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"Desejo a todos um mundo mais soberano, mais humano e menos desigual"

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CTB-AL e movimentos sindicais e sociais vão às ruas protestar contra a crise econômica

Na segunda-feira (30), a CTB-AL, junto com a Conlutas, Atufal, Sintufal, Sindipetro, Sindjornal, Facom, Unegro, UBM, UBES, UJS, UNE, MLC, USEA, UJR, JSB, DA – FREITAS NETO – Curso de  Comunicação da UFAL, Engenharia Ambiental da UFAL e os partidos PCdoB, PSTU, PCR e PSB participaram do Ato Público Contra a Crise Econômica, no calçadão do comércio, em frente ao antigo Produban, das 14:00h. às 17:00h.

O Presidente da CTB-AL, Roberto Maximiano, abriu o ato dizendo que no último 30 de março o Brasil foi às ruas com os trabalhadores do campo e da cidade protestar contra a crise e as demissões, lutar por emprego e salário, pela manutenção e ampliação dos direitos, pela redução dos juros e da jornada de trabalho sem redução, pela reforma agrária e em defesa dos investimentos em políticas sociais.

O Presidente da Conlutas falou da crise do capitalismo e das grandes empresas que receberam recursos do Governo Federal, mas mesmo assim estão demitindo os trabalhadores, citando como exemplo: a Embraer, FORD e outras.

A coordenadora da UJS, Mireli, falou que “a juventude tem proposta para que o governo acabe com a crise: fazendo investimento na educação, na saúde, na agricultura e no meio ambiente. Pois não é demitindo os trabalhadores que vai acabar com a crise”.

O coordenador geral do SINTUFAL, Evilásio, falou sobre a privatização dos Hospitais Universitários com a criação das Fundações Estatais de caráter privado, que hoje encontra-se no Congresso Nacional. Em seguida lembrou a quebra do Banco do Estado de Alagoas – Produban pelos caciques da política alagoana e pelos grandes latifundiários. Pois os trabalhadores não podem pagar pela crise.

A coordenadora do SINDJORNAL, Valdice, falou do processo que se encontra no Supremo Tribunal Federal que trata da extinção da obrigatoriedade do diploma de jornalista, que será julgado no próximo dia 01. A Coordenadora do SINDJORNAL disse que isto é uma afronta aos direitos adquiridos, pois para fazer jornalismo precisa de todo conhecimento teórico, prático e técnico.

Outros companheiros fizeram uso da fala, dentre eles, Nado, membro da UBES; Magno, membro do PCR; Jonas, coordenador da UNE; Kívia, representante do PSTU; Ézio, membro da UJR; Elias Barbosa, diretor da FACOM.

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