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Sáb, Abr

Amazonas

“O governo golpista ataca a soberania nacional ao pretender privatizar o sistema Eletrobrás”, afirma Edney Martins, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas do Amazonas (Stiuam). Por isso, diz o sindicalista, “tomamos as ruas de Manaus nesta segunda-feira (16)”.

Para ele, o setor energético é estratégico para o desenvolvimento de qualquer nação. “Não se pode pensar em um país desenvolvido e soberano sem se pensar num planejamento para a produção e distribuição de energia”.

A manifestação, que faz parte do Dia Nacional de Luta Contra a Privatização do Sistema Eletrobras, reuniu mais de 500 pessoas, entre lideranças sindicais, dos movimentos sociais e políticos, para denunciar “à sociedade mais esse entreguismo desse governo que não tem compromisso com o país e muito menos com a classe trabalhadora”, reforça.

stiuam ato manaus

De acordo com ele, entregar para empresários essa área estratégica, vai encarecer a energia e precarizar o trabalho. “É um ataque direto aos povos das florestas e aos mais pobres, beneficiando somente os grandes empresários”.

Além disso, “as empresas demitirão para contratar trabalhadoras e trabalhadores terceirizados e assim ter uma mão de obra mais volátil e sem estabilidade”, conclui.

Portal CTB

O Comando de Greve Unificado do Sinteam e a CTB-AM  vêm a público, de forma consternada, repudiar um ato de violência vil de que foram alvo as trabalhadora da educação lideranças do movimento.

No último dia 5 de abril, mais um caso de violência contra mulheres eleitas para representar a categoria no exercício de direção do movimento grevista, que infelizmente, aconteceu dentro do espaço físico da Arena Amadeu Teixeira: a professora Gleice e a professora Isis Tavares foram alvo de agressões verbais e ameaça de agressões físicas.

O mais estarrecedor é que a agressão veio de quem menos se espera: pessoas que se identificaram como educadores.

Temos a convicção de que esse tipo de acontecimento não veio da prática da grande maioria da categoria que sofre as consequências do que é denunciado e já é pauta constante de todas as entidades sindicais ligadas ao setor da educação pública nesse país que é a violência no ambiente escolar.

Temos a convicção de que esse tipo de acontecimento não veio da prática da grande maioria da nossa categoria que sofre assédio moral e constrangimento por parte de direções que reprimem suas manifestações e direito a livre expressão nas escolas.

Não podemos ignorar que a manifestação de agressões verbais e ameaças de agressões físicas, em especial contra as mulheres lideranças, é algo que vem sendo incitado em manifestações de pessoas públicas e parlamentares de projeção nacional. Mas não podemos nos deixar contaminar pelo ódio, pela intolerância e pela negação da expressão do contraditório pela força bruta ou por qualquer tipo de violência contra as mulheres trabalhadoras em educação, maioria absoluta na nossa categoria profissional.

Não é possível mais conviver com esse tipo de acontecimento em nosso movimento.  Não podemos mais conviver com fatos dessa natureza!

A escola que defendemos deve ser o lugar por excelência do respeito e da construção de melhores valores para a nossa sociedade.

E a nossa prática não se restringe à sala de aula, mas permeia nossa vida em sociedade e deve permear em especial os fóruns representativos do movimento de trabalhadores em educação.

E uma sociedade melhor passa necessariamente pelo fim de todo tipo de violência contra as mulheres.

Manaus, 10 de abril de 2018

Comando de Greve Unificado do Sinteam e CTB-AM

Liderados pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), os profissionais da rede estadual de ensino público encerraram a greve nesta terça-feira (10), conquistando um reajuste de 27,02% (7,41% em março de 2018, 8,12% em setembro e 9,38% em janeiro de 2019).

"É uma vitória da educação. Tivemos que endurecer, fazer greve, deixar nossos alunos sem aula para pedir um aumento digno para nossa categoria, mas a luta valeu a pena", disse Marcus Libório, presidente do Sinteam.

Além do percentual, a categoria terá promoção por titularidade de 3.516 servidores, plano de saúde, reajuste de 95% no vale-alimentação, pagamento integral do vale-transporte, revisão do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), auxílio localidade e negociação das faltas do período de greve.

“Foi uma grande conquista da categoria que se manteve firme na luta até o fim”, ressalta Isis Tavares, presidenta da CTB-AM.

Portal CTB e Mariane Cruz, do Sinteam

 

Em greve desde a segunda-feira (26), os profissionais da rede estadual de ensino do Amazonas acamparam nesta terça-feira (3) em frente à sede do governo estadual. “O Comando de Greve decidiu montar este acampamento porque o secretário estadual de Educação, Lourenço Braga se recusou participar de nossa audiência pública”, diz Isis Tavares, presidenta da CTB-AM. Nesta quinta-feira (5), haverá nova assembleia, às 10h, na Arena da Amazônia.

Assista a disposição dos grevistas no acampamento 

A sindicalista explica que as educadoras e educadores garantem permanecer acampados até “o governador Amazonino Mendes receber uma comissão de negociação e apresentar uma proposta concreta sobre as nossas reivindicações”.

Tavares assegura que “não para de chegar gente apoiando o nosso movimento”. Na parte da manhã ela já contabilizava cerca de 500 profissionais da educação no acampamento, mas “a todo momento chega mais gente”. A audiência pública ocorreu na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), na tarde desta terça-feira.

Veja como foi a audiência pública na Aleam 

Sob a liderança do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), as educadoras e os educadores reivindicam 35% de reajuste salarial, melhores condições de trabalho, segurança nas escolas, não desconto dos 6% do vale transporte e aumento no valor do vale alimentação.

Leia mais

Firmes na luta: profissionais da educação estão em greve no Amazonas

Sinteam: trabalhadores(as) da educação rejeitam proposta do governo e decidem manter greve

Portal CTB

Em assembleia geral que reuniu trabalhadores e trabalhadoras da educação da capital e do interior, os(as) professores(as) rejeitaram por unanimidade a contraproposta de reajuste de 14,56% feita pelo governo do estado. A categoria pede 35%.

Leia mais: Sinteam realiza assembleia hoje para decidir os rumos da greve 

Os trabalhadores estão em greve desde a última segunda-feira (26). Pelo menos 80% das escolas da rede estadual de ensino paralisaram as atividades. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam), Marcus Libório, a proposta não contempla toda a categoria.

A decisão será comunicada ao governo e o próximo passo é voltar à mesa de negociação. Nesta terça (3) a categoria fará uma carreata em Manaus até a assembleia legislativa.

Portal CTB com informações do Sinteam

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) realiza assembleia geral nesta segunda-feira (2), às 15h30, na Praça do Congresso, para a categoria decidir se aceita ou não a contraproposta de reajuste do governo do estado, que sugeriu, nesta quarta-feira (28) aumentar em 14,57% os salários dos trabalhadores da rede estadual de ensino. A afirmação foi feita em coletiva de imprensa na sede do sindicato.

“Dependendo do resultado da assembleia, a categoria volta ou não a trabalhar. Aproveitamos para pedir desculpas aos pais e alunos mais uma vez e dizer que só depende do governo do estado resolver essa situação”, disse o presidente do Sinteam, Marcus Libório.

No sábado (30), o sindicato e o comando de greve vão realizar um seminário sobre os números e leis referentes aos assuntos inerentes à categoria.

Greve

Os trabalhadores estão em greve desde a última segunda-feira (26) e tem como pauta de reivindicação a retomada do plano de saúde, o pagamento do vale-transporte integral sem o desconto de 6%, reajuste no auxilio localidade, que passou de R$ 30 para R$ 200 até R$ 1.000. Nestes pontos já houve avanço e consenso entre a categoria.

O impasse está no percentual de reajuste salarial e equiparação do valor do vale alimentação da categoria com o da Polícia Militar, de R$ 600. Atualmente, o auxílio é de R$ 220.

“Nosso maior interesse é no percentual pois somente professores e pedagogos recebem os demais benefícios. Já o reajuste alcança demais trabalhadores e aposentados”, explicou Libório.

Greve atinge capital e interior

Pelo menos 80% das escolas da rede estadual de ensino paralisaram as atividades. A avaliação é do Sinteam. O sindicato oficializou na sede do governo um pedido de audiência com o governador Amazonino Mendes, na terça-feira (27), para retomar as negociações, cujo impasse refere-se ao percentual de reajuste salarial. A categoria pede 35%.

Os comandos de greve já foram instalados na capital e no interior a recomendação é que cada delegacia municipal decida como as atividades se darão.

Em Manaus, aconteceram atividades em todas as zonas da cidade. Na quarta-feria (28) ocorream visitas às escolas que ainda não paralisaram, aulão público e panfletagem explicando para a sociedade os motivos da greve nos terminais de ônibus, além de passeatas.

A principal agenda aconteceu às 16h no Largo de São Sebastião, em Manaus, de onde as trabalhadoras e os trabalhadores saíram em passeata pelo centro da capital amazonense até o bairro Aparecida, aonde aconteceu a tradicional novena de Nossa Senhora de Aparecida.

Na quarta-feira ocorreu ainda uma manifestação na frente da sede do governo a partir das 15h para cobrar uma posição do governador Amazonino Mendes sobre o reajuste salarial.

Pelo menos 60 municípios estão sem aula em todo o estado.

 

Mariane Cruz - Sinteam

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) convocou ato para esta quarta-feira (28), às 15h, na sede do Governo do Estado do Amazonas. No final da manhã de hoje, o comando de greve se reuniu com o secretário de Estado da Educação, Lourenço Braga.

CTB Amazonas

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil CTB-AM manifesta seu profundo pesar pelo falecimento do nosso companheiro Álvaro de Almeida Breves, o Alvinho, da categoria dos metalúrgicos, diretor da CTB em 2013.

Alvinho foi um companheiro de todas as horas e lutas. Sua memória continuará viva em nossos corações assim como na história de lutas dos trabalhadores e das trabalhadoras amazonenses.
Apresentamos nossos sentimentos de pesar e nossa solidariedade à  família que ele tanto amava e aos amigos e amigas neste momento de dor.

Companheiro Alvinho, presente!

Agora e sempre!

A Direção

CTB-Amazonas

Os profissionais da rede pública estadual do Amazonas estão em greve desde a sexta-feira (23). As trabalhadoras e trabalhadores se reuniram sábado (24) com a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) para definir os próximos passos do movimento.

A greve é legal! 

Nesta segunda-feira (26), se reuniram para escolher os representantes para os Comandos de Greve Locais/Zonais para organizar as atividades e programações do movimento. Cada Comando Local deve indicar um representante para o Comando Geral de Greve do Sinteam.

Saiba mais aqui.

Sem aumento salarial desde 2015, as educadoras e educadores amazonenses pedem e R$ 600 de vale-alimentação. Até o momento, o governador Amazonino Mendes propôs pagar 4,57% de reposição do ano de 2017 e escalonar, de acordo com a arrecadação do estado, o restante do reajuste.

Firmes na luta 

Os grevistas distribuem um comunicado à população explicando os motivos da greve. “Sabemos o quanto uma educação de qualidade é importante para o nosso povo. E é essa a nossa luta”, diz trecho da carta.

Leia a íntegra do documento aqui.

“A greve é legal, os comandos foram instalados. Fiquem atentos às orientações dos comandos zonais e firmes na luta”, afirma Marcus Libório, presidente do Sinteam.

Portal CTB

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