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Os bancários definem, nesta quarta-feira (29), as estratégias da mobilização da greve geral, convocada pelas centrais sindicais para o dia 5 de dezembro. A assembleia de definição está marcada para as 19h, no Sindicato da Bahia, Mercês.

A paralisação em todo o país é contra a reforma da Previdência. O governo Temer aumenta a ofensiva para que a proposta seja aprovada em dois turnos pela Câmara Federal até o dia 15 de dezembro.
Para isso, conta com o apoio do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que marcou a primeira votação em plenário para o dia 6. O parlamentar é um dos que mais lutam para aprovar a medida que inviabiliza a aposentadoria de milhões de brasileiros.

Para ganhar o apoio da opinião pública, o governo alega que um rombo na Previdência. Mentira e um estudo de auditores da Receita Federal comprova. Em 2015, por exemplo, o INSS encerrou o ano com saldo positivo de quase R$ 25 bilhões.
 
Os prejuízos da reforma

Enquanto o governo Temer e o Congresso Nacional, que como casa do povo deveria atender aos apelos da sociedade, mas faz justamente o contrário, colocam a reforma para andar, O Bancário mostra novamente os prejuízos.

A medida aumenta a idade mínima para se aposentar. Para os homens, 65 anos, e para as mulheres, 62 anos. Também eleva o tempo mínimo de contribuição de 15 anos para 25 anos. Neste caso, o benefício que o trabalhador receberá será parcial. Para receber o valor integral terá de contribuir por longos 40 anos. 

Sindicato dos Bancários da Bahia 

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