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Diversas lideranças defensoras de direitos humanos no Estado do Pará, em reunião ampliada na última quarta (10), na sede da Associação Paraense das Pessoas com Deficiência (APPD), representando em entidades sindicais, sociais e populares, organizações de classe e governamentais debateram a conjuntura política atual no Brasil e a necessidade de articulação, de âmbito Estadual, de uma rede de defesa dos direitos humanos no combate a discriminação de todas as ordens e a repressão do próprio Estado.

Nesta linha de atuação as organizações representadas definiram a criação de um Fórum Estadual de Defesa dos Direitos Humanos no Pará, tendo como eixo a Declaração Universal dos Direitos Humanos. O fórum será uma organização formada por pessoas e lideranças sociais e populares que buscarão a proteção dos direitos humanos das e dos paraenses.

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Para a representante da União Brasileira de Mulheres, senhora Eneida Guimarães dos Santo, conselheira titular do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), essa é “um pauta necessária para o momento de resistência contra o retrocesso e ações por direitos, luta e unidade para cada vez mais nos humanizar”, reforma a Conselheira, “o Fórum Estadual de Direitos Humanos aglutina pessoas e entidades que seguem os Princípios de Paris no sentido de potencializar pautas que visem o avanço rumo ao fortalecimento da democracia e jamais reduzir direitos conquistados”, finalizado com a máxima “Resistência, Unidade e Luta!”.

Para o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB/Pará, Cleber Rezende, o fórum será mais um espaço da classe trabalhadora paraense e suas organizações “se protegerem dos ataques do governo federal e implementarem as resistência coletiva e unitária para resguardar e buscar proteger os diretos humanos das trabalhadoras e trabalhadores, como os previdenciários, trabalhistas e sociais”, afirmando Rezende, que no Pará ainda é “muito forte a presença do trabalho análogo ao escravo, os assassinatos de lideranças sindicais e sociais, indígenas e religiosas”, portanto o fórum será mais um instrumento de amparo aos mais vulneráveis.

CTB Pará

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