Sidebar

20
Qua, Jun

Amazonas

Em entrevista ao Jornal da CTB, a presidenta da CTB Amazonas, Isis Tavares, faz amplo balanço das lutas pelo estado e aponta os desafios da central na atual conjuntura.

“A CTB comprova seu compromisso e cumpre um papel fundamental na resistência da classe trabalhadora”, afirma a dirigente. Confira:

Jornal da CTB - A CTB-AM trava importante luta contra as reformas. Qual o saldo destas lutas?

Isis Tavares: Com o desmonte do estado após o golpe de 2016, a nossa Central tem papel fundamental pra a resistência dos trabalhadores e das trabalhadoras. Destaco o esforço da CTB para a construção da unidade das Centrais na resistência e enfrentamento às reformas, PEC do congelamento de gastos públicos, reforma trabalhista e reforma do ensino médio e que com muita organização barrou a Reforma da Previdência e a Privatização do Setor Elétrico.

Jornal da CTB - O ano de 2018 é visto como central para uma mudança no Congresso. Como a CTB se posiciona?

Isis Tavares: É importante lutarmos pela realização das eleições diretas e democráticas e o direito do presidente Lula ser candidato. Mais importantes que tenhamos candidaturas de trabalhadores e em especial de trabalhadoras classistas.

O estudo da OIT "Perspectivas Sociais e de Emprego no Mundo – Tendências para Mulheres 2017," aponta que a diminuição das diferenças de gênero no mercado de trabalho poderia aumentar o PIB brasileiro em 3,3%, ou 382 bilhões de reais, e acrescentar 131 bilhões de reais às receitas tributárias.

Mas para isso, é preciso reduzir em 25% a desigualdade na taxa de presença das mulheres no mundo do trabalho até 2025. Sabemos da subrepresentatividade das mulheres nos espaços de poder e decisão. O parlamento é o mais emblemático.

Penso que nossa tarefa é lançar uma grande campanha de estímulo e apoio à candidaturas de mulheres trabalhadoras classistas para que tenhamos visibilidade na luta por trabalho igual, salário igual e que ISO seja tratado como projeto de desenvolvimento como nos mostra o estudo da OIT.

Jornal da CTB - Nestes 10 anos a CTB cresceu. Qual o saldo da luta no Amazonas?

Isis Tavares: A primeira entidade a se desfilar da CUT e filiar à CTB foi o Sinteam. Ao longo desses 10 anos, tivemos filiações de sindicatos de categorias importantes: Vigilantes, Urbanitários, Rodoviários, Transportes Especiais, Trabalhadores do Fisco, Rurais de Canutama, Farmacêuticos, Transporte de Cargas, além dos importantes núcleos como petroleiros, metalúrgicos, servidores do ensino superior, policiais civis.

A CTB Amazonas cresceu mesmo com a dificuldade logística de deslocamento e acompanhamento dos 62 municípios nosso estado, uma grande parte de difícil acesso. A CTB Amazonas esteve firme na luta contra o golpe desmonte do estado brasileiro e fomos determinantes para a construção da unidade das centrais e movimentos sociais como um todo, nas lutas nacionais e locais.

Destacamos o dia Nacional contra a Reforma da Previdência de 28 de abril de 2017, que foi o maior ato do Amazonas com cerca de 50 mil pessoas, que de tivemos protagonismo político na articulação, organização e condução.

Neste dia também realizamos a abertura do 4 Congresso Estadual da CTB que renovou a direção da nossa Central. Consideramos os espaços nacionais e internacionais de debates como espaços fundamentais de formação e organização. Tivemos representação nas delegações dos dois últimos Congressos da FSM e duas edições do ESNA.  Levamos nossas bancadas aos Congressos Nacionais da CTB e Palestras, Seminários e Marchas promovidos.

Estivemos presentes na greve vitoriosa da educação e dos rodoviários e nas greves nacionais dos petroleiros e Urbanitários. Temos representação nos conselhos de acompanhamento e controle social do nosso estado da educação, saúde, MPT, e Conselho Estadual dos direitos da Mulher. Estamos articulando com a Secretaria de Mulheres, a organização de coletivos para envolver e empoderar mais mulheres trabalhadoras nas suas categorias profissionais.

Como todas as entidades classistas, a CTB enfrenta as consequências do ataque ao movimento sindical, com a reforma trabalhista e a campanha de desqualificação e criminalização das suas entidades e suas lideranças.

Sabemos que para combater essa conjuntura adversa precisamos entender não só o presente. Mas fundamentalmente, entender a nova revolução no mundo do trabalho que se apresenta para organizar a luta. A luta continua! E CTB Amazonas está firme na luta!

Joanne Mota - Portal CTB

A direção da CTB Amazonas manifesta seu profundo pesar, sua solidariedade e apoio à família e amigos do motorista da linha de ônibus 450, Francisco Araújo da Silva, de 51 anos, morto nesta noite de 14 de junho, após um assalto na Avenida Max Teixeira na Zona Norte de Manaus.

Chiquinho, como era conhecido pelos/as amigos/as, foi mais uma vítima de assassinato em serviço. Repudiamos veementemente a violência que assola nosso país e nosso estado.

A insensatez da apologia à violência e a falta de seriedade dos governos com a segurança pública e seus profissionais militares tem intensificado o ciclo da violência em todos os níveis.

Repudiamos também o descaso e desrespeito de patrões e da mídia com as necessidades laborais dos homens e mulheres desta importante categoria profissional, haja vista a forma com que foram tratados/as quando exerciam seu legítimo direito de reivindicar melhores condições de trabalho e salário e garantias emprego.

Uma grande parte dos meios de comunicação classificou a greve dos/as rodoviários/as como intransigência, vandalismo, desqualificando suas lideranças, criminalizando o movimento que é de trabalhadores, tratando-os/as como bandidos/as.

Enquanto isso, os/as motoristas e cobradores/as trabalham em condições precárias em ônibus sucateados, num eatado onde não se investe em segurança pública, expostos a todo tipo de violência, são agredidos e assassinados em assaltos recorrentes, trazendo sofrimento às famílias e cada vez mais tensão aos trabalhadores e às trabalhadoras que precisam acordar todos os dias para trabalhar sem saber se se serão demitidos/as, ou se terão seus contratos de trabalho alterados e seus salários e benefícios diminuídos ou se voltarão para vivos/as para suas casas.

Reforçamos nossa solidariedade e apoio à família e amigos.

Mas exigimos do estado providências para que a segurança pública seja tratada com seriedade e investimento e às empresas de transporte coletivo, que acolham e amparem as famílias daqueles e daquelas, que dão suas vidas para que os empresários e suas famílias tenham cada vez mais lucro.

Que os patrões tratem com humanidade e dignidade aqueles e aquelas que lutam e trabalham simplesmente para sobreviver com um mínimo de condições para si e suas famílias.

Basta de violência! Basta de exploração!

Chiquinho, presente!🌷

A Direção

CTB Amazonas 

A diretoria do Sinteam teve uma nova rodada de negociação com a Semed na tarde de ontem para tratar sobre a campanha salarial para os profissionais da educação da rede municipal de ensino.

A categoria decidiu, em assembleia, reivindicar 15% de reajuste salarial e pedir melhorias em vários aspectos, entre eles a ManausMed, reajuste no vale-alimentação e auxílio localidade, revisão do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração, implementação de HTP para os professores do 1º ao 5º ano, realização de concurso público para funcionários de escola e incorporação de 15% da prática docente ao vencimento.

Além da secretária da Semed, Kátia Schweickardt, participou da reunião o secretário da Semef, Lourival Praia. A reunião terminou sem consenso e nova rodada deve acontecer sem data definida, ainda.

Fonte: Sinteam

A greve das trabalhadoras e dos trabalhadores rodoviários de Manaus completa uma semana nesta segunda-feira (4), apesar da multa de R$ 200 mil por hora de paralisação, determinada pela desembargadora Eleonora de Souza Saunier, do Tribunal Regional do Trabalho, da Região 11 (TRT-11) ao Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário e Urbano Coletivo de Manaus e no Amazonas (STTRM).

Além disso, o sindicato teve R$ 90 mil bloqueados pela desembargadora por descumprimento de uma decisão liminar. "Considerando que o sindicato suscitado deliberadamente descumpre ordem judicial, cabível a apuração criminal pelas autoridades competentes", diz ela em sua decisão.

“Fizemos o possível e impossível para não fazer essa greve, mas estamos há dois anos sem reajuste salarial. Enquanto não tivermos a assinatura da convenção coletiva e o reajuste, vamos continuar parados”, diz Givancir Oliveira, presidente do STTRM.

O sindicalista informa ao jornal A Crítica que o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetram) ofereceu até agora 1% de reajuste, que começaria a ser pago em agosto. “A proposta patronal está muito aquém da nossa reivindicação”, acentua.

“Estamos batalhando por uma causa justa”, garante Oliveira. Apesar da pressão, continuam circulando 30% da frota de Manaus. O transporte coletivo em Manaus funciona com nove empresas, 229 linhas e 1,3 mil ônibus. Para Isis Tavares, presidenta da CTB-AM, a reforma trabalhista é o divisor de águas da queda de braço entre patrões e empregados.

A imprensa local noticia que os usuários dos transportes coletivos da capital amazonense perderam a paciência e atearam fogo em alguns ônibus na zona leste da cidade na manhã desta segunda-feira (4). Também ocorrem protestos contra o prefeito de Manaus, Arthur Neto (PSDB) e por uma solução negociada para pôr fim à greve..

As trabalhadoras e os trabalhadores dos transportes coletivos de Manaus pararam por 3,5% de reajuste referentes a 2017/2018, que ainda não receberam, por melhores condições de trabalho e segurança.

Portal CTB. Foto: A Crítica

As trabalhadoras e os trabalhadores rodoviários de Manaus entram no quarto dia de greve com adesão crescente. "Apesar da pressão da Justiça do Trabalho, os rodoviários mantêm-se firmes na resistência aos desmandos da reforma trabalhista que os empresários dos transportes querem impor", afirma Isis Tavares, presidenta da CTB-AM.

rodoviarios manaus greve isis tavares

Já Givancir Oliveira, presidente do Sindicato dos Rodoviários de Manaus, diz que "nós estamos há dois anos sem reajuste, sem qualquer proposta deles. A greve continua até que os patrões sentem à mesa para negociar". De acordo com ele, os rodoviários reivindicam 3,5% de  reajuste, além do dissídio coletivo 2018-2019, o fim dos constantes atrasos nos salários e mais segurança, entre outras propostas

Portal CTB

 

 

De acordo com informações do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo no Amazonas (Sindipetro-AM), 70% dos petroleiros aderiram à greve na capital amazonense, Manaus. "A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, a Federação Única dos Petroleiros e o Sindipetro-AM paralisam as atividades por 72h contra a privatização da Petrobras e contra a política de preços efetivada pela atual gestão com Pedro Parente na presidência da estatal petrolífera", diz Isis Tavares, presidenta da CTB-AM.

Para ela, os preços dos combustíveis e do gás de cozinha estão excessivos para gerar lucro a acionistas, na sua maioria estrangeiros. "Estamos na luta para que a empresa que sempre gerou milhares de empregos diretos e indiretos retome o seu projeto estratégico e dessa maneira ajude o país a superar a crise que só piora com o desgoverno Temer". Ela acentua ainda que os petroleiros também querem Parente fora da Petrobras.

A sindicalista acentua que "essa luta é dos trabalhadores e das trabalhadoras, das mulheres, da juventude, de todo povo brasileiro".

Acompanhe entrevista de Isis Tavares ao Atual Vídeos do Amazonas aqui.

Portal CTB

A desembargadora Eleneora Saunier, do Tribunal Regional do Trabalho 11ª Região (TRT-11), aumentou de R$ 30 mil para R$ 200 mil a multa diária do Sindicato dos Rodoviários de Manaus por defenderem que se cumpra a lei do reajuste determinado pela Justiça do Trabalho de pagamento de 3,5%. Numa negociação entre trabalhadores e patrões, mediada pela Justiça do Trabalho há dois anos, ficou definido o valor de 3,5% de reajuste que os patrões nunca cumpriram num claro desrespeito à determinação judicial e ainda mais à categoria.

Já são dois anos que os empresários simplesmente se negam a pagar o rejuste. O sindicato vem denunciando o descumprimento do acordo e em vez dos empresários serem notificados a cumprir a decisão da justiça ou sofrerem alguma pena pelo descumprimento do acordo, são os trabalhadores que são mais uma vez penalizados, tratados como bandidos, e o sindicato que luta para que a justiça seja cumprida, já teve seu presidente algemado e preso, suas contas bloqueadas e mais uma vez sofrerão uma multa fora da realidade e. da razoabilidade.

Os deveriam estar sendo penalizados são os empresários do transporte público, que sambam na cara da justiça descumprindo acordos celebrados e ainda são protegidos pela própria justiça!

rodoviarios am greve

A desembargadora considerou a greve ilegal e abusiva. A única forma dos trabalhadores pressionarem os patrões para o cumprimento dos acordos firmados perante a Justiça do Trabalho é considerada fora da lei!! Lutar para que as leis sejam cumpridas não é crime!

Ilegal e abusiva é a forma como os patrões vêm tratando a categoria a três anos! Há dois anos foi comprovado que havia defasagem salarial, é estipulado um índice de reajuste que os patrões se recusam a pagar!

Enquanto isso temos uma das passagens mais caras, os (as) motoristas e cobradores (as) trabalham em condições precárias, em ônibus sucateados, expostos a todo tipo de violência, tendo suas vidas ceifadas em assaltos recorrentes.

Se a desembargadora utilizasse o transporte coletivo para trabalhar ou se os seus (as) filhos (as) dependessem deles para ir à escola, para tratar sua saúde ou para uma emergência médica, ou para o lazer, talvez, entendesse que o povo trabalhador e suas famílias sofrem as consequências dos preços ilegais e abusivos praticados pelos empresários do transporte em Manaus.

Desembargadora, faça justiça! Notifique os empresários para cumprirem as decisões da Justiça do Trabalho ou serão punidos com multa de R$ 200 mil para cada dia nestes dois anos em que os (as) trabalhadores (as) rodoviários (as) não receberam seu reajuste!

Lutar não é crime! Todo apoio ao Sindicato dos Rodoviários de Manaus

A Direção

Em resposta ao caos instalado no nosso país que se acirrou com o movimento dos caminhoneiros, petroleiros de todo Brasil irão paralisar as atividades por 72 horas que se inicia terça-feira a partir das 23h e convocam os (as) trabalhadores (as) a partir de 6h desta quarta-feira (30), para exigir a retomada dos investimentos, e uma economia a serviço dos intereses do povo brasileiro e não submetida aos interesses do mercado.

Os petroleiros são solidários ao movimento dos caminhoneiros entendendo que expressam as contradições e incertezas que aprofundam o caos no nosso país.

Os petroleiros, irão denunciar o (des)governo de Temer e a política de Pedro Parente, à frente da Petrobras, porque foi adotada a estratégia de colocar o Brasil de joelhos diante das distribuidoras estrangeiras como um mero exportador de óleo cru e importador dos derivados do petróleo, deixando o povo trabalhador pagando a conta dessa política vende-pátria irresponsável.

Em Manaus, o ato será na quarta-feira (30) na Refinaria Isaac Sabbá ou Refinaria de Manaus (Reman) a partir das 6h, que já sofre intervenção da polícia. Uma força policial já foi destacada para impedir que os (as) trabalhadores (as) possam exercer o legítimo direito de manifestação, bloqueando a entrada da Reman, uma via pública, a qualquer dirigente do Sindipetro-AM e ao acesso dos veículos que tenham material do sindicato.

Portanto, Convocamos a todas e todos para comparecerem em frente à Reman nesta quarta-feira (30), às 6h.

No Amazonas ➡ Refinaria de Manaus - Reman. 

Rua Rio Quixito, 1 - Vila Buriti, Manaus

- Pela redução do preço do diesel, da gasolina e do gás de cozinha!

- Mudança imediata da política de preços dos combustíveis: Fora Parente

- Em defesa da Petrobras estatal, não à privatização!

- Fora Temer! Por eleições livres e democráticas!

A Direção

Ao julgar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), ajuizada pelo Ministério Público do Estado do Amazonas, o Tribunal de Justiça suspendeu, até o julgamento da ação, a vigência dos artigos 1º e 2º da Lei Municipal nº 439/2017, nesta quarta-feira (16), que chama de “ideologia de gênero” quando se amplia o debate e considera a construção do masculino e feminino como “construções culturais e sociais”.

“Dentro dessa onda de retrocessos que estamos vendo todos os dias, essa decisão dá um sinal de que há vida inteligente neste planeta”, diz Isis Tavares, presidenta da CTB-AM e secretária de Gênero da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

Para ela, o debate das questões de gênero nas escolas é importante “para dissipar preconceitos e construir uma sociedade calcada no respeito à dignidade das pessoas”. Para o Ministério Público, os dois artigos contrariam a Constituição do Estado do Amazonas, de 1989,  e tiram a liberdade necessária para a educação ser plena.

De acordo com os desembargadores, os artigos citados impedem o desenvolvimento do pensamento crítico e o “exercício da cidadania”, necessário para se ter o “pleno desenvolvimento da pessoa (art. 198, parágrafo único, c/c art. 205, caput, da Constituição Federal/1988)”.

Já Tavares define que “essa vitória é importante também porque o projeto Escola Sem Partido tem ganhado destaque com o golpe de Estado de 2016, que visa censurar educadoras e educadores e impedir o livre pensamento, determinando o pensamento único”.

Segundo a sindicalista, “impedir o debate das questões de gênero na escola, contribui para a manutenção do preconceito e estimula a violência contra as mulheres e a população LGBT”.

Já o MP defende que “a proibição legal ao debate, à divulgação e ao estudo de temas relacionados ao gênero e à sexualidade, no âmbito das escolas municipais, toma, por exemplo, professores e estudantes de ensino médio passíveis de sanções disciplinares e outros constrangimentos indevidos, caso suscitem questões pertinentes a essa temática”, conforme trecho do relatório.

“O que é muito grave porque censura o livre pensar e a atividade de ensinar”, argumenta Tavares. “Por isso, a CTB defende uma educação democrática, laica e inclusiva. Para acabar com essa onda de ódio e violência que cresce dia-a-dia”. Ela pergunta "por que o debate sobre a sexualidade ofende tanto os setores reacionários da sociedade?".

Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB com informações do jornal A Crítica

Mais Artigos...