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A semana começou com intensa mobilização para os técnico-administrativos em educação da UFBA. Na segunda-feira (13), dia de paralisação dos servidores, os dirigentes sindicais da Assufba realizaram grande manifestação em Ondina. Além disso, visitaram unidades e convidaram os trabalhadores a integrar a mobilização.

Durante a atividade, foram distribuídos panfletos sobre as principais reivindicações da categoria. O coordenador geral do Sindicato, Renato Jorge, alertou que é preciso o envolvimento de toda a comunidade universitária, na luta contra o desmonte dos serviços públicos e das universidades públicas federais.

A mobilização contou com a apresentação do Comitê Poético contra o Golpe, com a atividade artística ‘Eu Luto’. Junto com o grupo, os manifestantes seguiram em direção à praça das Artes, onde fizeram ato.

A manifestação teve a participação da deputada federal e servidora licenciada da UFBA, Alice Portugal (PCdoB-BA), que criticou o projeto neoliberal do governo Temer, que aumentou a contribuição previdenciária dos servidores públicos de 11% para 14%. A parlamentar frisou que é preciso ampliar a unidade. “É necessário unir para lutar”.

O coordenador de comunicação, Antonio Bomfim, lembrou que além da nova legislação trabalhista, em vigor desde sábado (11/10), Temer quer impor a reforma da Previdência que, na prática, acaba com a aposentadoria.

A Fasubra orienta as entidades sindicais pela deflagração de greve por tempo indeterminado. Mas, na UFBA, os trabalhadores decidiram, em assembleia, pela realização de paralisações. Na quinta-feira (16/11), acontece nova assembleia para avaliar o nível de mobilização.

Em caso de greve, conheça quais seriam os eixos:

Defesa da Carreira dos servidores

Negociação Salarial! Nenhum direito a menos!

Contra o aumento da contribuição previdenciária! Não à reforma da Previdência!

Revogação do PDV!

Em defesa do ensino superior público, gratuito e de qualidade!

Em defesa dos serviços públicos!

Contra o PLS 116/17 – demissão por avaliação negativa (fim da estabilidade)

Em defesa dos hospitais universitários.

Com informações da Assufba

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