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Ter, Fev

prefeitura de São Paulo

  • Greve dos servidores paulistas continua e adesão é crescente

    A queda de braço entre servidores públicos e o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, parece ainda longe de um desfecho. Os trabalhadores realizaram uma grande manifestação seguida de assembleia na quinta-feira (7) em que decidiram, por unanimidade, dar continuidade à greve unificada deflagrada no dia 4 de fevereiro. Uma nova assembleia foi convocada para 13 de fevereiro, às 14 horas, diante da Prefeitura, no Viaduto do Chá.

         A pauta de reivindicações dos servidores é composta por cinco eixos:

         1 - Revogação da Lei nº 17.020/2018, que cria o Regime de Previdência Complementar, a Sampaprev e aumenta a contribuição previdenciária dos servidores de 11% para 14%;

         2 - Valorização dos servidores públicos;

         3 - Valorização do serviço público;

         4 - Revisão geral salarial de 10% para os servidores ativos, aposentados e pensionistas, pondo fim à política de reajuste adotada pela Prefeitura nos últimos anos de conceder ao funcionalismo reajuste de 0,01%;

         5 - Nenhum confisco.

    A luta do funcionalismo em torno da reforma da Previdência municipal começou em 2015, contra o Projeto de Lei nº 558, que criava a Sampaprev. Em agosto de 2016, como resultado dos protestos dos trabalhadores, o PL foi retirado da Câmara. Foi representado ao Legislativo como o PL nº 621/2016, que também não prosperou. Os servidores impediram a aprovação deste projeto no governo Doria realizado uma manifestação que reuniu cerca de 100 mil pessoas contra o que foi chamado de confisco de salários.

    Os líderes da greve unificada das diferentes categorias que compõem o funcionalismo reafirmaram que a luta continua, agora pela revogação da Lei nº 17.020 (Sampaprev) e em defesa dos serviços públicos, dos servidores e seus direitos.

    O Comando Unificado do Conjunto dos Servidores realizará atos em várias regiões da cidade, com panfletagem e orientação à população sobre a importância da greve do funcionalismo e da participação de todos contra a reforma da Previdência municipal, que retira direitos dos trabalhadores.

  • O Corinthians joga hoje (8) para tirar o machismo de campo de uma vez por todas

    A secretária de Políticas para as Mulheres da prefeitura de São Paulo, Denise Motta Dau, explica que a secretaria fez uma parceria inédita com o Corinthians para comemorar os 10 anos de vigência da Lei Maria da Penha.

    Os jogadores do time paulista, que enfrenta o Cruzeiro pela última rodada do Brasileirão 2016, nesta segunda-feira (8), às 21h, no Estádio do Pacaembu, entrarão em campo com uma faixa com os dizeres: “Tire o Machismo de Campo”. Dau conta que a parceria foi firmada com muito entusiasmo de ambas as partes. "Faremos o lançamento no início do jogo", diz. 

    Também será distribuído material sobre a importância da Lei Maria da Penha e da necessidade de enfrentamento da violência contra as mulheres. “Precisamos debater o machismo, que vem matando milhares de mulheres todos os anos”.

    A secretária destaca a importância da parceria. "Este passo inicial, com a participação de um dos times de futebol mais populares do mundo, pode abrir o diálogo entre mulheres e homens para a construção igualdade e do respeito às pessoas”.

    Veja a camiseta:

    corinthias pmsp maria da penha 10 anos

    corinthians pmsp tire o machismo de campo

    Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy

    Contra a violência:

    ligue 180 viol ncia contra a mulher

  • Paulistanas debatem como as reformas golpistas afetam a vida das mulheres nesta quinta

    O Fórum Nacional das Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais (FNMT) e a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) da prefeitura de São Paulo convidam para o seminário Diálogos sobre o Mundo do Trabalho: o Impacto das Reformas na Vida das Mulheres nesta quinta-feira (8), na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo (rua São Bento, 413).

    “Esse evento já ocorre há 3 anos como forma de a SPM dialogar com as centrais sindicais, principalmente porque as munícipes, em sua maioria, são trabalhadoras e a prefeitura precisa conhecer as cidadãs para formular políticas públicas que contemplem seus anseios”, diz Maria Cristina Corral, coordenadora de Autonomia Econômica da SPM.

    Já Gicélia Bitencourt, secretária da Mulher Trabalhadora da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em São Paulo (CTB-SP) acredita que o tema deste ano é muito pertinente porque “as reformas dos golpistas prejudicam as mulheres de maneira contundente”.

    Para a sindicalista, que representa a CTB no FNMT em São Paulo, argumenta ainda que esses projetos afetam diretamente a vida das mulheres, porque “toda crise incide principalmente sobre nós que somos as primeiras a perder o emprego e as últimas a se recolocar”.

    A secretária de Políticas para as Mulheres, Denise Mota Dau e a economista Marilane Teixeira serão as palestrantes desse evento que faz parte dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, que se encerram no sábado (10), Dia Internacional dos Direitos Humanos.

    DIALOGOS com Centrais

    Serviço

    O que: Diálogos sobre o Mundo do Trabalho: o Impacto das Reformas na Vida das Mulheres
    Onde: Sindicato dos Bancários (rua São Bento, 413, centro, São Paulo)
    Quando: Quinta-feira (8), às 14h

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy