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Dom, Mar

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Em campanha salarial, e numa demonstração de unidade, os educadores da rede municipal de ensino de Salvador superlotaram o Ginásio dos Bancários na manhã desta terça-feira (6), durante assembleia geral que aprovou indicativo de greve e também uma pauta mínima de reivindicações, com uma contraproposta de reajuste, bem como as propostas para a continuidade do movimento. As propostas foram aprovadas item por item, por esmagadora maioria dos participantes da assembleia, e serão encaminhadas pela APLB-Sindicato ao Executivo Municipal.

Após a assembleia os educadores, liderados pela APLB-Sindicato, saíram em caminhada até a Praça Municipal para dar o recado ao Prefeito sobre a disposição de luta da categoria contra o retrocesso e pela manutenção dos direitos. Nenhum direito a menos!

Pauta Mínima:

Reajuste salarial de 14,5%, para ativos e aposentados;
Que a mudança de referência contemple todos e todas (estágio probatório/ Reda/ativos), de forma automática, retroativo a maio;
Mudança de nível ainda este ano. A SMED deve apresentar o valor total do passivo que deve aos trabalhadores da Educação que solicitaram a mudança de nível, bem como apresentar critérios para o pagamento;
Aumentar o número de cotas para liberação para o aprimoramento profissional;
Aceitar a liberação do pagamento da gratificação de aprimoramento, com o acompanhamento da APLB;
Concordar com os critérios para liberação da licença prêmio.

Indicativo de greve;
Participar da greve geral do dia 30 de junho;
Participar das manifestações do Dois de Julho;
Reunião de Representantes no dia 04 de julho;
Assembleia Geral no dia 06 de julho;
Moções de repúdio aos vereadores Felipe Lucas e Alexandre Aleluia; e também ao deputado Eduardo Bolsonaro, que serão encaminhadas à Câmara Municipal de Salvador e à Assembleia Legislativa de São Paulo, respectivamente;
Moção de apoio à greve dos vigilantes;
Luta conjunta com os demais servidores municipais;
Ato Público em defesa da EJA;
Participação efetiva de toda a categoria nas atividades promovidas pela FBP, FPSM e Centrais Sindicais contra as reformas, pelo Fora Temer! Diretas já!;
Participar da Feira Estadual da Reforma Agrária promovida pelo MST, nos dias 08 e 10 de Junho, na Praça da Piedade;
Participar do Congresso da CTB, nos dias 09 e 10 de junho – Fazer denúncias contra o Executivo Municipal com visual, nota pública, moção de repúdio, etc;
Participar do Ato Político Cultural pelas Diretas Já!, no dia 11 de junho, às 14 h, no Farol da Barra;
Forró da APLB – Arraiá do Fora Temer! Diretas Já!- Dia 14 de junho, a partir das 20 horas (sindicalizado pode retirar 02 convites na sede da APLB, nos dias 12, 13 ou 14);
Manter as reuniões por polo, com manifestações nos bairros – convocar a comunidade escolar;
Intensificar a Campanha “A ESCOLA QUE TEMOS/A ESCOLA QUE QUEREMOS”
16.1. Encaminhar para a APLB-Sindicato relatório sobre a situação das escolas, com fotos, para serem encaminhadas ao MPF, denunciar na imprensa, visuais (cartazes, faixas, pirulitos, etc);

Greve Geral definida para o dia 30 de junho;
Manter o movimento vivo ocupando a imprensa, denunciando as ações danosas de ACM Neto: nota paga em TV, nota paga em jornal (já publicamos uma), outdoor, etc.;
Escola sem mordaça: continuar colhendo as assinaturas junto à comunidade escolar;
Realizar debates e seminários sobre diversos temas, como Escola Sem Mordaça (em parceria com o Fórum Baiano Escola Sem Mordaça, onde a APLB participa) EJA, servidores da educação;
Cursos de formação sindical para os representantes de escola.

Fonte: APLB-Sindicato. Fotos: Walmir Cirne

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