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Os comerciários aprovaram a autorização para a decretação de estado de greve, em assembleia realizada na noite desta segunda-feira (9), na sede do Sindicato dos Comerciários, no Centro do Rio. 
 

Os trabalhadores decidiram, por unanimidade, pelo estado de greve, após recusar a proposta patronal de reajuste salarial de 1,5%. A categoria negocia um aumento de 8%, entre as principais reivindicações, com data base em 1º de maio, para equiparar ao piso do comerciário regional no valor de R$1.250.  

A presidente interina do sindicato, Alexsandra Nogueira, afirma que as condições impostas pelos patrões são inaceitáveis. “Um reajuste menor que a inflação, hoje de 1,69%, segundo o INPC/IBGE, além de cláusulas desumanas, como o trabalho intermitente e a redução para apenas meia-hora de almoço não podem ser aprovadas pelos trabalhadores”, ressalta.

Uma nova rodada de negociação acontecerá na próxima quinta-feira, dia 12, entre o Sindicato dos Comerciários​, que representa 350 mil trabalhadores​, e os sindicatos patronais, o Sindigêneros (supermercados)​, o Sindilojas (shoppings e comércio de rua) e a Fecomércio-RJ, representante de outros dez segmentos do atacado e do varejo.

Caso não ocorra acordo entre as partes, os trabalhadores poderão paralisar suas atividades e fechar o comércio.

Assessoria de Imprensa

 

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