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Sex, Abr

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  • Lula cresce e vai a 37,3% dos votos em pesquisa da CNT/MDA divulgada nesta segunda (20)

    ​A 137ª pesquisa presidencial da CNT/MDA, divulgada nesta segunda-feira (20), aborda as intenções de votos nas eleições de outubro em cenários de primeiro e segundo turnos, com e sem a presença de Lula.

    Este é o primeiro levantamento realizado pelo instituto desde o início oficial da campanha eleitoral 2018. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 18 de agosto de 2018. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões do país.

    Os resultados mostram crescimento e liderança do ex-presidente Lula na intenção de voto para presidente da República, com Jair Bolsonaro na segunda posição. O ex-presidente ganha em todos os quatro cenários simulados de segundo turno. 
     
    Outro dado levantado na pesquisa é a certeza do voto - entre os eleitores de Lula, 82,3% consideram o voto como definitivo. 
     
    Sem Lula 
     
    Caso o ex-presidente Lula seja impedido de concorrer a presidente da República, dos 37,3% que afirmam votar nele na pergunta estimulada, 17,3% iriam para Fernando Haddad.
     
    O restante dos votos se distribuiria da seguinte maneira: 11,9% para Marina Silva, 9,6% para Ciro Gomes, 6,2% para Jair Bolsonaro, 3,7% para Geraldo Alckmin, 0,8% para Guilherme Boulos, 0,7% para Alvaro Dias, 0,7% para Henrique Meirelles, 0,5% para Vera; 0,3% para Cabo Daciolo, 0,3% para João Amoêdo, 0,1% para João Goulart Filho.
     
    Nos cenários de 2º turno sem o ex-presidente Lula, observa-se empate técnico nas seis simulações realizadas, envolvendo os nomes de Jair Bolsonaro, Marina Silva, Geraldo Alckmin e Ciro Gomes. 
     
    A avaliação da atuação do presidente Michel Temer e a sua aprovação atingem os menores níveis da série histórica das pesquisas CNT de Opinião, realizadas desde 2001. É positiva para 2,7% dos entrevistados contra 78,3% de avaliação negativa. A aprovação do desempenho pessoal do presidente atinge 6,9% contra 89,6% de desaprovação
     

    Resumo dos resultados

    Eleição presidencial 2018 

    Lula: 37,3%
    Jair Bolsonaro: 18,8%
    Marina Silva: 5,6% 
    Geraldo Alckmin: 4,9% 
    Ciro Gomes: 4,1% 
    Alvaro Dias 2,7% 
    Guilherme Boulos: 0,9% 
    João Amoêdo: 0,8% 
    Henrique Meirelles: 0,8% 
    Cabo Daciolo: 0,4% 
    Vera: 0,3% 
    João Goulart Filho: 0,1% 
    José Maria Eymael: 0,0% 
    Branco/Nulo: 14,3% 
    Indecisos: 8,8%.
     
    • Entre os eleitores de Lula, 82,3% consideram o voto como definitivo e 17,7% consideram que pode mudar. 
    • Entre os eleitores de Jair Bolsonaro, 70,7% consideram o voto como definitivo e 29,3% consideram que pode mudar. 
    • Entre os eleitores de Marina Silva, 33,9% consideram o voto como definitivo e 66,1% consideram que pode mudar. 
    • Entre os eleitores de Geraldo Alckmin, 36,7% consideram o voto como definitivo e 63,3% consideram que pode mudar. 
    • Entre os eleitores de Ciro Gomes, 37,3% consideram o voto como definitivo e 62,7% consideram que pode mudar. 
    • Entre os eleitores de Alvaro Dias, 64,8% consideram o voto como definitivo e 35,2% consideram que pode mudar. 
     
    2º TURNO: Intenção de voto ESTIMULADA

    CENÁRIO 1: Lula 49,4%, Ciro Gomes 18,5%, Branco/Nulo: 27,2%, Indecisos: 4,9%.
    CENÁRIO 2: Lula 49,5%, Geraldo Alckmin 20,4%, Branco/Nulo: 25,2%, Indecisos: 4,9%.
    CENÁRIO 3: Lula 50,1%, Jair Bolsonaro 26,4%, Branco/Nulo: 19,1%, Indecisos: 4,4%.
    CENÁRIO 4: Lula 49,8%, Marina Silva 18,8%, Branco/Nulo: 26,7%, Indecisos: 4,7%.
    CENÁRIO 5: Jair Bolsonaro 29,4%, Ciro Gomes 28,2%, Branco/Nulo: 32,7%, Indecisos: 9,7%.
    CENÁRIO 6: Jair Bolsonaro 29,4%, Geraldo Alckmin 26,4%, Branco/Nulo: 35,0%, Indecisos: 9,2%.
    CENÁRIO 7: Jair Bolsonaro 29,3%, Marina Silva 29,1%, Branco/Nulo: 33,3%, Indecisos: 8,3%.
    CENÁRIO 8: Ciro Gomes 26,1%, Marina Silva 25,2%, Branco/Nulo: 40,0%, Indecisos: 8,7%.
    CENÁRIO 9: Marina Silva 26,7%, Geraldo Alckmin 23,9%, Branco/Nulo: 40,8%, Indecisos: 8,6%.
    CENÁRIO 10: Ciro Gomes 25,3%, Geraldo Alckmin 22,0%, Branco/Nulo: 42,6%, Indecisos: 10,1%.
     
    Portal CTB com informações da CNT/MDA
     
     
  • Pesquisa aponta que maioria é contra privatização e fim da CLT

    As estatais são fundamentais para o crescimento de qualquer país e o brasileiro sabe disso. Tanto que a maioria é contra a privatização das empresas públicas. Seis em cada 10 (60%) discordam da possibilidade de as estatais serem entregues ao grande capital privado.

    Os brasileiros também são contra mudanças na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), revela o Datafolha. De acordo com a pesquisa, 57% não concordam com mudanças que venham a reduzir os direitos dos trabalhadores. As duas propostas estão entre as principais bandeiras do atual governo.

    Sobre as privatizações, embora o presidente Jair Bolsonaro toda hora mude de opinião, dependendo da reação das redes sociais, a equipe econômica, liderada pelo ministro Paulo Guedes, quer entregar tudo de mão beijada ao grande capital privado. 

    Entre idas e vindas, por enquanto, confirmaram a venda da Embraer e da Eletrobras. Mas a lista de Guedes tem ainda Petrobras, Caixa, Banco do Brasil, BNDES e todas as outras estatais.  

    A pesquisa mostra que apenas 34% dos brasileiros concordam com as privatizações. A maioria (56%) se concentra entre os mais ricos, tem nível superior completo, é homem e morador das regiões Centro-Oeste e Norte. Mulheres, pessoas com escolaridade média, moradores do Sul e Nordeste são maioria entre os que são contra a venda das empresas públicas.

    Em relação ao aprofundamento da reforma trabalhista, com a redução de mais direitos, novamente, a maior parte dos que concordam se concentra entre os homens e a população mais rica do país. Por região, desta vez, os moradores do Sul são os que mais concordam. 

    Fonte: Bancários da Bahia

  • Pesquisa XP Ipespe: apenas 40% da população aprova gestão Bolsonaro

    A agência de notícias Reuters divulgou, na tarde desta quinta (17), pesquisa XP Ipespe  que avaliação da popularidade e da aprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro.

    De acordo com os dados, apenas 40% avaliam o novo governo como ótimo ou bom. 20% dos entrevistados avaliam como ruim ou péssimo os primeiros dias de governo.

    Para 29% dos entrevistados o início do governo é regular e 11% não souberam opinar ou se negaram a responder.

    Congresso Nacional

    A pesquisa também avaliou a nova composição do governo. Os dados apontam que para 37% a nova composição reprovam a nova composição. Já 24% negativa consideram regular e 17% disseram considerar ótimo ou bom.

    A pesquisa foi preparada pela XP Investimentos em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), e tem margem de erro de 3,2 pontos percentuais.

    Portal CTB - Com informações das agências

     

  • Popularidade de Bolsonaro em queda livre, indica pesquisa

    A aprovação do Governo de Jair Bolsonaro (PSL), que completa cem dias na semana que vem, continua em queda livre. Os números da pesquisa Atlas Político, feita com 2.000 pessoas entre os dias 1 e 2 de abril, indicam que há um triplo empate entre aqueles que acham a gestão ultraconservadora boa/excelente (30,5%), regular (32,4%) e ruim/péssimo (31,2%). Aqueles que aprovam de maneira mais enfática o presidente já estão numericamente atrás daqueles que desaprovam ou acham sua gestão regular.

    Na pesquisa Atlas Político de fevereiro, o presidente aparecia com 38,7% de ótimo/excelente, 29,6% regular e 22,5% ruim/péssimo. A tendência mudou. Os números atuais também são menos expressivos do que a última pesquisa Ibope, que mostrou Bolsonaro com 34% de ótimo ou bom –mais um termômetro da desidratação, ainda que as cifras não sejam diretamente comparáveis, por causa da diferença das metodologias utilizadas pelos levantamentos.

    A pesquisa também mostra como alguns temas defendidos pelo Governo são encarados pelo eleitorado. De acordo com os números, 50,7% são contra ampliar o porte de armas, enquanto que 41,6% são favoráveis. Os resultados permaneceram praticamente iguais aos de fevereiro, com uma leve oscilação para cima no índice dos que são contrários. "O que aconteceu em Suzano pode ter influenciado", explica Roman.

    Os números do Atlas Político mostram, neste tema, um cenário mais em disputa do que os do Instituto Datafolha. Perguntados se era preciso facilitar o acesso a armas para as pessoas, 69% dos entrevistados do Datafolha disseram discordar totalmente ou em parte. Uma das primeiras medidas de Bolsonaro foi um decreto que ampliava o acesso a armas. Ainda na matéria, há sinais preocupantes para o Governo, e para Moro. A maioria dos entrevistados, 68,9%, acredita que a criminalidade está aumentando, apesar do discurso linha-dura do ultraconservador presidente.

    Previdência

    Já com relação à reforma da Previdência, existe uma clara divisão entre os entrevistados: 45,7% são contra as mudanças propostas pela equipe do ministro da Economia Paulo Guedes, enquanto que 43,9% são favoráveis. Não é de todo uma má notícia para o Governo. Em fevereiro havia menos pessoas a favor da reforma: 39,5%, enquanto que os contrários somavam 46,4%. "Existe uma tentativa de defender o Governo e uma mobilização a favor da reforma, o que contribui para aumentar o apoio a ela", explica o diretor do instituto. A maioria, 45,5%, acredita que a economia vai melhorar nos próximos seis meses, enquanto que 27,3% é mais pessimista com relação ao futuro próximo.

    Além disso, 87,1% se mostraram a favor da prisão do ex-presidente Michel Temer (MDB) e 57,9% a favor da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre os que participaram da pesquisa, 71,4% também se mostram a favor do Bolsa Família, o principal programa social do Governo Federal. E, apesar do discurso contra a chamada velha política de Bolsonaro, 44,2% ainda acredita que a corrupção está aumentando, enquanto que 27,7% diz que está diminuindo.

    Com informações do El País