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Metroviários de São Paulo promovem nesta terça-feira (11) uma assembleia para deliberar sobre a adesão à greve geral marcada para i dia 28 de abril, contra as reformas trabalhista e previdenciária apresentadas pelo governo Michel Temer.

“O governo Temer, com apoio da maioria do Congresso, do Judiciário e da mídia, quer impor as Reformas da Previdência e Trabalhista, assim como a terceirizações e privatizações”, destacou o sindicato em nota.

Na última segunda-feira (10), durante a Plenária Nacional dos Trabalhadores em Transportes, que aprovou a adesão dos condutores à mobilização, o coordenador-geral do Sindicato, Wagner Fajardo, ressaltou que a paralisação promete ser histórica.

“A representação de todas as centrais garante a participação do setor de transporte, que é essencial para nossa luta. Temos que derrotar as reformas de Temer e contra toda retirada de direitos. Nenhum direito a menos é a luta que temos que travamos. Os argentinos deram um belo em exemplo paralisando o país contra os ataques ao direitos dos trabalhadores. Aqui no Brasil, no dia 28 vamos mostrar que não aceitaremos qualquer retirada de direitos. Ou acaba com essas reformas que servem apenas aos interesses do capital ou vamos para o país”, afirmou Fajardo.

Se aprovado em assembleia, metroviários devem se somar as diversas categorias que vão parar, em São Paulo, como os bancários, professores, metalúrgicos, servidores públicos, condutores, químicos e várias outras categorias.

Portal CTB

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