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Ter, Jun

Itália

  • A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), entidade que representada mais de oito milhões de trabahadores, expressa sua indignação pela morte do grevista, Abd Elsalam Ahmed Eldanf, atropelado durante piquete na cidade de Pacienza, na Itália.

    O sindicalista, de 53 anos, pai de cinco filhos, membro da União dos Sindicatos de Base (USB) naquele país, protestava contra as precárias condições de trabalho impostas pela GLS/Seam, na última quarta-feira (14), quando um caminhão da empresa avançou contra os manifestantes que faziam piquete em frente à fábrica atingiu e matou Elsalam.

    “Este assassinato é a trágica confirmação das condições insuportáveis as quais os trabalhadores são submetidos”, denunciou a central italiana. A CTB se solidariza com a USB, seus filiados e a classe trabalhadora da Itália e exige a punição para os responsáveis.

    Expressamos nossas mais profundas condolências aos familiares e amigos deste trabalhador que estava defendendo seus direitos e foi brutalmente assassinado. 

    O movimento sindical classista precisa estar cada vez mais unido e organizado para lutar contra a intensificação da opressão e a repressão ao movimento social, que ocorre em todo o mundo.

    São Paulo, 16 de setembro de 2016 

    Adilson Araújo, presidente da CTB
    Divanilton Pereira, secretário de Relações Internacionais

  • Na madrugada desta quarta-feira (24), um forte terremoto, com magnitude de 6,2 na escala escala Richter, atingiu o centro da Itália deixando ao menos 73 mortos e mais de 100 desaparecidos.

    Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, sigla em inglês), organismo que registra os tremores em todo mundo, o impacto foi maior perto de Perugia, região localizada a menos de 200 quilômetros da capital italiana, Roma. As cidades mais atingidas foram Accumoli, Amatrice, Posta e Arquata del Tronto.

    Solidária com o povo italiano, a CTB enviou uma nota para central União Sindical de Base (USB), filiada à Federação Sindical Mundial (FSM), na qual expressa suas condolências e total apoio ao povo da Itália.

    Leia abaixo a íntegra do comunicado: 

    Queridos camaradas da USB,

    A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), uma organização sindical classista, expressa seu total apoio e solidariedade com a classe trabalhadora e o povo da Itália e envia suas condolências pela destruição e mortes causadas pelo terremoto que devastou o centro daquele país na quarta-feira (24).

    Nossos pensamentos e desejo de melhora estão com vocês.

    Saudações fraternas,

    Adilson Araújo, presidente da CTB 
    Divanilton Pereira, secretário de Relações Internacionais 

    São Paulo, 24 de agosto de 2016

    Érika Ceconi - Portal CTB, foto: Remo Casilli-Reuters 

     

  • Feliz por aparecer na imprensa em foto ao lado do velocista Usain Bolt, a passista carioca Janaína Azevedo denuncia ter recebido uma proposta indecente de um empresário com quem negociava uma apresentação de dança em Macaé, no litoral norte fluminense.

    “Terrível essas coisas ainda acontecerem, mas é a cultura machista e patriarcal, que vê a mulher apenas como objeto e, portanto, sem direitos”, diz Kátia Branco, secretária da Mulher Trabalhadora da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Rio de Janeiro (CTB-RJ).

    Janaína Azevedo conta que o “contratante” perguntou quanto ela cobraria para passar uma noite com ele. A resposta veio imediata: “Não confunda entretenimento com prostituição”.  E complementa afirmando que estava muito feliz por ser fotografada ao lado do atleta e ficou chateada quando leu a proposta no seu Whatsapp.

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    Segundo ela, isso é muito corriqueiro e “acontece com quem se apresenta em qualquer tipo de dança”. Afirma também que sempre ignorou esse tipo de assédio, mas desta vez resolveu denunciar. “As feministas brasileiras estão nas ruas se manifestando para as mulheres serem respeitadas como sujeitas da história e de suas vidas”, afirma Branco.

    A dançarina publicou alguns “prints” das conversas com a pessoa em questão e repudiou o assédio. Azevedo garante que é profissional de dança há 20 anos, devidamente registrada no Ministério do Trabalho.

    Conta ainda que morou cerca de 10 anos na Itália e também recebeu propostas desse tipo no exterior. “A diferença é que o estrangeiro é mais sutil, mais educado na abordagem, mas, infelizmente, eles também confundem as coisas”.

    A dirigente da CTB-RJ defende a inclusão das questões de gênero nos currículos escolares para “pôr fim de uma vez por todas a essa falta de respeito às mulheres”.

    Para ela, “esse tipo de coisa não pode mais acontecer impunemente. Mas compete a nós mesmas dar um basta nisso, denunciando e se manifestando contra a opressão machista”.

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

  • A Federação Sindical Mundial (FSM) realizou, na última quinta e sexta-feira (2 e 3) em Roma (Itália), a terceira edição do Congresso Mundial da Juventude trabalhadora. A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) participou da atividade que reuniu 120 delegados e delegadas de mais de 40 países.

    CTB participa do 3º Congresso Mundial da Juventude Trabalhadora na Itália

    Em sua intervenção, a secretária nacional de Juventude da Central, Luiza Bezerra, denunciou o aumento da desigualdade social no país que se agravou após o golpe parlamentar de Estado que afastou a presidenta Dilma Rousseff e impôs uma agenda ultraliberal pelo atual governo.

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    “No Brasil, 13 milhões de pessoas estão desempregadas, quase 11 milhões trabalhando na informalidade, ou seja, sem os direitos trabalhistas ou perspectivas de se aposentarem”, alertou a sindicalista. (Leia aqui a íntegra do discurso em inglês)

    Neste sentido, o presidente do Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro, Marcio Ayer, integrante da delegação cetebista na atividade, destacou o ataque do governo Michel Temer aos direitos da classe trabalhadora. “Depois de instituir a possibilidade de terceirização irrestrita, a reforma trabalhista aprovada vai retirar direitos e garantias históricos, precarizando as relações de trabalho”, disse.

    Assista abaixo a íntegra: 

    Na opinião do secretário-geral da FSM, Geoge Mavrikos, neste momento de crise do capitalismo em que a ofensiva conservadora avança no mundo é importante a ação e a participação dos jovens na entidade internacional. “A história da luta de classes é um instrumento para o futuro da nova geração”, expressou Mavrikos.

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    Durante o encontro, Luiza propôs a criação de campanhas mundiais da entidade sindical internacional por empregos decentes para a juventude, a sugestão foi aprovada assim como a realização de seminários e cursos com a temática juvenil entre outras propostas.

    Também foi eleito um Secretariado de Juventude da FSM, coordenado pelo dinamarquês Emil Olsen, composto por jovens da África do Sul, Brasil, Chipre, Dinamarca, França, Grécia, Índia, Itália, México, Palestina, Peru, Rússia, Sri Lanka e Vietnam.

    “Em fevereiro devemos ter a primeira reunião desse Secretariado, na qual elaboraremos nosso plano de ação”, declarou a dirigente da CTB que representa o país no grupo.

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    Estou certa, disse Luiza, de que os desafios nessa nova tarefa serão muitos, mas unidos conseguiremos efetivar lutas conjuntas para garantir um presente e um futuro melhor para a juventude trabalhadora do mundo.

    Segundo ela, a atividade que teve como organização anfitriã a União dos Sindicatos de Base (USB) da Itália foi positiva.“Saímos do congresso certamente mais fortalecidos e organizados para o próximo período”, concluiu. 

    Portal CTB 

  • A Itália entrou oficialmente em recessão técnica depois que seu Produto Interno Bruto (PIB) recuou dois trimestres consecutivos.

    No quarto trimestre do ano, o PIB caiu 0,2%, depois de uma queda de 0,1% no terceiro trimestre.

    Uma recessão técnica é definida por dois trimestres consecutivos de queda do PIB.

    O primeiro-ministro Giuseppe Conte disse na quarta-feira que esperava uma contração da economia no quarto trimestre, mas afirmou que espera voltar a crescer no segundo trimestre de 2019.

    Em todo o ano de 2018, o crescimento foi de 0,8%. Antes da queda do PIB no terceiro trimestre do ano passado, a economia italiana teve 14 trimestres consecutivos de pequenos aumentos.

    O recuo da produção foi atribuído pelos analistas a fatores como a desaceleração da economia europeia, especialmente da Alemanha, tensões comerciais entre a China e os Estados Unidos e relutância das empresas italianas em investir.

    O cenário italiano, deprimente, é um sinal de que a União Europeia ainda não superou a crise econômica que irrompeu em 2011 no rastro da Grande Recessão dos EUA, deflagrada no final de 2007. O declínio do capitalismo europeu é acompanhado de uma grave crise social, ofensiva contra o Estado de Bem Estar Social e ascensão política da da extrema direita, e com ela da intolerância, voltada principalmente contra imigrantes, ou seja da xenofobia.

    Com agências

  • Convocada pela central sindical italiana USB (União dos Sindicatos de Base), trabalhadores e trabalhadoras do setor público e privado realizaram uma greve geral em mais de 35 cidades do país na última sexta-feira (10).

    Centrais sindicais unidas paralisam o centro de São Paulo contra a reforma trabalhista

    Segundo a USB, diversas categorias aderiram à paralisação. Paralelamente, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e demais centrais sindicais e movimentos sociais se manifestaram em todo o país contra a Reforma Trabalhista, que entrou em vigor no sábado (11).

    No dia seguinte à greve, os italianos voltaram às ruas para protestar contra o governo do primeiro-ministro Paolo Gentiloni. A atividade foi organizada pela USB e pela plataforma social “Eurostop”, que tem como palavras de ordem “Não ao Euro, à União Europeia e à Otan” e denuncia as políticas de austeridade.

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    Os manifestantes reivindicaram o aumento dos salários e denunciaram a precarização do trabalho, a privatização das empresas públicas, a xenofobia e o racismo e também as medidas do governo que atendem somente aos interesses dos monopólios naquele país.

    Com informações da USB 

  • O Dia Internacional da Mulher, celebrado nesta sexta-feira (8), foi marcado por protestos e greves em vários países. Dezenas de mulheres, de maneira independente ou apoiadas por entidades, saíram às ruas para exigir igualdade de gênero e o fim do feminicídio. Se em 2018 o slogan de 8 de março foi o #MeToo, neste ano é o #BalanceForBetter, que pede igualdade de gênero em todos os âmbitos sociais.

    No Brasil ocorreram manifestações em dezenas de capitais e cidades. No centro das lutas destacou-se a defesa da Previdência contra a proposta de reforma da dupla Bolsonaro/Paulo Guedes, que é ainda pior do que a apresntada por Temer e tem como principal objetivo a progressiva privatização do sistema previdenciário, através do sistema de capitalização.

    Na Itália, houve atos em todo o país, com paralisações nos setores de transporte, escolas e saúde. Os protestos ocorreram em Bolonha, Catania, Florença, Gênova, Milão, Nápoles, Roma e Turim. Na Espanha, as mulheres organizaram a segunda greve geral feminista para pedir igualdade salarial.

    Com respaldo da Justiça e de sindicatos locais, a paralisação também atingiu várias áreas. Já em Israel, membros do movimento progressista "Mulheres do Muro" convocaram um protesto no Muro das Lamentações, mas o ato foi interrompido por grupos ultra-ortodoxos. Em Hamburgo, na Alemanha, quem roubou a cena foram as ativistas do Femen, que estamparam slogans de luta pelo corpo. Em Berlim, o Dia Internacional da Mulher virou feriado pela primeira vez, em decisão tomada no início do ano.

    Nas Filipinas, dezenas de mulheres saíram às ruas para protestar contra o presidente Rodrigo Duterte, que foi chamado de "misógino". Elas criticaram as políticas "macho-fascistas" do atual governo. No Quênia, as manifestações tiveram como enfoque o fim do feminicídio e da violência contra a mulher. (ANSA)

    Com informações do site Notícios ao Minuto

  • O Dia Internacional da Mulher, celebrado nesta sexta-feira (8), foi marcado por protestos e greves em vários países. Dezenas de mulheres, de maneira independente ou apoiadas por entidades, saíram às ruas para exigir igualdade de gênero e o fim do feminicídio. Se em 2018 o slogan de 8 de março foi o #MeToo, neste ano é o #BalanceForBetter, que pede igualdade de gênero em todos os âmbitos sociais.

    No Brasil ocorreram manifestações em dezenas de capitais e cidades. No centro das lutas destacou-se a defesa da Previdência contra a proposta de reforma da dupla Bolsonaro/Paulo Guedes, que é ainda pior do que a apresntada por Temer e tem como principal objetivo a progressiva privatização do sistema previdenciário, através do sistema de capitalização.Em São Paulo, foi realizada uma "grande marcha em defesa da democracia, soberania e dos direitos" na tarde desta sexta, conforme informou a este Portal o presidente da CTB, Adilson Araújo. "Mulheres ganharam as ruas para denunciar o desmonte do país e a crescente violência de que são vítimas", declarou o sindicalista.

    Europa

    Na Itália, houve atos em todo o país, com paralisações nos setores de transporte, escolas e saúde. Os protestos ocorreram em Bolonha, Catania, Florença, Gênova, Milão, Nápoles, Roma e Turim. Na Espanha, as mulheres organizaram a segunda greve geral feminista para pedir igualdade salarial.

    Com respaldo da Justiça e de sindicatos locais, a paralisação também atingiu várias áreas. Já em Israel, membros do movimento progressista "Mulheres do Muro" convocaram um protesto no Muro das Lamentações, mas o ato foi interrompido por grupos ultra-ortodoxos. Em Hamburgo, na Alemanha, quem roubou a cena foram as ativistas do Femen, que estamparam slogans de luta pelo corpo. Em Berlim, o Dia Internacional da Mulher virou feriado pela primeira vez, em decisão tomada no início do ano.

    Nas Filipinas, dezenas de mulheres saíram às ruas para protestar contra o presidente Rodrigo Duterte, que foi chamado de "misógino". Elas criticaram as políticas "macho-fascistas" do atual governo. No Quênia, as manifestações tiveram como enfoque o fim do feminicídio e da violência contra a mulher. (ANSA)

    Com informações do site Notícias ao Minuto