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Seg, Jul

Políticas Educacionais

  • Ataques à educação acabam com o futuro da nação, diz Contee. Assista!

    No vídeo divulgado nesta segunda-feira (16), a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee) lista alguns projetos que põem a profissão docente e a educação na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), com sério riscos de falecimento sumário. “PEC do fim do mundo, terceirização, reformas trabalhista e da previdência, reforma do ensino médio, Lei da Mordaça”. E seguem reticências, porque as ameaças são infindáveis.

    “Ataques que estão colocando em risco a educação e o magistério”, diz a apresentação do vídeo no site da Contee. 

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     Contee lança campanha nacional pela valorização profissional do magistério

     Dia dos Professores: Educadoras e educadores da CTB dizem que vale a pena viver pela educação

    O vídeo é sequência da Campanha Nacional contra a Desprofissionalização do Professor iniciada pela Contee. “Esse movimento deve ser fortalecido em todo o país para mostrarmos à sociedade a importância de valorização dos profissionais e da educação como área essencial para a melhoria de vida das pessoas”, diz Marilene Betros, secretária de Políticas Educacionais da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).

    Por isso “apagar o professor é apagar o futuro", conclui o vídeo da Contee. Assista abaixo: 

    Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy

  • Coletivo da CTB prepara ações em defesa de uma educação pública, democrática e inclusiva

    No primeiro dia da 20ª Reunião da Direção Executiva da CTB - quinta-feira (14) -, o Coletivo Nacional de Educação da central planejou as ações para o ano que vem em defesa da educação pública, democrática, inclusiva e laica.

    “O golpe de Estado de 2016 mostrou a que veio de cara, cortando investimentos da educação pública, entregando o pré-sal para multinacionais, tirando ainda mais verbas dessa área estratégica para qualquer nação”, informa Marilene Betros, secretária de Políticas Educacionais da CTB.

    A Emenda Constitucional 95/2016 congelou os investimentos públicos por 20 anos, praticamente “liquidando com o Plano Nacional de Educação (PNE), com suas 20 metas para serem cumpridas em 10 anos”, afirma.

    Entre os principais objetivos do PNE consta a Meta 20 que determina a aplicação de 10% do Produto Interno Bruto em educação. Além dos cortes orçamentários, “os profissionais da educação vêm sofrendo ameaças de censura através do projeto Escola Sem Partido, que na verdade é a escola do partido do pensamento único e reacionário”, diz Betros.

    coetivo educacao ctb 2017 1

    E para piorar, aproveitando-se da reforma trabalhista, os barões da educação começam a demitir educadores para contratar outros com salários menores e em condições de precariedade absoluta.

    Por isso, o Coletivo da CTB reafirma a necessidade de atuação firme na Conferência Nacional de Educação Popular (Conape) e na Conferência Nacional de Educação (Conae), juntamente com os movimentos educacionais do país para se contrapor aos projetos do Ministério da Educação (MEC), que privilegiam os interesses empresariais no setor.

    “O MEC atacou frontalmente o Conselho Nacional de Educação e o Fórum Nacional de Educação”, denuncia Betros. “Esses ataques objetivam minar a nossa resistência aos planos de acabar com a educação pública nos níveis médio e superior, mas resistiremos”.

    A secretária cetebista reforça ainda que “a CTB se prepara para marcar presença em todas as manifestações que visem melhorias na educação pública e valorização dos profissionais. Educação deve ser prioridade absoluta de qualquer país que almeje crescer co independência e liberdade”.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • CTB leva mensagem de resistência e luta ao Congresso da Fise, no México

    A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) participa do 18º Congresso da Federação Internacional do Ensino (Fise), na Cidade do México, neste sábado (4) e domingo (5).

    “Diremos às educadoras e educadores de todo o mundo que não aceitaremos que retirem nossos direitos, pelo contrário, queremos avanços”, diz Marilene Betros, secretária de Políticas Educacionais da CTB.

    Já a organização do evento afirma que “o 18º Congresso da Fise será um congresso militante democrático que elegerá a nova liderança. Lá, vamos discutir sobre os sérios problemas dos trabalhadores na educação e decidiremos o plano de ação e o fortalecimento da Fise para os próximos cinco anos”.

    Uma das principais críticas à conjuntura se dá à Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) - entidade europeia - que tenta determinar uma visão mercantilista da educação.

    Para os organizadores do evento, “o conteúdo da educação em todos os níveis está sendo adaptado à decisão da OCDE que quer que a educação seja uma mercadoria. Uma mercadoria que dá dinheiro”.

    Betros relata que o Ministério da Educação (MEC), do governo golpista de Michel Temer, também trata a educação como mercadoria e “pretende inicialmente privatizar as universidades públicas federais e o ensino médio”.

    De acordo em ela, essa será a mensagem da CTB no Congresso da Fise. Mas, “mostraremos que tem luta, e para resistir, precisamos de sindicatos fortes e atuantes nos locais de trabalho para esclarecer, conscientizar e mobilizar a classe trabalhadora”.

    Além do mais, complementa a sindicalista baiana, “o governo brasileiro reduz os investimentos na educação que estão congelados por 20 anos” e, para piorar, “prefeitos e governadores não respeitam nem a Lei do Piso Salarial Nacional do Magistério”.

    Ela ressalta ainda que a reforma trabalhista causa mais prejuízos porque “os empresários da educação estão demitindo e efetuando contratos intermitentes ou terceirizando, deixando o que já era precário, ainda mais precarizado”.

    Por isso, reforça o texto da Fise, “é necessário acelerar e coordenar a ação dos sindicatos de professores. Defender a mão-de-obra, o salário, os direitos de segurança social em todos os níveis”.

    Para Betros o desafio de unir a classe trabalhadora e elevar a sua consciência política é um trabalho urgente do movimento sindical. “Precisamos mostrar, inclusive, que a melhoria dos níveis educacionais não se dá apenas no âmbito da luta educacional, mas também no enfrentamento à exclusão, à concentração de renda e às disparidades regionais e sociais, o que exige ações políticas e sociais articuladas”.

    Marcos Aurélio Ruy - Portal CTB

  • Em seu Congresso, educadores da infância renovam a fé na luta por uma educação inclusiva

    Na cerimônia de abertura do 13º Congresso do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin), na manhã desta quarta-feira (8), na capital paulista, o que se viu foi uma demonstração de vigor na vontade de resistência para o país retomar o rumo do crescimento. O tema do Congresso é "Cirandando: Práticas e Saberes na Educação Infantil"

    Claudete Alves, presidenta do Sedin, ressaltou a importância do “Manifesto pela Educação Infantil no Brasil”, da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). “Pela primeira vez na história do país, uma central sindical faz um manifesto em defesa da educação infantil”.

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    O manifesto ficou para ser lido na parte da tarde por Marilene Betros, secretária de Políticas Educacionais da CTB. “A educação infantil é a base de tudo para um desenvolvimento pleno das crianças em toda a sua vida escolar”, define. Por isso, “os profissionais precisam ser valorizados”.

    Já Adilson Araújo, presidente nacional da CTB, reforçou que a educação infantil é “um direito universal consagrado na Constituição e só a luta pode garantir boas condições de trabalho e infraestrutura adequada para uma boa relação ensino-aprendizagem”.

    Assista a abertura na íntegra: 

    Todos os oradores defenderam a importância de sacudir a poeira e dar a volta por cima e convocaram as educadoras a tomarem as ruas na sexta-feira (10) contra as reformas do governo ilegítimo de Michel Temer.

    Rene Vicente, presidente da CTB-SP, disse que o “país passa por uma das maiores crises de sua história” e defendeu a unidade da classe trabalhadora para a sua superação. “Precisamos também lutar para a regulação da mídia para termos uma comunicação realmente democrática e voltada para os interesses do povo”.

    Já o conselheiro do Sedin, Francisco Antônio de Oliveira afirmou que “defender a educação infantil é defender a vida de nossas crianças”. César Augusto do Nascimento, supervisor da Diretoria Regional de Ensino da Capela do Socorro – bairro paulistano – disse que as educadoras e educadores precisam “ser mais solidários”. Para ele, na educação “todos têm que ser valorizados” e a principal questão não é a falta de verbas, mas sim “falta de priorizar o que realmente é importante”.

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    O vereador Antônio Donato (PT) saudou o Congresso. Ele lembrou que foi uma conquista importante a educação infantil sair da assistência social e passar para a educação, mas “em São Paulo, a administração municipal está alinhada com as políticas de desmonte do Estado e dos serviços públicos”.

    A presidenta do Sedin declarou aberto o 13º Congresso afirmando os três eixos que norteiam as educadoras e educadores da infância paulistana: “Doria é inaceitável, Alckmin é inaceitável e Temer é inaceitável”, finalizou sob intensos aplausos.

    Depois foi a vez da deputada estadual e cantora Leci Brandão (PCdoB) interpretar a sua música Anjos da Guarda: “Professores/Protetores das crianças do meu país/Eu queria, gostaria/De um discurso bem mais feliz/Porque tudo é educação/Na sala de aula/É que se forma um cidadão”. Foi ovacionada.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Secretaria de Políticas Educacionais é criada para fortalecer a educação como prioridade absoluta

    Uma das secretarias criadas no 4º Congresso Nacional da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadora do Brasil) foi a de Políticas Educacionais, assumida pela professora baiana Marilene Betros.

    Para ela, já era hora de a CTB ter essa secretaria para mostrar que a educação é a base de tudo. “Um país que investe em educação tem um retorno sem parâmetros para o seu futuro. Investimentos na educação pública melhoram inclusive o mundo do trabalho com profissionais mais qualificados e conscientes de seus direitos”.

    Betros, que é dirigente da CTB-BA e da APLB-Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia, afirma que uma educação pública, laica e de qualidade pode trazer “um novo olhar para todos os problemas existentes” e dessa forma “encontrar soluções democráticas, que privilegiem a liberdade e os direitos humanos, respeitando as diferenças e a vida”.

    Principalmente, diz ela, “para a juventude decidir livremente o seu caminho e o seu futuro”. A sindicalista lembra ainda que o Brasil é carente de mão de obra qualificada em muitas áreas. Por isso, “cabe à nova secretaria da CTB trazer à tona debates que proporcionem luz sobre as necessidades dos nossos jovens e suas visões de mundo e de como se relacionam com o trabalho e a sociedade”.

    Para a CTB, de acordo com Betros, “a educação é a mola propulsora do desenvolvimento autônomo da nação”. Justamente agora que a “educação pública está sob ataque cerrado do governo golpista”.

    “O nosso objetivo com a Secretaria de Políticas Educacionais é instrumentalizar o movimento sindical e a nossa central para a luta contra esses ataques e lutar pela valorização profissional e por uma educação democrática, como deve ser em um país civilizado”.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy