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Qua, Jun

Nicarágua

  • O presidente da Nicarágua Daniel Ortega (da Frente Sandinista de Libertação Nacional - FSLN) foi reeleito, no último domingo (6), com 72,1 % dos votos. A primeira-dama, Rosario Murillo foi eleita vice-presidente.

    Cerca de 4,34 milhões de nicaraguenses foram convocados para escolher um presidente, um vice-presidente, 90 deputados da Assembleia Nacional e 20 representantes do Parlamento Centro-Americano.

    Para o secretário de Relações Internacionais da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Divanilton Pereira, este resultado é muito importante para a América Latina e Caribe, principalmente, neste momento de ofensiva conservadora contra os países e povos.

    "A CTB saúda o presidente reeleito, Daniel Ortega, e o povo nicaraguense que demonstrou sua vontade em dar continuidade ao projeto desenvolvido naquele país", declarou o sindicalista. 

     

    Milhares de simpatizantes se concentraram nas principais ruas e praças de Managua, capital do país, para esperar o resultado final e celebrar sua reeleição. A posse acontecerá no dia 10 de janeiro de 2017.

    Ortega integrou a luta pela libertação de seu país da ditadura de Anastasio Somoza e, com o retorno da democracia em 1979, assumiu o cargo de coordenador chefe do governo e ministro da Defesa. Em 1984 foi eleito presidente da República pela primeira vez, governou por 5 anos e em 2006 foi eleito novamente, em 2011 se reelegeu e agora exercerá o cargo pela quarta vez.

    Portal CTB, com agências 

     

     

  • O Parlamento da Nicarágua aprovou, nesta quarta-feira (6), com 64 votos a favor e 27 contra um pronunciamento de apoio ao governo brasileiro que enfrenta uma campanha de difamação da oposição.

    “Diante da ameaça de golpe de Estado, expressamos nosso apoio e solidariedade à atual presidenta do Brasil, Dilma Rousseff”, diz o pronunciamento lido pela primeira secretária da Assembleia nacional Legislativa, Alba Palacios.

    Os parlamentares sandinistas expressaram seu apoio à ordem institucional e ao estado democrático de direito. A declaração também reafirma o compromisso e absoluta solidariedade com o povo e o governo do Brasil que luta em defesa da paz e democracia.

    Além disso, os nicaraguenses se manifestaram em defesa de que a presidenta Dilma Rousseff conclua seu mandato para o período para o qual foi eleita democraticamente. Eles também se solidarizaram com o ex-presidente Lula, vítima das agressões da extrema direita brasileira.

    Com informações da TeleSur