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Sáb, Abr

programa Extra-Classe

  • Programa Extra-Classe do Sinpro-MG reflete sobre o papel da arte na educação e na vida. Assista!

    A Rede Minas apresentou neste sábado (18), o programa Extra-Classe, do Sindicato dos Professores de Minas Gerais (Sinpro-MG) com o tema Arte e Educação. “A gente não quer só comida”, diz Valéria Morato, presidenta do Sinpro-MG e da CTB-MG.

    Ela explica que é necessário lidar com a emoção dos alunos para “fazer com que eles desenvolvam esse olhar sensível às coisas do mundo”. Isso porque vivemos num país onde a arte é pouco valorizada pelo poder público e exsitem grupos ruidosos que pretendem censurar artistas e professores, justamente para predominarem com suas teses de opressão a tudo o que representa liberdade.

    Para o artista plástico e professor Gedeon Messias, “a arte é fundamental para o desenvolvimento de um aluno porque ela ajuda a pensar”. Enquanto Juliana Gouthier, artista e professora, a arte possibilita “construir uma educação que faça sentido par ao aluno, para os professores e que seja prazerosa”.

    Assista o programa completo 

    Já o ator e professor, Isaque Ribeiro acredita que o ensino de arte nas escolas leva os alunos “a explorar outras possibilidades de vida”. E essa experimentação os leva à “construção de sua voz”, sem manipulações.

    Além de referendar a necessidade da arte na escola e na vida, o programa debate os ataques de grupos fascistas a diversas manifestações artísticas para criar ódio aos artistas entre as pessoas com pouca informação e assim provocar uma onda de violência que favorece o crescimento do fascismo.

     Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Programa Extra-Classe: que Brasil queremos legar para as novas gerações?

    Todo sábado o programa Extra-Classe, do Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro-MG), vai ao ar na Rede Minas, às 10h da manhã. Neste sábado (9), o tema do programa foi a "Democracia no Brasil". Essencial para quem quer entender a conjuntura, envolvendo a trama golpista que quer apear do poder a presidenta Dilma Rousseff. 

    Assista ao programa completo:

     

    A palavra golpe é colocada no centro do debate. Especialistas analisam a história recente e avaliam o golpe de 1964, quando setores da elite brasileira se uniram às Forças Armadas e, sob o comando dos Estados Unidos, tiraram do poder o presidente João Goulart, instaurando uma ditadura que durou 21 anos. Nesse período, "quem defendia projetos de combate à pobreza não podia se manifestar", diz o cientista político Leonardo Avritzer.

    Já a historiadora Regina Helena Alves da Silva diz que o golpe de 1964 foi engendrado em nome do combate à corrupção, mas inaugurou um novo modelo de economia reorganizando uma nova relação com o setor empresarial, trazendo a "corrupção para dentro do Estado".

    Avritzer vê semelhanças com a conjuntura atual, mas cita algumas diferenças cruciais. Entre as semelhanças ele fala da "forte campanha midiática" contra as Reformas de Base, que visavam diminuir as desigualdades no país. Nas diferenças, ressalta o não envolvimento das Forças Armadas e o novo papel a que se propõe o Judiciário, criando a "ilusão de uma saída judicial", mas na realidade só há "saída política".

    Verlaine Freitas, professor e filósofo, afirma ser muito importante a discussão de um "projeto de país com multiplicidade de opiniões" para acabar com a "mentalidade única", que impede o país de avançar em políticas para melhorar a vida das pessoas. 

    O programa com pouco mais de 25 minutos é uma verdadeira aula de história e de crença no futuro com liberdade.

    Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy