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Sáb, Maio

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O 4º Congresso foi a cara da CTB Bahia. Foi amplo, alegre e democrático, com a presença de trabalhadores e trabalhadores de diversas categorias e regiões do estado. Foram 606 credenciados, 537 delegados e delegadas e 69 observadores, sendo 374 homens e 232 mulheres.

Durante os dois dias do evento, estiveram presentes lideranças de 44 sindicatos filiados, oriundos de 193 municípios da Bahia. Os trabalhadores urbanos somaram 451 representantes e os rurais 141. Os dados demonstram a capilaridade da atuação da CTB no estado e seu poder de aglutinar os trabalhadores para a luta por mais direitos.

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O ato político de abertura também mostrou a dimensão e o reconhecimento da CTB Bahia diante da sociedade. Compareceram representantes de três centrais sindicais, do Governo estadual, dos movimentos sociais, parlamentares, a Consul de Cuba, Laura Pujol, além de representantes de diversas entidades da sociedade civil. O presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, e o vice- presidente, Nivaldo Santana, também estiveram no Congresso.

Para o secretário Geral da CTB Bahia, Ailton Araújo, o Congresso cumpriu o seu papel de instância máxima de decisão do movimento sindical classista da CTB. “Ele agregou todos os ramos de atividades, com todos os sindicatos de representatividade filiados a Central. Tivemos um crescimento no número de delegados com relação ao nosso último Congresso, subindo para 606 inscritos credenciados. Tivemos também um aumento no número de mulheres no evento deste ano,. Isso é muito importante para a gente. Tivemos também o fechamento do Congresso com a eleição da nova diretoria, que também atendeu todos os ramos no processo democrático da CTB”, afirmou.

O agora ex-presidente da CTB Bahia Aurino Pedreira também comemorou o sucesso do Congresso que marcou o fim da sua gestão. “Foi um congresso vitorioso e bastante representativo com participação de homens e mulheres, rurais e urbanos, capital e interior. O que percebemos foi que o sindicalismo classista respondeu positivamente à nossa convocação. Esse congresso aponta rumo da luta política que o movimento sindical precisa travar pela retomada da possibilidade de desenvolvimento do nosso país. Foi também um congresso festivo, do ponto de vista de sua empolgação, mas muito determinado, do ponto de vista da sua consciência de que o protagonismo do movimento sindical precisa ser construído em conjunto e de que a luta não se faz sozinho, se faz com todos”, concluiu Aurino.

Nova gestão

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O momento principal do 4º Congresso foi a eleição de uma nova direção. A partir de agora, a Central será presidida pelo metalúrgico Pascoal Carneiro, que ocupava a Secretária de Aposentados da CTB Nacional, onde desempenha papel destacado na luta contra a retirada de direitos da classe trabalhadora. Agora sua tarefa será na Bahia.

“Eu nunca saí da Bahia. Mesmo estando em São Paulo, eu sempre colaborei com a CTB Bahia, viajando por várias regiões do estado para ajudar a formalizar sindicatos. Na presidência, o meu foco será democratizar a CTB, não que não tenha democracia. Quando eu falo em democratizar, eu falo em reunião constantes da diretoria, prestação de contas constantes da direção. Vamos focar também na interiorização da CTB, reunindo constantemente com as regionais, envolvendo no debate a coordenação e os sindicatos que fazem parte destas regionais. Vamos fazer isso juntamente com os sindicatos âncoras e a Fetag. E, acima de tudo, a CTB na rua. Toda a greve que tiver a CTB tem que está presente”, informou o novo presidente da CTB Bahia, Pascoal Carneiro.

Fonte: CTB-BA

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