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Seg, Maio

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O acampamento Novo Pindaré, em Pindaré Mirim, no Maranhão, onde vivem 250 famílias de trabalhadores e trabalhadoras sem terra, foi invadido nesta terça-feira (13) por um batalhão da Polícia Militar fortemente armado e todos os seus moradores despejados.

A operação começou às 5h30 da manhã e, de acordo com informações da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Maranhão (FETAEMA), um dos trabalhadores rurais foi ferido pelos policiais.

A ordem de despejo favorece o grileiro João Claudino, dono do Armazém Paraíba e que é réu em processo de invasão de área de preservação permanente às margens do rio Parnaíba, que divide os estados do Piauí e Maranhão. A Fetaema acompanha a situação e defende a permanência dos agricultores e agricultoras do Acampamento.

Eles já moram e cultivam na área há mais de dois anos. "Ação cruel e desumana que, mais uma vez ,penaliza os povos do meio rural, em detrimento dos interesses do capital", diz comunicado da federação. 

A área ocupada há dois anos estava improdutiva. Enquanto aguardavam a análise do Incra para saber se a área poderia ser destinada à Reforma Agrária, os sem terra começaram uma produção de subsistência de milho, mandioca, feijão e arroz. A plantação de mandioca, por exemplo, ocupa uma área de 110 hectares.

Portal CTB com informações da Fetaema e Jornalistas Livres

 

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