunciam seus agressores.

    Quando expomos nossa vulnerabilidade, somos acusadas de estar fazendo drama. Não é que não estejamos falando, trabalhando ou fazendo campanhas de conscientização. É que onde sobra machismo, falta escuta.

    Em um artigo publicado no site Justificando nesta terça, 3, Roberto Tardelli convida os homens a discutirem masculinidade, contemplando ações machistas comezinhas, que podem passar despercebidas para eles, mas que – sabemos, e temos evidência de sobra para sustentar essa afirmação – resultam em violência e morte.

    É absolutamente crucial que mais e mais homens comecem a ouvir o que dizem as feministas, pois temos acesso a, e produzimos os estudos que apontam que o machismo constitutivo é bastante inconsciente para quem dele não sofre.

    É preciso tomar responsabilidade, e compreender o próprio machismo é um passo importante para remediar este mal.

    Homens tendem a ouvir outros homens, e historicamente vêm nos acusando de loucas, histéricas e dramáticas simplesmente por se recusarem a assimilar o que não querem ouvir.

    Machismo – e também racismo, xenofobia, homofobia e elitismo – não são características fisiológicas, nem (necessariamente) falhas de caráter, mas sim sistemas sociais de poder e dominação.

    O fato de que existem mulheres machistas, por exemplo, não anula o fato de que o machismo é constitutivo de nossa sociedade – pelo contrário, evidencia ainda mais o caráter estrutural deste fenômeno social.

    Não é preciso ser discípulo do Jece Valadão para ser machista. Para ser machista basta cometer ações machistas. Ninguém está imune. Apontar machismos – em conversas e ações – não significa uma tentativa de silenciar, totalitarizar ou dominar ninguém.

    Apontar machismos cotidianos, ainda que seja para nossos amigos e familiares, é apontar para as ações que contribuem para e fomentam a existência de violências pautadas na inequidade de gênero.

    Pular na defensiva antes mesmo de assimilar o recado denota imaturidade e soberba. Escutar é tomar responsabilidade, e pensar é, antes de tudo, pensar-se.

    Falar é uma ação, e é uma ação poderosa para aquelas cujo silenciamento pode resultar em morte. Meu desejo para todas as mulheres nesse novo ano é que tenham coragem para revelar até mesmo a mais mundana das ações machistas, ainda que isso cause desconforto em entes queridos.

    Está mais do que na hora dessa ressaca moral bater em quem se esbalda no porre da injustiça.

    Joanna Burigo é uma das fundadoras do site Casa da Mãe Joanna (casadamaejoanna.com).

    Os artigos publicados na seção “Opinião Classista” não refletem necessariamente a opinião da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e são de responsabilidade de cada autor.

     

  • FGV: Greve geral foi o evento mais comentado na internet da história do Brasil; leia o estudo

    No gráfico acima, a mancha rosa é favorável à greve geral, e a azul é contrária.

    Um estudo da Fundação Getúlio Vargas concluiu que as menções à greve geral do último dia 28 de abril a tornaram um evento, nas redes sociais, mais importante que as manifestações pró-impeachment de 2015 e 2016.

    Todos os recordes foram batidos.

    E a maioria das posições nas redes foram, de maneira esmagadora, positivas à greve, como se vê no gráfico acima.

    Abaixo, trecho da conclusão:

    brasilemgreve recorde redes sociais

    Abaixo, o estudo completo:

    Do Cafézinho

  • Mídia apresenta pérolas machistas que ganham repercussão na internet

    Um dos destaques da programação recente ocorreu em episódio do MasterChef Brasil, da Band, na terça-feira (16), em que o apresentador Erick Jacquin levou um “puxão de orelha” da também apresentadora Paola Carosella, ao parabenizar as duas finalistas, dizendo: 

    "Para nós, vocês são as duas cozinheiras mais talentosas que já passaram pelo MasterChef. As duas estão prontas para casar", arrematou Jacquin, crente que estava fazendo um grande elogio.

    Sua colega de apresentação, Carosella, reagiu prontamente: "Por que para casar? Elas estão prontas para comandar um restaurante estrelado". As competidoras disseram preferir a argumentação da chef argentina, radicada no Brasil.

    Assista

    Vídeo analisa a cobertura jornalística sexista das Olimpíadas 

    Com força aparece também na internet o programa “O Grande Mundo do Sexismo”, da Vox, nos Estados Unidos. Nele a apresentadora denuncia atitudes sexistas na cobertura jornalística das Olimpíadas Rio 2016.

    Ela cita o comentário de Adam Kreek, da CBC, que fez críticas à jogadora de tênis canadense Eugenie Bouchard, por ela postar selfies com uma marca de pasta de dente nas mãos. “Talvez ela queira algo mais do quer ser uma competidora”, afirma.

    Mas os comentários só pioram. Ao noticiar a vitória da nadadora húngara, que quebrou o recorde mundial de sua categoria, outro apresentador diz: "Este é o homem responsável por fazer Katink Hosszú, sua esposa, uma nadadora diferenciada”.

    Nada igualável à manchete do jornal norte-americano "Chicago Tribune", ao noticiar a vitória de uma atleta: “Esposa de um jogador do Bears ganha uma medalha de bronze nas Olimpíadas do Rio hoje”. Dispensa comentários.

    Rusga ao vivo na Globo entre Cris Dias e William Waak  

    Durante um giro pelos resultados das competições da Rio 2016, na madrugada desta quinta-feira (18), foi ao ar um entrevero entre os apresentadores Cris Dias e William Waak. Ela disse hoje ele meu deu um oi e continuou: “vamos falar de vôlei”.

    O jornalista não se conteve e falou em tom agressivo com ela, quando ela perguntou: “você quer continuar?” e ele teve que se conter, visivelmente contrariado.

    A atitude da jornalista viralizou na internet, ganhando solidariedade de internautas. Já que Waak já havia ocorrido em falta com a cantora Anita. Justamente onde começou a rusga entre ele e a sua colega Dias.

    Ela começou perguntando para a Anita sobre a apresentação dela com Caetano Veloso e Gilberto Gil no final da abertura da Rio 2016. Waak disse “eu ia fazer a primeira pergunta, mas tudo bem continue”, e a apresentadora respondeu “é que eu também estou eufórica e emocionada”.

    Grosseria com Anita 

    A partir daí o jornalista foi um preconceito só em relação à Anita. Perguntou, inclusive, se ela estava com medo de rasgar o vestido no palco, porque não estava dançando como faz em outras apresentações suas.

    Ela respondeu que não. Ele insistiu, dizendo que cresceu ouvindo Caetano e Gil ao que ela respondeu que ela também. 

    Portal CTB

  • Temporão: Construção da hegemonia na era digital

    Enquanto a esquerda não descer do salto intelectualóide e não criar fórmulas de popularização do seu projeto, a coisa só vai piorar. E me incluo nessa. Queria saber como ajudar nesse processo.

    Nos últimos meses, desde o processo eleitoral, eu venho acompanhando os canais do YouTube por onde a direita se fez absoluta na comunicação fácil com os jovens no país. É uma surra. Não há, nem de longe, qualquer iniciativa democrática, progressista, nem precisa ser exatamente de esquerda, que chegue perto daquilo que o neo-direitismo ultraliberal construiu: diversos canais de diálogo, proliferação de ideias e, claro, espaços de difamação de qualquer coisa que pareça minimamente transformadora e humana.

    Tenho acompanhado os vídeos do Mamãe Falei, do pânico da Jovem Pan, do Nando Moura, Danilo Gentilli, Olavo de Carvalho e muitos outros. São dezenas de canais, todos com milhões e milhões de views e milhões de seguidores fanáticos.

    Quando entendi que, para combater essa direita orgânica e fascista, seria preciso entende-la, passei a acompanhar quase que diariamente o conteúdo dos vídeos. E fiquei bem assustado. A esquerda, os jovens universitários de humanas, a academia, uma certa elite intelectual mais polida, terá um trabalho que, se não é impossível, é hercúleo: conseguir popularizar o debate político dentro de um linguajar acessível e contextualizado.

    Vendo esses vídeos da galera de direita o que mais me assustou foi a inacreditável superficialidade, a notável falta de qualquer leitura política aprofundada, a irresponsabilidade ética e o oportunismo absurdo dessa gente. Os caras demonizam a esquerda com argumentos totalmente frívolos, superficiais, mentirosos, porém fáceis, acessíveis, confortáveis e simples, acima de tudo, simples.

    A esquerda precisará de uma nova forma para os seus conteúdos. Precisará sim fazer PROPAGANDA de si, precisará sim usar o SISTEMA para seu benefício. Enquanto a esquerda tiver esse discurso velho, acadêmico, empoeirado, antiquado e engessado do capitalismo malvado, do proletário oprimido e etc, nós seremos devastados pelo rolo compressor da contemporaneidade.

    Esses formadores de opinião de direita representam pensamentos do senso comum ignorante que precisam ser rebatidos não com arrogância acadêmica, mas como uma forma de diálogo nova e igualmente simples. E o ponto mais sensível nesse debate é fazer as pessoas entenderem que ser de esquerda não é ser comunista. Ser de esquerda não é querer transformar o Brasil em Cuba.

    Nós precisamos destruir esse maniqueísmo imbecilizado dos neoliberalóides da internet. Nós precisamos conseguir falar sobre equidade, políticas sociais, direitos humanos, direitos reprodutivos e etc e etc, DENTRO da lógica de uma sociedade moderna, capitalista, atual. Precisamos mostrar para as pessoas que essas preocupações SE ENCAIXAM na agenda atual, no mundo em que vivemos, que não é necessário nos tornarmos uma ditadura bolivariana para que essas pautas tenham lógica ou espaço.

    Acho bacana o humor do Porta dos Fundos, da galera que tem feito coisas bacanas na Globo. São iniciativas de perpetuação da civilização. Mas ainda é muito pouco. Esses fascistas da neo-direita não têm a mais remota ideia do que eles estão construindo. São pessoas sem qualquer noção dos desdobramentos macropolíticos dos seus atos.

    Esses caras estão construindo um Brasil cada vez mais selvagem, desumano, preconceituoso, racista, explorador, desigual, em nome da 'modernização' das coisas. São fantoches idiotizados de uma lógica liberal de botequim virtual. Não leram nada, não entendem nada, mas são poderosos. Hoje, quem tem o poder de ditar a agenda dos debates que estão no coração da nossa juventude é essa gente profundamente despreparada e equivocada.

    Enquanto a esquerda não descer do salto intelectualóide e não criar fórmulas de popularização do seu projeto, a coisa só vai piorar. E me incluo nessa. Queria saber como ajudar nesse processo.

    É preciso pensar nisso!

    *Fernando Temporão é músico e compositor


    Os artigos publicados na seção “Opinião Classista” não refletem necessariamente a opinião da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e são de responsabilidade de cada autor.