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Eleita para o quadriênio 2018-2022, a nova diretoria da APLB-Sindicato tomou posse na manhã desta segunda-feira (15), em solenidade realizada no auditório do Sindicato dos Comerciários. Integrantes da APLB da capital e do interior prestigiaram o evento, que começou com o mestre de cerimônias, Valdir Assis, destacando a feliz coincidência desta data ser também o Dia do Professor. Em seguida, Jubiraci Bastos (violão) e Carla Lins (voz) tocaram Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores, música de autoria de Geraldo Vandré, e Alegria, Alegria, de Caetano Veloso.

Depois, foi anunciada a mesa dos trabalhos formada pelos dirigentes da APLB-Sindicato Rui Oliveira, Marilene Betros e Claudemir Nonato (Pig); Paschoal Carneiro, presidente da CTB-BA; Rosa de Souza, vice-presidente da CTB-BA e representante da Comissão Eleitoral que conduziu os trabalhos da eleição da APLB; Aurino Pedreira, ex-presidente da CTB-BA e atual secretário de Relações Internacionais da entidade; Joelson Dourado, presidente do Sindicato dos Comerciários; Claudevir Moraes, presidente do Sindicato dos Bancários-Ba; Ivanilda Brito, presidente do Sindsaúde-BA; Juliana Campos, presidente da UJS-BA.

Valdir Assis destacou também a presença do presidente do PCdoB da Bahia, Davidson Magalhães, que saiu no início do evento para uma reunião com o governador Rui Costa; da deputada federal reeleita Alice Portugal (PCdoB); do ex-presidente da UNE, ex-vereador, ex-deputado Javier Alfaya.

Em seguida, a dupla de músicos executou o Hino Nacional com acompanhamento de toda a plateia no lotado auditório. O mestre de cerimônias fez o agradecimento em nome do sindicato pelos 25.918 votos obtidos na eleição para deputado estadual em 8 de outubro, e convidou a dirigente Dilma Santana Miranda para fazer o juramento de posse de toda a diretoria. Feito o juramento, Valdir Assis anunciou o discurso do 1º Secretário e Coordenador-Geral da APLB-Sindicato, professor Rui Oliveira.

“Sem o interior a APLB não sobrevive”

O professor Rui Oliveira iniciou seu discurso destacando o papel do interior do Estado na dinâmica do sindicato. “Sem o interior, a APLB não sobreviveria”, enfatizou. Rui explicou que a APLB decidiu fazer uma cerimônia mais simples, simbólica, de posse da nova diretoria em face do momento de greve crise econômica do país, que afeta o setor sindical.

“Hoje, falei na Rádio Excélsior, logo cedo, sobre o Dia do Professor, lembrando às pessoas que esta data vem de 1827, quando era proibido que a mulheres fossem professoras, desde então, com muita luta, esse paradigma foi alterado e hoje temos mulheres não só nas salas de aulas como dirigindo entidades com muita competência”, disse Rui.

O coordenador-geral da APLB-Sindicato afirmou que “o golpe desferido contra a democracia, colocando Temer na Presidência da República, desmontou o Estado brasileiro”. O fato, prosseguiu Rui, é que “nossa luta é contra um projeto que congela investimento na educação por 20 anos; que arrasa com a saúde, fazendo com que só pobres e sem condições fiquem doentes, rico poderá se tratar, pobre, não; o povo vai sentir muito se o projeto de desmantelamento do Estado for adiante com a eleição de Bolsonaro”, alertou Rui.

Ele citou que a Justiça do Trabalho também é um empecilho para o trabalhador que requere seus direitos. “A reforma trabalhista de Temer foi impiedosa para o trabalhador, e a eleição de Bolsonaro, se consumar, vai ressuscitar tudo de ruim”, afirmou Rui.

Ele propôs a realização de um seminário da APLB-Sindicato, com debate interno da diretoria, a fim de analisar a postura de dirigentes e de representantes da base que por causa de divergência em reajuste salarial optam por votar em Bolsonaro. “Sem reajuste, alguns preferem o inferno”, finalizou o coordenador-geral da APLB-Sindicato.

Após o discurso de Rui, Rosa de Souza falou pela Comissão Eleitoral, em nome dela e de Ailton Araújo e Roberto Santana, efetivando a posse da nova diretoria da APLB-Sindicato.

Fonte: APLB-Sindicato

 

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