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Sáb, Abr

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A Central dos Trabalhadores(as) e Trabalhadoras do Brasil-CTB/PIAUÍ esteve reunida na sede da FAMEPI com representantes dos movimentos sociais,estudantis e vários sindicatos onde  discutiram as estratégias para o Jornada Nacional Unificada de Lutas que ocorrerá em todo pais no dia 14 de agosto.
 
Segundo o presidente da CTB/PI, Mário Ângelo “A Jornada Nacional Unificada de Lutas exige a redução da jornada de trabalho sem redução de salários, o fim das demissões imotivadas, manutenção e ampliação dos direitos e investimentos em políticas sociais”.

O ato público da Jornada em Teresina será na Praça do Liceu Piauiense no dia 14 de agosto (sexta-feira) pela manhã onde, ocorrerão manifestações em defesa da redução da jornada e outras reivindicações de interesse dos trabalhadores.

Na opinião do presidente da CTB/PI “A aprovação da proposta na comissão especial foi um importante passo para o movimento sindical, pois a PEC não mais poderá ser arquivada ficará na pauta do plenário até que seja votada. Além de diminuir a jornada em quatro horas (num primeiro momento), a proposta aumenta o valor do adicional incidente sobre a hora extra de 50% para 75%. O objetivo é reduzir o volume de horas extras realizado no Brasil para potencializar a criação de novos postos de trabalho” finaliza Mário Ângelo.

A Central dos Trabalhadores(as) do Brasil-CTB/PI e a Central Única dos Trabalhadores-CUT/PI estão convocando uma plenária com as entidades dos movimentos sociais e sindicais para o dia 11 de agosto as 9h para viabilizar a JORNADA NACIONAL UNIFICADA DE LUTAS EM TERESINA  no dia 14.

O vice-presidente do Sinpro(sindicato dos professores da rede particular)Elton Arruda, disse que “essa plenária convocada pelas cent rais sindicais é o início de uma série de ações para intensificar a campanha pela redução do tempo de trabalho e acompanhar atentamente a tramitação da PEC, Temos de organizar uma manifestação gigantesca ".
 
Para o presidente do DCE/UFPI, a unidade das centrais e dos movimentos sociais é fundamental para a aprovação da PEC e combater os efeitos da crise econômica internacional, afirma Cássio Borges.

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