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Milhares tomaram as ruas da capital paulista, nesta quinta-feira (22), Dia Nacional de Paralisação, em defesa dos direitos da classe trabalhadora. Em todo o país ocorreram mobilizações e atos. Em São Paulo, desde o período da manhã, a CTB e as demais centrais sindicais junto aos movimentos sociais ocuparam a Avenida Paulista.

A classe trabalhadora sabe que o caminho é o da resistência e luta, afirma Adilson Araújo

A atividade da tarde uniu várias categorias e organizações sociais em frete ao Museu de Arte de São Paulo, Masp, onde aconteceu o ato político seguido de caminhada até a praça da República.

O secretário de Políticas Sociais da central, Rogério Nunes, destacou que este dia marcará as grandes jornadas de lutas que a classe trabalhadora irá travar, neste momento político que vive o país.

O sindicalista denunciou que, sem nenhum compromisso com a democracia, “[os setores conservadores] afastaram a presidenta e, logo em seguida, aprovaram uma pauta totalmente inversa daquilo que foi eleito pela sociedade brasileira”, expressou.

Rogério conclamou a classe trabalhadora para resistir às ofensivas contra os direitos conquistados. “Nós não aceitaremos retrocesso na legislação. Não aceitaremos rasgar a constituição de 1988. Não aceitaremos rasgar a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). Não queremos retrocederão século 19”, alertou o cetebista durante sua intervenção.

Lideranças políticas e de movimentos da moradia, juventude, negro, estudantil e mulheres denunciaram ao longo da caminhada os retrocessos que o governo ilegítimo de Michel Temer tenta impor à sociedade.

A unidade das centrais e movimentos foi outro aspecto ressaltado. “Lutaremos para que a sociedade tenha mais direitos. Vamos esquentar os tamborins, vamos preparar a greve geral, vamos dizer não à reforma da previdência, à reforma trabalhista. Nenhum direito a menos é a palavra de ordem da CTB”, concluiu.

Portal CTB 
Foto: Joca Duarte 

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