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O Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) vai investigar o acordo firmado entre o governo estadual de Geraldo Alckmin e a multinacional francesa Alstom, que liberou a empresa do pagamento de uma dívida avaliada em R$ 116 milhões.  

O valor devido refere-se a um contrato envolvendo os sistemas operacionais de controle de trens do metrô e foi firmado em 2008, durante a gestão de José Serra.  A informação do perdão à dívida foi divulgada esta semana pela Folha de S. Paulo.

O contrato firmado no governo Serra, por R$ 780 milhões, visava melhorar a eficiência das linhas 1-azul, 2-verde e 3-vermelha, com entrega prevista para 2011. Porém, o governo paulista aceitou que a entrega seja feita com dez anos de atraso, até 2021. O adiamento também será apurado pelo MP.

O contrato Controle de Trens baseado na Comunicação (CTBC) já era alvo de um inquérito conduzido pelo promotor de Justiça Marcelo Milani, devido a problemas apresentados nas linhas do metrô. A Promotoria chegou a recomendar a suspensão do contrato, mas o governo estadual não seguiu a sugestão do Ministério Público.

Em 2008, a relação da Alstom com políticos do PSDB começou a ser investigada, a partir do indício de pagamento de propina entre 1998 e 2003 para fechar contrato com estatais de energia, no governo de Mário Covas. Passados oito anos, o processo não chegou sequer a ser julgado. 

A Alstom é investigada pelo pagamento de propina para obtenção de vantagens em licitações de energia e transportes.

Portal CTB com agências 

 

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