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As educadoras da infância de São Paulo continuam firmes na greve de todas as servidoras e servidores municipais contra o Projeto de Lei (PL) 621/2016, que afeta a aposentadoria e aumenta os descontos salariais.

Sedin: "Não tem arrego" 

A greve unificada das servidoras e servidores públicos, que já dura 19 dias, fez o prefeito João Doria (PSDB) recuar e agendar uma reunião com o Comando de Greve. "Até que enfim o prefeito resolveu conversar com os servidores", diz Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin) de São Paulo.

Sofia, de 4 anos, manda seu recado a João Doria 

Ela explica que as trabalhadoras e trabalhadores estão dispostos a "ir até o fim, para barrar essa ameaça aos nossos salários e à nossa aposentadoria".

As servidoras e os servidores municipais iniciaram a greve no dia 8 de março e já realizaram ao menos sete grandes manifestações pelas ruas da capital paulista. "Enquanto o Doria não tirar o PL 621 da Câmara Municipal nós não saíremos das ruas. Se a previdência municipal tem problemas, a culpa não é do funcionalismo", afirma Alves.

Ela explica ainda que os grevistas realizam atividades todos os dias, explicando à população os motivos da paralisação, que "mostra compreensão e apoio ao nosso movimento". Por isso, diz que "não tem arrego".

Manifestação na zona leste na manhã desta segunda-feira 

Nova assembleia 

Nesta terça-feira (27), às 13h, em frente à Câmara Municipal, ocorre nova assembleia unificada para definir os rumos do movimento. "Precisamos da participação de todas e todos para enterrar de vez o PL 621". finaliza.

O Sedin distribiu uma Carta Aberta à População, na qual afirma que "trabalhamos em duas ou mais escolas e por vezes realizamos outros afazeres para complementarmos nossa renda para garantirmos o sustento de nossas famílias. Ao longo da nossa carreira, realizamos diversos cursos como: especializações, mestrado, doutorado, para evolui rmos na carreira do magistério, com investimentos próprios. Os nossos esforços também resultam na melhoria da qualidade da educação pública ofertada para bebês, crianças, adolescentes, jovens e adultos, alunos da rede municipal".

Leia a íntegra da Carta aqui.

Portal CTB

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