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Qui, Jan

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O cenário econômico é este. Após o duro golpe na democracia, que afastou a presidenta eleita Dilma Rousseff da presidência da República, o capital financeiro, enfim, meteu a mão de vez nos recursos brasileiros. 

Quem trata sobre o tema é o cientista político, Emir Sader. Para o sociólogo, não há saída para a crise se não houver mudança na política econômica neoliberal. "Sem quebrar a hegemonia do capital financeiro, não tem como ter retomada do crescimento. O dinheiro está com eles. É só olhar os lucros dos bancos, a sonegação, o dinheiro no exterior".

Emir deixa claro que o desmonte do Estado é a verdadeira intenção do setor financeiro. "A esfera deles é a mercantil. Educação e saúde não são direitos, são mercadoria. Eles querem transformar tudo em mercadoria. O que interessa é governar para 30% das pessoas no Brasil".

O presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Augusto Vasconcelos, completa ainda que "tudo que presta serviços públicos e atende políticas essenciais para a população está sob ataque. É preciso resistir e ampliar a luta de ideias para apresentar à sociedade que o governo interino quer destruir as empresas públicas para viabilizar o lucro fácil de grandes corporações".

As declarações foram dadas em ótima palestra, realizada nesta segunda-feira (15/08), no hotel Sol Victoria Marina, em Salvador. O evento, organizado pelo Sindicato, lançou no Estado a campanha "Se é público, é para todos".

Fonte: Bancários da Bahia

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