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Qua, Jan

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A Polícia Militar invadiu a subsede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em Diadema  na noite da sexta-feira (11)  durante um ato em rechaço as arbitrariedade cometidas pela Polícia Federal e Ministério Público Federal contra o ex-presidente Lula.

De acordo com os sindicalistas presentes, os PMs tentaram prender militantes que estavam no local e foram impedidos pelos participantes da reunião. Parlamentares do partido, entre eles o deputado federal Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho, e estadual Luiz Turco, interpelaram os policiais, que estariam comandados por um tenente. "Os policiais teriam então, dito que souberam que estava ocorrendo uma reunião de apoio a Lula e foram até o local averiguar", contou o deputado Luiz Turco.

"Houve uma situação que lembrou-nos o período de excessão e reflete o momento que passamos hoje. Ficou-nos claro, foram alí para intimidar. Infelizmente a polícia tucana a serviço da tentativa de golpe", disse Vicentinho. O deputado federal disse que os PMs entraram no prédio do sindicato armados com metralhadoras. "Parecia uma praça de guerra", relatou.

"Não poderiam entrar no sindicato da maneira que entraram. Identificamos dois P2 (policial do Serviço de Inteligência) no local. Então foi uma ação desastrosa e a PM precisa prestar esclarecimento disso. O Sindicato foi ilhado por policiais fortemente armados. Foi igual ao período da ditadura, no qual eu vivi. A forma da ação pareceu de cunho político", denunciou o vereador Josa Queiroz, presidente do PT de Diadema.

Os sindicalistas afirmaram que o prédio do sindicato ficou cercado pelos policiais, que só foram embora depois de anotar documentos dos participantes da reunião. Após a PM se retirar, a plenária prosseguiu normalmente.

Portal CTB com agências

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