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Qui, Jan

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Na próxima quarta-feira (08/11), as centrais sindicais e o movimento popular voltam a se reunir, em mais uma plenária unificada para debater os últimos ajustes do Dia Nacional de Mobilização, que acontece sexta-feira, dia 10. A reunião acontece às 17h, no auditório do Sindicato dos Bancários da Bahia, no bairro das Mercês.

As centrais sindicais da Bahia, junto com o movimento popular, decidiram unificar a agenda de lutas para o Dia Nacional de Mobilização. Juntas, a CTB, CUT, Força Sindical, UGT e CSP-Conlutas, mais a Frente Brasil Popular, realizam manifestações contra as reformas trabalhista e da Previdência, a redução do salário mínimo, a portaria que flexibiliza o trabalho escravo, a entrega da Amazônia ao capital internacional e o fim da Justiça do Trabalho.

Uma série de atividades está prevista para todo o dia. Logo cedo, acontece manifestação dos trabalhadores e trabalhadoras, nos polos Petroquímico e Industrial de Camaçari. Em Salvador, também pela manhã cedo, com concentração às 6h, acontece grande ato na entrada da Estação da Lapa, na região do Dique do Tororó. Em seguida, a partir das 9h, tem caminhada do Campo Grande ao Comércio, onde acontece protestos em frente às sedes da Justiça do Trabalho e da Previdência Social.

A escolha do 10 de novembro (próxima sexta-feira) se deu porque é a data que antecede a vigência da lei que alterou a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e golpeou o trabalhador e a trabalhadora. “O Dia Nacional de Mobilização será muito importante, pois marca o último dia de vigência da CLT. Dia 11 já estará em vigor a ‘deforma’ trabalhista”, afirmou o presidente da CTB, Pascoal Carneiro.

Apesar de fazer referência à reforma trabalhista, a mobilização do dia 11 também marca posição contra às tentativas de Temer de alterar as regras de acesso à Previdência Social. “Essa também será uma reforma perversa, porque quer tirar dos mais pobres para dar para os mais ricos”, explicou.

Fonte: CTB Bahia

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