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Ter, Jun

Wagner Moura

  • Alceu Valença com Elba Ramalho e Geraldo Azevedo durante o show em Olinda (FOto: Classic Hall/Divulgação)

    O cantor e compositor pernambucano Alceu Valença engrossa a fileira de artistas a favor da saída de Michel Temer e da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição que institui eleições diretas, caso Temer deixe a Presidência.

    Valença gravou um vídeo defendendo as Diretas Já, após ter feito a discussão com o público em seu show d'O Grande Encontro em Pernambuco, no Classic Hall, em Olinda. "Será que não seria necessário fazer uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para fazer eleições diretas?", pergunta.

    Assista Alceu Valença

     

    E complementa seu raciocínio afirmando que "a gente precisa respeitar as posições, mas serem colocadas posições com muita lógica, para que a gente não transgrida a lógica". Acontece também em Olinda neste domingo (4), às 15h o espetáculo político-cultural “Não me venha com indiretas”, na Praça do Carmo.

    "A retomada da discussão sobre as Diretas no Brasil é um tema de total urgência. Nosso objetivo é amplificar essa discussão de forma aberta e democrática e colaborar com uma rede nacional que já vem se articulando com eventos em diversos lugares do país", defende o produtor cultural Leo Antunes.

    Porto Alegre

    Artistas gaúchos pedem apoio financeiro através do site www.vakinha.com.br para a realização do show-político que acontecerá no domingo (11) em Porto Alegre. “A superação da grave crise política e institucional pela qual passa nosso país somente será possível com a convocação de novas eleições. Para defender as Diretas Já, artistas gaúchos promovem ato-show no dia 11, às 11h, na Redenção (Parque Farroupilha)”, diz em texto de apresentação do evento.

    Colabore pelo link a seguir

    www.vakinha.com.br/vaquinha/ato-show-pelas-diretas-ja

    Já confirmaram presença par cantar pela democracia e pelas Diretas Já em Porto Alegre os artistas Ernesto e Bagre Fagundes, Duca Leindecker, Richard Serraria, Bebeto Alves, Conjunto BlueGrass Portoalegrense, Duda Calvin, Solon Fishbone, Ique Gomez, Orquestra de Brinquedos, Luciano Leoes e quem mais aparecer.

    Periferia do Rio de Janeiro

    suburbio pelas diretas

    Artistas da periferia carioca lançam o movimento Subúrbio Pelas Diretas e saem nas ruas neste domingo (4), com concentração às 14, no portão do Parque Madureira (shopping). Depois ocorre uma caminhada até a Praça Paulo Portela e às 17h iniciam as apresentações musicais e dos coletivos culturais, intermediadas com discursos políticos. A festa promete alegria e reflexão até as 20h.

    São Paulo

    Mesmo com mentira veiculada pela mídia burguesa, a capital paulista recebe grandes artistas já confirmaram presença, entre eles: Chico César, Maria Gadú, Criolo, Tulipa Ruiz e Emicida, no Largo da Batata, em Pinheiros (zona oeste), a partir das 11h. Temer já treme.

    Saiba mais

    Monica Iozzi e Wagner Moura convidam para o SP Pelas Diretas Já neste domingo (4). Assista! 

    Show pelas Diretas Já chega a São Paulo neste domingo (4). Compareça!

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Artistas, jornalistas, cineastas e intelectuais se mobilizam contra o golpe e convocam para a participação no ato da Frente Brasil Popular desta sexta-feira (18) em todo o país. “Há um golpe em marcha, mas juntos podemos combatê-lo”, afirma o jornalista carioca José Trajano.

    José Trajano diz que juntos vencemos:

     

    O jornalista esportivo reforça a necessidade de união de todas as forças democráticas contra a golpe da direita. “Se a gente tem alguma divergência partidária é hora de colocar isso em segundo plano. Nós temos que nos unir porque há um golpe em marcha, um golpe da direita”.

    O ator baiano Wagner Moura desabafa contra essa onda de ódio e violência. Sobre o judiciário ele afirma que “é evidente que as investigações estão sendo usadas como massa de manobra para a disputa política”.

    Assista Wagner Moura aqui.

    Moura aprofunda a crítica dizendo que “a grande imprensa, evidentemente, se a gente olhar pra trás, todos estiveram envolvidos no golpe de 64”. Já a cantora carioca Leci Brandão também dá o seu recado e reafirma que “não vai ter golpe”.

    O músico pernambucano Lirinha grava mensagem convocando para as manifestações do dia 18 “como uma pessoa que ama este país, que ama as pessoas deste país”. Vejo “uma vereda de injustiça, baseada em devolver o poder para grupos que sempre se opuseram à força desta Nação”, acentua.

    Lirinha chama para a luta:

     

    A cineasta paulista Tata Amaral afirma que "a gente tá vendo uma mudança muito bonita na cultura, no imaginário e na produção de nós brasileiros. Por isso a gente vai pras ruas dia 18. Não vai ser possível o projeto de segurar alguns privilégios pra uma parcela pequena da população. Isso não vai mais funcionar".

    Tata Amaral privilégios para poucos nunca mais:

     

    Enquanto Moura ressalta seu desejo de que se acabe o “circo midiático” e as investigações e o trabalho do judiciário respeitem a Constituição. “Sou a favor das investigações, mas sou mais a favor da democracia. Por uma investigação desprovida de ódio político e pela defesa da democracia e do Estado de Direito”.

    Já Lirinha complementa afirmando que “por amor ao país vamos seguir em frente contra esse golpe das altas torres nas coberturas do nosso Brasil”. Todos artistas e intelectuais comprometidos com o país e com a democracia se engajam na luta contra o golpe à democracia.

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

  • Depois de provocar polêmica ao denunciar o golpe de Estado no Brasil, no Festival de Cannes, na França, em maio, o filme Aquarius, do pernambucano Kleber Mendonça Filho, não para de ganhar prêmios e a atriz Sonia Braga também vem abocanhando importantes troféus pelo mundo afora.

    A obra-prima de Mendonça Filho ficou em quarto lugar entre os melhores filmes do ano, no ranking da principal revista de cinema do mundo, a francesa Cahiers du Cinéma. Também entrou na lista do Top 10 do jornal norte-americano The New York Times. O importante crítico A. O. Scott o colocou em sétimo lugar.

    Ao fazer a apresentação da obra no Prêmio Fênix, na Cidade do México , o ator Wagner Moura, mais uma vez, denunciou a ditadura (assista vídeo abaixo) que se implanta no país e disse sentir orgulho da classe artística que sempre resistiu às ditaduras e ainda resiste.

    Wagner Moura apresenta Aquarius no Prêmio Fênix 

    Para ele, neste momento, Aquarius “sintetiza a resistência dos artistas à ditadura militar e, agora, ao que eu chamo o golpe político contra uma presidenta eleita”. Moura saiu do palco ovacionado e o filme levou os prêmios de melhor direção (Mendonça Filho) e melhor atriz (Sonia Braga).

    O jornal espanhol El País narra que “ao receber o Prêmio Fênix, limitou-se a dizer que seu país vive um momento ‘muito difícil’. No tapete vermelho, entretanto, brincava. Quando os fotógrafos gritavam “à direita!” para captar outro ângulo, respondia sorridente: “Nunca, eu não faço isso”.

    Com o ano quase acabando, mais uma premiação chegou nesta segunda-feira (12). Braga recebeu o prêmio de melhor atriz da Associação dos Críticos de Cinema de San Diego, Estados Unidos.

    A revista norte-americana Rolling Stone, também listou Sonia Braga entre as melhores atuações do ano pelo papel da protagonista Clara no filme de Mendonça Filho. Parece que somente o Ministério da Cultura golpista não “viu” as qualidades de Aquarius.

    O filme nos leva a uma viagem incrível de sonhos, magia e cultura. Onde se vê claramente as nuances da luta de classes num país único como é o Brasil. Na resistência fica a esperança no futuro (leia mais aqui, aqui e aqui).

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy. Foto: Divulgação (cena do filme)

    Assista o filme completo 

  • "Vamos enfrentar muita merda quando voltarmos ao Brasil", disse o ator Wagner Moura, três horas antes de exibir seu primeiro filme como diretor, "Marighella", no Festival de Berlim. Ele se referia à repercussão que o longa vai gerar ao estrear no país. A história acompanha os últimos anos de vida do guerrilheiro de esquerda que pegou em armas contra a ditadura militar.

    A obra ainda não tem data de lançamento nos cinemas brasileiros. Em conversa com os jornalistas na capital alemã, a produtora Andrea Barata Ribeiro afirmou ter ouvido de responsáveis pela distribuição do título, que "o momento não é adequado". "Mas a gente acha que é totalmente adequado. E se necessário, faremos um lançamento independente", disse.

    Enfrentando a ditadura

    Procurado pela Folha de S.Paulo, o dono da distribuidora Paris Filmes, Márcio Fraccaroli negou que o temor político seja causa da indefinição. Esquivou-se dizendo, via assessoria, que o calendário de lançamentos "por ora está muito competitivo. Tal qual diversos outros filmes ainda sem data de estreia definida, decidiremos o melhor momento".

    A estreia de Wagner Moura na direção, "Marighella" traz Seu Jorge no papel-título. A obra do cineasta mostra como o revolucionário e seus jovens seguidores partiram para a guerrilha urbana e enfrentaram o aparato da ditadura militar instalada no Brasil em 1964, representada na figura de um policial sanguinolento interpretado por Bruno Gagliasso. Em sua sessão de imprensa, realizada na quinta (14), o filme foi muito aplaudido.

    Na conversa com jornalistas de vários países, no dia seguinte, predominaram perguntas sobre as relações entre o que o filme mostra e o atual momento político do país. "O filme não é resposta a nenhum governo específico", disse Moura. "Obviamente, pode ser lido assim até por ser um dos primeiros produtos culturais do Brasil que está em contraste com o grupo que está no poder."

    Conjuntura horrorosa

    Para Moura, o país vive hoje "uma situação horrorosa", com um presidente "abertamente racista e homofóbico." Ele também foi indagado sobre o excesso de cenas que mostram a brutalidade policial contra pessoas, principalmente negros.

    "Mas o Estado brasileiro é racista. Cinquenta anos depois de Marighella, outra negra foi assassinada num carro [a vereadora Marielle Franco]. A violência do Estado é a mesma da época, conforme se vê nas favelas contra negros. A polícia não tenta proteger os cidadãos, mas o Estado."

    Falando sobre como o filme aborda a questão racial, Gagliasso citou sua filha, que é negra. "Sei da importância desse filme para a minha filha no futuro", disse, e ficou emocionado.

    Com informações da Folhapress.

  • Ao divulgar um manifesto contra a trama golpista da direita reacionário, Chico Buarque, Wagner Moura, Eric Nepomuceno, Fernando Morais e Leonardo Boff convocam a todos e todas a participar de ato em defesa da liberdade nesta segunda-feira (11), no Rio de Janeiro.

    Palco histórico de grandes atos pela democracia, a Fundição Progresso, no bairro da Lapa, recebe esse ato, às 17h, para acompanhar a votação do parecer do relator Jovair Arantes (PTB-GO) da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, que analisa o pedido de impeachment contra Dilma.

    O relator promete ler seu parecer nesta quarta-feira (6). E como a pressa tomou conta dos deputados, eles prometem varar madrugadas e trabalhar sábado e domingo para o relatório ser votado a partir das 17h na segunda (11).

    Nesse ritmo, os deputados têm até a sexta-feira para pedir vistas ao parecer e o presidente da comissão, Rogério Rosso (PSD-DF) pretende iniciar a discussão já na sexta, fazendo o mínimo de cinco sessões. E se a maioria dos 65 integrantes da comissão aprovarem, o relatório irá a Plenário, onde o pedido de impedimento necessita de ao menos 342 votos.

    Assista vídeo da CTB Não Vai Ter Golpe:

     

    “Estamos reunidos para defender o presente. Para espantar o passado. Para merecer o futuro. Para construir esse futuro. Para merecer o tempo que nos foi dado para viver”, dizem os cinco que assinam o manifesto contra o que chamam de “golpe de Estado”, movido pelos “ressentidos da história”.

    Figuras exponenciais da cultura brasileira, Chico Buarque, Wagner Moura, Eric Nepomuceno, Fernando Morais e Leonardo Boff defendem o aprofundamento na democracia “que não seja apenas o direito de votar, mas de participar, abranger, enfim, uma democracia completa, sem fim. Em que cada um possa reivindicar o direito à terra, ao meio-ambiente, à vida. À dignidade".

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

    Leia a íntegra do manifesto abaixo:

    "O que vivemos hoje no Brasil é uma clara ameaça ao que foi conquistado a duras penas: a democracia. Uma democracia ainda incompleta, é verdade, mas que soube, nos últimos anos, avançar de maneira decidida na luta contra as desigualdades e injustiças, na conquista de mais espaço de liberdade, na eterna tentativa de transformar este nosso país na casa de todos e não na dos poucos privilegiados de sempre.

    Nós, trabalhadores das artes e da cultura em seus mais diversos segmentos de expressão, estamos unidos na defesa dessa democracia.

    Da mesma forma que as artes e a cultura do nosso país se expressam em sua plena – e rica, e enriquecedora – diversidade, nós também integramos as mais diversas opções ideológicas, políticas, eleitorais.

    Mas nos une, acima de tudo, a defesa do bem maior: a democracia. O respeito à vontade da maioria. O respeito à diversidade de opiniões.

    Entendemos claramente que o recurso que permite a instauração do impedimento presidencial – isso que em português castiço é chamado de ‘impeachment’ – integra a Constituição Cidadã de 1988.

    E é precisamente por isso, pelo respeito à Constituição, escudo maior da democracia, que seu uso indevido e irresponsável se constitui em um golpe branco, um golpe institucional, mas sempre um golpe. Quando não há base alguma para a sua aplicação, o que existe é um golpe de Estado.

    Muitos de nós vivemos, aqui e em outros países, o fim da democracia.

    Todos nós, de todas as gerações, vivemos a reconquista dessa democracia.

    Defendemos e defenderemos, sempre, o direito à crítica, por mais contundente que seja, ao governo – a este e a qualquer outro.

    Mas, acima de tudo, defendemos e defenderemos a democracia reconquistada. Uma democracia, vale reiterar, que precisa avançar, e muito. Que não seja apenas o direito de votar, mas de participar, abranger, enfim, uma democracia completa, sem fim. Em que cada um possa reivindicar o direito à terra, ao meio-ambiente, à vida. À dignidade.

    Ela custou muita luta, sacrifício e vidas. Custou esperanças e desesperanças.

    Que isso que tentam agora os ressentidos da derrota e os aventureiros do desastre não custe o futuro dos nossos filhos e netos.

    Estamos reunidos para defender o presente. Para espantar o passado. Para merecer o futuro. Para construir esse futuro. Para merecer o tempo que nos foi dado para viver.

  • Cresce a mobilização contra a trama golpista de setores da elite inconformados com as políticas de combate às desigualdades dos últimos anos.

    Agora os compositores consagrados da MPB João Bosco e Aldir Blanc convocam para o ato “Cultura pela Democracia”, nesta segunda-feira (11), nos Arcos da Lapa, Rio de Janeiro, às 17h, no histórico palco da Fundição Progresso.

    Veja o que dizem os músicos:

     

    Entre muitas atividades espelhadas pelo país cokm a participação de muitos artistas, Chico Buarque e Wagner Moura lançaram um manifesto e fizeram o mesmo convite. Tudo porque está programado para às 17h desta segunda, a votação do parecer do relator da comissão que analisa o impeachment, Jovair Arantes (PTB-GO), na Câmara dos Deputados.

    Autores de clássicos da MPB como “O bêbado e a equilibrista”, consagrada na voz de Elis Regina como o hino da anistia política de 1979. A dupla também é responsável por “Mestre sala dos mares”, que conta a saga do marinheiro negro João Cândido na luta contra o racismo.

    Na voz de Elis Regina "O bêbado e a equilibrista" (Aldir Blac e João Bosco):

    Além de “Kid Cavaquinho”, “De frente pro crime”, Ronco da cuíca”, entre muitos outros grandes sucessos. “A gente viveu a ditadura, o arbítrio, a tortura e a gente não quer isso de volta”, menciona Blanc.

    O movimento “Cultura pela Democracia” contribui para a mobilização das forças sociais progressistas, democráticas e populares contra o golpe aos direitos conquistados da classe trabalhadora e às liberdades democráticas.

    Tanto que o ator gaúcho Antonio Carlos Falcão afirma que “para mim, não tem outra forma de pensar como artista, a não ser se engajar nos movimentos políticos, sociais, se importar com o país e usar isso como força para ajudar o movimento”.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Para a jornalista Monica Iozzi “o povo brasileiro tem o direito de escolher quem será o nosso novo presidente. Não dá pra gente deixar essa escolha na mão desse Congresso que tá aí”. Por isso, “todos unidos pela democracia. Diretas Já”, complementa o ator Wagner Moura.

    Monica Iozzi  

    Iozzi e Moura convidam a todas e todos a participar do SP Pelas Diretas Já, no Largo da Batata, na zona oeste de São Paulo. A festa política começa às 11h, sem hora para acabar. Participam Criolo, Tulipa Ruiz, Maria Gadú, Emicida, Rael, Mano Brown e muitos outros.

    “É a vez da maior cidade do país fazer a sua manifestação pelas Diretas Já”, afirma Moura. Ele acredita que a manifestação de São Paulo “será maior ainda que a de Copacabana no Rio de Janeiro”. Já Iozzi complementa dizendo que “a gente quer pedir Fora Temer, a gente quer pedir Diretas Já”. Participe!

    Wagner Moura 

    Leia mais

    Show pelas Diretas Já chega a São Paulo neste domingo (4). Compareça!

    Serviço:

    SP Pelas Diretas Já
    Dia : Domingo (4), às 11h
    Local: Largo da Batata, Pinheiros, São Paulo

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Susan Sarandon, Viggo Mortensen e Noam Chomsky apoiam Dilma contra o golpe

    Vários artistas estrangeiros lançaram nesta quarta-feira (24) um manifesto em defesa da democracia brasileira. Contra o golpe em marcha no país, disfarçado de impeachment da presidenta eleita pelo voto popular, Dilma Rousseff.

    “Estamos preocupados com o impeachment de motivação política da presidenta, o qual instalou um governo provisório não eleito. A base jurídica para o impeachment em curso é amplamente questionável e existem evidências convincentes mostrando que os principais promotores da campanha do impeachment estão tentando remover a presidenta com o objetivo de parar investigações de corrupção nas quais eles próprios estão implicados”, diz trecho do manifesto (leia a íntegra no final do texto).

    Assinam o manifesto o cineasta Oliver Stone, a atriz Susan Sarandon, o ator Viggo Mortensen, o ator Danny Glover, o linguista Noam Chomsky, o compositor Brian Eno, a estilista Vivienne Westwood, entre diversas outras personalidades.

    Também na quarta-feira, intelectuais brasileiros encaminharam uma petição ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski pedindo a anulação do processo de impeachment contra a presidenta Dilma.

    Assinam a petição o escritor Fernando Morais, os jornalistas José Trajano e Alípio Freire, os professores universitários Stella Maris de Freitas e Laymert Garcia dos Santos, entre outros. O texto da petição acusa Eduardo Cunha de "desvio de poder e ofensa à moralidade administrativa".

    Além de apontar "interferência externa, deslealdade processual, ausência de liberdade de julgamento e abuso de poder" (leia a íntegra aqui).

    fernando morais jose trajano alipio freire stella maris de freitas laymert garcia dos santos

    Canta a Democracia

    O show “Canta a Democracia” (acesse página do Facebook aqui) reuniu inúmeros artistas para cantar a liberdade no Circo Voador, no Rio de Janeiro e no Apollo Theater, em Nova York.

    Entre muitos outros artistas, participaram Wagner Moura, Bebel Gilberto, Fernando Morais, Letícia Sabatella, Tico Santa Cruz, Zélia Duncan, Bia Lessa, Ernesto Neto, Sérgio Sérvulo da Cunha, Márcia Tiburi, Edgard Scandurra, Tata Amaral, Arrigo Barnabé, Roberto Amaral e Daniel Filho.

    Artistas interpretam "A Farsa" no "Canta a Democracia" 

    “Canta a Democracia é o nome do espetáculo e também da campanha que coloca no palco artistas e grandes nomes da cultura brasileira que querem defender os direitos de todo cidadão brasileiro. O Brasil das mulheres. Dos negros. Dos cidadãos LGBT. Dos indígenas. O Brasil dos trabalhadores, dos aposentados, dos estudantes, de todos nós. O Brasil que já teve importantes conquistas e não pode, de forma alguma, voltar para trás. Um país que tem de preservar o que já conseguiu com muita luta. Um país que tem de assegurar o direito do voto. Um país que diz não ao golpe”, afirma o manifesto do evento.

    Leia a íntegra do manifesto dos artistas e intelectuais estrangeiros:

    Nos solidarizamos com nossos colegas artistas e com todos aqueles que lutam pela democracia e justiça em todo o Brasil

    Estamos preocupados com o impeachment de motivação política da presidenta, que instalou um governo provisório não eleito. A base jurídica para o impeachment em curso é amplamente questionável, e existem evidências convincentes demonstrando que os principais promotores da campanha do impeachment estão tentando remover a presidenta com o objetivo de parar investigações de corrupção nas quais eles próprios estão implicados.

    Lamentamos que o governo interino no Brasil tenha substituído um ministério diversificado, dirigido pela primeira presidente mulher, por um ministério compostos por homens brancos, em um país onde a maioria se identifica como negros ou pardos. Tal governo também eliminou o Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e dos Direitos Humanos. Visto que o Brasil é o quinto país mais populoso do mundo, estes acontecimentos são de grande importância para todos os que se preocupam com igualdade e direitos civis.

    Esperamos que os senadores brasileiros respeitem o processo eleitoral de 2014, quando mais de 100 milhões de pessoas votaram. O Brasil emergiu de uma ditadura há apenas 30 anos, e esses eventos podem atrasar o progresso do país em termos de inclusão social e econômica por décadas. O Brasil é uma grande potência regional e tem a maior economia da América Latina. Se este ataque contra suas instituições democráticas for bem sucedido, ondas de choque negativas irão reverberar em toda a região.

    Assinam:

    Tariq Ali – Escritor, jornalista e cineasta

    Harry Belafonte – Ativista, cantor e ator

    Noam Chomsky – Professor emérito de Linguística no MIT, teórico e intelectual

    Alan Cumming – Ator e autor

    Frances de la Tour – Atriz

    Deborah Eisenberg – Escritora, atriz e professora

    Brian Eno – Compositor, cantor, artista visual e produtor

    Eve Ensler – Dramaturga, autora de “Os Monólogos da Vagina”

    Stephen Fry – Locutor de rádio, ator, diretor

    Danny Glover – Ator e diretor de cinema

    Daniel Hunt – Produtor musical e cineasta

    Naomi Klein – Escritora e cineasta

    Ken Loach – Cineasta

    Tom Morello – Músico

    Viggo Mortensen – Ator e músico

    Michael Ondaatje – Novelista e poeta

    Arundhati Roy – Autora e ativista

    Susan Sarandon – Atriz

    John Sayles – Roteirista, diretor e novelista

    Wallace Shawn – Ator, dramaturgo e comediante

    Oliver Stone – Cineasta

    Vivienne Westwood – Estilista

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB com agências

  • Parece que os ventos estão mudando. Não sopram mais tão favoravelmente ao golpe em marcha no Brasil, travestido de impeachment. No mesmo dia em que o Supremo Tribunal Federal liberou o teor da delação premiada do empresário Sérgio Machado, onde não aparecem os nomes do ex-presidente Lula e da presidenta afastada Dilma não aparecem, o ator Wagner Moura denunciou o golpe contra a democracia brasileira.

    Em entrevista ao talkshow Chelsea Handler, do canal de TV paga E!, Moura criticou a parcialidade da velha mídia na cobertura dos fatos, enquanto sobraram elogios à cobertura feita pela sucursal brasileira do Huffington Post e o trabalho do jornalista norte-americano Glenn Greenwald, que reside no Rio de Janeiro, em seu site The Intercept. 

    De acordo com o ator baiano, "afastaram a presidenta sem nenhuma razão". Ele relata que não votou em Dilma e tem sido crítico a seu governo desde 2013, mas "acho ela uma boa presidenta".

    Moura reforça que o golpe foi engendrado pelos "mesmos velhos políticos, os políticos de sempre, com um discurso moral e ambíguo". Segundo ele, o Brasil vive "algo muito próximo a um golpe de Estado".

    Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy

    Assista parte da entrevista:

     

  • Escrevi essa resposta-texto para jornalistas do Estado e da Zero Hora que queriam minha opinião sobre a extinção do Minc. O Zero Hora vai dar. O Estado  de S. Paulo se recusou.

    A extinção do Minc (Ministério da Cultura) é só a primeira demonstração de obscurantismo e ignorância dada por esse governo ilegítimo.

    O pior ainda está por vir.

    Vem aí a pacoteira de desmonte de leis trabalhistas, a começar pela mudança de nossa definição de trabalho escravo, para a alegria do sorridente pato da FIESP, que pagou a conta do golpe.

    Começaram transformando a Secretaria de Direitos Humanos num puxadinho do Ministério da Justiça.

    Igualdade Racial e Secretaria da Mulher também: tudo será comandado pelo cara que no governo Alckmin mandou descer a porrada nos estudantes que ocuparam as escolas e nos manifestantes de 2013.

    Sob sua gestão, a PM de São Paulo matou 61% a mais.

    Sabe tudo de direitos humanos o ex-advogado de Eduardo Cunha, o senhor Alexandre de Moraes.

    Mas claro, a faxina não estaria completa se não acabassem com o Ministério da Cultura, que segundo o genial entendimento dos golpistas, era um covil de artistas comunistas pagos pelo PT para dar opiniões políticas a seu favor (?!!!).

    Conseguiram difundir essa imbecilidade e ainda a ideia de que as leis de incentivo tiravam dinheiro de hospitais e escolas e que os impostos de brasileiros honestos sustentavam artistas vagabundos.

    Os pró-impeachment compraram rapidamente essa falácia conveniente e absurda sem ter a menor noção de como funcionam as leis (criadas no governo Collor!) e da importância do Minc e do investimento em Cultura para o desenvolvimento de um país. É muito triste tudo.

    Ontem vi um post em que Silas Malafaia comemorava a extinção “do antro de esquerdopatas”, referindo-se ao Minc. Uma negócio tão ignóbil que não dá pra sentir nada além de tristeza. Predominou a desinformação, a desonestidade e o obscurantismo.

    Praticamente todos os filmes brasileiros produzidos de 93 para cá foram feitos graças à lei do Audiovisual. Como pensar que isso possa ter sido nocivo para o Brasil?!

    Como pensar que o país estará melhor sem a complexidade de um Ministério que cuidava de gerir e difundir todas as manifestações culturais brasileiras aqui e no exterior?

    Bradar contra o Minc e contra as leis (ao invés de contribuir com ideias para melhorá-las) é mais que ignorância, é má fé mesmo.

    E agora que a ordem é cortar gastos, o presidente que veio livrar o Brasil da corrupção e seu ministério de homens brancos, com sete novos ministros investigados pela Lava Jato, começa seu reinado varrendo a Cultura da Esplanada dos Ministérios… Faz sentido.

    Os artistas foram mesmo das maiores forças de resistência ao golpe. Perdemos feio.

    Acabo de ler que vão acabar também com a TV Brasil.

    Ótimo. Pra que cultura?

    Posso ouvir os festejos nos gabinetes da Câmara, nos apartamentos chiques dos batedores de panela, na igreja de Malafaia e na redação da Veja:

    “Acabamos com esse antro de artistazinhos comprados pelo PT! Estão pensando o que? Acabamos a mamata da esquerda caviar! Chega de frescura! Viva o Brasil!”

    Trevas amigo… E o pior ainda está por vir.

    Por Wagner Moura

  • "Este movimento não é de direita nem de esquerda. É um movimento pela democracia". diz o ator Wagner Moura. Porque "nossa crise é uma crise de legitimidade", complementa.

    O movimento Rio pelas Diretas Já! realiza um grande show na praia de Copacabana, na Cidade Maravilhosa, neste domingo (28), a partir das 11h da manhã. Já está na “hora de escolhermos o nosso caminho para decidir o futuro do país”, diz parte do texto na página do Facebook do evento.

    Vaca profana, de Caetano Veloso que canta com Maria Gadu 

    A secretária da Mulher Trabalhadora da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Rio de Janeiro (CTB-RJ), Kátia Branco, defende a participação de todo o movimento social e político nas Diretas Já!. "Estamos com os artistas nessa campanha para a criação de uma frente ampla com objetivo de colocar o Brasil no trilho do desenvolvimento, da liberdade e da criação de empregos". acentua.

    Confirme sua presença aqui.

    Organizado pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, o show une diferentes talentos da rica MPB. Caetano Veloso, Criolo, Mano Brown (dos Racionais MC’s), Teresa Cristina, Maria Gadu, Mart’nália, Pretinho da Serrinha e o Cordão do Bola Preta garante uma grande festa.

    A convocação vem sendo feito através de inúmeros vídeos por outros artistas como Emanuelle Araújo, Adriana Esteves, Vladimir Brichta, Wagner Moura, Tico Santa Cruz, Fábio Assunção, Lúcio Mauro Filho, entre outros. 

    O meu mundo é hoje, de José Batista e Wilson Batista. Canta Teresa Cristina 

    A grande preocupação do movimento sindical, movimentos sociais, estudantes e partidos progressistas é a possibilidade de o Congresso Nacional eleger o próximo presidente para um mandato tampão de forma indireta, com consequências imprevisíveis na crise brasileira.

    Veja vídeo da TVT convocando para o Rio pelas Diretas Já!

     

    Por isso, “vamos pra rua defender o nosso direito de votar e arrumar essa bagunça desse governo que pirou este país”, diz a atriz Emanuelle Araújo ao convocar para o evento. O ator Gregório Duvivier anuncia: “primeiramente fora Temer, segundamente Diretas Já. Se a gente empurrar o Temer cai”. 

    Não é a primeira vez que os artistas tomam posições políticas no país. No movimento por eleições diretas para a Presidência da República, de 1984, depois de mais de 20 anos sem eleições, muitos artistas viajaram o país em campanha por Diretas Já. Milhões foram às ruas.

    Espiral de ilusão, de Criolo 

    Já para o também ator Lúcio Mauro Filho, o movimento em defesa de eleições diretas para presidente é a melhor maneira de unir a nação. “Diretas Já, porque estamos falando de Brasil". Enquanto Fábio Assunção defende a renúncia de Temer e avisa que “nós é que não vamos renunciar. Diretas já”. Criolo canta para Temer "como você dorme com isso, como você dorme tranquilo" no samba "Espiral de ilusão". Recado dado.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Wagner Moura, Bebel Gilberto, Fernando Morais, Letícia Sabatella, Tico Santa Cruz, Zélia Duncan, Bia Lessa, Ernesto Neto, Sérgio Sérvulo da Cunha, Márcia Tiburi, Edgard Scandurra, Tata Amaral, Arrigo Barnabé, Roberto Amaral e Daniel Filho criaram o movimento Canta a Democracia para arrecadar fundos para dois espetáculos contra os projetos de retirada de direitos da classe trabalhadora e do povo brasileiro.

    Um show será no Rio de Janeiro, dia 23 de agosto, no Circo Voador e em Nova York com o Shout For Democracy Concert, no Apollo Theater.

    Para a realização dos espetáculos, os artistas pedem a sua colaboração pelo www.catarse.me/cantaademocracia.

    "Canta a Democracia é o nome do espetáculo e também da campanha que coloca no palco artistas e nomes da cultura brasileira que querem defender os direitos de todo cidadão brasileiro. O Brasil das mulheres. Dos negros. Dos cidadãos LGBT. Dos indígenas. O Brasil dos trabalhadores, dos aposentados, dos estudantes, de todos nós. O Brasil que já teve importantes conquistas e não pode, de forma alguma, voltar para trás. Um país que tem de preservar o que já conseguiu com muita luta. Um país que tem de assegurar o direito do voto. Um país que diz não ao golpe", dizem os organizadores do evento.

    Assista o vídeo promocional da campanha Canta a Democracia

     

    Público acompanha a orquestra que transforma mais uma vez a obra "Carmina Burana", de Carl Orff, em um canto da vontade popular com o "Fora Temer", na praia do Arpoador, no Rio de Janeiro.

    Geraldo Azevedo puxa o canto "Fora Temer" em seu show no sábado (16). no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Logo após, cantou “Canção da Despedida” (letra abaixo), composta em 1968, em parceria com Geraldo Vandré.

     

    Canção da Despedida

    (Geraldo Vandré e Geraldo Azevedo)

    Já vou embora, mas sei que vou voltar
    Amor não chora, se eu volto é pra ficar
    Amor não chora, que a hora é de deixar
    O amor de agora, pra sempre ele ficar
    Eu quis ficar aqui, mas não podia
    O meu caminho a ti, não conduzia
    Um rei mal coroado,
    Não queria
    O amor em seu reinado
    Pois sabia
    Não ia ser amado
    Amor não chora, eu volto um dia
    O rei velho e cansado já morria
    Perdido em seu reinado
    Sem Maria
    Quando eu me despedia
    No meu canto lhe dizia

    Os Jornalistas Livres apresentam, com muito humor, o Sarau de Michel Temer. Os poemas de um presidente golpista. Segundo os autores "esta é obra de ficção. Qualquer semelhança comigo ou com terceiros é mera coincidências - TEMER, Michel. Livro Antônima Intimidade, p.19". 

    Para quem reclama do papel que a mídia burguesa tem feito nos últimos anos, finalmente ela se redime nessa montagem hilária. Assista e sinta a profundidade do tema.

     

    Veja o que falou o jornalista Xico Sá em um programa do canal pago Sportv. Quando o apresentador disse que Temer anunciou que não tem time do coração, Xico Sá disse: "ele não tem coração". Todos gargalharam. Infelizmente o vídeo foi bloqueado, mas fica a constatação.

    O compositor tropicalista Tom Zé disse em entrevista ao Diário de Notícias, de Portugal, que "realmente é um golpe, todo o mundo sabe. A gente vive uma ditadura mascarada. É um governo fazendo tudo o que uma democracia não faz e que não quer ser chamado de ditadura. Todo o dia mudam a acusação (contra Dilma), agora no Senado disseram que ela não tem nada com pedaladas fiscais [a deliberação veio do Ministério Público Federal, em relação ao caso Safra, onde foi decidido não existir crime do governo de Dilma. Se muda a acusação têm de tirar todo o processo de impeachment".

    Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy

  • O ator Wagner Moura detona pelo YouTube a portaria 1129/2017do presidente ilegítimo Michel Temer que modifica a definição de trabalho escravo no Brasil. “É gravíssima a situação", diz Moura.“O governo Temer, através do Ministério do Trabalho, baixou uma portaria absurda, surreal”, complementa.

    A situação é tão grave que a Organização Internacional do Trabalho (OIT) manifestou preocupação com essas mudanças feitas para angariar apoio da bancada ruralista no Congresso Nacional e manter apoio ao projeto de retrocessos desse governo.

    Com essa medida, "o Brasil deixa de ser referência no combate à escravidão que estava sendo na comunidade internacional", diz Antônio Rosa, coordenador do Programa de Combate ao Trabalho Escravo da OIT, no Brasil.

    A portaria de Temer estabelece a necessidade de cerceamento de liberdade para caracterizaa a escravidão. “Tira condição degradante e jornada exaustiva” da definição, reforça Moura.

    Veja como Wagner Moura detona a portaria do trabalho escravo 

    "Com essa proposta o governo golpista extrapolou todos os limites do bom senso e nos chama às ruas para barrar esse absurdo inpensável em pleno século 21", afirma Vânia Marques Pinto, secretária de Políticas Sociais da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).

    Para ela, "esse projeto é tão nocivo à vida humana que nem os juízes do trabalho aceitam aplicar essa portaria e os fiscais prometem refeutá-la na prática". Já o ator baiano afirma que “tínhamos uma definição de trabalho escravo das mais modernas do mundo”. E agora retrocesso secular.

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    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • O ator Wagner Moura recusou o convite para interpretar o juiz Sérgio Moro, feito pelo diretor e amigo José Padilha para a realização de um longa-metragem sobre a Operação Lava Jato para o Netflix. O ator interpretou recentemente o traficante colombiano Pablo Escobar, da série Narcos e Capitão Nascimento, do filme Tropa de Elite 1 e 2, entre inúmeros outros papeis importantes.

    Moura que participou ativamente da campanha contra o impeachment da presidenta Dilma, vem se posicionando em defesa da democracia e da Constituição. A sua negativa mostra descontentamento com o comportamento do juiz Moro na condução da Operação Lava Jato, embora Moura não tenha se pronunciado a respeito, como diz seu assessor Rafael Barcellos. Porque o juiz de primeira instância de Curitiba persegue petistas e ignora acusações contra políticos do PSDB e outros partidos de direita.

    rodrigo lombardi sergio moro

    Já Rodrigo Lombardi alegou compromissos profissionais para recusar o mesmo papel. Preferiu ir para a nova novela da TV Globo, À Flor da Pele, que deve estrear em 2017. Ele ainda será visto na série Carcereiros, no lugar de Domingos Montagner, morto em setembro.

    Portal CTB com agências