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Os metroviários de São Paulo iniciaram no último dia 23 uma operação padrão na companhia. A medida faz parte de uma calendário de ações contra a proposta do governo do estado de alterar as escalas de trabalho.

Na última terça-feira (24), dirigentes do Sindicato dos Metroviários participaram de uma audiência no Ministério do Trabalho, em Brasília, que contou com a presença do ministro Ronaldo Nogueira e do secretário de Relações do Trabalho, Carlos Cavalcante de Lacerda, além de representantes do Metrô. Durante o encontro, o ministro firmou o compromisso que, através da SRTE (Superintendência Regional do Trabalho e Emprego), formulará as portarias que garantam a intrajornada de 30 minutos, sem prejuízos nas escalas existentes.

A intrajornada, um intervalo remunerado de almoço de 30 minutos, atualmente é feito dentro da jornada diária de trabalho de oito horas. Pela proposta do governo, o intervalo de almoço passará a ser de uma hora, porém fora da jornada diária. A intrajornada está prevista na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT, artigo 71), desde que regulada por portaria do Ministério do Trabalho.

Nesta segunda-feira (30), os sindicalistas participaram de uma audiência no Ministério Público do Trabalho. De acordo com De acordo com o coordenador-geral do sindicato, Wagner Fajardo, o MP deve solicitar ao juiz, que outorgou a sentença, um adiamento de 90 dias para a implantação da medida. “Essa alteração não interessa a ninguém, muito menos à categoria que vai perder seus trinta minutos remunerados para aumentar a jornada de trabalho”, afirmou.

Na terça-feira (31), os metroviários participam uma nova assembleia, a partir das 18h, para decidir os rumos da mobilização.

Cintia Ribas - Portal CTB (foto: Sindicato dos Metroviários)

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