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Dom, Mar

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Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil empossa nova diretoria e traça plano para o futuro. Semana passada, foram empossados os dirigentes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) para cumprirem um mandato de três anos. Foi um ato simples, sem as luzes dos holofotes da imprensa. Embora carregado de simplicidade, o evento marcou o início de uma nova página no sindicalismo acreano.

Instalada há cerca de dois anos no Acre, a CTB não contava com uma diretoria efetiva. Esse fato, no entanto, não impediu que a entidade se fortalecesse. Atualmente, a central conta com oito sindicatos filiados e está em fase de negociação com outras entidades sindicais. A CTB tem perspectivas de crescimento no meio rural.

Eleito presidente da central, o professor José Chaves destacou que a CTB tem um diferencial grande em relação às outras centrais. “Temos espaço aberto e democrático para os sindicatos se posicionarem. Também temos como fruto a credibilidade”, disse.

Segundo Chaves, a criação e o fortalecimento da CTB mexem com a história do sindicalismo acreano, haja vista que traz novas formas de encaminhamento das reivindicações dos trabalhadores.

“Havia um hegemonismo muito grande de outra central, que não abre espaço para o contraditório. É para assegurar a democracia sindical que nós propomos a ser diferentes na forma de encaminhamento das lutas”, destacou.

Chaves salientou que a busca da mais ampla unidade da classe trabalhadora é um princípio basilar da CTB. “Nossa classe se compõe de trabalhadoras e trabalhadores de diferentes categorias, ramos e setores da economia, jovens e idosos, ativos e aposentados, negros, brancos e índios, empregados e desempregados, formais e informais, rurais e urbanos, públicos e privados”, explicou.

Na avaliação do sindicalista, a união das diferentes categorias contra a exploração capitalista que a todos aflige, no campo e nas cidades - independentemente da diversidade de profissões, qualificações, situação social, vínculo laboral, gênero, raça, etnia ou orientação sexual -, é fundamental para o êxito das lutas e conquista dos objetivos táticos e estratégicos do movimento sindical.

“É fundamental que estejamos unidos em torno das nossas lutas. Essa união é a garantia de que avançaremos nas conquistas para os trabalhadores e trabalhadoras”.
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