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Qui, Jun

Presidenta Dilma

  • O vídeo a seguir mostra os últimos acontecimentos desde as manifestações contra o governo Dilma. Onde em nome do combate à corrupção, milhares foram às ruas. Aparece claramente a manipulação midiática para favorecer a trama golpista e levar à presidência da República o então vice-presidente Michel Temer e, com isso, barrar todas as investigações sobre corrupção. 

    Em entrevista para o canal golpista Globonews, Temer se trai e confessa golpe ao jornalista Roberto D'Ávila. “E ademais disso, pelo que sei, a senhora presidente utiliza o avião, ou utilizaria, para fazer campanha denunciando o golpe”, disse o presidente golpista. 

    O presidenciável do PDT, Ciro Gomes mais uma vez denuncia o golpe e diz que reconquistou, pelo Supremo Tribunal Federal, o direito de ser testemunha de defesa da presidenta afastada Dilma Rousseff. 

    Ao testemunhar em defesa da presidenta Dilma à Comissão de Impeachment, no Senado Federal, o servidor público, Orlando Magalhães da Cunha, ex-sub secretário de Planejamento e Orçamento do Ministério da Justiça, disse com todas as letras que Dilma não cometeu nenhum crime.

    Ele fez um desabafo e disse ainda que as mudanças de entendimento do Tribunal de Contas da União sobre os procedimentos fiscais está criando um clima de insegurança entre os servidores. "O TCU vai mudar de entendimento de uma hora para outra? Todos os servidores estão preocupados com isso", finalizou. 

    Abaixo o Procurador-Geral da República Rodrigo Janot lista algumas acusações contra o presidente da Câmara afastado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), inclusive de ter contas bancárias na Suíça. 

    O ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra, já falecido, fala em uma reunião na necessidade de paralisação de investigações sobre corrupção. 

    Integrantes do Levante Popular da Juventude, de Porto Alegre, escracharam o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) jogando purpurina contra as atitudes misóginas, homofóbicas e racistas do ainda deputado, réu no Supremo Tribunal Federal, acusado de fazer apologia ao estupro. 

    Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy - Arte do destaque de Maria Dias

  • A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) presente no grande ato do 1º de Maio, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, com Lula e Dilma para fazer este Dia do Trabalhador o maior da história do Brasil.

    Trabalhadores e trabalhadoras contra o golpe de Estado em marcha para devolver o poder à direita entreguista, antinacional e antipopular. Em todo o país, a CTB leva sua brava militância para as ruas em defesa da democracia.

    1º de maio 2016 anhangabau ctb

    A hora é essa. Às ruas para mostrar que o Brasil não é uma “república de bananas”. Se a classe trabalhadora não tomar as ruas para defender suas conquistas e a democracia, a coisa pode ficar muito pior.

    A CTB se mantém firme na luta e defende a unidade de todas as forças democráticas e populares do país para construir uma frente ampla contra o golpe e para fazer o Brasil avançar rumo ao país dos sonhos e do futuro com liberdade, justiça e igualdade. #CTBALutaÉPraValer.

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    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy - Fotos: Joanne Mota

  • Certamente a grande imprensa e o governo interino golpista não badalarão esta decisão do procurador da República Ivan Cláudio Marx, do Ministério Público Federal de Brasília. Se possível, até esconderão. Afinal, ele concluiu em seu parecer que a tal “pedalada” fiscal, motivo que sustenta o afastamento da presidenta Dilma Rousseff, não existiu. Ao contrário do que disse o tribunal de Contas da União, Marx, de forma clara, afirma:

    “No caso da equalização de taxas devidas ao BNDES referentes ao (Plano de Sustentação de Investimento) PSI, não há que se falar em operação de crédito já que o Tesouro deve aos bancos a diferença da taxa e não ao mutuário (…) há um simples inadimplemento contratual quando o pagamento não ocorre na data devida, não se tratando de operação de crédito. Entender de modo diverso transformaria qualquer relação obrigacional da União em operação de crédito“.

    Ou seja, o procurador Marx – será que vão implicar com o sobrenome??? – deixa claro que não houve crime de responsabilidade da presidente. Na sua descrição, houve uma maquiagem que pode ser entendida como Improbidade Administrativa. Mas, não da presidente Rousseff e sim de outros servidores, contra os quais ele manda prosseguir o Procedimento Investigatório Criminal.

    O release da Procuradoria da República do DF é claro e direto:

    “No documento, o procurador da República Ivan Cláudio Marx faz o arquivamento parcial do procedimento no que diz respeito à prática de crime de operação de crédito no caso dos atrasos da União ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)” .

    E agora, o Senado vai insistir em um impeachment quando não há caracterização de crime por parte de quem representa o papel de Fiscal da lei? Isto apenas confirmará o Golpe que o vice-presidente no exercío interino da Presidência e sua trupe tentam esconder.

    Leia aqui a íntegra do relatório do Despacho com Arquivamento Parcial, do procurador Marx. Abaixo, a matéria publicada pela Assessoria de Comunicação da Procuradoria da República.

    Pedalada Fiscal: MPF faz arquivamento parcial na investigação criminal

    Em despacho, procurador explica que não houve crime de operação de crédito no caso dos atrasos da União ao BNDES

    O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) emitiu o primeiro despacho no Procedimento Investigatório Criminal (PIC) que apura a existência de crime nas chamadas pedaladas fiscais de 2015. No documento, o procurador da República Ivan Cláudio Marx faz o arquivamento parcial do procedimento no que diz respeito à prática de crime de operação de crédito no caso dos atrasos da União ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) .

    O Tribunal de Contas da União (TCU) havia apontado suposta operação de crédito realizada pela União, sem autorização do Congresso Nacional. A “manobra” teria decorrido dos atrasos por parte da União nos repasses de valores devidos ao BNDES resultante da devida equalização da taxa de juros no âmbito do PSI.

    Para o procurador, não há que se falar em operação de crédito nesse caso, mas sim de inadimplemento contratual. “No caso da equalização de taxas devidas ao BNDES referentes ao PSI, não há que se falar em operação de crédito já que o Tesouro deve aos bancos a diferença da taxa e não ao mutuário”, explica o procurador no documento. Embora não caracterizado o crime, para o procurador, o ato configura improbidade administrativa. Por isso, a devida definição das responsabilidades segue sendo apurada no inquérito civil.

    O PIC iniciado no MPF/DF havia sido encaminhado à Procuradoria Geral da República (PGR) pelo fato de que algumas pessoas envolvidas na “pedalada fiscal” tinham prerrogativa de foro, como, por exemplo, Nelson Barbosa. No entanto, quando as autoridades perderam os cargos que mantinham a prerrogativa, após o afastamento da Presidente Dilma Roussef em maio deste ano, o procedimento foi devolvido ao MPF/DF para que a investigação criminal seguisse nessa instância juntamente com a investigação de improbidade administrativa. A apuração cível, onde não existe prerrogativa de foro, desde o início, foi conduzida no MPF/DF

    Por Marcelo Auler, do Brasil 247

  • Em um histórico discurso nesta terça-feira (30), José Eduardo Cardozo fez a defesa da presidenta Dilma Rousseff no Senado federal e rebateu os crimes alegados pela acusação, conduzida pelos advogados Miguel Reale Jr e Janaína Paschoal, e que sustentam o processo de impeachment.

    Na primeira etapa de sua defesa, Cardozo comparou o julgamento de hoje com o que se deu durante a ditadura militar, quando Dilma, aos 19 anos, foi presa e torturada por seu ativismo político contra o regime. Cardozo destacou que no passado os militantes políticos eram presos, assassinados e torturados “pelo conjunto da obra”, já que na falta de uma acusação embasada, produziam-se pretextos.

    O mesmo recurso a que os senadores têm recorrido hoje, nas sessões do impeachment no Senado. Na falta de um crime e de provas, eles alegam como motivo maior para sua deposição "o conjunto da obra”.

    Golpe sem tanques

    “Hoje destituições de presidente não se fazem mais com tanques ou com armas. O que é um golpe? Golpe é uma destituição ilegítima de um presidente da República, pouco importando a forma ou o modus pelo qual ele é feito. Não se podia chamar tanques e armas. Criaram-se pretextos jurídicos, pretextos econômicos”, disse Cardozo.

    O objeto deste processo são três decretos de abertura de crédito suplementar e atrasos nas operações financeiras do Plano Safra. Cardozo rebateu ambos em detalhes, explicando as injunções políticas utilizadas nos processos para transformar ações regulares, como os decretos suplementares, realizadas normalmente nas gestões de Lula e de FHC, nos últimos 20 anos, em ações criminosas.

    E ainda lançando mão da retroatividade. Já que a acusação argumenta que Dilma, ao emitir decretos em julho de 2015, descumpriu resolução só aprovada em outubro deste mesmo ano, que alterou a norma. É mais ou menos como mudar a regra do jogo no meio do jogo e punir o jogador por infração retroativamente.

    Justiça retroativa

    Para explicar os decretos, Cardozo citou a Lei de Responsabilidade Fiscal, do ano 2000. “Entende-se que os decretos podem ser baixados, se eu fizer a compatibilização com a meta. De que forma? Através de decretos de contingenciamento. Que estão previstos onde? No art. 9º da Lei de Responsabilidade Fiscal. Por quê? Porque, como o contingenciamento limita o gasto, a autorização de acréscimo do gasto não tem efeito fiscal e não afeta a meta fiscal. E para viabilizar tudo isso, foi feito um procedimento técnico, adotado há mais de uma década, por pareceres técnicos que examinam se há compatibilidade ou não. Isso chega como um despacho burocrático para a Senhora Presidenta da República, com os pareceres dizendo: ‘Olha, esse decreto não afeta a meta’. Isso está aprovado nos autos.” E foi exatamente como ocorreu, até que a norma fosse alterada três meses depois. 

    Sobre as chamadas pedaladas fiscais, que se referem ao Plano Safra, de investimento na agricultura familiar, agronegócios e pequenos agricultores, Cardozo argumentou que não ali nenhuma operação de crédito do governo com os bancos públicos, mas simplesmente um atraso no pagamento, que foi devidamente pago posteriormente. Ele refuta a afirmação de que foi firmado um contrato de crédito entre as partes. 

    "Vocês já viram atraso de pagamento virar novo contrato? Eu nunca vi. Eu atraso um pagamento, "ah, virou um novo contrato". É o mesmo contrato atrasado. Se o empregador atrasa o pagamento do empregado, isso não é um novo contrato. É o atraso do primeiro. É o que aconteceu. É um atraso. Criou-se que esse atraso de pagamento é uma operação de crédito. Sabem por quê? Para dizerem que isso é vedado pela Lei de Responsabilidade Fiscal, para proibirem isso não para o futuro, mas para o passado! ", disse Cardozo.

    Cardozo também exibiu provas de que o Tribunal de Contas da União analisou em 2009 a mesma tabela de créditos adicionais, e que não viu irregularidade e a aprovou. Ele leu trecho do documento, o mesmo que está anexado nos autos do processo. "E se aprovou é por quê? Porque estava certo, a seu ver. Isso em 2009. Se em 2015 entendeu que não estava mais certo, o que aconteceu? Mudança de opinião. Há alguma dúvida nisso?". 

    Mesmo sem existirem dúvidas em relação à possibilidade de crime de responsabilidade neste processo, os senadores continuam dando mostras de que seguirão firme em seu propósito condenatório. Cardozo invocou a Justiça da História, que irá retificar no futuro os graves erros do presente, se o impeachment se confirmar.

    Assista ao pronunciamento na íntegra:

    Portal CTB - foto: Geraldo Magela/Agência Senado

  • O repórter Mehdi Hasan, da TV Al Jazeera, uma das maiores audiências do mundo, fez uma reportagem de pouco mais de 2 minutos com o sugestivo título “O impeachment de Dilma no Brasil: um caso de estudo da hipocrisia?” (Veja o original aqui).

    Hasan é o mesmo jornalista que encostou Fernando Henrique Cardoso na parede recentemente e deixou o ex-presidente sem resposta para justificar o afastamento da presidenta Dilma Rousseff (saiba mais aqui).

    Em reportagem para o programa “UpFront” (Na Frente), o jornalista ironiza o golpe de Estado jurídico-parlamentar em marcha no país e revela ao mundo que o vice-presidente Michel Temer - que tomou de assalto o cargo de Dilma – está inelegível por 8 anos, por crimes eleitorais.

    Assista a reportagem da Al Jazeera 

    Primeiramente “Fora, Temer!”

    Assim como o maior jornal do mundo, o norte-americano The New York Times (leia aqui) e a TV CNN, também norte-americana (assista aqui), a Al Jazeera apresenta a falta de vergonha da elite brasileira que golpeia a democracia contra os interesses nacionais.

    Hasan mostra ainda que Temer também pode sofrer impeachment. E denuncia que o processo contra Dilma foi detonado pelo ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, em julgamento por seus pares, acusado de mentir sobre contas ilegais na Suíça, entre outras inúmeras acusações.

    Além disso, o jornalista denuncia que o presidente do Senado, Renan Calheiros, é acusado na Operação Lava Jato, entre outros ilícitos. Juntamente com diversos outros parlamentares e ministros interinos do Temer, sendo que alguns deles já foram até afastados.

    Mostra para o mundo também que 303, dos 513 deputados federais, estão envolvidos em crimes diversos, que vão de corrupção à utilização de trabalho escravo, passando por acusações de assassinatos. Recentemente, um deles, Marco Feliciano (PSC-SP), foi acusado de estupro por uma jovem.

    O governo golpista, mesmo sem a definição do impeachment, já mostra as garras violando direitos humanos e elaborando projetos que tiram todos os direitos da classe trabalhadora, como o 13º salário e as férias remuneradas, além de arrasar com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Fique de olho!

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

  • O site Brasil 247 comentou editorial da revista Veja (que começa perder o status da mais panfletária do país para a IstoÉ), onde a publicação da editora Abril reconhece que o impeachment nao passará na votação do plenário da Câmara dos Deputados. A semanária de (des)informação aponta três pontos principais para a derrota iminente:

    1) O impeachment não passará na Câmara dos Deputados.

    2) Não há lisura no processo que vem sendo conduzido na casa.

    3) Eduardo Cunha abriu o processo por vingança, confirmando o que vem sendo dito tanto pela presidente Dilma Rousseff como pelo ministro José Eduardo Cardozo.

    Para a revista, "desmoralizado por propinas e contas secretas na Suíça, Cunha com sua presença, contamina a lisura do impeachment". E "faz parecer, como alegam petistas e sequazes, que a corrupção é apenas um pretexto para tirar Dilma do poder. Pior: deu ao governo a chance de alegar, com razão, que o processo de impeachment só foi instalado na Câmara por um ato de 'vingança' de Cunha. Brasília inteira sabe que, de fato, o deputado se revoltou com a recusa do PT em preservar seu pescoço da guilhotina na comissão de ética."

    Também afirma que "Cunha é o aliado errado. Se, por algum infortúnio, o impeachment de Dilma não prevalecer na Câmara, os políticos que aceitaram a aliança com Cunha talvez tenham algo a dizer aos milhões de cidadãos que lamentarão a derrota".

    O editorial da publicação da família Civita mostra que as forças democráticas e populares brasileiras unidas podem impulsionar o país para a frente e impedir qualquer retrocesso. Se os deputados querem mesmo ouvir a voz das ruas aí vai: "Não Vai Ter Golpe".

    Nem os discursos dos oposicionistas na Comissão do Impeachment na Câmara apresentam qualquer acusação de ilítico que se possa levar em conta contra a presidenta Dilma.

    Pesquisa mostra Lula em curva ascendente

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    No sábado (9), o Datafolha publicou uma pesquisa sobre a corrida presidencial, na qual o ex-presidente Lula mostra crescimento, espantoso para quem não acompanha o movimento popular que de umas semanas para cá tomou as ruas do país contra o golpe.

    Em todos os cenários Lula cresce e os três possíveis candidatos do PSDB caem. Com Aécio, Lula aparece me primeiro com 21% e o tucano com 17%. Quando o candidato do PSDB é Alckmin, Lula aparece com 22% em empate técnico com Marina que tem 23% das preferências no momento, mas a candidata aparece ou estagnada ou em queda.

    Virou piada na internet um ato falho do jornal Folha de S.Paulo onde diz que a candidata Marina "subiu" fortemente de 23% para 23%.

    No cenário 3, com Serra candidato do PSDB, Lula fica com a preferência de 22% das eleitoras e dos eleitoras, empatado com Marina. Já com os três tucanos na disputa a situação de Lula fiaca ainda melhor. O petista sai do empate técnico e aparece com 21%, enquanto Marina aparece em segundo lugar com 16%.

    A pesquisa, realizada entre os dias 7 e 8, mostra também queda de sete pontos percentuais, em menos de um mês, no apoio ao impeachment, eram 68% há três semanas e agora são 61%. Outro dado importante de se notar é que 40% dos pesquisados escolhem Lula como o melhor presidente da história do país.

    Parece que a força das ruas começa atingir à população brasileira e que a classe trabalhadora começa a entender o prejuízo que seria um golpe de Estado no país. 

    Portal CTB  com agências

     

  • A ESPN rescindiu nesta sexta-feira (30) o contrato com o jornalista José Trajano alegando contenção de despesas. A informação foi confirmada ao Portal Vermelho pelo próprio Trajano em conversa por telefone no início desta tarde. O jornalista, fundador do canal e atuante na empresa há 21 anos, definiu as razões alegadas pela ESPN como “esquisitas”. Para ele, “não tiveram coragem de dizer os reais motivos”.

    Um dos comentaristas esportivos mais populares do país, Trajano se surpreendeu com a notícia, que foi dada a ele em uma reunião de “cinco minutos” realizada na quinta-feira (29) com o “German”. German Von Hartenstein é o diretor da ESPN.

    “Eu esperava que isso acontecesse há algum tempo mas não agora”, disse Trajano.

    Combate ao golpe

    Contundente no posicionamento político, José Trajano havia sido “orientado” pela ESPN a amenizar os comentários políticos após ele se declarar contra o golpe de Estado, que se consolidou no país contra a presidenta eleita Dilma Rousseff.

    Ao Portal Vermelho, ele gravou um vídeo convocando os paulistanos a participarem de atos na paulista. Também esteve presente em manifestações contra o golpe promovidas por entidades que atuam pela democratização da comunicação.

    Críticas ao governo Temer

    Em um meio de raras manifestações políticas, Trajano fez críticas ao governo interino de Michel Temer e condenou com veemência as declarações de Romero Jucá, que afirmou em gravações que o objetivo do impeachment contra a presidenta era acabar com as investigações da Lava Jato já que Dilma deu toda a autonomia para que a operação se fortalecesse.

    Protesto contra cultura do estupro

    “Sem papas na língua”, o comentarista foi alvo de comentários da turma do ódio nas redes sociais quando criticou a participação de Danilo Gentili em um programa da emissora. Ao vivo, Trajano fez um protesto.

    “O canal abrigou esta semana um personagem engraçadinho, que se porta como um sujeito que faz apologia do estupro. Em nome do humor, dizendo que no humor cabe tudo. Esse grupo ficou enojado com a presença dele”, declarou Trajano. Em 2012, Gentili elogiou uma relação sexual no programa Big Brother. Na cena, a participante estava alcoolizada.

    O jornalista apresentava o programa Linha de Passe na ESPN todas as segundas e sextas-feiras.

    Fonte: Portal Vermelho, por Railídia Carvalho

  • Os golpistas já davam como favas contadas a admissibilidade do pedido de impeachment da presidenta Dilma. Mas o jogo começou a virar. Tanto que o ainda vice-presidente Michel “vaza” Temer retornou a Brasília voando, com medo.

    Já na noite da sexta-feira (15), o deputado Waldir Maranhão, do Partido Progressista (PP), que há pouco tempo abandonou o governo Dilma, declarou voto contra o golpe e garantiu que leva consigo outros 12 deputados da legenda.

    Inclusive, o jornal Folha de S.Paulo fez matéria reconhecendo que hoje os golpístas não conseguem os votos necessários para aprovar o impeachment. Coisa que a nefasta revista Veja, já tinha reconhecido semana passada.

    A militância do Partido Socialista Brasileiro (PSB) também enviou um manifesto, que leva a assinatura de governadores e senadores do partido, pedindo para a bancada rever seu posicionamento a favor do impeachment.

    "O manifesto é o recado de que a militância não aceita compor governo com Michel Temer. A militância não foi ouvida pelo partido quando decidiu apoiar o impeachment de Dilma", afirma a advogada Fernanda Rosas Pires de Saboia, militante do PSB, que coordenou a coleta de assinaturas.

    Em encontro com Dilma, no Palácio do Planalto, o governador do Ceará, Camilo Santana, garantiu que a bancada cearense na Câmara fechou questão contra o impeachment e, dos 22 deputados, ao menos 17 já confirmaram voto contra o golpe.

    O senador Roberto Requião, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro do Paraná (PMDB-PR), afirma que o impeachment está "totalmente desmoralizado" e por isso 104 deputados deixaram Brasília, desligaram seus celulares e só pensam em retornar na terça-feira (19).

    A deputada Jandira Feghali afirma que o jogo mudou. "Nossa perspectiva melhorou. Muitos votos viraram, eles não terão 342 votos e nós vamos ganhar”. Ela ressaltou a importância da presença dos governadores que foram a Brasília conversar com suas bancadas estaduais, “para mostrar que a estabilidade é a manutenção da democracia”.

    Ouça Kleiton e Kledir "Vira, virou":

     

    Segundo o Brasil 247, ocorre uma verdadeira debandada de votos pró-golpe e por isso o Brasil amanheceu neste fim de semana ao som da canção Vira, Virou, da dupla Kleiton e Kledir. É um sussurro que se ouve em todos os cantos do país e que será entoado a plenos pulmões após a vitória da democracia:

    "Vou voltar na primavera
    E era tudo que eu queria
    Levo terra nova daqui
    Quero ver o passaredo
    Pelos portos de Lisboa
    Voa, voa que eu chego já

    Ai se alguém segura o leme
    Dessa nave incandescente
    Que incendeia minha vida
    Que era viajante lenta
    Tão faminta da alegria
    Hoje é porto de partida

    Ah! Vira virou
    Meu coração navegador
    Ah! Gira girou”.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Na manhã desta quinta-feira (7), representantes de trabalhadoras de todo o Brasil levaram seu apoio e a convicção de luta ao Palácio do Planalto, no “Encontro Mulheres em Defesa da Democracia”. O evento reúne quase mil representantes de entidades sindicais e movimentos sociais e feministas, além de parlamentares.

    As mulheres da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil entregaram moção de apoio à Dilma, como as dezenas de entidades presentes, ecoando o grito de milhares de brasileiras e brasileiros pelas ruas: “Não vai ter golpe”.

    Leia mais:

    Para Ivânia Pereira, IstoÉ agride as mulheres com matéria misógina contra Dilma

    União Brasileira de Mulheres repudia misoginia da revista IstoÉ contra Dilma

    A secretária da Mulher Trabalhadora da CTB, Ivânia Pereira, mais uma vez repudia a matéria da revista istoÉ, que estampa ataque misógino à presidenta Dilma. "Essa matéria ataca a todas as brasileiras em sua dignidade e nos direitos de uma vida livre de agressões". 

    "Promovemos este ato para refutar a trama golpista dessa direita, que por não conseguir provar nenhuma falcatrua de Dilma, tenta desmoraliza-lá", acentua Ivânia. De acordo com ela, o objetivo do encontro é mostrar que "queremos tê-la como nossa líder nacional" e, por isso, "as mulheres continuarão nas ruas para garantir a democracia e uma vida sem medo".

    Entre, as sindicalistas que discursaram, Alessandra Lunas, secretária das Mulheres Trabalhadoras Rurais, da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura, levou a solidariedade à Dilma pelos sucessivos ataques misóginos sofridos por ela na mídia burguesa.

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    “Com muita indignação, repudiamos as manifestações de ódio e preconceito como o ataque promovido pela revista IstoÉ”, disse Alessandra. “Essa violência não é apenas contra a companheira Dilma, mas atinge a todas nós”.

    A ex-secretária especial de Direitos para Mulheres do governo Lula, Nilcéia Freire, mandou mensagem e vídeo afirmando que “nós, mulheres brasileiras, exigimos respeito aos nossos direitos conquistados passo a passo desde que nossa constituição cidadã foi criada”.

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    Já Creusa Oliveira, presidenta da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas, ressaltou as importantes conquistas delas com a Lei das Domésticas, em vigor desde 2013. “Nunca tivemos nossos direitos reconhecidos e agora podemos sonhar com nossas filhas e filhos nas universidades”, defendeu.

    No encerramento de sua fala, Creusa puxou o coro ao afirmar que “mexeu com ela, mexeu com todas nós”, ao qual a plateia respondeu prontamente. Socorro Gomes, dirigente do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz, pediu tolerância e respeito às diferenças.

    Aos gritos de “A Dilma fica o Cunha sai”, a Marcha Mundial das Mulheres repudiou os virulentos ataques machistas à presidenta e criticou com veemência a permanência de Eduardo Cunha na Câmara dos Deputados.

    “O lugar do Cunha é na cadeia. Cadê o Judiciário, a Justiça? Nós mulheres feministas temos confiança nesse governo, na nossa luta e no projeto de igualdade que queremos e vamos construir”, concluíram as representantes da Marcha.

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    Presentes ao ato político representantes das mulheres brasileiras de todos os setores da vida nacional. Filósofas, escritoras, negras, trabalhadoras rurais, domésticas, sindicalistas, estudantes, enfim mulheres de todos os matizes gritaram ao final: “Machistas não passarão”.

    Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy com informações de Ruth de Souza, de Brasília

  • A Frente Brasil Popular (FBP) realiza um Encontro das Mulheres com Dilma em Defesa da Democracia, nesta sexta-feira (8), a partir das 16 horas, na Casa de Portugal, região central da cidade.

    “Vamos barrar o golpe mostrando que queremos a nossa presidenta de volta ao lugar de onde nunca deveria ter saído”, diz Gicélia Bitencourt, secretária da Mulher Trabalhadora da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em São Paulo (CTB-SP).

    De acordo com a dirigente, está mais do que provado que a presidenta afastada não cometeu nenhum crime que possa justificar seu impedimento. “É fundamental a nossa presença nas ruas contra a cultura do estupro, em defesa dos interesses da classe trabalhadora e do país”.

    Informações da FBP dizem que “as participantes também irão denunciar o descaso do governo golpista com as políticas para mulheres, que sob Michel Temer (PMDB) perdeu sua importância e agora está subordinada ao ministério da Justiça, com um ministro machista, que criminaliza os movimentos sociais, é permissivo com a violência institucional e é contra os direitos e emancipação das mulheres”.

    Gicélia vai ainda mais longe e afirma que a secretária de Políticas para as Mulheres, do governo golpista, Fátima Pelaes, também do PMDB, “é tão machista quanto os homens brancos e ricos que compõem o desgoverno Temer”.

    A dirigente da CTB-SP e do Sindicato dos Oficiais Marceneiros de São Paulo defende a volta de Dilma à Presidência para que seja “convocado um plebiscito, onde o povo possa decidir se quer novas eleições ou não”.

    Para ela, “o plebiscito com Dilma no poder, trará o necessário debate político para a superação da crise e a construção de um novo governo, que tenha respaldo popular e com isso possa unir o Brasil em defesa da democracia e dos interesses populares e nacionais”.

    Participações Culturais

    Ilú Obá de Min
    Luana Hansen
    Sharylaine

    Serviço

    Encontro das Mulheres com Dilma em Defesa da Democracia

    Sexta-feira (8), a partir das 16h

    Local: Casa de Portugal São Paulo  -Av. da Liberdade, 602 - Liberdade

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Parece que os ventos estão mudando. Não sopram mais tão favoravelmente ao golpe em marcha no Brasil, travestido de impeachment. No mesmo dia em que o Supremo Tribunal Federal liberou o teor da delação premiada do empresário Sérgio Machado, onde não aparecem os nomes do ex-presidente Lula e da presidenta afastada Dilma não aparecem, o ator Wagner Moura denunciou o golpe contra a democracia brasileira.

    Em entrevista ao talkshow Chelsea Handler, do canal de TV paga E!, Moura criticou a parcialidade da velha mídia na cobertura dos fatos, enquanto sobraram elogios à cobertura feita pela sucursal brasileira do Huffington Post e o trabalho do jornalista norte-americano Glenn Greenwald, que reside no Rio de Janeiro, em seu site The Intercept. 

    De acordo com o ator baiano, "afastaram a presidenta sem nenhuma razão". Ele relata que não votou em Dilma e tem sido crítico a seu governo desde 2013, mas "acho ela uma boa presidenta".

    Moura reforça que o golpe foi engendrado pelos "mesmos velhos políticos, os políticos de sempre, com um discurso moral e ambíguo". Segundo ele, o Brasil vive "algo muito próximo a um golpe de Estado".

    Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy

    Assista parte da entrevista:

     

  • Paciência é uma virtude revolucionária, disse Lênin com toda a razão. O golpe vai galgando o poder passo a passo, mas não sem resistência, não sem luta e não sem todo o mundo saber que golpe é golpe.

    E não adianta todos os argumentos toscos de senadores, deputados federais, futuros ministros nomeados por esse governo interino, que já nasce sob a égide da desconfiança e da submissão ao capital internacional, sob o comando da família Marinho, dona da Rede Globo.

    Já nasce com o manto de golpista, antidemocrático e antipopular. Surge para golpear a classe trabalhadora, rasgando a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e todas as conquistas sociais dos últimos anos.

    Não à toa, não há nenhuma mulher no ministério do governo golpista. Provavelmente porque para essa gente mulher somente no tanque e na cozinha. Retrocesso fundamentalista que se iguala ao Estado Islâmico, com a diferença de que esse é assumido. Os golpistas querem as mulheres caladas e subservientes. Duvido, no entanto, que consigam deter a privmavera feminista que está nas ruas, nas redes e na vida.

    Obviamente que as notícias ruins sumirão do noticiário e o governo golpista será exaltado pela mídia tupiniquim, já desacreditada no mundo inteiro. Compete a nós, neste momento, denunciar essa mídia para as brasileiras e brasileiros, mostrando os reais objetivos dessa gente.

    Na madrugada deste 12 de maio, sofremos mais um golpe. Duro é verdade, mas ainda há resistência e não podemos nos calar neste momento. “É preciso estar atento e forte”, diz a música dos anos 1960. Resistir é fundamental.

    Porque amanhã vai ser outro dia e a história não perdoa traidores. Nasce um governo provisório misógino, calcado no ódio, na violência, na discriminação e no patriarcado. A serviço de interesses de grandes corporações financeiras.

    Nasce ilegítimo e fadado ao fracasso. Natimorto. Zumbi de filmes de terror. Nasce para levar ao poder os setores mais atrasados da elite brasileira, que prefere manter seus dedos e anéis intactos, às custas da liberdade e da vida dos outros. Nasce para matar, mas pode morrer naufragado na própria soberba e na ilegitimidade.

    A sua tática agora fatalmente será consolidar-se no poder sob o manto da mentira e da corrupção escondida debaixo do tapete. E para manterem-se no poder, além de aumentarem as mentiras repetidas diariamente, terão que consolidar o golpe do impeachment.

    Mas para o golpe dar certo, terão que tirar Luiz Inácio Lula da Silva da disputa eleitoral, porque a eleição de 2018 faz parte da estratégia dos golpistas para conseguirem legitimidade.

    Por isso, é essencial seguir o exemplo dessa brava guerreira brasileira, Dilma Rousseff, que resistiu e resiste com a coragem de quem sabe que está do lado da história, da vida, da Justiça e principalmente do povo brasileiro.

    Perdemos mais uma batalha, mas ainda não perdemos a guerra. Foram 55 senadores que apoiaram o golpe nesta votação de admissibilidade. Para consolidar o impeachment, eles precisam de 54 votos. A presidenta Dilma teve mais de 54 milhões de votos e isso não conta para eles.

    A Globo e seus subalternos midiáticos jogarão todo o peso para manter esses votos e continuarão com os vazamentos seletivos de seus cúmplices da Polícia Federal, do Ministério Público e até do Supremo Tribunal Federal, que tem dado mostras de falta de coragem para seguir a Constituição.

    Mas jamais deterão as nossas consciências. A guerra ainda não acabou. A vida exige resistência, persistência e crença no futuro. Não na ponte quebrada dos golpistas sem voto, mas no futuro baseado na solidariedade, na igualdade de direitos e no respeito ao ser humano. Como disse Mano Brown, vocalista do grupo Racionais MC's sobre o dia 17 de abril. Para ele foi o "dia em que o povo virou as costas para a Dilma".

    O Brasil voltará a ser uma "república de bananas", quintal dos Estados Unidos ou o povo levantará a sua voz e defenderá suas casas, seus salários, seus empregos, as escolas de seus filhos e filhas, mais médicos ou se calará e consentirá no golpe, resta saber. Temos agora seis meses para que essa decisão seja tomada. 

    Marcos Aurélio Ruy é jornalista do Portal CTB.

    Os artigos publicados na seção “Opinião Classista” não refletem necessariamente a opinião da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e são de responsabilidade de cada autor.

  • Wagner Moura, Bebel Gilberto, Fernando Morais, Letícia Sabatella, Tico Santa Cruz, Zélia Duncan, Bia Lessa, Ernesto Neto, Sérgio Sérvulo da Cunha, Márcia Tiburi, Edgard Scandurra, Tata Amaral, Arrigo Barnabé, Roberto Amaral e Daniel Filho criaram o movimento Canta a Democracia para arrecadar fundos para dois espetáculos contra os projetos de retirada de direitos da classe trabalhadora e do povo brasileiro.

    Um show será no Rio de Janeiro, dia 23 de agosto, no Circo Voador e em Nova York com o Shout For Democracy Concert, no Apollo Theater.

    Para a realização dos espetáculos, os artistas pedem a sua colaboração pelo www.catarse.me/cantaademocracia.

    "Canta a Democracia é o nome do espetáculo e também da campanha que coloca no palco artistas e nomes da cultura brasileira que querem defender os direitos de todo cidadão brasileiro. O Brasil das mulheres. Dos negros. Dos cidadãos LGBT. Dos indígenas. O Brasil dos trabalhadores, dos aposentados, dos estudantes, de todos nós. O Brasil que já teve importantes conquistas e não pode, de forma alguma, voltar para trás. Um país que tem de preservar o que já conseguiu com muita luta. Um país que tem de assegurar o direito do voto. Um país que diz não ao golpe", dizem os organizadores do evento.

    Assista o vídeo promocional da campanha Canta a Democracia

     

    Público acompanha a orquestra que transforma mais uma vez a obra "Carmina Burana", de Carl Orff, em um canto da vontade popular com o "Fora Temer", na praia do Arpoador, no Rio de Janeiro.

    Geraldo Azevedo puxa o canto "Fora Temer" em seu show no sábado (16). no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Logo após, cantou “Canção da Despedida” (letra abaixo), composta em 1968, em parceria com Geraldo Vandré.

     

    Canção da Despedida

    (Geraldo Vandré e Geraldo Azevedo)

    Já vou embora, mas sei que vou voltar
    Amor não chora, se eu volto é pra ficar
    Amor não chora, que a hora é de deixar
    O amor de agora, pra sempre ele ficar
    Eu quis ficar aqui, mas não podia
    O meu caminho a ti, não conduzia
    Um rei mal coroado,
    Não queria
    O amor em seu reinado
    Pois sabia
    Não ia ser amado
    Amor não chora, eu volto um dia
    O rei velho e cansado já morria
    Perdido em seu reinado
    Sem Maria
    Quando eu me despedia
    No meu canto lhe dizia

    Os Jornalistas Livres apresentam, com muito humor, o Sarau de Michel Temer. Os poemas de um presidente golpista. Segundo os autores "esta é obra de ficção. Qualquer semelhança comigo ou com terceiros é mera coincidências - TEMER, Michel. Livro Antônima Intimidade, p.19". 

    Para quem reclama do papel que a mídia burguesa tem feito nos últimos anos, finalmente ela se redime nessa montagem hilária. Assista e sinta a profundidade do tema.

     

    Veja o que falou o jornalista Xico Sá em um programa do canal pago Sportv. Quando o apresentador disse que Temer anunciou que não tem time do coração, Xico Sá disse: "ele não tem coração". Todos gargalharam. Infelizmente o vídeo foi bloqueado, mas fica a constatação.

    O compositor tropicalista Tom Zé disse em entrevista ao Diário de Notícias, de Portugal, que "realmente é um golpe, todo o mundo sabe. A gente vive uma ditadura mascarada. É um governo fazendo tudo o que uma democracia não faz e que não quer ser chamado de ditadura. Todo o dia mudam a acusação (contra Dilma), agora no Senado disseram que ela não tem nada com pedaladas fiscais [a deliberação veio do Ministério Público Federal, em relação ao caso Safra, onde foi decidido não existir crime do governo de Dilma. Se muda a acusação têm de tirar todo o processo de impeachment".

    Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy