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As denúncias feitas pelo miliciano Orlando de Oliveira Araújo, o Orlando de Curicica, sobre a existência de uma suposta caixinha paga a agentes públicos no Rio de Janeiro, serão investigadas em duas frentes após toda repercussão que receberam nos meios de comunicação. Depois de o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, se manifestar, na semana passada, a favor da abertura de um inquérito na Polícia Federal, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) decidiu seguir pelo mesmo caminho.

De acordo com as promotoras Letícia Emili e Simone Sibilio, responsáveis pela investigação dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em entrevista ao Jornal O Globo, o MP-RJ vai apurar os fatos narrados por Curicica. O miliciano sustenta que a Delegacia de Homicídios da Capital receberia uma propina fixa para deixar impunes os crimes atribuídos à contravenção. As promotoras aproveitaram a entrevista, no entanto, para ressaltar que não desejam a politização das investigações em respeito aos familiares das vítimas, de seus amigos e de toda a sociedade.

As promotoras aproveitaram a entrevista para negar que o MP tenha se recusado a receber a cooperação da Polícia Federal no caso. Segundo elas, “a investigação está em curso, com atos de investigação a serem cumpridos. Em razão do sigilo, não há novas informações a serem divulgadas”.

Fonte: CTB-RJ com informações do Jornal O Globo

 

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