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Seg, Maio

mercado de trabalho

  • O professor e advogado Claudio Henrique Gouvêa deu a segunda aula do curso "Direito Coletivo e individual do Trabalho: do Manifesto Comunista à atualidade", intitulada "Mercado de Trabalho no mundo capitalista", na noite do dia 24/07/17. O evento aconteceu Sindicato dos Oficiais Marceneiros de São Paulo.

    Gouvêa falou sobre a necessidade dos governos capitalistas criarem uma “superestrutura” que defenda a classe dominante, os donos do capital, e também faça funcionar a democracia burguesa, individualizando e alienando o trabalhador de sua real condição dentro da sociedade. Conceitos que permanecem atuais e operantes no mundo moderno e que estão mostrando suas garras na conjuntura que vivemos hoje no país.

    A aula recorreu aos conceitos clássicos do marxismo para fazer uma crítica do capitalismo contemporâneo e das desgraças que ele vem promovendo pelo mundo, com miséria crescente, tráfico mundial de pessoas, trabalho análogo à escravidão e crime organizado e narcotráfico.

    Leia mais: Escola Nacional de Formação: organização é fundamental para enfrentar selvageria capitalista

    Assista à aula na íntegra, em alta definição:

    Todas as aulas da Escola Nacional de Formação serão gravadas em formato similar, e disponibilizadas de forma permanente no canal da CTB no YouTube. As aulas serão reunidas em uma lista de vídeos específica para elas.

    Portal CTB

  • Dados são da Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada nesta quarta (5), pelo IBGE, revelam que entre 2014 e 2017, o Brasil "ganhou" 6,2 milhões de desempregados e 1,2 milhão de informais.

    É bom lembrar que, no mercado de trabalho, o desemprego subiu para 12,5% em 2017. Em 2014, esse índice era de 6,9%.

    E mais, o estudo mostra também que as pessoas brancos ganham 72% a mais do que as negras. De acordo com o IBGE, o desemprego entre pretos/pardos, historicamente, sempre foi maior que o de brancos, mas em 2017 atingiu a maior diferença. Essas taxas foram de 14,7% e 10%, respectivamente.

    Quando o recorte é de gênero, homens recebem 30% a mais que mulheres.

    Desocupação por região

    O estudo também indica que a desocupação cresceu em todo o país. Na região Nordeste, somou 14,7% (ante 8,5% em 2014). No Norte, foi de 7,5% para 11,9%.

    Na região  centro-Oeste foi de 6% para 10,5%. No Sudeste, aumentou de 7% para 13,3%. E na região Sul dobrou, de 4,3% para 8,3%.

    Desocupação por idade

    O IBGE também analisou a taxa de desocupação por idade e constatou que ela também subiu, atingindo 22,6% entre os que têm de 14 a 29 anos. E pela primeira vez ultrapassou os 4% entre as pessoas com 60 anos ou mais. Até 2014, ficou abaixo de 2%.

    Informalidade

    O trabalho informal atingiu 37,3 milhões, 40,8% da população ocupada, ou dois em cada cinco trabalhadores. São 1,2 milhão a mais desde 2014, quando a informalidade atingia 39,1% dos ocupados.

    Previdência Social

    Um estudo divulgado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), no início de 2018, apontou que com o avanço do desemprego e da informalidade, a Previdência Social deixou de arrecadar R$ 25 bilhões no ano.

    Elaborado pela subseção do Dieese na entidade, o estudo considera a força de trabalho brasileira, medida pelo IBGE, e o impacto da eventual contribuição de desempregados e trabalhadores informais no país.

    O estudo parte da suposição de que todos os 13,2 milhões de desempregados estariam trabalhando e recebendo como remuneração o correspondente a um salário mínimo. Com 8% da contribuição previdenciária, haveria uma arrecadação mensal a mais de R$ 914,5 milhões – R$ 11,9 bilhões no ano, considerando o 13º.

    Ainda por esse cenário, caso os 10,7 milhões de empregados sem registro contribuíssem para a Previdência Social, com o salário médio de R$ 1.234, a arrecadação adicional seria de R$ 1,06 bilhão por mês e R$ 13,7 bilhões/ano.

    Portal CTB - Com informações das agências

     

  • A política de valorização do salário mínimo, uma conquista da luta das centrais sindicais em conjunto com a classe trabalhadora, voltou a ser alvo do secretário do Tesouro da futura gestão Jair Bolsonaro, Mansueto Almeida, nesta quarta (5). 

    Em declaração ao jornal O Estado de S.Paulo, Almeida afirmou que o salário mínimo “caro demais”. E considerou que “se ele continuar crescendo, a gente tem que ver como financiar isso".

    O gráfico abaixo mostra a evolução do mínimo desde 2003. Ainda que em linha ascendente os reajustes dados em 2017 e 2018 estão bem abaixo dos que foram aplicados em 2015 e 2016.

    valorizacaodosalarominimo

    Considerada uma das políticas mais revolucionárias do governo de Luiz Inácio Lula da Silva e continuada por Dilma Rousseff até o golpe de 2016, a política de valorização do salário mínimo  se configurou como um avanço institucional importante ao garantir um aumento real do salário em 76%.

    "Se não houvesse o aumento, o valor que é R$ 954 seria em torno de R$ 540", lembrou Clemente Ganz Lúcio, diretor do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). 

    Ganz Lúcio ainda destacou que "ela [a política de valorização] credita previsibilidade aos agentes econômicos, principalmente para os empregadores. É uma política coerente. O aumento real segue o crescimento da economia".

    Golpe de 2016

    O golpe de maio de 2016 trouxe retrocessos imensos. Em 2018, o aumento do salário mínimo ficou abaixo da inflação, o que não ocorria desde 2003, primeiro ano de Lula na presidência. O valor foi reajustado em 6,48%, mas o INPC do ano foi de 6,58%, representando uma perda de 0,1%.

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    Agora, a perda acumulada em dois anos é de 0,34% e o mínimo retornou ao patamar de 2015, segundo cálculos do Dieese.

    Cerca de 48 milhões de pessoas no Brasil recebem salário mínimo. Nesse sentido, avalia o economista do Dieese, há um impacto no crescimento econômico, pois qualquer recurso extra vai para o consumo, o que poderia estimular um crescimento mais sustentável da economia. "Sem a valorização, a capacidade de consumo da classe trabalhadora é dissolvida e a economia não alcança caminhos para a retomada", diz Ganz Lúcio.

    Portal CTB - Com informações das agências

     

  • Jovens endividados é um prejuízo para o país As novas gerações estão sendo acometidas por um cenário de inadimplência geral no país que atualmente afeta 59,8% das famílias brasileiras. Ao menos quatro em cada 10 jovens até 37 anos estão endividados, de acordo dados da Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC). A pesquisa ainda mostrou que o tíquete médio por pessoa da dívida passa dos R$ 3 mil. A pesquisa aponta que 32% da Geração Z (até 21 anos) está endividada e acumula um débito médio de R$ 1.676,00. São 4,4 milhões de pessoas. Os Millennials (idade entre 22 e 37 anos) devem mais do que o dobro: R$ 3.737,00, uma média de 20,6 milhões de cidadãos. A promessa da reforma trabalhista era além de tudo garantir emprego aos jovens. Porém, os novos formatos de trabalho como os intermitentes, deram aos jovens uma ocupação sem garantia de renda. Além de aumentar em níveis alarmantes a informalidade. Com tantos retrocessos e achatamento do salário, pagar as dívidas fica cada dia mais difícil.

    Fonte: bancariosbahia.org.br

  • Publicada pela BBC Brasil, na reportagem “Por que ter filhos prejudica mulheres e favorece pais no mercado de trabalho”, nesta quinta-feira (17), a pesquisa “Como famílias de baixa renda em São Paulo conciliam trabalho e família?”, feita pelo Insper (uma instituição de ensino superior e pesquisa), na periferia da capital paulista comprova o dado cruel: o mercado de trabalho não contrata mulheres que têm filhos.

    O levantamento feito em 2012, foi publicado recentemente em uma revista científica e mostra “a discriminação sofrida pelas mães num mercado de trabalho machista e perverso”, afirma Ivânia Pereira, secretária da Mulher Trabalhadora da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).

    A pesquisa foi feita com 700 moradores de 30 bairros da periferia paulistana, com pelo menos um filho de até 6 anos. Constatou-se que 38% das mulheres casadas que não trabalhavam gostariam de estar empregadas. Pior ainda, praticamente a metade delas reclamou de não ter onde deixar os filhos e por isso serem rejeitadas nos empregos que procuravam.

    Além de serem discriminadas pelo mercado de trabalho, “a falta de creche para que as mães possam deixar seus filhos e filhas em locais de confiança é um dos maiores problemas enfrentado pelas mulheres trabalhadoras”, diz Kátia Branco, secretária da Mulher da CTB-RJ.

    Entre as mulheres separadas, 43%, estava sem emprego na época da pesquisa, 24% disseram não encontrar trabalho e 23% reclamaram não ter acesso a creche ou escola para os filhos. A maioira relata falta de vontade de contratação dos empregadores.

    A maquiadora Thaa Rodrigues, que tem dois filhos, conta à repórter Camilla Veras Mota, da BBC que recebeu um sonoro não em uma entrevista de emprego em uma loja no bairro do Brás, quando disse que tinha dois filhos e era separada. "Em geral, depois do 'Quantos filhos você tem?', eles perguntam, 'mas você é pelo menos casada, não é?'", diz Rodrigues às BBC.

    Para Pereira, essa questão é mais comum do que se imagina porque “o capital quer a reprodução da força do trabalho para manter um exército de reserva e dessa forma deixar a mão de obra com custo baixo, mas a reprodução humana é altamente castigada”.

    casal e crianca

    Madalozzo revela também que boa parte dos homens entrevistados percebe uma certa valorização no trabalho com a chegada do primeiro filho. “De forma geral, eles afirmam que a paternidade os fez mais responsáveis e que os patrões perceberam e os recompensam por isso", explica a pesquisadora.

    A especialista em planejamento financeiro Sonia Tomiyoshi, conta à revista Crescer que foi recusada em um processo seletivo de uma empresa por ser mãe. Ela conta que depois de dois meses e aprovada em todas as etapas do processo recebeu uma ligação lhe agradecendo.

    Segundo ela, a pessoa disse não ter “dúvidas de que eu era a melhor candidata e faria um bom trabalho, mas que infelizmente a diretoria não me contrataria por ter dois filhos pequenos”.

    O fato acontece porque “a cultura patriarcal reforça a ideia de que homens com filhos não fazem greve, não defendem seus direitos, devido às maiores responsabilidades”, argumenta Branco.

    Além do mais, complementa ela, “de uma maneira geral é responsabilidade da mãe que cuida das crias, é a mãe que falta ao trabalho quando o filho fica doente, enquanto o pai fica mais firme no trabalho para prover o lar”.

    A pressão sobre as mulheres é tamanha que “existem fábricas que exigem que mostrem o absorvente menstruado para comprovar que não estão grávidas”, conta Pereira. “Exigem que não seja casada, que não tenha namorado”.

    A secretária da Mulher Trabalhadora da CTB nacional, Pereira, diz que o preconceito é tão incutido, inclusive nas mulheres, que os homens participantes do Curso de Paternidade Responsável do Sindicato dos Bancários de Sergipe reclamaram no sindicato que suas companheiras não confiavam neles para cuidar de seus bebês. A solução encontrada foi “fazer o curso para os casais e acabar com essa desconfiança”, conta ela.

    Branco lembra ainda que “as mulheres recebem quase 30% a menos que os homens e são as primeiras a serem demitidas e as últimas a conseguir recolocação no mercado de trabalho. Além de existirem pouquíssimas mulheres em cargos de chefia tanto o setor público quanto no privado”.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgado quarta-feira (13) revela que cerca de 61% da força de trabalho mundial estão no mercado informal, o que em números absolutos significa 2 bilhões de pessoas. Entre os que atuam por conta própria, 85% estão nesta condição e entre os assalariados (que constituem a maioria do mercado de trabalho), 40%.

    Os dados são relativos a 2018 e, além de problemas estruturais no mercado de trabalho dos países mais pobres, refletem a crescente precariedade que o sistema capitalista vem impondo à classe trabalhadora em todo o mundo. É preciso notar que a precariedade avança de forma perversa com o ingresso de novas tecnologias e o progresso da produtividade do trabalho associado às políticas neoliberais contra conquistas e direitos da classe trabalhadora, incluindo a seguridade social.

    Posição das pessoas no mercado de trabalho mundial (em %)

    Empregadores: 3

    Assalariados: 52

    Por conta própria: 34

    Trabalho familiar: 11

    Fonte: OIT

    "Significativamente, os trabalhadores informais são muito mais propensos a viver em condições de pobreza do que os trabalhadores formais", constata a OIT. "É importante notar, porém, que a formalidade não é garantia de escapar da pobreza e que os trabalhadores informais não se limitam a ser pobres", complementa a organização.

    Com efeito, no Brasil muitos assalariados com carteira assinada ganham o salário mímino, ainda muito aquém de um valor capaz de garantir uma sobrevivência digna e à margem da pobreza. Conforme sugere a estimativa do Dieese, o salário mínimo necessário para sustentar uma família de quatro pessoas, previsto na Constituição, deveria ser de R$ 3.928,73 em dezembro do ano passado, quando o salário mínimo vigente valia R$ 954,00.

    A pesquisa da Organização Mundial do Trabalho retrata o mercado de trabalho global, mas a situação no Brasil não é diferente. Sob muitos aspectos é ainda mais grave. Em 2018, a soma de pessoas trabalhando por conta própria ou no mercado informal em nosso país fechou uma vez mais acima da quantidade de empregados com carteira assinada, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).

    Ao final do ano passado, o Brasil tinha 33 milhões de pessoas trabalhando com carteira assinada (sem considerar empregados domésticos). Outras 11,5 milhões estavam atuando sem carteira, e outras 23,8 milhões por conta própria. E o que é pior: cerca de 27 milhões estavam na condição de desempregados e subocupados, sendo mais de 12 milhões caracterizados pelo IBGE como desempregados diretos acrescidos de 4 milhões de desalentados.

    Embora esquecido e obscurecido pela mídia hegemônica o fato é que a crise no mercado de trabalho brasileiro tem muito a ver com as políticas neoliberais do governo Temer, que assumiu em 2016 após um golpe de Estado, promoveu um novo regime fiscal recessivo e uma reforma trabalhista que, apimentada pela liberação geral da terceirização, contribuiu para acentuar a precarização do mercado de trabalho e a redução de salários e direitos.

    O governo Bolsonaro está radicalizando esta orientação, ampliando a ofensiva contra a classe trabalhadora com o fim do Ministério do Trabalho, o anúncio da carteira de trabalho verde e amarelo (sem nenhum direito e baseada no acordo individual entre patrão e empregado), a reforma da Previdência e nova rodada de privatizações. Se não houver uma reação à altura as condições de trabalho retrocederão aos primórdios do capitalismo, quando inexistiam leis trabalhistas e a jornada diária média de trabalho chegava a 16 horas (o que é realidade hoje para muitos motoristas de aplicativos e outros profissionais). 

    Mais pessoas inativas

    A pesquisa da OIT aponta que a proporção de pessoas que fazem parte da força de trabalho vem caindo nos últimos 25 anos, embora contraditoriamente a taxa do desemprego venha aumentando. Este aparente paradoxo encontra sua explicação no avanço da automação, que substitui o ser humano pela máquina, na redução das taxas de crescimento das economias, que deprime a demanda por mão de obra e na ampliação do exército de desalentados, que desistiram de procurar emprego.

    Atualmente, o número de pessoas com idade de trabalhar no mundo é de 5,7 bilhões. Entre elas, 3,3 bilhões estão empregadas, enquanto os desempregados somam 172 milhões. Outros 2 bilhões, aproximadamente, estão fora da força de trabalho.

    Divisão da força de trabalho no mundo (em bilhões de pessoas)

    Empregados: 3,3

    Fora da força de trabalho: 2

    Força de trabalho potencial: 0,14

    Desempregados: 0,172

    Fonte: OIT

    Umberto Martins, com informações das agências

     

     

  • Pesquisa divulgada nesta quarta (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), com base nas informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, aponta que pessoas brancas ganham, em média, 72,5% a mais do que um profissional preto ou pardo em 2017.

    Ou seja, em 2017, uma pessoa branca teve rendimento médio de R$ 2.615, já uma pessoas negra (soma da população preta e parda) recebeu R$ 1.516. 

    O Instituto indica que o levantamento não apresenta resultados sobre as pessoas identificadas como amarela (pessoa que se declara de origem japonesa, chinesa, coreana etc.), indígena ou sem especificação.

    Portal CTB - Com informações do IBGE

  • A renda média da população negra no quarto trimestre de 2016 foi 45% inferior à dos brancos, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quinta-feira (23).

    E para piorar, a taxa de desocupação de pardos e negros foi superior à da média nacional, que foi de 12%. Entre os negros, a taxa de desemprego ficou em 14,4% e entre os pardos em 14,1%.

    “Esses dados comprovam que o mercado de trabalho é racista e aprofunda a a discriminação conforme aumenta a crise”, diz Mônica Custódio, secretária de Promoção da Igualdade Racial da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).

    “A situação está ficando cada vez mais difícil, porque o governo de Michel Temer rechaçou as políticas públicas em prol do combate à pobreza e às desigualdades”. O rendimento médio real foi de R$ 2.043. Os brancos receberam em média R$ 2.660, enquanto os pardos, R$ 1.480 e o os negros, R$ 1.461.

    Para Custódio, “acabar com a política de cotas, como fez esse governo, aprofunda as desigualdades e injustiças, relegando a população negra e pobre à margem do mundo do trabalho e da vida”.

    De acordo com o levantamento trimestral, faltou trabalho para 24,3 milhões de pessoas no período, um aumento de 6% em relação ao terceiro trimestre de 2016 e 31,4% a mais que o quarto trimestre de 2015.

    “Os remédios do receituário neoliberal, determinados pelo governo golpista de Temer, farão a situação piorar ainda mais. Precisamos dar um basta em tudo isso, barrando as reformas da previdência e trabalhista. A única maneira de o Brasil vencer essa crise é a retomada do crescimento com distribuição de renda, democracia e combatendo as desigualdades”.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy